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Crédito imobiliário cresce 42% em 2011

Crédito imobiliário cresce 42% em 2011

O volume de financiamentos imobiliários cresceu 42% em 2011, chegando a R$ 79,9 bilhões, contra os R$ 56,2 bilhões registrados no ano anterior.

O resultado, divulgado nesta quinta-feira (26/1) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), representa novo recorde no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Consirando apenas o mês de dezembro, os financiamentos imobiliários atingiram o montante de R$ 8,2 bilhões, aumento de 34% em comparação ao mesmo mês de 2010.

Já o número de unidades financiadas teve expansão de 17% no ano passado, somando 493 mil, ante 421 mil em 2010.

Crédito imobiliário cresce 42% em 2011

Taxa de desemprego deve fechar 2012 em 6,7%

A taxa de desemprego encerrou 2011 em 6%. Porém, para este ano, a equipe da Rosenberg e Associados acredita que o indicador tenha uma alta em 6,7%.
 
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou pela manhã que a taxa de desemprego saiu de 5,2% em novembro para 4,7% em dezembro.
 
O resultado veio em linha com as expectativas da Rosenberg e Associados, que acreditava em um resultado de 4,8%.
 
Já para a equipe do Bradesco, o resultou surpreendeu positivamente. A expectativa do banco era de 5%, valor acima do estipulado pelo mercado, que acreditava em 4,9%.
 
“A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de dezembro reforça a percepção de que o mercado de trabalho continua aquecido, ainda que não estejamos observando ainda uma aceleração mais firme na geração de vagas”, avaliou em relatório Octavio de Barros, diretor de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco.
 
Assim, na média dos 12 meses de 2011, a taxa de desemprego ficou em 6%.
 
Para 2012, a equipe da Rosenberg e Associados espera que a taxa de desemprego média do ano fique ligeiramente acima de 6,5%, mais perto de 6,7%.
 
“Apesar do ainda bom momento do mercado de trabalho, o primeiro trimestre de 2012 pode ser menos alvissareiro, conforme se propaguem os efeitos da desaceleração do ritmo de atividade vistos ao final do ano passado”, destaca a equipe da Rosenberg.
 
Segundo eles, colaboram para esta expectativa de moderação do mercado de trabalho os últimos dados de rendimento médio real, que mostraram uma expansão bem menos expressiva.
Crédito imobiliário cresce 42% em 2011

Crédito imobiliário cresce 42% em 2011

O volume de financiamentos imobiliários cresceu 42% em 2011, chegando a R$ 79,9 bilhões, contra os R$ 56,2 bilhões registrados no ano anterior.

O resultado, divulgado nesta quinta-feira (26/1) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), representa novo recorde no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Consirando apenas o mês de dezembro, os financiamentos imobiliários atingiram o montante de R$ 8,2 bilhões, aumento de 34% em comparação ao mesmo mês de 2010.

Já o número de unidades financiadas teve expansão de 17% no ano passado, somando 493 mil, ante 421 mil em 2010.

Crédito imobiliário cresce 42% em 2011

Taxa de desemprego deve fechar 2012 em 6,7%

A taxa de desemprego encerrou 2011 em 6%. Porém, para este ano, a equipe da Rosenberg e Associados acredita que o indicador tenha uma alta em 6,7%.
 
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou pela manhã que a taxa de desemprego saiu de 5,2% em novembro para 4,7% em dezembro.
 
O resultado veio em linha com as expectativas da Rosenberg e Associados, que acreditava em um resultado de 4,8%.
 
Já para a equipe do Bradesco, o resultou surpreendeu positivamente. A expectativa do banco era de 5%, valor acima do estipulado pelo mercado, que acreditava em 4,9%.
 
“A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de dezembro reforça a percepção de que o mercado de trabalho continua aquecido, ainda que não estejamos observando ainda uma aceleração mais firme na geração de vagas”, avaliou em relatório Octavio de Barros, diretor de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco.
 
Assim, na média dos 12 meses de 2011, a taxa de desemprego ficou em 6%.
 
Para 2012, a equipe da Rosenberg e Associados espera que a taxa de desemprego média do ano fique ligeiramente acima de 6,5%, mais perto de 6,7%.
 
“Apesar do ainda bom momento do mercado de trabalho, o primeiro trimestre de 2012 pode ser menos alvissareiro, conforme se propaguem os efeitos da desaceleração do ritmo de atividade vistos ao final do ano passado”, destaca a equipe da Rosenberg.
 
Segundo eles, colaboram para esta expectativa de moderação do mercado de trabalho os últimos dados de rendimento médio real, que mostraram uma expansão bem menos expressiva.
Crédito imobiliário cresce 42% em 2011

Selic voltará a um dígito, afirma Copom

JUROS
O Banco Central (BC) avalia que a economia brasileira passou por mudanças estruturais significativas que determinaram recuo nos juros básicos e que é alta a probabilidade de a taxa Selic se deslocar para patamares de um dígito. É o que aponta a ata da primeira reunião do Comitê de Política Monetário (Copom) deste ano, divulgada ontem. No encontro, o BC reduziu de 11% para 10,5% a taxa Selic.
Segundo o BC, o cenário de queda dos juros para o patamar de um dígito deve ocorrer considerando que a desaceleração da economia brasileira no segundo semestre do ano passado foi maior que a esperada e que eventos recentes indicam postergação de uma solução definitiva para a crise financeira europeia neste momento. “O Copom atribui elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, diz o texto da ata.
De acordo com a ata, o processo de redução dos juros foi favorecido por mudanças na estrutura dos mercados financeiros e de capitais, pelo aprofundamento do mercado de crédito e pela geração de superávits primários consistentes. “Em virtude dos próprios ciclos econômicos, reversões pontuais e temporárias podem ocorrer – e contribuem para que a economia brasileira hoje apresente sólidos indicadores de solvência e de liquidez”, ressalta o documento.
“Eu nunca vi uma ata tão explícita como essa”, comentou o economista-chefe do HSBC Bank Brasil, André Loes. Segundo ele, o Copom foi mais direto que o normal. “Isso está em linha com nosso cenário, que contempla mais três cortes de 0,50 ponto porcentual na Selic, para 9% ao ano”, informa Loes. Está em linha também, de acordo com ele, com a política geral do governo, que pretende fazer uma política econômica mais forte para obter uma política fiscal mais consistente e dar mais espaço para a política monetária.
“Eu tenho minhas dúvidas quanto à execução da política fiscal, entre outras coisas por causa do aumento do salário mínimo e porque a desaceleração dos gastos em infraestrutura no ano passado, apesar de ter sido resultado de uma tentativa de fazer ajuste fiscal, contou com aquele monte de mudanças no Ministério dos Transportes, que é uma pasta gastadora neste sentido”, explicou Loes.