NOTA DE PESAR

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A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná manifesta grande pesar pelo falecimento do Presidente do SINTTROL, companheiro JOÃO BATISTA DA SILVA. Lamentamos profundamente a perda deste grande guerreiro, que fez história na luta em prol dos trabalhadores rodoviários. Nossos sentimentos de solidariedade à família, amigos e companheiros de luta nesse momento delicado.

DENÍLSON PESTANA DA COSTA
Presidente da NCST/PR

 

8 de Março: Diretora de Mulheres da NCST defende vida, empregos, proteção social e fortalecimento do SUS

Nesta sexta-feira (05/03) a Diretora de Assuntos da Mulher da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, Sônia Maria Zerino, compartilhou vídeo alusivo ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de Março. Na oportunidade, a líder sindical recomendou engajamento das representações femininas na sociedade civil nas reivindicações que visam reduzir os impactos sanitários, sociais e econômicos em tempos de crise, sobretudo durante a pandemia. Sônia também homenageou as mulheres e destacou o relevante papel que exercem para a redução dos impactos sanitários, sociais e econômicos em tempos de crise, tais como a que o país atravessa.

Assista:

 

Nova Central confirma José Reginaldo Inácio na presidência da entidade

O cientista político, eletricitário e sindicalista, José Reginaldo Inácio, foi confirmado como presidente na Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST, em substituição ao ex-presidente José Calixto Ramos, falecido no último dia 03 de fevereiro.


O cientista social, eletricitário e sindicalista 
José Reginaldo Inácio, foi confirmado como presidente na Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST, em substituição ao ex-presidente José Calixto Ramos, falecido no último dia 03 de fevereiro (saiba mais). Em reunião virtual realizada na tarde desta quinta-feira (11/02), a diretoria executiva nacional confirmou, *por unanimidade*, o líder sindical como novo presidente da entidade.

Na oportunidade, foi destacada a importância de José Calixto Ramos para o movimento sindical brasileiro e como sua morte repentina causou grande comoção e manifestações de sentimentos de pesar de várias personalidades e instituições (saiba mais). Ainda sob a tristeza pela perda do seu líder maior, a Diretoria Executiva da Nova Central definiu o sucessor de José Calixto, na compreensão de que a realidade social impõe essa decisão para enfrentar lutas e demandas urgentes.

O novo presidente, também companheiro de longa data de Calixto Ramos na diretoria da - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria - CNTI, onde exerce a função de Secretário de Educação, assumiu o cargo afirmando o compromisso de honrar o legado deixado por José Calixto.

“No momento atual, de graves e profundos ataques às classes trabalhadoras precisamos nos manter atuantes pela unidade do movimento sindical, em defesa dos direitos sindicais e trabalhistas, pela preservação do sistema sindical confederativo e a unicidade sindical, bandeiras pelas quais José Calixto dedicou a sua vida de lutador social”, reforçou Reginaldo.

“De imediato, a Nova Central vai fortalecer a luta pelo auxílio emergencial, vacinação imediata para todos, resistência às reformas sindical e administrativa do governo e as demais pautas unificadas no Fórum das Centrais Sindicais”, concluiu o novo presidente da NCST.

José Reginaldo Inácio é também diretor de Ensino e Pesquisa do Observatório Sindical Brasileiro Clodesmidt  Riani - OSBCR. O novo presidente da NCST é operário de origem, eletricitário em Minas Gerais, onde iniciou a atividade sindical no Sindicato dos Eletricitários do Sul de Minas - SINDSUL e na Federação das Indústrias urbanas de Minas Gerais, cujo percurso culmina com a participação na diretoria da CNTI e na vice-presidência da Nova Central.

 

Seu currículo também inclui:

Pedagogo. Pós-doutorado - Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC (Bolsa do CNPq). Doutor em Serviço Social pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho", UNESP Franca-SP. Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas-SP.

É, ainda, pesquisador  junto aos grupos de pesquisas "Núcleo de Estudos e Pesquisas: Trabalho, Questão Social e América Latina, da Universidade Federal de Santa Catarina" e "Educação e Teorias Críticas Latinoamericanas”, da Universidade São Francisco – USF. O líder sindical e novo presidente da Nova Central possui vários livros publicados.

Imprensa NCST com colaborações do OSBCR

 

NCST em LUTO pela morte de seu líder maior, José Calixto Ramos

Na noite desta quarta-feira (03/02), o líder sindical faleceu em Recife, aos 92 anos, vítima da Covid-19.



