por master | 26/01/12 | Ultimas Notícias
União estuda situação da área desocupada, em São José dos Campos (SP), para avaliar hipótese de trocar dívida de proprietários por parte do terreno e nela instalar ex-moradores
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) disse ontem que o governo avalia incluir as famílias da invasão do Pinheirinho, em São José dos Campos (a 97 quilômetros de São Paulo), no programa habitacional Minha casa, minha vida. O petista se reuniu ontem com assessores da Secretaria Geral da Presidência e com o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams. Segundo o senador, a AGU está terminando um levantamento sobre as dívidas da massa falida da Selecta, empresa proprietária do terreno, com o governo federal e espera ainda dados sobre os débitos com o governo estadual.
Suplicy disse que a Selecta tem pelo menos R$ 11 milhões em dívidas com a União e R$ 15 milhões com a Prefeitura de São José dos Campos. A ideia é que a dívida seja trocada pela compra de parte do terreno. A área foi alvo de uma enorme operação da Polícia Militar, que cumpriu um mandado de reintegração de posse no domingo e retirou os moradores que viviam no terreno. O terreno seria avaliado em mais de R$ 80 milhões e pertenceria à família do investidor Naji Nahas.
“É uma hipótese – a entrada do Minha casa, minha vida. Com essa questão da quitação da dívida, parte do terreno passará a ser do poder público, que poderá usar a área para projeto habitacional”. O petista disse que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) sinalizou que estaria disposto a fazer obras de infraestrutura necessárias para o local. Na sexta-feira, uma nova reunião com representantes dos governos federal, estadual e municipal deve estudar medidas para as famílias atingidas pela desocupação, determinada pela Justiça.
O coronel da Polícia Militar Manoel Messias Mello, responsável pela operação de desocupação do Pinheirinho, afirmou em entrevista coletiva que 40% dos barracos seriam demolidos ontem. Segundo ele, são cerca de 1,7 mil barracos no total. Isso porque há muitos terrenos em que há casas conjugadas umas nas outras. Mello espera terminar a operação até o meio-dia de hoje. A derrubada ocorre depois que um oficial de Justiça, acompanhado pela PM, notifica o dono do barraco e confere o mobiliário de cada local. Depois disso, o trator derruba as construções. Ontem, quatro tratores trabalhavam no local.
por master | 26/01/12 | Ultimas Notícias
País ocupa 99º lugar entre 179 nações; EUA também têm piora
DE NOVA YORK
O Brasil despencou 41 posições no ranking da ONG Repórteres sem Fronteiras que mede a liberdade de imprensa. O país ocupa o 99º lugar em uma lista de 179 nações.
A entidade apontou que a piora na classificação ocorreu por causa do alto nível de violência que resultou na morte de três jornalistas no ano passado.
“No Brasil, o crime organizado, a corrupção e os danos ambientais se provaram assuntos perigosos para jornalistas e blogueiros dispostos a enfrentá-los.”
A ONG disse que a insegurança deixa o país “aleijado”, mas destacou esforços para combater a impunidade.
Os Estados Unidos também pioraram -o país caiu 27 degraus na lista graças a prisões e violência policial contra jornalistas.
Na América Latina, também houve retrocesso no Paraguai, onde um jornalista foi morto em 2011. O país perdeu 26 posições no ranking.
A Finlândia foi considerado o país onde há mais ampla liberdade de imprensa. A Eritreia é a nação com pior classificação no ranking.
A Síria, onde o aparato de segurança do Estado reprime opositores da ditadura, recebeu a pior colocação de sua história no elenco feito pela ONG. O país agora está entre os quatro piores do mundo para os jornalistas.
“Vigilância total, censura generalizada, indiscriminada violência e manipulação do governo tornaram impossível o trabalho.”
A entidade aponta que houve migração de profissionais da mídia para o Líbano.Bahrain e Iêmen também obtiveram as piores notas da história. A entidade Repórteres sem Fronteiras igualmente critica Irã, Coreia do Norte e China. (VERENA FORNETTI)
por master | 26/01/12 | Ultimas Notícias
País ocupa 99º lugar entre 179 nações; EUA também têm piora
DE NOVA YORK
O Brasil despencou 41 posições no ranking da ONG Repórteres sem Fronteiras que mede a liberdade de imprensa. O país ocupa o 99º lugar em uma lista de 179 nações.
A entidade apontou que a piora na classificação ocorreu por causa do alto nível de violência que resultou na morte de três jornalistas no ano passado.
“No Brasil, o crime organizado, a corrupção e os danos ambientais se provaram assuntos perigosos para jornalistas e blogueiros dispostos a enfrentá-los.”
A ONG disse que a insegurança deixa o país “aleijado”, mas destacou esforços para combater a impunidade.
Os Estados Unidos também pioraram -o país caiu 27 degraus na lista graças a prisões e violência policial contra jornalistas.
Na América Latina, também houve retrocesso no Paraguai, onde um jornalista foi morto em 2011. O país perdeu 26 posições no ranking.
A Finlândia foi considerado o país onde há mais ampla liberdade de imprensa. A Eritreia é a nação com pior classificação no ranking.
A Síria, onde o aparato de segurança do Estado reprime opositores da ditadura, recebeu a pior colocação de sua história no elenco feito pela ONG. O país agora está entre os quatro piores do mundo para os jornalistas.
“Vigilância total, censura generalizada, indiscriminada violência e manipulação do governo tornaram impossível o trabalho.”
A entidade aponta que houve migração de profissionais da mídia para o Líbano.Bahrain e Iêmen também obtiveram as piores notas da história. A entidade Repórteres sem Fronteiras igualmente critica Irã, Coreia do Norte e China. (VERENA FORNETTI)
por master | 26/01/12 | Ultimas Notícias
O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, decidiu manter a taxa básica de juros do país na faixa de zero a 0,25% e avisou que ela continuará excepcionalmente baixa ao menos “até o fim de 2014”. O comunicado adia o prazo de manutenção da política monetária do Fed de meados de 2013, informado na reunião de novembro, para o fim de 2014.
A decisão visa a manter o dólar mais fraco, o que poderá pressionar moedas de países onde os juros são mais elevados, como o real, dizem analistas internacionais. O anúncio também deflagrará um maior apetite por ativos de risco, como ações, commodities e moedas de países emergentes.
Decisão histórica
O Fed também anunciou uma decisão histórica ao adotar uma meta de inflação de 2%. A ação é uma vitória do presidente da instituição, Ben Bernanke. Com isso, o Fed passa a ter uma política alinhada com a de outros importantes bancos centrais no mundo, como o do Brasil.
por master | 26/01/12 | Ultimas Notícias
O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, decidiu manter a taxa básica de juros do país na faixa de zero a 0,25% e avisou que ela continuará excepcionalmente baixa ao menos “até o fim de 2014”. O comunicado adia o prazo de manutenção da política monetária do Fed de meados de 2013, informado na reunião de novembro, para o fim de 2014.
A decisão visa a manter o dólar mais fraco, o que poderá pressionar moedas de países onde os juros são mais elevados, como o real, dizem analistas internacionais. O anúncio também deflagrará um maior apetite por ativos de risco, como ações, commodities e moedas de países emergentes.
Decisão histórica
O Fed também anunciou uma decisão histórica ao adotar uma meta de inflação de 2%. A ação é uma vitória do presidente da instituição, Ben Bernanke. Com isso, o Fed passa a ter uma política alinhada com a de outros importantes bancos centrais no mundo, como o do Brasil.