por master | 04/05/12 | Ultimas Notícias
O Programa Minha Casa, Minha Vida não deverá dinamizar o mercado imobiliário em municípios com até 50 mil habitantes em condições normais, de acordo com comunicado divulgado hoje (3) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Com base em dados do Ministério das Cidades e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pesquisadores do Ipea analisaram os aspectos institucionais do programa para fazer prognósticos da provisão habitacional de interesse social. Eles concluíram que as prefeituras terão dificuldades para obter terras bem localizadas e dotadas de infraestrutura adequada para a seleção de propostas do programa. A infraestrutura é atribuição do governo local, que, em pequenas cidades, tem forte carência de serviços urbanos.
O mercado imobiliário em cidades de pequeno porte é tradicionalmente estagnado, principalmente nos municípios inseridos em espaços rurais mais pobres, como é o caso da recente seleção do Programa Minha Casa, Minha Vida que abrange municípios com menos de 50 mil habitantes.
A análise do Ipea salienta também que a inserção urbana de empreendimentos pode apresentar características contrastantes no programa, de acordo com o porte do município. Menciona que as seleções de imóveis podem se dar de maneira dispersa na área urbana, com prováveis reflexos nas condições de urbanização existentes. Os técnicos acreditam, porém, que em caso de localização periférica, com menor impacto sobre a mobilidade das famílias, é provável que constituam enclaves habitacionais com características distintas, que podem contribuir para estigmatizar os conjuntos habitacionais e seus moradores.
De acordo com o comunicado do Ipea, a extensão do programa para municípios de menos de 50 mil habitantes pode aumentar o interesse de construtoras, associadas a instituições financeiras e agentes do Sistema Financeiro de Habitação dado o baixo risco envolvido na produção de imóveis para financiamentos com subsídio habitacional. Além disso, eventual inadimplência será coberta por fundo garantidor.
Mas, ainda que o poder público apresente propostas de participação no programa, podendo incluir projetos urbanísticos e de arquitetura, o comunicado destaca ser mais provável que os reais responsáveis pela elaboração dos projetos sejam agentes ou instituições financeiras, verdadeiros interessados nas vantagens econômicas do programa. Admite, porém, a participação dos governos estaduais na definição de demandas de cunho social a serem atendidas.
por master | 04/05/12 | Ultimas Notícias
Em sua longa história de existência, a caderneta de poupança passou por mudanças ao longo do tempo. A poupança surgiu com dom Pedro II, que criou a Caixa Econômica da Côrte, em 1861. O decreto do imperador estabeleceu que o banco iria “receber, a juro de 6%, as pequenas economias das classes menos abastadas”.
Segundo histórico publicado no site da Caixa, a partir de 1872 também passou a ser permitido recolher os depósitos feitos pelos “escravos de ganho”, aqueles que trabalham em atividades para receber dinheiro tanto para seus senhores como para si.
Já no histórico elaborado pelo Itaú, há a informação de que, ao longo do tempo, “as regras sobre remuneração às vezes mudaram, mas a taxa de 6% continuou a ser a referência. Outras instituições de poupança foram criadas e, em 1915, o governo centralizou a fixação do rendimento”.
Na década de 60, “a poupança adquiriu papel importante no financiamento imobiliário”. “A correção monetária chegou em 1964. A partir daí, o poupador passou a receber a correção mais um juro “real” de 0,5% ao mês. E os bancos passaram a destinar 65% dos depósitos ao crédito habitacional”, explica o banco.
No final da década de 1980, por causa da inflação alta, a correção monetária passou de mensal a diária. Nessa época, as contas passaram a ter aniversário todo mês. E o BC passou a publicar um fator de correção para os 30 dias posteriores ao depósito. Desde 1991, o fator diário de correção é a TR.
por master | 04/05/12 | Ultimas Notícias
A Justiça Federal determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que conceda salário-maternidade de 120 dias a todas as seguradas da Previdência Social que adotarem ou obtiverem guarda judicial com objetivo de adoção, não importando a idade da criança. A sentença é do juiz Marcelo Krás Borges, da 1ª Vara Federal de Florianópolis, que determinou a suspensão do dispositivo da lei de benefícios que prevê 120 dias apenas para o caso de adoção de menores de um ano, estabelecendo períodos menores se a criança for de mais idade. A determinação deve ser cumprida imediatamente e tem efeitos em todo o País.
