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Governo Dilma é bom ou ótimo para 65% dos eleitores de SP, diz Ibope

Governo Dilma é bom ou ótimo para 65% dos eleitores de SP, diz Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (9) mostrou como eleitores de São Paulo avaliam a administração da presidente Dilma Rousseff (PT).

Veja abaixo os números da avaliação de Dilma:

Ótimo: 17%
Bom: 48%
Regular: 25%
Ruim: 4%
Péssimo: 4%
Não sabe/não respondeu: 1%

A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 7 de maio. Foram entrevistadas 805 pessoas na cidade de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada no TRE com o número 00027/2012

Governo Dilma é bom ou ótimo para 65% dos eleitores de SP, diz Ibope

Governo do Paraná propõe reajuste de 5,1% para o funcionalismo Público

Os servidores públicos estaduais devem ter reajuste de 5,1% relativos à reposição da inflação dos últimos doze meses. O índice oficial foi informado ontem pelo Dieese ao secretário da Administração e Previdência, Luiz Eduardo Sebastiani, que deve encaminhar agora a minuta da mensagem do governo à Casa Civil, e em seguida enviar a proposta para votação da Assembleia Legislativa. O índice foi comemorado pelos sindicatos dos servidores, já que o percentual inicialmente proposto pelo governo era de 4,66%.

O economista Cid Cordeiro, do Dieese-PR, que acompanha a negociação, avalia positivamente a resistência dos trabalhadores para que o índice oficial fosse garantido, pois com isso conseguiu-se evitar uma perda considerável, de 0,42%.

Segundo Marlei Carvalho, presidente da APP Sindicato, com a medida fica respeitada a negociação e mais uma vez a categoria e os servidores saem fortalecidos em sua luta. “Agora, vamos acompanhar a tramitação na Assembleia, para que o índice seja aprovado o mais breve possível, e vamos continuar na negociação para ver consolidado o piso e construirmos um índice diferenciado para os funcionários de escola”, disse. O Estado tem 151 mil servidores ativos, 72 mil aposentados e 25 mil pensionistas.

Governo Dilma é bom ou ótimo para 65% dos eleitores de SP, diz Ibope

Em busca do eleitorado de Lula, Dilma prepara pacote social

Reajuste do Bolsa Família e ações voltadas para a saúde das crianças serão anunciados pela presidente no domingo, em pronunciamento em homenagem ao Dia das Mães

De olho nas eleições municipais e em busca de uma reaproximação com o eleitorado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff prepara um “pacote social” para ser anunciado no próximo domingo, Dia das Mães. Entre as medidas previstas está o reajuste do valor do Bolsa Família – o que deverá ampliar o orçamento anual do programa em R$ 1,6 bilhão.

Há também a intenção de acabar com o limite de filhos por família imposto hoje para participação no programa. Além disso, também estão previstas medidas voltadas à saúde de crianças de até seis anos, como a distribuição gratuita de remédios contra asma e ações para reduzir o porcentual de crianças com anemia no país.

Ações

Medidas têm foco em crianças de até 6 anos

O “pacote social” que será divulgado no domingo pela presidente Dilma Rousseff vai reajustar o valor dos benefícios do Bolsa Família às vésperas do aniversário de um ano do programa Brasil Sem Miséria, vitrine social do governo. Dilma encomendou estudos sobre o assunto à equipe econômica e ao Ministério do Desenvolvimento Social. Com foco em crianças de até 6 anos, o pacote social também prevê um complemento pago pelo governo às famílias pobres – quando a renda per capita não atingir o mínimo de R$ 70, independentemente do número de filhos.

Atualmente, o limite estabelecido para o recebimento do Bolsa Família é o de cinco filhos com até 15 anos e mais dois jovens de até 17. A transferência de renda varia de R$ 32 a R$ 306, dependendo do perfil econômico e da quantidade de filhos. Há 13,35 milhões de famílias que ganham o benefício.

Estimativas feitas pelo Ministério do Desenvolvimento Social indicam, porém, que 1 milhão de famílias extremamente pobres ainda não são atendidas pelo programa. Além disso, muitas delas têm mais de cinco crianças em idade pré-escolar. O último reajuste no Bolsa Família ocorreu em março de 2011, quando Dilma concedeu aumento médio de 19,4%.

Além do reajuste dos valores do Bolsa Família, o governo também vai anunciar outras medidas como o repasse de recursos a prefeituras para a construção de creches. A intenção é aumentar o número de vagas para filhos de beneficiários do programa Bolsa Família. A estimativa é que pouco menos de 4% das crianças do Bolsa Família de até 3 anos estejam na creche – a média nacional é de 23,6%. (SM, com agências).

O pacote para turbinar a área social será anunciado por Dilma em cadeia nacional, durante pronunciamento em homenagem ao Dia das Mães. No dia seguinte, a presidente promoverá uma solenidade no Palácio do Planalto, com a presença de prefeitos, governadores e parlamentares para divulgar as novas ações de combate a pobreza.

O conteúdo da mensagem da presidente ao país e até a simbologia da data escolhida para o anúncio do pacote social faz parte de uma estratégia para mudar o foco da gestão de Dilma, tida como técnica, para o campo social. Essa é a avaliação de especialistas em comunicação e ciência política ouvidos pela reportagem.

