Notícias NCST/PR

Diretor da NCST/PR é novo presidente do Conselho Municipal do Trabalho de Cascavel

O Conselho Municipal do Trabalho de Cascavel se reuniu na manhã desta sexta-feira (23), para a eleição e posse da nova diretoria do conselho.

O Diretor de Assuntos de Seguridade Social, Aposentados e Pensionistas da NCST/PR e Presidente do Sinetrapitel, Sergio Machado foi eleito pelos membros do conselho como novo presidente. Na reunião, ele destacou que estava aberto a propostas para que o município gere mais empregos aos moradores de Cascavel.

Ele concorreu a presidência do conselho com Dianis Mara Cavalari. Antes da reunião se iniciar, Sergio e Dianis destacaram os reflexos da crise no ano anterior.

O secretário de desenvolvimento econômico de Cascavel, João de Andrade presidiu o conselho no ano de 2017.

Após as eleições, a Agência do Trabalhador apresentou os dados do mês de janeiro. No mês passado, foram 10.163 atendimentos, 758 vagas foram abertas. A gerente da Agência do Trabalhador destacou que o número de vagas abertas não é maior, porque muitas empresas do município não são associadas à agência. Até agora, 789 pessoas foram empregadas em 2018. De acordo com dados, cerca de quatro mil pessoas não estão registradas em carteira de trabalho. Isso não quer dizer, que todas elas estão desempregadas. Pelo contrário, muitas não possuem registro ou trabalham por conta.

 

Última atualização ( Seg, 23 de Abril de 2018 09:26 )
 

Fórum em Defesa da Liberdade Sindical

28162027 595225560826472 2605296190814442605 o

Integrantes do movimento sindical paranaense, participaram na manhã desta quinta-feira (22), na sede do MPT/PR 9.ª Região, da reunião do Fórum em Defesa da Liberdade Sindical. O Evento ocorreu na sede do Ministério Público do Trabalho no Paraná, localizada na Av. Vicente Machado, n.º 84, Centro, Curitiba/PR.

Na reunião foram discutidos temas como o custeio sindical, negociações coletivas e atos antissindicais. O Fórum vai além dos temas discutidos hoje, propciar a promoção na unidade na resistência ao desmonte dos direitos trabalhistas impostos pelo setor patronal através das “reformas” do ilegítimo governo Temer, reformas estas que vieram para implodir os diretos dos trabalhadores. O movimento sindical tem posicionamento político de que a reforma trabalhista é fruto do nítido conluio do interesse empresarial e governamental em detrimento dos interesses dos trabalhadores do País. O sintoma mais gritante da referida articulação da emergência exclusiva de implementação de uma reforma unicamente alicerçada nos interesses privados, reflete-se, no processo legislativo que padeceu do necessário e prévio debate e diálogo social estruturante, inclusivo de todos os atores sociais em tamanha modificação no ordenamento juslaboral, fato esse, denunciado pelas centrais sindicais brasileiras perante a Organização Internacional do Trabalho - OIT, todas as entidades representativas integrantes da sociedade civil e da arquitetura institucional trabalhista – ABRAT, ANAMATRA, ANPT, CENTRAIS SINDICAIS, SINAIT, CNBB e comunidade acadêmica e científica – marcaram posição francamente contrária ao conteúdo da reforma e ao procedimento açodado para adoção de expressiva mudança no marco regulatório nacional.                              

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sentadas e multidão

No plano discursivo, seja da mídia tradicional, ou dos agentes políticos e econômicos na trincheira da defesa da reforma trabalhista alardeava-se que a alteração legislativa promoveria a modernização das relações de trabalho, valorização da negociação coletiva, segurança jurídica e indução de maior formalização do mercado de trabalho. 
Na prática, o resultado do processo legislativo que originou a edição da Lei 13467/2017 suscitou uma maior fragmentação das representação sindical via terceirização e pejotização, emergência de dispositivos legais que alijam o poder sindical na mediação dos interesses da classe trabalhadora exceto para reduzir ou suprimir direitos previstos em lei, enfraquecimento do poder dos instrumentos coletivos em função da eliminação da ultratividade das normas coletivas, vulneração das finanças sindicais em razão da supressão abrupta da contribuição sindical obrigatória e limitação de acesso ao sistema de justiça com a inoculação de regras draconianas no processo do trabalho.

A inciativa da criação do fórum foi do procurador do Trabalho no Paraná Alberto Emiliano de Oliveira Neto, vice-coordenador nacional da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis), do MPT. A ideia é que MPT e as entidades sindicais possam construir uma narrativa conjunta de efetiva promoção da liberdade sindical.


IMG 8744

 

Fórum de Combate aos Atos Antissindicais do Paraná

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Sindicalistas de todo o estado do Paraná, estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira (18) na sede do Ministério Público do Trabalho em Curitiba, para participarem da segunda reunião do Fórum de Combate aos Atos Antissindicais do Paraná.

O encontro convocado pelo Procurador do Trabalho Dr. Alberto Emiliano de Oliveira Neto teve como objetivo a discussão de temas relacionados a promoção da liberdade sindical e o combate aos Atos Antissindicais.

A proxima reunião do Fórum está programada para o dia 22 de fevereiro às 09 horas, no auditório do Ministério Público do Trabalho, localizado na rua Vicente Machado, 83 em Curitiba/PR e o Lançamento oficial está previsto para o dia 12 de Março.  

A imagem pode conter: 2 pessoas

 
Página 7 de 194

Acesso Restrito

Rede NCST Sindical

ncst-rede