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Previsão de crescimento da economia para 2011 e 2012 fica menor

Previsão de crescimento da economia para 2011 e 2012 fica menor

 
O Ministério da Fazenda reduziu as projeções oficiais de crescimento para a economia brasileira em 2011 e em 2012. Segundo a publicação Economia Brasileira em Perspectiva, as estimativas de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foram atualizadas para 3,2% e 4,5%, respectivamente.

Na publicação anterior, divulgada em dezembro, o ministério apostava em crescimento de 3,8% para 2011 e 5% para 2012. O resultado do PIB do ano passado será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no início de março.

Para a Fazenda, o ritmo do crescimento da economia será mais intenso nos dois próximos anos. O ministério prevê expansão de 5,5% em 2013 e 6% em 2014. Entre 2011 e 2014, a média de crescimento da economia será 4,8% ao ano, maior que a média dos 4,6% anuais registrados de 2007 a 2010.

“Depois da acomodação em 2011, a economia brasileira vai se acelerar. Com investimentos tanto do setor privado, como do setor público, a média de expansão do PIB até 2014 deve ser superior à dos quatro anos anteriores”, avaliou o ministério, na publicação.

Apesar dos ajustes…

Mesmo com os ajustes, a previsão de crescimento está mais otimista que as estimativas do mercado. Segundo o boletim Focus, pesquisa com analistas financeiros divulgada toda semana pelo Banco Central, o PIB deve encerrar 2012 com crescimento de apenas 3,3%.

A previsão para a inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 4,7% neste ano, perto do centro da meta, que é 4,5%. A projeção é a mesma apresentada pelo Banco Central no último Relatório de Inflação, lançado em dezembro. O número, no entanto, está abaixo dos 5,29% previstos pelas instituições financeiras no boletim Focus.

Crédito

O texto destaca ainda que o crédito deve continuar em expansão esse ano. Os responsáveis por isso seriam a redução das taxas de juros e também a adoção de medidas para incentivar o consumo que ocorreu a partir do final de 2011. A Fazenda afirma que o Brasil tem espaço para que o crédito cresça sem riscos para o equilíbrio da economia:

“A participação do Sistema Financeiro Nacional no financiamento do setor privado brasileiro tem crescido nos últimos anos, embora continue baixa, quando comparada a outros países. Na China e na África do Sul, essa participação, encontra-se acima de 120%. Isso sugere que há espaço para expansão do saldo de crédito ao setor privado ao longo dos próximos anos, que acontecerá de forma prudente e sem aumento de riscos”, afirma o texto.

Previsão de crescimento da economia para 2011 e 2012 fica menor

Previsão de crescimento da economia para 2011 e 2012 fica menor

 
O Ministério da Fazenda reduziu as projeções oficiais de crescimento para a economia brasileira em 2011 e em 2012. Segundo a publicação Economia Brasileira em Perspectiva, as estimativas de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foram atualizadas para 3,2% e 4,5%, respectivamente.

Na publicação anterior, divulgada em dezembro, o ministério apostava em crescimento de 3,8% para 2011 e 5% para 2012. O resultado do PIB do ano passado será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no início de março.

Para a Fazenda, o ritmo do crescimento da economia será mais intenso nos dois próximos anos. O ministério prevê expansão de 5,5% em 2013 e 6% em 2014. Entre 2011 e 2014, a média de crescimento da economia será 4,8% ao ano, maior que a média dos 4,6% anuais registrados de 2007 a 2010.

“Depois da acomodação em 2011, a economia brasileira vai se acelerar. Com investimentos tanto do setor privado, como do setor público, a média de expansão do PIB até 2014 deve ser superior à dos quatro anos anteriores”, avaliou o ministério, na publicação.

Apesar dos ajustes…

Mesmo com os ajustes, a previsão de crescimento está mais otimista que as estimativas do mercado. Segundo o boletim Focus, pesquisa com analistas financeiros divulgada toda semana pelo Banco Central, o PIB deve encerrar 2012 com crescimento de apenas 3,3%.

