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	<title>Palavra do Presidente | NCSTPR</title>
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	<description>Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná</description>
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	<title>Palavra do Presidente | NCSTPR</title>
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		<title>Dia de São José, o Santo Carpinteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia 19 de março é a data dedicada a São José. Homem simples, trabalhador, escolhido por Deus para ser tutor de Cristo em sua vida terrena. José ensinou a Jesus o ofício da carpintaria e, portanto, é o padroeiro desta nobre e antiga profissão. É claro que a profissão que foi tão crucial para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><img decoding="async" style="margin-right: 15px; margin-bottom: 5px; float: left;" src="http://www.emotioncard.com.br/newsite/images/cartoes/3_datas/03mar/dia_do_carpinteiro/dia_do_carpinteiro.jpg" />Dia 19 de março é a data dedicada a São José. Homem simples, trabalhador, escolhido por Deus para ser tutor de Cristo em sua vida terrena. José ensinou a Jesus o ofício da carpintaria e, portanto, é o padroeiro desta nobre e antiga profissão.</span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"> É claro que a profissão que foi tão crucial para o desenvolvimento humano mudou muito nestes mais de dois mil anos. O que hoje é a indústria da construção civil e madeira movimenta bilhões de reais por ano, além de ser a indústria base que possibilita a existência de todas as outras áreas da produção.</span><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"> Toda essa riqueza só é possível graças a uma peça chave: o trabalhador. Se nos tempos de Cristo o carpinteiro era um profissional que passava de pai para filho os segredos do artesanato, hoje cada vez mais uma formação especializada na área é exigida para quem vai trabalhar no setor. Na área da construção civil, o número de novos postos de trabalho para quem tem nível médio completo é muito maior a quem tem escolaridade inferior.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span> </p>
<p><span id="more-7220"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"> <br />Apesar da importância que há para a sociedade ter profissionais qualificados trabalhando nesta área, nem sempre isto é uma realidade, mesmo representando uma parte significativa dos trabalhadores brasileiros. Segundo dados de 2009 do Dieese, a construção civil sozinha empregava 7,44% da população ocupada brasileira. O setor de madeira, por sua vez, representa 4,46% do PIB paranaense e é responsável por quase 20% da arrecadação industrial no estado, segundo dados da Sociedade Brasileira de Silvicultura.</span><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"> Mas a realidade no setor é uma forte luta contra o trabalho informal e precarizado. São milhões de trabalhadores em todo o país submetidos a salários baixíssimos e condições de trabalho desumanas, muitas vezes análogas ao trabalho escravo. A contratação destes trabalhadores por parte destas empresas irresponsáveis não prejudica apenas a eles próprios, mas a todos os empregados no setor, pois faz com que os empregadores se neguem a pagar salários dignos aos profissionais em situação formal, além de não se preocuparem em garantir equipamentos de proteção individuais e coletivos obrigatórios.</span><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"> A segurança no trabalho &#8211; seja com equipamentos ou com a presença de profissionais especializados nos canteiros e fábricas &#8211; é uma das grandes lutas do nosso setor. Na construção civil, a média de trabalhadores mortos por ano no Brasil é o dobro da média nacional. O setor da indústria madeireira com frequência é líder em número de acidentes graças a equipamentos inadequados sem proteção ou manutenção. É um triste título para uma profissão tão nobre.</span><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"> Não queremos que este dia de São José sirva para pedirmos proteção divina para algo que deveria ser garantido nos canteiros de obra e no chão de fábrica. Hoje é um dia de celebração, mas deve servir também para alertar às necessidades urgente no setor: direito do trabalhador recusar trabalho perigoso, fornecimento de equipamentos de proteção individual e coletiva adequados, fortalecimento das CIPAs, autonomia para profissionais de segurança no trabalho, melhores salários. Que São José esteja ao nosso lado.</span><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span><br /><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"></span></span></div>
