por master | 13/08/10 | Ultimas Notícias
Os 1,2 mil operários do Residencial Vista Bela, do programa Minha Casa, Minha Vida, aceitaram o reajuste salarial de 13% e o aumento no vale alimentação proposto pelos empregadores e retomaram os trabalhos
Os 1,2 mil trabalhadores da construção civil que trabalham Residencial Vista Bela, zona norte de Londrina, aceitaram a proposta dos empregadores e voltaram às atividades na manhã desta quarta-feira (11). Os trabalhadores estavam em greve desde segunda-feira (9). Segundo o sindicato da categoria, eles aprovaram o reajuste salarial de 13%, com pagamento da diferença retroativa ao mês de junho até o final desta semana.
No local, estão sendo construídas 2.056 casas, que devem ser entregues em dezembro deste ano; e 656 apartamentos divididos em 41 blocos residenciais, a previsão de entrega destes imóveis é para junho de 2011. Um consórcio de três empresas é o responsável pelas obras. As residências fazem parte do programa federal Minha Casa, Minha Vida.
De acordo com o tesoureiro do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, José Aparecido Martins, o consórcio se comprometeu a resolver outros questionamentos dos trabalhadores, como a falta de equipamentos de segurança, uniformes e transporte. “Também vamos colocar no canteiro de obras um funcionário do sindicato para acompanhar diariamente os problemas enfrentados pelos trabalhadores e buscar soluções com as empresas”, disse.
Com o reajuste, o salário do servente de pedreiro para R$ 889 e do mestre de obras foi para R$ 1.500. Os profissionais também tiveram aumento no vale alimentação, passando de R$ 234 para R$ 280. Os dias parados não serão descontados dos empregados.
por master | 13/08/10 | Ultimas Notícias
Osmar Dias e Beto Richa não tiveram a oportunidade de fazer perguntas um ao outro, mas trocaram indiretas envolvendo privatizações, MST e alianças incoerentes
A presença dos sete candidatos ao governo do Paraná no primeiro debate na televisão, transmitido ontem à noite pela Band TV, eliminou qualquer possibilidade de confronto direto entre os dois principais adversários na disputa pelo Palácio Iguaçu, Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT). Com isso, o encontro dos candidatos acabou sendo morno.
Como não tiveram chance de fazer perguntas um ao outro durante as cerca de duas horas e meia de debate, o tucano e o pedetista trocaram farpas indiretamente. E foi o tema “privatização” e a herança deixada pelo ex-governador Jaime Lerner que tiveram papel central no debate. Osmar, por exemplo, usou esses argumentos para colocar Richa em situação desconfortável. Mesmo quase oito anos após o fim do governo Lerner, a venda do Banestado e a implantação dos pedágios no estado estiveram no centro das discussões.
O pedetista, por outro lado, teve de se explicar a respeito do fato de ser produtor rural e estar aliado ao PT, que é um partido que historicamente ligado ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
A pressão maior sobre Richa – apesar de não ter sido contínua ao longo de todo o debate – foi impulsionada pelo discurso antiprivatização do candidato Avanílson Araújo (PSTU). Logo no início, ao explicar por que deseja ser governador, o candidato do PSTU questionou a venda do Banestado ao Itaú pelo ex-governador Jaime Lerner e defendeu a manutenção da Copel e da Sanepar como empresas públicas. No terceiro bloco, graças ao sorteio, Avanílson questionou o tucano sobre esses pontos e o acusou de ter votado a favor da privatização do Banestado quando era deputado estadual, no fim dos anos 90.
“Sempre agi com responsabilidade e consciência na vida pública. Jamais deixei aprovar leis que não estivesse convencido que fossem para o bem do Paraná. Votei sim pela venda do Banestado porque o banco estava prejudicando o Paraná”, disse Richa. Na réplica, acusado pelo candidato do PSTU de ser defensor da privatização e de ter apoiado a implantação dos pedágios, Richa argumentou que vai preservar o patrimônio público e lutar por tarifas de pedágio mais “justas e acessíveis”.
Aproveitando-se do tema, Osmar afirmou que sempre lutou para que o pedágio não fosse implantado e foi o primeiro a defender que a Copel não fosse privatizada. “Houve uma venda desastrosa do Banestado aprovada na Assembleia, com votos de deputados que hoje saem dizendo que vão defender a empresa pública”, declarou. “Por que não fizeram isso quando podiam? Não fez isso, não pode falar que vai fazer.”
