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Nova central participa das manifestações do dia 30/06

greve curitiba

A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná, participou na Boca Maldita, no Centro de Curitiba e nas cidades pelo interior do Paraná, , das Manifestações ocorridas neste último dia 30 de junho.

A manifestação convocada pelas centrais sindicais e teve caráter nacional, contando com a participação de milhares de sindicalistas, trabalhadores e representantes da sociedade civil. A manifestação serviu para reforçar os protestos contra as reformas Trabalhista e Previdênciaria, as quais destroem direitos historicamente conquistados e vão precarizar o futuro da classe trabalhadora, além de reforçar o pedido pelas ‘diretas já’.

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NCST elege diretoria em congresso nacional e presidente convoca para a greve geral

Ao abrir os trabalhos do IV Congresso Nacional da Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST, o presidente José Calixto Ramos convocou a todos para a greve geral. Segundo o presidente, há uma tentativa “deslavada” de desmobilização dos trabalhadores para o ato marcado para o dia 30 deste mês. A plenária de abertura do evento contou, ainda, com a eleição da diretoria para a gestão 2017-2021, por aclamação; palestra sobre o mundo do trabalho, com o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lucio; e instalação das comissões temáticas.

O evento teve início nesta segunda-feira e vai até amanhã, dia 28, no Centro de Treinamento Educacional - CTE, da Confederação Nacional Trabalhadores na Indústria - CNTI, em Luziânia (GO), reunindo cerca de mil delegados representantes das confederações, federações e sindicatos da base da Nova Central, que vieram de todas as partes do Brasil. O Congresso reúne trabalhadores da indústria, dos transportes terrestres, do turismo e hospitalidade, da construção, da educação e cultura e dos serviços públicos.

“O IV Congresso da Nova Central debate formas de lutas para barrar a aprovação das reformas trabalhista e previdenciária no Poder Legislativo. São propostas que visam por fim às legislações de proteção do trabalho, destruir a espinha dorsal dos direitos trabalhistas rumo ao sucateamento da CLT, enfraquecimento da democracia e da Constituição Federal”, afirmou o presidente. 

Segundo Calixto, as reformas propostas pelo Executivo e ampliadas no Legislativo, sem diálogo com as entidades sindicais e a sociedade, num ato de intransigência do governo e do Congresso Nacional, se distanciaram do plano de governo apresentado aos eleitores em 2014, refletindo na rejeição recorde do presidente Michel Temer e descrédito do Legislativo. Ele alertou para a responsabilidade de escolha de representantes nas próximas eleições de 2018.

“É necessário que neste grave momento que registra a trágica marca de mais de 14 milhões de desempregados no Brasil que rejeitemos essa atitude brutal e insensível e são as entidades sindicais as únicas instituições democráticas fora dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, capazes de impedir as medidas retrógradas”, disse.

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“O Congresso da Nova Central ocorre em momento decisivo para o Brasil”


A afirmação foi feita pelo economista e diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lucio, durante palestra de abertura do IV Congresso Nacional, na tarde desta segunda-feira, 26. “Estamos vivendo a pior crise do país e os trabalhadores precisam definir estratégias de enfrentamento e, para isso, é preciso conhecer e entender a política de governo em curso, reorganizar a estrutura sindical, atuar com unidade e respeito profundo à classe trabalhadora”, orientou.

O economista chamou os dirigentes sindicais participantes do evento a uma reflexão sobre as mudanças ocorridas no Brasil nos últimos 50 anos, que levou à mudança de estratégia do desenvolvimento econômico, com graves consequências para o país. Segundo Clemente, esta nova estratégia está numa encruzilhada e se resume a entregar para outros tudo o fizemos para chegar a ocupar a sétima economia do mundo, abrindo mão da soberania e do desenvolvimento. “O Brasil dilacerou sua capacidade de investir em infraestrutura e está transferindo nossas conquistas e riquezas para o capital internacional”.

Clemente Ganz fez críticas ferrenhas à reforma trabalhista em debate no Poder Legislativo e à lei da terceirização. “A reforma em votação quebra a espinha dorsal dos sindicatos, ao transformar quase toda a CLT em objeto de negociação e, ao mesmo tempo, tirar do sindicato o poder de negociar; quebra a espinha dorsal da justiça, deixando o trabalhador sem proteção legal; e com o trabalho intermitente, transforma o trabalho precário em legal”. Ele ressaltou que é preciso estar atentos à lei da terceirização. “Sozinha, ela acaba com a estrutura sindical brasileira”.

O diretor do Dieese orientou que o movimento sindical deve ter como prioridade absoluta discutir e propor estratégias para o desenvolvimento nacional, aliando a isso a construção do maior projeto de autoregulação da organização sindical, onde a conduta ética seja o centro; aprender a conviver na divergência; e criar unidade para enfrentar os desafios. Divididos seremos destruídos”, avaliou.

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