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		<title>Na luta contra a AIDS o maior inimigo ainda é o preconceito</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/na-luta-contra-a-aids-o-maior-inimigo-ainda-e-o-preconceito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 21:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia 1º de dezembro é o Dia Mundial de Combate a AIDS. E no mundo todo ocorrem diversas iniciativas que visam atingir a meta de erradicação do vírus que provoca a doença da face da terra. A situação não é animadora: chega a 34 milhões o número de infectados em todo o planeta, segundo a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-4893" height="200" width="380" src="https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/12/aids-interna.jpg" alt="aids-interna" style="float: left; margin: 15px;" srcset="https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/12/aids-interna.jpg 380w, https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/12/aids-interna-300x158.jpg 300w" sizes="(max-width: 380px) 100vw, 380px" />Dia 1º de dezembro é o Dia Mundial de Combate a AIDS. E no mundo todo ocorrem diversas iniciativas que visam atingir a meta de erradicação do vírus que provoca a doença da face da terra.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">A situação não é animadora: chega a 34 milhões o número de infectados em todo o planeta, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Apesar do grande desafio, a ofensiva contra o vírus tem surtido efeito e na última década houve uma redução no número de novas infecções.</p>
<p>O acesso aos medicamentos que compõe o &#8220;coquetel&#8221; de controle da doença ampliou bastante, passou de 400 mil pessoas em 2003 para 6,65 milhões no ano passado, um aumento em 16 vezes entre os beneficiados. Embora a Aids não tenha cura, com esta medicação os portadores do vírus podem viver anos e até décadas sem que nenhum sintoma se manifeste.</p>
<p><span id="more-4895"></span></p>
<p>É preciso ressaltar que o Brasil cumpre um papel fundamental em nível mundial para isto ocorrer. O país tem uma produção importante de medicamentos anti-Aids, realiza o tratamento completo pelo Sistema Único de Saúde e, nos últimos anos, tem ajudado no combate à doença no continente africano. </p>
<p>Mas se os números apontam boas perspectivas, é preciso melhorar na forma da sociedade enxergar tanto os portadores do vírus HIV quanto a aceitar a necessidade de realização de exames para controle. Ainda hoje muitos soropositivos são considerados uma anomalia.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Por falta de informação, amigos e parentes se afastam exatamente no momento em que a pessoa mais precisa de ajuda e conforto. A verdade é que a pessoa com Aids é como outra qualquer: vive, trabalha, se diverte, constrói família, etc.</p>
<p>Há também muito preconceito ou incompreensão sobre a forma do contágio. Ele se dá por meio de relação sexual sem preservativo, transfusão de sangue, reutilização de agulhas e seringas e de mãe infectada para o filho. Significa que nada irá acontecer se você abraçar, apertar a mão, dividir talher ou respirar o mesmo ar que uma pessoa que possua a doença.</p>
<p>Outro problema grave que tem gerado aumento do número de portadores da doença, em especial entre os jovens, é o medo ou falta de vontade de realização de exames preventivos. Os exames são gratuitos e podem ser feitos em unidades de saúde e nas diversas &#8220;<em>blitz</em>&#8221; organizadas em campanhas de combate à doença e devem ser realizados pois quanto mais cedo ocorrer o diagnóstico, maior a chance de controle.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não vamos tapar os nossos olhos e nos silenciar para esta doença que, com os devidos cuidados, pode ser evitada. Basta conhecê-los e não ignorá-los.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">*Denilson Pestana da Costa é presidente da NCST/Paraná e do Sintracom Londrina.</span></span></div>
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		<title>Na luta contra a AIDS o maior inimigo ainda é o preconceito</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/na-luta-contra-a-aids-o-maior-inimigo-ainda-e-o-preconceito-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 21:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia 1º de dezembro é o Dia Mundial de Combate a AIDS. E no mundo todo ocorrem diversas iniciativas que visam atingir a meta de erradicação do vírus que provoca a doença da face da terra. A situação não é animadora: chega a 34 milhões o número de infectados em todo o planeta, segundo a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-4893" height="200" width="380" src="https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/12/aids-interna.jpg" alt="aids-interna" style="float: left; margin: 15px;" srcset="https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/12/aids-interna.jpg 380w, https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/12/aids-interna-300x158.jpg 300w" sizes="(max-width: 380px) 100vw, 380px" />Dia 1º de dezembro é o Dia Mundial de Combate a AIDS. E no mundo todo ocorrem diversas iniciativas que visam atingir a meta de erradicação do vírus que provoca a doença da face da terra.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">A situação não é animadora: chega a 34 milhões o número de infectados em todo o planeta, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Apesar do grande desafio, a ofensiva contra o vírus tem surtido efeito e na última década houve uma redução no número de novas infecções.</p>
