por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Entre as seis principais cidades do Estado, Londrina foi a que teve menor evolução no crescimento de empregos no comparativo entre 2011 e 2010, segundo o Ministério do Trabalho. O município fechou o ano passado com um saldo de 5.907 empregos – uma ascensão modesta de 4,13% na comparação com o ano anterior – e ficou atrás de Foz do Iguaçu (7,77%), Cascavel (7,07%), Ponta Grossa (6,70%), Maringá (5,54%) e Curitiba (4,96%). A média estadual ficou em 5,20%, com saldo final de 123.916 empregos.
O desempenho de alguns setores da atividade econômica teve boa representatividade para que Londrina fechasse o ano com uma média positiva. Entre os principais, estão a contrução civil, com crescimento de 7,51% e saldo de 709 empregos, os serviços (5,46% e 3.498 empregos) e comércio (3,68% e saldo final de 1.418 empregos). Apenas a indústria de transformação e o serviço industrial de utilidade pública fecharam 2011 no negativo, com -0,14% e -0,91%, respectivamente.
Gerson Guariente, presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon), comenta que o fechamento foi compatível com o que o setor estava calculando. Porém, ele ressalta que se o Plano Diretor da cidade tivesse sido aprovado, o crescimento seria de pelo menos 9%. ”A falta de aprovação do Plano Diretor segurou alguns empreendimentos, e isso, de um ano para cá”. Pela estimativa do Sinduscon, são pelo menos sete empreendimentos ”que estão no forno”, de 20 mil metros quadrados cada um. ”Os terrenos estão negociados, os projetos estão prontos. Para 2012, aguardamos pelo menos um incremento de 8% na criação de vagas no setor”, projeta ele.
Nivaldo Benvenho, presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), opina que Londrina está ficando com médias de geração de emprego no comércio – e outros segmentos – menores que de outras cidades do Estado porque não possui um plano estratégico de desenvolvimento. ”Isso é apenas um reflexo do pequeno número da abertura de empresas na cidade. E este não é um problema desta administração, é apenas fruto do que foi feito nas últimas duas décadas em todo o Estado. Se crescemos é porque cada um está fazendo o que pode”, relata ele.
Já o setor de serviços em Londrina tem acompanhado o desempenho de outros municípios do Paraná. A empresa Ask, controlada pela Sercomtel, por exemplo, planeja um crescimento de 500 para dois mil funcionários para atendimento de call center nos próximos anos. ”No segundo semestre de 2012, já vislumbramos angariar novos clientes, o que fatalmente irá aumentar nossa demanda. Este mercado está muito aquecido”, salienta Jeferson Belasque, presidente da entidade.
No Senac, os cursos mais procurados são da área de gestão, beleza e hospitalidade. ”São áreas que estão crescendo justamente devido a demanda cada vez maior do mercado. Só nestas três áreas, atendemos pelo menos 200 alunos mensalmente”, relata Juliana Rafaela Suavi, técnica de relações com o mercado do Senac.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Em relatório divulgado ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) diminuiu as previsões de crescimento da economia mundial, prevendo uma expansão global de 3,25% neste ano, uma redução dos 4% estimados no último comunicado, em setembro.
O organismo prevê ainda um aumento da recessão nos 17 países que integram a zona do euro e indicou que a crise pode se agravar neste ano. De acordo com o relatório, as economias da zona do euro devem encolher 0,5% em 2012. Em setembro, o órgão previa um crescimento de 1,1% na região.
Embora o FMI acredite que a economia mundial sofrerá com a crise europeia, que pode se agravar, os impactos da recessão da zona do euro não devem ser sentidos fortemente nos Estados Unidos. Além disso, o organismo internacional manifestou preocupação com os cortes orçamentários e planos de austeridade, medidas que podem diminuir o crescimento e abalar a confiança dos mercados.
Para a América Latina, a previsão de crescimento do FMI passou de 4% para 3,6% em 2012. O Fundo advertiu ainda que esse corte do crescimento mundial é bastante significativo, de 0,7 ponto percentual com relação às previsões de setembro, e que por isso todas as regiões devem ser afetadas. Os problemas relativos à dívida e ao deficit público na Europa foram ressaltados pelo Fundo, mas ao mesmo tempo foi pedido que as medidas de austeridade não agravem a situação.
