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Operário de construção civil é soterrado em obra de Goiânia

Operário de construção civil é soterrado em obra de Goiânia

Um operário ficou soterrado na construção de um prédio na Avenida T-7, no Setor Bueno, em Goiânia, na tarde desta segunda-feira (30). Segundo Corpo de Bombeiros, o homem está coberto de terra até a altura do peito.
 
O comerciante Neto Araújo, que passava pelo local, acionou o socorro médico. “Eu estava passando de carro quando vi a movimentação. Eles estavam fazendo uma escavação, em um buraco, quando caiu um monte de terra e pedra em cima dele”, relata.
 
Os bombeiros informaram que o homem está consciente. Até as 17h15, equipes ainda estavam no local realizando o resgate.
Operário de construção civil é soterrado em obra de Goiânia

Operário de construção civil é soterrado em obra de Goiânia

Um operário ficou soterrado na construção de um prédio na Avenida T-7, no Setor Bueno, em Goiânia, na tarde desta segunda-feira (30). Segundo Corpo de Bombeiros, o homem está coberto de terra até a altura do peito.
 
O comerciante Neto Araújo, que passava pelo local, acionou o socorro médico. “Eu estava passando de carro quando vi a movimentação. Eles estavam fazendo uma escavação, em um buraco, quando caiu um monte de terra e pedra em cima dele”, relata.
 
Os bombeiros informaram que o homem está consciente. Até as 17h15, equipes ainda estavam no local realizando o resgate.
Operário de construção civil é soterrado em obra de Goiânia

Governo prevê contratar 600 mil unidades no ‘Minha Casa 2’ em 2012

Os ministros Guido Mantega (Fazenda) eMiriam Belchior (Planejamento) afirmaram nesta segunda-feira (30) que o governo prevê cumprir “com folga” a meta para 2012 de novas unidades contratadas e entregues dentro do programa habitacional Minha Casa Minha Vida 2.
 
O governo federal trabalha com a meta de 600 mil novas casas contratradas e um total entre 400 e 500 mil unidades entregues até o final do ano.
 
“Até o final de fevereiro teremos a definição do setor privado, se ele vai conseguir todas as metas do setor e quais as demandas que ele tem”, disse Mantega, após reunião com empresários do setor de construção civil.
 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior participam segunda-feira (30) de reunião com empresários em SP. (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a ministra do Planejamento,
Miriam Belchior participam segunda-feira (30) de reunião com empresários em SP. (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

 

“O objetivo fundamental é discutir metas para o ano, para garantir que a meta cumprida seja cumprida e, se possível, com folga”, destacou Belchior.
 
Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, a previsão é que das 600 mil novas unidades contratadas, 300 mil sejam dentro da faixa 1, para moradores com renda familiar até R$ 1.600 mensais.
 
“O Minha Casa Minha Vida 2 já contratou mais de 500 mil unidades até agora. No ano passado, contratamos 457 mil unidades”, disse Hereda. Pela previsão do governo, a segunda fase do programa fechará o ano com um total de 1.057 unidades contratadas.
 
A meta do governo Dilma é de construção de 2 milhões de unidades até 2014 dentro do Minha Casa 2.
 
“Hoje o programa é uma realidade, que aspira até metas mais ambiciosas”, disse Mantega.
Segundo a Caixa, até o final de 2011 já tinham sido contratadas cerca de 1,5 milhão de moradias nas duas etapas do programa. Desse total, 700 mil já foram concluídas e 550 mil entregues.
Operário de construção civil é soterrado em obra de Goiânia

Governo prevê contratar 600 mil unidades no ‘Minha Casa 2’ em 2012

Os ministros Guido Mantega (Fazenda) eMiriam Belchior (Planejamento) afirmaram nesta segunda-feira (30) que o governo prevê cumprir “com folga” a meta para 2012 de novas unidades contratadas e entregues dentro do programa habitacional Minha Casa Minha Vida 2.
 
O governo federal trabalha com a meta de 600 mil novas casas contratradas e um total entre 400 e 500 mil unidades entregues até o final do ano.
 
“Até o final de fevereiro teremos a definição do setor privado, se ele vai conseguir todas as metas do setor e quais as demandas que ele tem”, disse Mantega, após reunião com empresários do setor de construção civil.
 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior participam segunda-feira (30) de reunião com empresários em SP. (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a ministra do Planejamento,
Miriam Belchior participam segunda-feira (30) de reunião com empresários em SP. (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

 

“O objetivo fundamental é discutir metas para o ano, para garantir que a meta cumprida seja cumprida e, se possível, com folga”, destacou Belchior.
 
Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, a previsão é que das 600 mil novas unidades contratadas, 300 mil sejam dentro da faixa 1, para moradores com renda familiar até R$ 1.600 mensais.
 
“O Minha Casa Minha Vida 2 já contratou mais de 500 mil unidades até agora. No ano passado, contratamos 457 mil unidades”, disse Hereda. Pela previsão do governo, a segunda fase do programa fechará o ano com um total de 1.057 unidades contratadas.
 
A meta do governo Dilma é de construção de 2 milhões de unidades até 2014 dentro do Minha Casa 2.
 
“Hoje o programa é uma realidade, que aspira até metas mais ambiciosas”, disse Mantega.
Segundo a Caixa, até o final de 2011 já tinham sido contratadas cerca de 1,5 milhão de moradias nas duas etapas do programa. Desse total, 700 mil já foram concluídas e 550 mil entregues.
Operário de construção civil é soterrado em obra de Goiânia

Condutor pode ficar isento de pedágio no município onde mora ou trabalha

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2858/11, que isenta do pagamento de pedágio o condutor que more ou trabalhe no mesmo município onde é feita a cobrança da tarifa. A proposta, do deputado Bohn Gass (PT-RS), acrescenta artigo à Lei 8.987/95, que trata da cobrança do pedágio nas rodovias sob regime de concessão.
O projeto prevê que os contratos de concessão poderão ser revisados para garantir a adaptação da empresa concessionária à isenção, com a preservação do seu equilíbrio econômico e financeiro.

Racionalidade
Segundo Bohn Gass, é inaceitável cobrar pedágio de quem mora ou trabalha no mesmo município do posto de arrecadação, “porque impõe custos altíssimos a esses cidadãos para fazer face às suas necessidades básicas de deslocamento diário”.
O deputado ressalta que esses cidadãos nem sempre têm a opção de circular por vias alternativas municipais. “O custo com o pagamento obrigatório dessa tarifa pode acabar lhes restringindo o direito de ir e vir e de desenvolver suas funções e atividades, com repercussão danosa para suas condições socioeconômicas”, afirma.

Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem – Luiz Claudio Pinheiro 
Edição – Daniella Cronemberger

Sujeito à apreciação conclusiva, o projeto será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação, inclusive para exame de mérito; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

“A cobrança de pedágio nas rodovias exploradas sob regime de concessão deve ser pautada também pela racionalidade, e não apenas pela exclusiva necessidade de cobrir os custos com a manutenção da via”, sustenta o autor do projeto.