<p>O acesso aos medicamentos que compõe o &#8220;coquetel&#8221; de controle da doença ampliou bastante, passou de 400 mil pessoas em 2003 para 6,65 milhões no ano passado, um aumento em 16 vezes entre os beneficiados. Embora a Aids não tenha cura, com esta medicação os portadores do vírus podem viver anos e até décadas sem que nenhum sintoma se manifeste.</p>
<p><span id="more-4896"></span></p>
<p>É preciso ressaltar que o Brasil cumpre um papel fundamental em nível mundial para isto ocorrer. O país tem uma produção importante de medicamentos anti-Aids, realiza o tratamento completo pelo Sistema Único de Saúde e, nos últimos anos, tem ajudado no combate à doença no continente africano. </p>
<p>Mas se os números apontam boas perspectivas, é preciso melhorar na forma da sociedade enxergar tanto os portadores do vírus HIV quanto a aceitar a necessidade de realização de exames para controle. Ainda hoje muitos soropositivos são considerados uma anomalia.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Por falta de informação, amigos e parentes se afastam exatamente no momento em que a pessoa mais precisa de ajuda e conforto. A verdade é que a pessoa com Aids é como outra qualquer: vive, trabalha, se diverte, constrói família, etc.</p>
<p>Há também muito preconceito ou incompreensão sobre a forma do contágio. Ele se dá por meio de relação sexual sem preservativo, transfusão de sangue, reutilização de agulhas e seringas e de mãe infectada para o filho. Significa que nada irá acontecer se você abraçar, apertar a mão, dividir talher ou respirar o mesmo ar que uma pessoa que possua a doença.</p>
<p>Outro problema grave que tem gerado aumento do número de portadores da doença, em especial entre os jovens, é o medo ou falta de vontade de realização de exames preventivos. Os exames são gratuitos e podem ser feitos em unidades de saúde e nas diversas &#8220;<em>blitz</em>&#8221; organizadas em campanhas de combate à doença e devem ser realizados pois quanto mais cedo ocorrer o diagnóstico, maior a chance de controle.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não vamos tapar os nossos olhos e nos silenciar para esta doença que, com os devidos cuidados, pode ser evitada. Basta conhecê-los e não ignorá-los.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">*Denilson Pestana da Costa é presidente da NCST/Paraná e do Sintracom Londrina.</span></span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>25/11: Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/2511-dia-internacional-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 25 de novembro de 1960 as irmãs dominicanas Patria, Minerva de Maria Mirabal&#160;&#8211; conhecidas como Las Mariposas – foram brutalmente assassinadas por fazerem oposição à ditadura militar daquele país. Para marcar o sacrifício destas e de tantas outras mulheres guerreiras a data foi instituída pela ONU em 2009 como Dia Internacional da Eliminação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-4673" style="float: left; margin-right: 15px;" alt="violencia-contra-a-mulher" src="https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/11/violencia-contra-a-mulher.jpg" width="380" height="310" />Em 25 de novembro de 1960 as irmãs dominicanas Patria, Minerva de Maria Mirabal&nbsp;&#8211; conhecidas como Las Mariposas – foram brutalmente assassinadas por fazerem oposição à ditadura militar daquele país. Para marcar o sacrifício destas e de tantas outras mulheres guerreiras a data foi instituída pela ONU em 2009 como Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra a Mulher.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não é um momento de comemorarmos, mas de nos perguntar: por que precisamos falar da violência contra a mulher em pleno século 21? É uma pena, mas devemos aproveitar este momento para ficarmos vigilantes e atentos ao que tem sido feito para minimizar a desigualdade entre os sexos em nosso país.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Um importante avanço em 2006 foi a promulgação da Lei Maria da Penha, que aumenta o rigor na punição de agressões domésticas e familiares. Para que tal lei não seja letra morta, duas coisas são fundamentais: ela ser propagandeada entre a população e a criação de delegacias especializadas, juizados e instrumentos desse tipo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Avançamos a passos lentos. São 84 novas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) desde o início da Lei até agora, sendo 491 em todo o Brasil e 13 no Paraná, segundo dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal (SPM). Como este número é pequeno, muitos casos acabam nas delegacias comuns e é frequente que as agredidas sejam desqualificadas por juízes e policiais quando vão dar queixa.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">&nbsp;</span></span></p>
