por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
Em Londrina, imobiliárias avaliam que as novas regras da Lei de Locação não surtiram os resultados esperados.
A gerente administrativa da Santamérica, Cintia Ortunes, afirma que as mudanças ”não alteraram em nada”. ”Não quisemos pagar para ver e mantivemos a administração dos negócios como já fazíamos”, conta. Com relação às ações judiciais, ela considera que a morosidade da Justiça ainda é um fator de peso. A gerente reconhece que houve aumento da carteira de locação da imobiliária, mas credita isso a investimento próprio, aumento do poder aquisitivo e crescimento da cidade.
”Como dependemos da esfera judicial, na prática ainda é difícil obter agilidade para os casos de locatários inadimplentes”, reforça o proprietário da Imobiliária Mônaco, Marcos Moura. Em contrapartida, ele afirma que aliadas a outros fatores, as alterações proporcionaram o aumento da carteira de locação.
Já a auxiliar administrativa da Raul Vieira, Adriana Romero, atesta que a Lei não teve reflexos na imobiliária. ”Na prática, o inquilino ainda continua mais tempo no imóvel mesmo estando inadimplente”, acrescenta. Ela diz que os proprietários ainda querem informações sobre quem está locando e o fiador.
O construtor Nelson Fontana, que tem 15 imóveis alugados em Londrina e um desocupado, considera que as alterações não o beneficiaram em nada. ”As imobiliárias continuam exigindo muita coisa do inquilino e isso dificulta o fechamento de novos contratos.” (A.V.)
por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
Em Londrina, imobiliárias avaliam que as novas regras da Lei de Locação não surtiram os resultados esperados.
A gerente administrativa da Santamérica, Cintia Ortunes, afirma que as mudanças ”não alteraram em nada”. ”Não quisemos pagar para ver e mantivemos a administração dos negócios como já fazíamos”, conta. Com relação às ações judiciais, ela considera que a morosidade da Justiça ainda é um fator de peso. A gerente reconhece que houve aumento da carteira de locação da imobiliária, mas credita isso a investimento próprio, aumento do poder aquisitivo e crescimento da cidade.
”Como dependemos da esfera judicial, na prática ainda é difícil obter agilidade para os casos de locatários inadimplentes”, reforça o proprietário da Imobiliária Mônaco, Marcos Moura. Em contrapartida, ele afirma que aliadas a outros fatores, as alterações proporcionaram o aumento da carteira de locação.
Já a auxiliar administrativa da Raul Vieira, Adriana Romero, atesta que a Lei não teve reflexos na imobiliária. ”Na prática, o inquilino ainda continua mais tempo no imóvel mesmo estando inadimplente”, acrescenta. Ela diz que os proprietários ainda querem informações sobre quem está locando e o fiador.
O construtor Nelson Fontana, que tem 15 imóveis alugados em Londrina e um desocupado, considera que as alterações não o beneficiaram em nada. ”As imobiliárias continuam exigindo muita coisa do inquilino e isso dificulta o fechamento de novos contratos.” (A.V.)
por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
Feirão de imóveis do BB termina hoje oferecendo taxa de financiamento abaixo das alíquotas de mercado
O primeiro dia de movimentação no Feirão Imobiliário do Banco do Brasil em Londrina agradou tanto consumidores quanto as 12 construtoras que participam do evento. Ontem, logo nas primeiras horas de vendas, diversos negócios já haviam sido fechados. A feira é exclusiva para as construtoras parceiras do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon), que estão negociando imóveis de até R$ 500 mil a uma taxa final de financiamento de 8,4% ao ano, bem abaixo das alíquotas de mercado.
Maurivan Carranza, analista da superintendência do BB, salientou que a taxa de 8,4% ao ano para financiamentos vale mesmo para os imóveis que vão ficar prontos nos próximos 120 dias. ”Vai valer a taxa gravada durante o feirão. É algo diferenciado, já que tal alíquota no mercado varia entre 9,5% e 11%.” ”Esperamos pelo menos fechar R$ 10 milhões em negócios. Já seria um número bastante expressivo”, completou Carranza.
Élio Soares, coordernador de vendas da Vanguard, explicou que a construtora está apresentando apartamentos prontos para morar. A empresa oferece opções na região Sul e Oeste, com área média de 70 metros quadrados, e valores que variam de R$ 140 mil a R$ 190 mil. ”Nossa expectativa é de vender pelo menos 15 apartamentos na feira. O perfil de nossos clientes é de quem está buscando o primeiro imóvel”, relatou ele.
Luiz Claudio Guarda, gerente comercial da Artenge, comemorou a venda de dois imóveis logo no começo do evento. Ele disse que a feira está correspondendo ao que a construtora esperava. ”A procura está muito boa. Muitos clientes já foram visitar nossos empreendimentos nesta manhã”, salientou.