Para o cientista político Wilson Ferreira Cunha, da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), a guinada do governo Dilma para o fortalecimento das políticas sociais tem caráter eleitoral. “É jogo para plateia, o que é a marca do governo Lula/Dilma”, disse. Cunha desconfia dos programas sociais petistas, que para ele são parte da estratégia de manutenção do poder. “Eles podem ter o valor imediato, paliativo. Mas não se erradica a pobreza com salários públicos permanentes”, critica.

O cientista político Au­­­gusto Clemente, doutorando na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, vê a iniciativa de turbinar os programas sociais já existentes como “parte de uma manobra [de Dilma] para aproximá-la daquele eleitor que a escolheu exatamente para continuar as políticas de governo Lula”. Para ele a exposição recorrente da presidente em rede nacional, é também estratégia para superar a falta de carisma e a dificuldade de comunicação da presidente. “[Isso vem] do fato dela não ter se forjado politicamente em debates no Congresso, nem rotina das campanhas eleitorais”, avalia.


Rede nacional

Já a escolha da data para o anúncio pode ser interpreta de forma simbólica para identificar a presidente com a figura materna e aproximá-la do eleitorado mais humilde, segundo a coordenadora do Núcleo de Opinião da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Célia Retz. “Falando em rede nacional talvez ela não alcance este eleitor, mas é certeza que todo mundo fica sabendo que ela está agindo para tentar suprir a carência econômica da população.”

Para o professor de Ciência Política Adriano Codato da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a forma de comunicação do governo e mesmo a postura mais crítica de sua recepção pela opinião pública são sinais intitucionalização da democracia no Brasil. “A população vai adaptando a luta social ao calendário político e os políticos vão adaptando ações em função do calendário eleitoral.”

Governo Dilma é bom ou ótimo para 65% dos eleitores de SP, diz Ibope

Mostra promete descontos de até 50% em móveis

Descontos de até 50% em móveis e objetos de decoração. Esse é o chamariz da a 3ª edição da Feira DecoreCom, aberta ontem no ExpoUnimed.Até o dia 13 de maio, 41 expositores apresentam soluções de mobiliário, decoração e acabamentos para quem está reformando ou decorando a casa ou o escritório. Além dos descontos, a feira conta com exclusiva consultoria gratuita de arquitetos para os visitantes do evento. A previsão da feira é movimentar mais de R$ 9 milhões.
Além de pisos, colchões, estofados, móveis corporativos e acessórios de decoração, a feira conta com a presença das principais lojas de móveis planejados e sob medida de Curitiba e, também, expõe complementos variados, como equipamentos para sala de jogos, cabines de banho, entre outros. “O objetivo é oferecer, em um mesmo local, tudo o que o visitante precisa – tanto aquele que irá mobiliar um apartamento inteiro quanto os que querem renovar a decoração ou algum cômodo da casa”, comenta Sonia Cardoso, diretora da DecoreCom, empresa responsável pelo evento.
Para comprar sem errar, a DecoreCom ainda oferece ao público a exclusiva consultoria gratuita de arquitetos, que orientam sobre a combinação de móveis, itens de decoração e tendências. Com a assessoria, que deve ser agendada pelo site, o visitante poderá aproveitar com segurança os descontos de até 50% e fazer bons negócios. O atendimento ao público será em sessões de 30 minutos e será coordenado pelo escritório Studio Jomar de Mello.
O arquiteto Jomar de Mello, em parceria com a Gilberto Mathias Party & Flower Design, também assina a ambientação do evento.
Negócios — Em sua terceira edição, a expectativa é que o número de visitantes da DecoreCom aumente em cerca de 30% em relação à edição anterior, que aconteceu em maio de 2011. “Em termos de volume de negócios, a feira de 2011 movimentou 60% a mais do que sua primeira edição. A previsão para 2012 é que esse índice de crescimento se mantenha e que a 3ª edição da DecoreCom movimente cerca de R$ 9,5 milhões”, explica Sonia.

SERVIÇO

O que: Feira DecoreCom
Quando: de 9 a 11 de maio, das 14 às 22 horas
12 e 13 de maio, das 11 às 21 horas
Onde: ExpoUnimed, Universidade Positivo. Rua Pedro V. Parigot de Souza, 5300 – C. Comprido
Quanto: A entrada custa R$ 10, mas é gratuita para quem apresentar o convite preenchido.
Mais informações: www.decorecom.com.br
Governo Dilma é bom ou ótimo para 65% dos eleitores de SP, diz Ibope

Comissão do Senado aprova seguro-desemprego a empregados domésticos sem inscrição no FGTS

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou hoje (9) projeto de lei que garante o pagamento do seguro-desemprego por três meses a empregados domésticos demitidos sem justa causa. Para ter direito ao benefício, o trabalhador doméstico precisa comprovar vínculo de emprego por, no mínimo, 15 meses ao longo dos últimos dois anos e estar em dia com as contribuições previdenciárias.

O projeto de lei, proposto pela senadora capixaba Ana Rita (PT), não exige dos empregados domésticos a inscrição no Funda de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Atualmente, apenas 6% dos trabalhadores domésticos têm direito ao seguro-desemprego pelo fato de estar inscritos no FGTS. A relatora do projeto de lei, senadora Lídice da Mata (PSB-BA), opinou que “isso é uma discriminação”, pois o objetivo do fundo é formar patrimônio para o trabalhador usar em caso de demissão imotivada, na aposentadoria ou na aquisição da casa própria, e não como garantia de renda.

Se não houver nenhum recurso para votação no plenário do Senado, o texto seguirá para análise da Câmara dos Deputados.