<p><span id="more-4677"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Além do aumento do número de Delegacias da Mulher, a Nova Central Sindical de Trabalhadores defende que elas funcionem 24 horas por dia, pois o maior índice de violência doméstica ocorre de noite ou de madrugada. Isso porque o principal lugar em que a violência ocorre é dentro de casa, por parte do próprio namorado, esposo ou companheiro, como verificou o Segundo Anuário das Mulheres Brasileiras do Dieese. Por isso é importante que dia e noite a delegacia ofereça todos os serviços e não apenas registre queixa. Alem disso é necessário unidades no interior e nos bairros afastados das pequenas cidades para garantir o acesso das mulheres mesmo de madrugada.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Diante disso, também são necessários outros equipamentos públicos como as casas abrigo que podem acolher as vítimas e seus filhos, porém só há cinco no Paraná e 72 em todo o país.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">A falta de ampliação destes serviços nos preocupa, em especial se considerarmos que a SPM teve uma redução de orçamento de 51,5% considerando o que foi gasto de janeiro até agora, comparado com o mesmo período do ano passado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não podemos deixar de citar um fato que, mesmo que indiretamente, gera violência contra a mulher — a diferença entre os salários de homens e mulheres. É um absurdo pensar que isso ainda exista, mas está lá no Censo 2010 que o salário médio das mulheres (R$ 983,00) corresponde a apenas 70,6% do salário médio dos homens (R$ 1.392,00).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Além de ser uma violência indireta, a diferença salarial reforça a dependência feminina em relação aos homens, o que torna mais difícil que ela denuncie um agressor caso necessário. A situação é ainda mais triste se considerarmos que as mulheres negras chegam a ganhar 40% do que ganham os homens brancos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Também temos que estar unidos na luta contra o assédio moral, que não é exclusividade feminina, mas que no caso das mulheres é muitas vezes pior ainda por coexistir com o assédio sexual. Esta luta deve ser coletiva, de mulheres e homens em conjunto com os sindicatos para não permitir estas atitudes em ambiente de trabalho.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não podemos tolerar um Brasil em que cinco mulheres são espancadas a cada dois minutos e dez mulheres são mortas por dia, como ocorre hoje. Neste dia 25 todos devemos reforçar esta luta que é de toda a sociedade.</span></span></p>
<p><strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Denilson Pestana da Costa, presidente da NCST/Paraná</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Nádia Beatriz Graff, diretora para Assuntos da Mulher, do Idoso, da Juventude, de Gênero e da Igualdade Racial da NCST/Paraná</span></span></p>
<p></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>25/11: Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/2511-dia-internacional-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 25 de novembro de 1960 as irmãs dominicanas Patria, Minerva de Maria Mirabal&#160;&#8211; conhecidas como Las Mariposas – foram brutalmente assassinadas por fazerem oposição à ditadura militar daquele país. Para marcar o sacrifício destas e de tantas outras mulheres guerreiras a data foi instituída pela ONU em 2009 como Dia Internacional da Eliminação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-4673" style="float: left; margin-right: 15px;" alt="violencia-contra-a-mulher" src="https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/11/violencia-contra-a-mulher.jpg" width="380" height="310" />Em 25 de novembro de 1960 as irmãs dominicanas Patria, Minerva de Maria Mirabal&nbsp;&#8211; conhecidas como Las Mariposas – foram brutalmente assassinadas por fazerem oposição à ditadura militar daquele país. Para marcar o sacrifício destas e de tantas outras mulheres guerreiras a data foi instituída pela ONU em 2009 como Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra a Mulher.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não é um momento de comemorarmos, mas de nos perguntar: por que precisamos falar da violência contra a mulher em pleno século 21? É uma pena, mas devemos aproveitar este momento para ficarmos vigilantes e atentos ao que tem sido feito para minimizar a desigualdade entre os sexos em nosso país.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Um importante avanço em 2006 foi a promulgação da Lei Maria da Penha, que aumenta o rigor na punição de agressões domésticas e familiares. Para que tal lei não seja letra morta, duas coisas são fundamentais: ela ser propagandeada entre a população e a criação de delegacias especializadas, juizados e instrumentos desse tipo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Avançamos a passos lentos. São 84 novas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) desde o início da Lei até agora, sendo 491 em todo o Brasil e 13 no Paraná, segundo dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal (SPM). Como este número é pequeno, muitos casos acabam nas delegacias comuns e é frequente que as agredidas sejam desqualificadas por juízes e policiais quando vão dar queixa.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">&nbsp;</span></span></p>