Com profundo pesar e um misto de dor e consternação, a diretoria da Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST foi informada da morte de seu líder maior, José Calixto Ramos.

Hospitalizado em Recife em consequência da Covid-19, Calixto vinha se recuperando da doença quando, de maneira repentina, uma parada cardíaca o levou.

Com base na evidência do crescimento assustador dos casos de contaminação e de mortes de quadros valiosos, a Nova Central decidiu, na semana passada, interromper todas as atividades presenciais. A entidade compreende que o momento exige um esforço coletivo de isolamento social, mecanismo mais eficaz, de acordo com todas as evidências científicas, para interromper novos contágios e mortes dessa terrível doença que, no momento atual, apresenta novas cepas ainda mais contagiosas e letais.

O engajamento em campanhas que exigem um rápido, eficaz, abrangente e coordenado plano de vacinação nacional deve ser META de todo o conjunto de entidades filiadas. Milhares de brasileiros, todos os dias, perdem suas vidas e deixam um rastro irreparável de dor às famílias enlutadas. O momento exige ação!

A Nova Central SOFRE MUITO na data de hoje. A diretoria se une em solidariedade aos familiares, amigos, companheiros de jornada e todos aqueles que tiveram a satisfação de conviver e compartilhar momentos inesquecíveis ao lado da nossa grande inspiração, do nosso saudoso líder, que tantos bons exemplos deixa de legado na sua vitoriosa e insubstituível trajetória sindical.



A Diretoria.  

 

MPT, centrais, federações e sindicatos debatem o avanço da Covid-19 no Paraná

O Ministério Público do Trabalho e as centrais sindicais do Paraná realizaram na última sexta-feira (5) um novo encontro do Fórum Estadual em Defesa da Liberdade Sindical. Com a participação de sindicatos e federações, o grupo debateu o avanço da pandemia de Covid-19 no Paraná e a situação das diferentes categorias frente à ameaça da doença causada pelo novo corona vírus.

O procurador do MPT-PR, Alberto Emiliano, destacou o papel da representação dos trabalhadores nesta crise sanitária mundial. “É um contexto de fragilização e é muito importante que as entidades sindicais atuem como protagonistas, estabelecendo o diálogo e buscando encontrar alternativas para minimizar os riscos, não só de contaminação e disseminação da doença, mas também para a proteção dos empregos, salários e garantindo uma melhor condição para todas as trabalhadoras e trabalhadores”, apontou.

A Procuradora-Chefe do Ministério Público do Trabalho no Paraná, Margaret Matos de Carvalho, criticou a postura do Governo Federal que não adota políticas proativas durante a pandemia. Não apenas no controle na doença, mas também na proteção da classe trabalhadora. “Se fossemos um país sério, o que não podemos dizer neste momento que somos, teríamos uma política de isolamento social. Quase que um lockdown. Ontem (04) passamos de 1.300 mortes. Quando ouvíamos estes números em outros países ficávamos impressionados, e até de luto, e hoje vivemos essa realidade e é como se não tivesse acontecendo nada”, lamentou.

Ainda segundo ela, o trabalhador não deve ser obrigado a se expor e que eventuais casos de contaminação devem ser entendidos como doença ocupacional. “Cada vez mais os ambientes de trabalho têm se tornado espaço de disseminação do vírus. Seja porque não era para estar funcionando da forma como está, seja porque os empresários querem colocar as empresas em funcionamento, mas sem adotar as medidas necessárias. Não há um protocolo de vigilância em saúde para os ambientes de trabalho. Ainda precisamos discutir a indenização para trabalhadores expostos ao risco desnecessário, alguns com casos que podem ser graves, e até mesmo fatais. As  indenizações devem ser buscadas em toda situação que isso acontecer. Há necessidade de emissão de CAT e não estou vendo isso ocorrer”, pontuou.

O Fórum vem realizando ações de integração das entidades sindicais em todo o Paraná. Recentemente, as centrais sindicais levaram as demandas relacionadas à Covid-19 para o Conselho Estadual do Trabalho, onde foi criado um comitê temático. As representações dos trabalhadores ainda apontaram diversos problemas, como a falta de distância nos postos de trabalho, ausência de Equipamentos de Proteção Individual, falta de condições para exercer a atividade laboral em sistema de home-office, ausência de testes, cortes de direitos, a ausência de políticas públicas, principalmente do Governo Federal, para auxiliar os trabalhadores durante a pandemia da Covid-19 e surtos em locais de trabalho. 

 

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