Logo em seguida, porém, o pedetista foi questionado sobre o que faria em relação à reforma agrária e qual sua posição sobre o MST. Dizendo-se favorável à reforma agrária, Osmar afirmou que, por lei, o direito de propriedade deve ser respeitado. Mas, segundo ele, se as propriedades forem improdutivas, elas devem ser destinadas a famílias que saibam cultivar a terra. “Temos de verificar quais propriedades estão cumprindo os requisitos de responsabilidade social. Se cumprirem, não há porque desapropriá-las”, defendeu-se. “É uma brincadeira de quem não conhece o nosso estado querer colocar na minha testa aquilo que não sou [defensor do MST]”, rebateu Osmar. “Sou agricultor e produtor rural.”
Osmar também foi acusado de ter fechado uma coligação incoerente, reunindo na mesma chapa o PDT, o PT e o PMDB do seu adversário em 2006, o ex-governador e hoje candidato ao Senado Roberto Requião. “Fechamos uma coligação baseada em princípios e afinidades ideológicas, com partidos que impunham a mesma bandeira. Tenho orgulho de representar meus candidatos ao Senado e meu vice”, alfinetou Beto.
Alegando que é preciso manter a política social do governo Lula e de que recebeu um pedido do presidente para ser candidato, Osmar elogiou programas implantados por Requião e defendeu que os eleitores “não podem ficar sujeitos a escolher um programa que não seja de interesse do Paraná”.
Outro momento de acusações indiretas entre os dois ocorreu quando Osmar afirmou que irá implantar uma clínica da mulher em todos os municípios do estado para que as mães possam ter acompanhamento médico durante a gestação. “Vamos implantar o Mãe Paranaense, que o outro candidato não teve coragem de dizer que começou no meu governo em Curitiba, com o nome de Mãe Curitibana”, cutucou Richa.
Além de Richa, Osmar e Avanílson Araújo, participaram do debate Paulo Salamuni (PV), Felipe Bergmann (PSol), Amadeu Felipe da Luz Ferreira (PCB) e Robinson de Paula (PRTB).
por master | 13/08/10 | Ultimas Notícias
O financiamento imobiliário com recursos das cadernetas de poupança atingiu no primeiro semestre deste ano o melhor resultado da história no que se refere a valores. ´
Se consideradas apenas as operações realizadas em junho deste ano, os financiamentos somaram R$ 5,27 bilhões, montante 78% superior ao resultado de igual mês de 2009 (R$ 2,96 bilhões) e 24% acima das contratações de maio de 2010 (R$ 4,25 bilhões).
O número de unidades financiadas subiu de 123,9 mil, nos primeiros seis meses de 2009, para 187,6 mil, de janeiro a junho deste ano, um crescimento de 51,5%. Somente em junho foram financiados 40,8 mil imóveis, de acordo com dados divulgados, na quinta-feira (11), em São Paulo, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
A captação líquida de depósitos de poupança aumentou quase cinco vezes nos primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2009, quando o resultado foi, em parte, afetado pela crise financeira mundial surgida no final de 2008. Do valor de R$ 1,8 bilhão captados entre janeiro e junho de 2009, os depósitos saltaram para R$ 8,8 bilhões.
Os resultados sustentam as expectativas otimistas da Abecip, que prevê que o financiamento imobiliário com recursos da poupança seja de R$ 45 bilhões a R$ 50 bilhões este ano. Apesar disso, o presidente da associação, o engenheiro Luiz Antonio Nogueira de França, chama a atenção para o risco de os recursos das cadernetas de poupança se tornarem insuficientes para atender à demanda por crédito imobiliário.
“Com relação à capacidade de financiar o mercado imobiliário com os recursos da caderneta de poupança, nossos estudos – que convergem com os de outras entidades – mostram que, entre dois e três anos, a gente deva ter problema com essa fonte”, afirmou.
Segundo França, o cenário de juros baixos, prazos alongados e crescimento econômico estimula a demanda por crédito imobiliário. Atualmente, a poupança e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) são as duas principais fontes de recursos do setor habitacional.
Para o economista José Roberto Mendonça de Barros, que foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda entre 1995 e 1998, é necessário discutir e viabilizar novos instrumentos de financiamento que possam ser usados em breve.