O juiz considerou que a previsão de períodos menores, se a criança tiver entre um e quatro anos (60 dias) ou entre quatro e oito (30 dias), contraria a Constituição, que protege a família e veda a discriminação entre os filhos. “É indispensável que a criança adotada possua um contato e uma intimidade nos primeiros meses de adoção, a fim de que possa se adaptar à nova vida e se adequar à nova família”, afirmou Borges. A sentença também determina ao INSS que prorrogue o benefício, até que atinja 120 dias, das seguradas que estão em gozo de períodos menores
por master | 04/05/12 | Ultimas Notícias
A Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Renda prorrogou para o próximo dia 7 o prazo para o cadastro das vagas das empresas interessadas em participar do Mutirão do Emprego Pleno. O cadastro deverá ser realizado pelos telefones (43) 3323-7912 (43) 3323-7912 e 3334-2525 ou na sede do Sistema Nacional do Emprego (Sine), na Rua Prefeito Hugo Cabral, 301, Centro.
De acordo com a secretária do Trabalho, Emprego e Renda, Neiva Vieira a empresa interessada em participar deve ser sediada em Londrina e ter disponibilidade de vaga para contratação imediata. “O mutirão do emprego não faz encaminhamento para cadastro de reserva das empresas, apenas para vagas disponíveis”, reforçou.
O Mutirão do Emprego acontecerá no dia 9 de maio, das 8h às 18h, na sede do Sine, onde o candidato, munido de carteira de trabalho, vai retirar sua carta de encaminhamento. A primeira entrevista de seleção poderá ser realizada no Sine, caso a empresa esteja ali representada, ou na sede da empresa.
Um dia antes do mutirão, o Sine vai publicar as vagas disponíveis no portal da Prefeitura de Londrina.
por master | 04/05/12 | Ultimas Notícias
O preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos em seis municípios brasileiros e no Distrito Federal subiu menos em abril na comparação com março, aponta nesta sexta-feira (4) o índice FipeZap, divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A alta em abril foi de 1,2%, sobre 1,4% em março e 1,5% em fevereiro.
VariaçõesO preço médio metro quadrado em abril ficou entre R$ 8.216 (no Distrito Federal) e R$ 3.665 (em Salvador). Em São Paulo, foi de R$ 6.372 e no Rio de Janeiro, R$ 7.907. Na média das sete regiões, o valor foi de R$ 6.529.
Em Salvador foi registrada, inclusive, queda dos preços em abril, de 0,6%. Em Fortaleza, foi registrada leve alta de 0,1%.
São Paulo registrou, pela primeira vez desde 2008, menor variação em abril do que em março, com alta de 1,2% (sobre 1,3% no mês anterior). A variação observada em abril na cidade foi, ainda, a menor para o mês de abril de toda a série histórica.
No Rio de Janeiro, a alta foi de 1,4%, mesmo valor de março. A maior variação foi observada, novamente, em Belo Horizonte, de 2,5%.
Na alta acumulada em 12 meses, o índice composto perdeu 1,7 pontos percentuais, ao registrar aumento de 21,8% entre abril de 2011 e abril de 2012.
Ao acompanhar a alta acumulada nos primeiros quatro meses do ano, percebe-se também o aumento mais modesto nos preços: em 2011, o metro quadrado anunciado havia subido 9,2%, mas em 2012 a alta foi de 5,3%, ou 42% menor, diz a Fipe.
Sobre o índice
O FipeZap, desenvolvido e calculado pela Fipe, acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos em 6 municípios brasileiros e no Distrito Federal com base em anúncios de apartamentos prontos da internet.