<p><span id="more-4683"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Além do aumento do número de Delegacias da Mulher, a Nova Central Sindical de Trabalhadores defende que elas funcionem 24 horas por dia, pois o maior índice de violência doméstica ocorre de noite ou de madrugada. Isso porque o principal lugar em que a violência ocorre é dentro de casa, por parte do próprio namorado, esposo ou companheiro, como verificou o Segundo Anuário das Mulheres Brasileiras do Dieese. Por isso é importante que dia e noite a delegacia ofereça todos os serviços e não apenas registre queixa. Alem disso é necessário unidades no interior e nos bairros afastados das pequenas cidades para garantir o acesso das mulheres mesmo de madrugada.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Diante disso, também são necessários outros equipamentos públicos como as casas abrigo que podem acolher as vítimas e seus filhos, porém só há cinco no Paraná e 72 em todo o país.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">A falta de ampliação destes serviços nos preocupa, em especial se considerarmos que a SPM teve uma redução de orçamento de 51,5% considerando o que foi gasto de janeiro até agora, comparado com o mesmo período do ano passado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não podemos deixar de citar um fato que, mesmo que indiretamente, gera violência contra a mulher — a diferença entre os salários de homens e mulheres. É um absurdo pensar que isso ainda exista, mas está lá no Censo 2010 que o salário médio das mulheres (R$ 983,00) corresponde a apenas 70,6% do salário médio dos homens (R$ 1.392,00).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Além de ser uma violência indireta, a diferença salarial reforça a dependência feminina em relação aos homens, o que torna mais difícil que ela denuncie um agressor caso necessário. A situação é ainda mais triste se considerarmos que as mulheres negras chegam a ganhar 40% do que ganham os homens brancos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Também temos que estar unidos na luta contra o assédio moral, que não é exclusividade feminina, mas que no caso das mulheres é muitas vezes pior ainda por coexistir com o assédio sexual. Esta luta deve ser coletiva, de mulheres e homens em conjunto com os sindicatos para não permitir estas atitudes em ambiente de trabalho.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não podemos tolerar um Brasil em que cinco mulheres são espancadas a cada dois minutos e dez mulheres são mortas por dia, como ocorre hoje. Neste dia 25 todos devemos reforçar esta luta que é de toda a sociedade.</span></span></p>
<p><strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Denilson Pestana da Costa, presidente da NCST/Paraná</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Nádia Beatriz Graff, diretora para Assuntos da Mulher, do Idoso, da Juventude, de Gênero e da Igualdade Racial da NCST/Paraná</span></span></p>
<p></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Palavra do Presidente</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/palavra-do-presidente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Tem momentos em que a gente para e olha com atenção o trabalho que vem construindo e vê com alegria e satisfação que as coisas caminham para o caminho certo. Nossa plenária foi um sinal disso. Mais de 150 dirigentes de todo o estado reunidos, trocando experiência e debatendo os rumos da nossa entidade. Essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Tem momentos em que a gente para e olha com atenção o trabalho que vem construindo e vê com alegria e satisfação que as coisas caminham para o caminho certo. Nossa plenária foi um sinal disso. Mais de 150 dirigentes de todo o estado reunidos, trocando experiência e debatendo os rumos da nossa entidade. Essa disposição toda é uma demonstração de que não somos uma central de uma pessoa ou de um grupo fechado, mas que é construída na base, cotidianamente, por companheiras e companheiros de todo o estado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não é por acaso que hoje temos a necessidade de criar secretarias para o funcionalismo público, metalúrgicos, trabalhadores e setor de alimentação. É mais uma prova de que nosso trabalho está se ampliando e é para marcar isso que dedicamos um texto desta edição em especial para os funcionários do serviço público, falando de sua importância e convidando-os a somarem nessa luta.