“Já temos hoje o sistema de securitização de recebíveis que deverá crescer. O que está sendo estudado e que parece o mais viável são os chamados CDBs cobertos, um tipo de certificados de depósitos que os bancos poderiam usar para captar e emprestar recursos. Isso, contudo, ainda depende de regulamentação governamental e está em discussão, mas é uma possibilidade já utilizada em outros países”, afirmou Barros.
por master | 13/08/10 | Ultimas Notícias
O Banco do Brasil iniciou, nesta quarta-feira (10), o pagamento do Abono Salarial para os participantes que possuem o número de inscrição no Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) com final 0 e 1.
Os benefícios referentes ao calendário 2010/2011 totalizam mais de R$ 1,23 bi e devem ser sacados até 30 de junho de 2011.
Até o momento, o BB já desembolsou R$ 980 milhões ou 79,29% do total, por meio de convênio Pasep/Fopag e crédito em conta corrente. Ainda falta pagar cerca de 513 mil participantes.
O benefício equivale ao valor de um salário mínimo e o que não for sacado será devolvido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) em 30 de junho de 2011.
Têm direito ao abono os trabalhadores cadastrados no Pasep há pelo menos cinco anos, que obtiveram renda mensal de até dois salários mínimos em 2010.
É necessário que o participante tenha trabalhado pelo menos 30 dias com carteira assinada naquele ano e que conste da Rais de 2009 (Relação Anual de Informações Sociais) entregue pelo empregador.
por master | 13/08/10 | Ultimas Notícias
As centrais sindicais – CTB, CGTB, CUT, Força Sindical, NCST e UGT – irão realizar encontro com a candidata petista à Presidência da República Dilma Rousseff. A atividade será na próxima terça-feira (17), na Casa de Portugal, em São Paulo
“A CTB tem a convicção de que a emancipação feminina só poderá acontecer quando também a classe trabalhadora se libertar do capitalismo, que mudanças profundas só serão efetivas em outro tipo de sociedade: justa e igualitária, ou seja, socialista”.
E segue: “Neste sentido, é importante a participação das sindicalistas na luta política travada neste ano eleitoral. Pois, está em jogo à defesa da continuidade dos projetos em curso na gestão Lula e, eleger Dilma, é a principal bandeira de luta do momento, além de ser uma grande vitória para o Brasil em ter a primeira mulher presidente”.
Este é o texto publicado na página da CTB que convoca o encontro das mulheres trabalhadoras com a candidata do PT à presidência da república.
No encontro, as trabalhadoras entregarão a Dilma uma plataforma de reivindicações das mulheres que consta na Agenda da Classe Trabalhadora pelo Desenvolvimento e Soberania. O projeto foi tirado da realização da 2º Conclat, que reuniu 30 mil trabalhadores e trabalhadoras, no estádio do Pacaembu (São Paulo), no dia 1º de junho.
Ao convocar os sindicatos a se mobilizarem nos estados para participar da mobilização nacional que ocorrerá em São Paulo no próximo dia 17, a CTB elenca conquistas em termos de políticas públicas para as mulheres obtidas durante o governo Lula: ampliação da licença maternidade; proibição a discriminação sexual no trabalho; criação da lei Maria da Penha, contra a violência doméstica; reforma do código civil e o direito da mulher à posse da terra, entre outras.
Mas, mantendo a característica combativa da entidade, o texto convocatório da central instiga a participação em sua finalização: “mas ainda há muito pelo que lutar”. (Fonte: Portal Vermelho)
Serviço:
Encontro das Mulheres Trabalhadoras com Dilma Rousseff
Quando: terça-feira (17), a partir das 10h
Local: Casa de Portugal
Av. Liberdade, 602 – próximo à estação de metrô Liberdade
Mais informações: Márcia Viotto
Telefone: (11) 3106-0700 ou pelo e-mail: <!– var prefix = ‘ma’ + ‘il’ + ‘to’; var path = ‘hr’ + ‘ef’ + ‘=’; var addy26891 = ‘marcia’ + ‘@’; addy26891 = addy26891 + ‘portalctb’ + ‘.’ + ‘org’ + ‘.’ + ‘br’; document.write( ‘<a ‘ + path + ‘\” + prefix + ‘:’ + addy26891 + ‘\’>’ ); document.write( addy26891 ); document.write( ‘<\/a>’ ); //–>\n marcia@portalctb.org.br