Os funcionários públicos Wagner e Ana Lúcia Bonini estavam visitando o feirão em busca de um novo apartamento. Eles comentaram que moram num bom imóvel no centro de Londrina, mas que não possui elevador. ”Viemos até aqui para avaliar as taxas de juros que o banco está oferecendo. Ainda não sabemos se vamos colocar nosso imóvel no negócio, vai depender do que encontrarmos por aqui.” De acordo com o casal, a preferência é por um apartamento amplo, de três quartos com suíte. ”Se surgir um negócio atrativo, temos a intenção de fechar”, relataram. O feirão segue até hoje ao meio-dia na agência central do Banco do Brasil.
por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
Feirão de imóveis do BB termina hoje oferecendo taxa de financiamento abaixo das alíquotas de mercado
O primeiro dia de movimentação no Feirão Imobiliário do Banco do Brasil em Londrina agradou tanto consumidores quanto as 12 construtoras que participam do evento. Ontem, logo nas primeiras horas de vendas, diversos negócios já haviam sido fechados. A feira é exclusiva para as construtoras parceiras do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon), que estão negociando imóveis de até R$ 500 mil a uma taxa final de financiamento de 8,4% ao ano, bem abaixo das alíquotas de mercado.
Maurivan Carranza, analista da superintendência do BB, salientou que a taxa de 8,4% ao ano para financiamentos vale mesmo para os imóveis que vão ficar prontos nos próximos 120 dias. ”Vai valer a taxa gravada durante o feirão. É algo diferenciado, já que tal alíquota no mercado varia entre 9,5% e 11%.” ”Esperamos pelo menos fechar R$ 10 milhões em negócios. Já seria um número bastante expressivo”, completou Carranza.
Élio Soares, coordernador de vendas da Vanguard, explicou que a construtora está apresentando apartamentos prontos para morar. A empresa oferece opções na região Sul e Oeste, com área média de 70 metros quadrados, e valores que variam de R$ 140 mil a R$ 190 mil. ”Nossa expectativa é de vender pelo menos 15 apartamentos na feira. O perfil de nossos clientes é de quem está buscando o primeiro imóvel”, relatou ele.
Luiz Claudio Guarda, gerente comercial da Artenge, comemorou a venda de dois imóveis logo no começo do evento. Ele disse que a feira está correspondendo ao que a construtora esperava. ”A procura está muito boa. Muitos clientes já foram visitar nossos empreendimentos nesta manhã”, salientou.
Os funcionários públicos Wagner e Ana Lúcia Bonini estavam visitando o feirão em busca de um novo apartamento. Eles comentaram que moram num bom imóvel no centro de Londrina, mas que não possui elevador. ”Viemos até aqui para avaliar as taxas de juros que o banco está oferecendo. Ainda não sabemos se vamos colocar nosso imóvel no negócio, vai depender do que encontrarmos por aqui.” De acordo com o casal, a preferência é por um apartamento amplo, de três quartos com suíte. ”Se surgir um negócio atrativo, temos a intenção de fechar”, relataram. O feirão segue até hoje ao meio-dia na agência central do Banco do Brasil.
por master | 30/01/12 | Ultimas Notícias
Prevendo um crescimento de 274% no total de brasileiros em visita aos Estados Unidos nos próximos quatro anos, o presidente Barack Obama determinou a eliminação da necessidade de novas entrevistas para brasileiros que apenas queiram renovar vistos expirados ou com datas próximas do vencimento.
O programa-piloto ainda facilita a concessão de vistos para algumas categorias, como idosos e crianças.
Segundo determinou a Casa Branca, ao menos 80% das pessoas devem ser entrevistadas no máximo até três semanas depois de enviar os documentos para o consulado.
Com isso, será ampliada em 40% a capacidade de concessão de vistos nos consulados americanos no Brasil ainda neste ano. O anúncio de Obama foi feito no dia 19 de janeiro, no Walt Disney World, na Flórida.
Além dos brasileiros, os chineses e os indianos são as prioridades do governo americano com essas mudanças. ‘Esperamos que dezenas de milhares de pessoas tentando o visto sejam beneficiadas no Brasil e na China’.
E continuou: ‘Com essas medidas, as pessoas que já passaram por entrevistas poderão economizar tempo e dinheiro, decidindo visitar os Estados Unidos mais uma vez. Além disso, poderemos nos concentrar nos que tentam o visto pela primeira vez’, afirmou comunicado conjunto do Departamento de Estado e do Departamento de Segurança Interna dos EUA.
Segundo Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, ‘o foco do presidente são as economias emergentes’. ‘O número de viajantes para os EUA de cidadãos de economias com crescente classe média, como China, Brasil e Índia, deve crescer 135%, 274% e 50% até 2016, com base nos números de 2010’.
‘Há uma enorme oportunidade (para o governo americano)’, disse. As medidas de Obama fazem parte de um amplo programa do governo para aumentar o turismo nos Estados Unidos, que representa 2,7% do PIB e 7,5 milhões de empregos.