Brasil
O Brasil teve seu crescimento reduzido em 0,6 ponto percentual pelo fundo, para 3%, e o do México foi cortado em apenas 0,1 ponto percentual, para 3,5%. A projeção para os Estados Unidos se manteve sem alterações, com uma expansão prevista em 1,8%, mas a União Europeia entrará em recessão, com uma contração de 0,5% (queda de 1,6 ponto percentual).
A China crescerá em 2012 cerca de 0,8 ponto percentual a menos, a 8,2%, e o Japão deve crescer apenas 1,7% (-0,6 ponto percentual). Já a Espanha deve apresentar uma contração de 1,7% em 2012 e uma queda de 0,3% em 2013. Já a Itália cairá 2,2% em 2012, segundo o Fundo.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Apesar de manter-se à frente da média nacional, o crescimento do poder aquisitivo da população do estado de São Paulo foi inferior ao do país no período de 2001 a 2009, aponta pesquisa divulgada nesta terça-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A renda per capita do paulista em 2001 era de R$ 738,20 e atingiu R$ 806,90 em 2009, o que representou um aumento de 9,3%. Já a média nacional em igual período subiu 23,5%, de R$ 511,50 para R$ 631,70.
Apesar de manter-se à frente da média nacional, o crescimento do poder aquisitivo da população do estado de São Paulo foi inferior ao do país no período de 2001 a 2009, aponta pesquisa divulgada nesta terça-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A renda per capita do paulista em 2001 era de R$ 738,20 e atingiu R$ 806,90 em 2009, o que representou um aumento de 9,3%. Já a média nacional em igual período subiu 23,5%, de R$ 511,50 para R$ 631,70.
Segundo o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, o crescimento da renda per capita ser menor que a média nacional deve-se ao fato de São Paulo não manter o dinamismo apresentado anteriormente. “São Paulo no passado era conhecido como a locomotiva do Brasil. Nas décadas de 50 e 80 a renda domiciliar do estado crescia mais rapidamente que a do Brasil. O cenário de hoje mostra o dinamismo de outras regiões”, destava Pochmann.
Em sua totalidade, a evolução dos índices sociais de São Paulo foi mais lenta se comparada aos índices brasileiros, mesmo o estado mantendo números maiores que as médias nacionais. A comparação faz parte da série “Situação Social nos Estados”, em que o Ipea compara os dados de cada estado à média da região a que pertence e à média nacional. O estudo usa índices registrados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE).
Índices relacionados a trabalho e renda foram os que mais sinalizaram diferenças negativas de São Paulo em relação às médias do Brasil e de toda a região Sudeste. A taxa de desemprego está entre elas. Em 2001, os desempregados em São Paulo representavam 10,8% da população economicamente ativa (PEA), ante 9,3% em 2009. No Brasil, o índice de 9,2% em 2001 foi para 8,2% em 2009. Já no Sudeste, a taxa passou de 10,5% para 8,6%.
O presidente do Ipea relaciona os índices que apresentaram números mais modestos à vulnerabilidade de estados como São Paulo diante de crises econômicas mundiais. Por ter característica urbana e industrial, o estado apresentou queda relevante nos índices de desemprego por causa da crise financeira iniciada em 2008. Daquele ano para 2009, a taxa de desemprego subiu 19,2% em São Paulo (de 7,8% para 9,3%), um pouco acima da média do país (17,1%), de 7% para 8,2%.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Em relatório divulgado ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) diminuiu as previsões de crescimento da economia mundial, prevendo uma expansão global de 3,25% neste ano, uma redução dos 4% estimados no último comunicado, em setembro.
O organismo prevê ainda um aumento da recessão nos 17 países que integram a zona do euro e indicou que a crise pode se agravar neste ano. De acordo com o relatório, as economias da zona do euro devem encolher 0,5% em 2012. Em setembro, o órgão previa um crescimento de 1,1% na região.