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Uma importante caminhada que traçamos foi a participação nas Conferências Macrorregionais do Trabalho Decente. Novamente em todo o estado nossos sindicatos marcaram presença e alcançamos uma delegação imponente: seremos 30% dos delegados representantes de trabalhadores na Conferência Estadual. Relatamos aqui também a audiência organizada pelo FST e CFT na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná para marcar a defesa da CLT.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">E como a tarefa de uma central é abranger todas as lutas dos trabalhadores, lembramos aqui duas datas que não podem passar batidas: o Dia da Consciência Negra e o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher. Apesar de parecerem questões específicas, para nós são temas que devem estar na agenda de todo trabalhador e sindicalista. Seguimos com desafios, como a luta para a consolidação do mínimo regional, mas com segurança de saber que não estamos sozinhos nestas batalhas.</span></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Palavra do Presidente</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/palavra-do-presidente-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Tem momentos em que a gente para e olha com atenção o trabalho que vem construindo e vê com alegria e satisfação que as coisas caminham para o caminho certo. Nossa plenária foi um sinal disso. Mais de 150 dirigentes de todo o estado reunidos, trocando experiência e debatendo os rumos da nossa entidade. Essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Tem momentos em que a gente para e olha com atenção o trabalho que vem construindo e vê com alegria e satisfação que as coisas caminham para o caminho certo. Nossa plenária foi um sinal disso. Mais de 150 dirigentes de todo o estado reunidos, trocando experiência e debatendo os rumos da nossa entidade. Essa disposição toda é uma demonstração de que não somos uma central de uma pessoa ou de um grupo fechado, mas que é construída na base, cotidianamente, por companheiras e companheiros de todo o estado.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Não é por acaso que hoje temos a necessidade de criar secretarias para o funcionalismo público, metalúrgicos, trabalhadores e setor de alimentação. É mais uma prova de que nosso trabalho está se ampliando e é para marcar isso que dedicamos um texto desta edição em especial para os funcionários do serviço público, falando de sua importância e convidando-os a somarem nessa luta.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Uma importante caminhada que traçamos foi a participação nas Conferências Macrorregionais do Trabalho Decente. Novamente em todo o estado nossos sindicatos marcaram presença e alcançamos uma delegação imponente: seremos 30% dos delegados representantes de trabalhadores na Conferência Estadual. Relatamos aqui também a audiência organizada pelo FST e CFT na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná para marcar a defesa da CLT.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">E como a tarefa de uma central é abranger todas as lutas dos trabalhadores, lembramos aqui duas datas que não podem passar batidas: o Dia da Consciência Negra e o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher. Apesar de parecerem questões específicas, para nós são temas que devem estar na agenda de todo trabalhador e sindicalista. Seguimos com desafios, como a luta para a consolidação do mínimo regional, mas com segurança de saber que não estamos sozinhos nestas batalhas.</span></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia da Consciência Negra: a luta pela igualdade e contra o racismo não pode parar</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/dia-da-consciencia-negra-a-luta-pela-igualdade-e-contra-o-racismo-nao-pode-parar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 13:55:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Este dia 20 de novembro é uma data que não pode passar despercebida: é o Dia da Consciência Negra. A data foi escolhida pois foi neste dia, há mais de 300 anos atrás, que morreu o líder negro Zumbi dos Palmares. Zumbi foi assassinado por lutar contra a escravidão com a manutenção do Quilombo dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Este dia 20 de novembro é uma data que não pode passar despercebida: é o Dia da Consciência Negra. A data foi escolhida pois foi neste dia, há mais de 300 anos atrás, que morreu o líder negro Zumbi dos Palmares. Zumbi foi assassinado por lutar contra a escravidão com a manutenção do Quilombo dos Palmares, comunidade em que os negros viviam livres escondidos na mata, em uma época em que não havia liberdade.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Zumbi nos dá esperança e nos faz lembrar a importância da luta do povo negro. Não basta que nossa Constituição Federal garanta direitos iguais para todos se por quatro séculos existiu escravidão em nosso país. Pelos números do censo do IBGE negros e pardos ganham por mês em média <span style="color: #ff0000;">metade (R$ 834,00)</span> do que ganham os <span style="color: #ff0000;">brancos (R$ 1.538,00)</span>. Esta diferença é inadmissível e é preciso acabar com ela para esta igualdade ser verdadeira.