A previsão para a inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 4,7% neste ano, perto do centro da meta, que é 4,5%. A projeção é a mesma apresentada pelo Banco Central no último Relatório de Inflação, lançado em dezembro. O número, no entanto, está abaixo dos 5,29% previstos pelas instituições financeiras no boletim Focus.

Crédito

O texto destaca ainda que o crédito deve continuar em expansão esse ano. Os responsáveis por isso seriam a redução das taxas de juros e também a adoção de medidas para incentivar o consumo que ocorreu a partir do final de 2011. A Fazenda afirma que o Brasil tem espaço para que o crédito cresça sem riscos para o equilíbrio da economia:

“A participação do Sistema Financeiro Nacional no financiamento do setor privado brasileiro tem crescido nos últimos anos, embora continue baixa, quando comparada a outros países. Na China e na África do Sul, essa participação, encontra-se acima de 120%. Isso sugere que há espaço para expansão do saldo de crédito ao setor privado ao longo dos próximos anos, que acontecerá de forma prudente e sem aumento de riscos”, afirma o texto.

Previsão de crescimento da economia para 2011 e 2012 fica menor

Pedreiro morre ao ser atingido por viga de madeira, diz polícia em MS

Um jovem de 21 anos morreu ao ser atingido por uma viga de madeira enquanto trabalhava na construção de uma ponte, na zona rural de Terenos, a 27 km de Campo Grande, neste domingo (12). Segundo informações da Polícia Civil, o rapaz morreu antes ao chegar no pronto-socorro local.
 
Os dois trabalhavam na construção de uma ponte que liga as cidades de Terenos a Dois Irmãos do Buriti. O caso foi registrado pela Polícia Civil como morte à esclarecer.Na hora do acidente, o motorista de um caminhão estava arrastando a viga de madeira, que se soltou e atingiu dois trabalhadores. A vítima foi atingida no tórax. O outro trabalhador atingido pela viga de madeira sofreu ferimentos leves.
Previsão de crescimento da economia para 2011 e 2012 fica menor

Pedreiro morre ao ser atingido por viga de madeira, diz polícia em MS

Um jovem de 21 anos morreu ao ser atingido por uma viga de madeira enquanto trabalhava na construção de uma ponte, na zona rural de Terenos, a 27 km de Campo Grande, neste domingo (12). Segundo informações da Polícia Civil, o rapaz morreu antes ao chegar no pronto-socorro local.
 
Os dois trabalhavam na construção de uma ponte que liga as cidades de Terenos a Dois Irmãos do Buriti. O caso foi registrado pela Polícia Civil como morte à esclarecer.Na hora do acidente, o motorista de um caminhão estava arrastando a viga de madeira, que se soltou e atingiu dois trabalhadores. A vítima foi atingida no tórax. O outro trabalhador atingido pela viga de madeira sofreu ferimentos leves.
Previsão de crescimento da economia para 2011 e 2012 fica menor

Projeções para inflação oficial e Selic em 2012 são mantidas, no limite

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central mantiveram a estimativa de inflação para ano e 2013. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 5,29%, este ano, e em 5%, em 2013.
 
As projeções estão acima do centro da meta de inflação – 4,5% -, mas dentro do limite superior de 6,5%.
 
Para a taxa básica de juros, a Selic, usada pelo Banco Central (BC) como instrumento para controlar a inflação, a previsão para 2012 continua em 9,5% ao ano, há nove semanas. Para 2013, passou de 10,75% para 10,5% ao ano.
 
Outra estimativa dos analistas é para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que permanece em 5,21%, este ano, e foi ajustada de 4,8% para 4,83%, em 2013.
 
A expectativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 4,98% para 4,86%, este ano, e de 4,9% para 4,97%, em 2013. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a projeção foi alterada de 4,91% para 4,78% em 2012 e de 4,95% para 5%, no próximo ano.
 
A estimativa dos analistas para os preços administrados foi mantida em 4%, este ano, e em 4,5%, em 2013.