Embora o FMI acredite que a economia mundial sofrerá com a crise europeia, que pode se agravar, os impactos da recessão da zona do euro não devem ser sentidos fortemente nos Estados Unidos. Além disso, o organismo internacional manifestou preocupação com os cortes orçamentários e planos de austeridade, medidas que podem diminuir o crescimento e abalar a confiança dos mercados.
Para a América Latina, a previsão de crescimento do FMI passou de 4% para 3,6% em 2012. O Fundo advertiu ainda que esse corte do crescimento mundial é bastante significativo, de 0,7 ponto percentual com relação às previsões de setembro, e que por isso todas as regiões devem ser afetadas. Os problemas relativos à dívida e ao deficit público na Europa foram ressaltados pelo Fundo, mas ao mesmo tempo foi pedido que as medidas de austeridade não agravem a situação.
Brasil
O Brasil teve seu crescimento reduzido em 0,6 ponto percentual pelo fundo, para 3%, e o do México foi cortado em apenas 0,1 ponto percentual, para 3,5%. A projeção para os Estados Unidos se manteve sem alterações, com uma expansão prevista em 1,8%, mas a União Europeia entrará em recessão, com uma contração de 0,5% (queda de 1,6 ponto percentual).
A China crescerá em 2012 cerca de 0,8 ponto percentual a menos, a 8,2%, e o Japão deve crescer apenas 1,7% (-0,6 ponto percentual). Já a Espanha deve apresentar uma contração de 1,7% em 2012 e uma queda de 0,3% em 2013. Já a Itália cairá 2,2% em 2012, segundo o Fundo.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Apesar de manter-se à frente da média nacional, o crescimento do poder aquisitivo da população do estado de São Paulo foi inferior ao do país no período de 2001 a 2009, aponta pesquisa divulgada nesta terça-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A renda per capita do paulista em 2001 era de R$ 738,20 e atingiu R$ 806,90 em 2009, o que representou um aumento de 9,3%. Já a média nacional em igual período subiu 23,5%, de R$ 511,50 para R$ 631,70.
Apesar de manter-se à frente da média nacional, o crescimento do poder aquisitivo da população do estado de São Paulo foi inferior ao do país no período de 2001 a 2009, aponta pesquisa divulgada nesta terça-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A renda per capita do paulista em 2001 era de R$ 738,20 e atingiu R$ 806,90 em 2009, o que representou um aumento de 9,3%. Já a média nacional em igual período subiu 23,5%, de R$ 511,50 para R$ 631,70.
Segundo o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, o crescimento da renda per capita ser menor que a média nacional deve-se ao fato de São Paulo não manter o dinamismo apresentado anteriormente. “São Paulo no passado era conhecido como a locomotiva do Brasil. Nas décadas de 50 e 80 a renda domiciliar do estado crescia mais rapidamente que a do Brasil. O cenário de hoje mostra o dinamismo de outras regiões”, destava Pochmann.
Em sua totalidade, a evolução dos índices sociais de São Paulo foi mais lenta se comparada aos índices brasileiros, mesmo o estado mantendo números maiores que as médias nacionais. A comparação faz parte da série “Situação Social nos Estados”, em que o Ipea compara os dados de cada estado à média da região a que pertence e à média nacional. O estudo usa índices registrados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE).
Índices relacionados a trabalho e renda foram os que mais sinalizaram diferenças negativas de São Paulo em relação às médias do Brasil e de toda a região Sudeste. A taxa de desemprego está entre elas. Em 2001, os desempregados em São Paulo representavam 10,8% da população economicamente ativa (PEA), ante 9,3% em 2009. No Brasil, o índice de 9,2% em 2001 foi para 8,2% em 2009. Já no Sudeste, a taxa passou de 10,5% para 8,6%.
O presidente do Ipea relaciona os índices que apresentaram números mais modestos à vulnerabilidade de estados como São Paulo diante de crises econômicas mundiais. Por ter característica urbana e industrial, o estado apresentou queda relevante nos índices de desemprego por causa da crise financeira iniciada em 2008. Daquele ano para 2009, a taxa de desemprego subiu 19,2% em São Paulo (de 7,8% para 9,3%), um pouco acima da média do país (17,1%), de 7% para 8,2%.