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Para alterar esta estrutura, acreditamos que o acesso à educação cumpre um papel fundamental. Por isso a NCST/Paraná na figura do diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina (Sintracom Londrina), José Aparecido Martins, faz parte do Conselho Universitário da Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde recentemente contribuiu para a ampliação do sistema de cotas da Universidade. A partir de agora 20% das vagas de todos os cursos serão destinadas à população negra oriunda de escola pública.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"></p>
<p><span id="more-4380"></span></p>
<p></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">A escola também deve trabalhar para combater o preconceito que, infelizmente, ainda existe na nossa sociedade. As iniciativas que obrigam o ensino da história dos povos africanos são importantes para o reconhecimento deste grupo na história do Brasil. <br />Mas outro dado do Censo é motivo para comemorarmos: pela primeira vez menos da metade da população brasileira se auto-declarou branca. Não é que o país esteja “enegrecendo”, mas cada vez mais negros e pardos perdem a vergonha e passam a ter orgulho de sua cor.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">A NCST/Paraná se orgulha da luta do povo negro contra a discriminação racial e está ativamente em busca de igualdade de oportunidades e de salários entre negros, brancos, pardos, amarelos e qualquer outra etnia, contra qualquer tipo de preconceito.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Denilson Pestana da Costa é presidente da NCST/Paraná e do Sintracom Londrina</span></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia da Consciência Negra: a luta pela igualdade e contra o racismo não pode parar</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/dia-da-consciencia-negra-a-luta-pela-igualdade-e-contra-o-racismo-nao-pode-parar-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 13:55:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Este dia 20 de novembro é uma data que não pode passar despercebida: é o Dia da Consciência Negra. A data foi escolhida pois foi neste dia, há mais de 300 anos atrás, que morreu o líder negro Zumbi dos Palmares. Zumbi foi assassinado por lutar contra a escravidão com a manutenção do Quilombo dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Este dia 20 de novembro é uma data que não pode passar despercebida: é o Dia da Consciência Negra. A data foi escolhida pois foi neste dia, há mais de 300 anos atrás, que morreu o líder negro Zumbi dos Palmares. Zumbi foi assassinado por lutar contra a escravidão com a manutenção do Quilombo dos Palmares, comunidade em que os negros viviam livres escondidos na mata, em uma época em que não havia liberdade.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Zumbi nos dá esperança e nos faz lembrar a importância da luta do povo negro. Não basta que nossa Constituição Federal garanta direitos iguais para todos se por quatro séculos existiu escravidão em nosso país. Pelos números do censo do IBGE negros e pardos ganham por mês em média <span style="color: #ff0000;">metade (R$ 834,00)</span> do que ganham os <span style="color: #ff0000;">brancos (R$ 1.538,00)</span>. Esta diferença é inadmissível e é preciso acabar com ela para esta igualdade ser verdadeira.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Para alterar esta estrutura, acreditamos que o acesso à educação cumpre um papel fundamental. Por isso a NCST/Paraná na figura do diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina (Sintracom Londrina), José Aparecido Martins, faz parte do Conselho Universitário da Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde recentemente contribuiu para a ampliação do sistema de cotas da Universidade. A partir de agora 20% das vagas de todos os cursos serão destinadas à população negra oriunda de escola pública.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"></p>
<p><span id="more-4464"></span></p>
<p></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">A escola também deve trabalhar para combater o preconceito que, infelizmente, ainda existe na nossa sociedade. As iniciativas que obrigam o ensino da história dos povos africanos são importantes para o reconhecimento deste grupo na história do Brasil. <br />Mas outro dado do Censo é motivo para comemorarmos: pela primeira vez menos da metade da população brasileira se auto-declarou branca. Não é que o país esteja “enegrecendo”, mas cada vez mais negros e pardos perdem a vergonha e passam a ter orgulho de sua cor.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">A NCST/Paraná se orgulha da luta do povo negro contra a discriminação racial e está ativamente em busca de igualdade de oportunidades e de salários entre negros, brancos, pardos, amarelos e qualquer outra etnia, contra qualquer tipo de preconceito.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Denilson Pestana da Costa é presidente da NCST/Paraná e do Sintracom Londrina</span></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>NCST/Paraná saúda os Servidores Públicos</title>
		<link>https://ncstpr.org.br/ncstparana-sauda-os-servidores-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 12:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palavra do Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Criação da Secretaria Estadual dos Servidores Públicos da Nova Central reitera compromisso da entidade com a luta do funcionalismo público Hoje, dia 28 de outubro, comemora-se o Dia do Servidor Público &#8211; trabalhador essencial para o funcionamento dos serviços mais essenciais para o povo brasileiro. A Nova Central desde a sua fundação se preocupa em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: andale mono,times;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Criação da Secretaria Estadual dos Servidores Públicos da Nova Central reitera compromisso da entidade com a luta do funcionalismo público</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 8pt;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"></span></span></span><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: andale mono,times;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Hoje, dia 28 de outubro, comemora-se o Dia do Servidor Público &#8211; trabalhador essencial para o funcionamento dos serviços mais essenciais para o povo brasileiro. A Nova Central desde a sua fundação se preocupa em lutar pela valorização do funcionalismo público, seja ele federal, estadual ou municipal. Prova disso é que entre os principais pilares que compõem a NCST desde sua fundação, está a Confederação Nacional dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), entidade sindical de terceiro grau que tem encabeçado as principais discussões em defesa destes trabalhadores no Congresso Nacional.</p>
<p>Muitos sindicatos de servidores públicos não estão filiados a nenhuma central sindical por não concordarem com a incoerência como algumas tem se portado. A Nova Central tem como uma de suas premissas principais não ter vínculo partidário, o que garante idoneidade para apoiar abertamente os trabalhadores, independente de qual partido esteja no poder.&nbsp;</span></span></span></span></span></span></p>
<h3 style="text-align: left;"><strong><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: andale mono,times;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Secretaria Estadual dos Servidores Públicos</span></span></span></span></span></span></strong></h3>
<table cellpadding="9" cellspacing="9" border="0" style="text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-3797" height="247" width="300" src="https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/10/Servidores_151OIT.jpg" alt="Servidores_151OIT" srcset="https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/10/Servidores_151OIT.jpg 450w, https://ncstpr.org.br/wp-content/uploads/2011/10/Servidores_151OIT-300x247.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><br /><span style="font-size: 8pt;"></span></p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Juliano (à direita) com Denilson na audiência sobre a regulamentação <br />da Convenção 151 da OIT no Congresso Nacional</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: andale mono,times;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;">Entre os dias 17 e 18 de outubro a NCST/Paraná realizou sua Plenária Estadual e criou a Secretaria Estadual dos Servidores Públicos, que tem à frente os companheiros William José da Silva Costa (Secretário) e Juliano Castagnoli (Secretário Adjunto). Apenas uma semana depois da criação da pasta, o novo secretário adjunto já esteve em Brasília para acompanhar a audiência pública sobre a regulamentação da Convenção 151 da OIT.</p>
<p>Dinamismo e luta incondicional pelo avanço dos trabalhadores tem sido a marca da Nova Central no Paraná. Com os Servidores Públicos não será diferente. Neste dia tão especial, saudamos todos os servidores e conclamamos todos os sindicatos que os representam a conhecer o trabalho da NCST/Paraná. Estamos de portas abertas e prontos a dar toda a assistência necessária para a luta por melhores salários e condições de trabalho desta categoria.</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: andale mono,times;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><strong>*Denilson Pestana da Costa</strong> é presidente da NCST/Paraná e do Sintracom Londrina.</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: tahoma,arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: andale mono,times;"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">&nbsp;</span></span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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