por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
O primeiro item da lista de matérias prontas para votação no plenário do Senado em 2012 é a proposta de emenda à Constituição 20/99. Pela proposição, o jovem com idade entre 16 e 18 anos que delinquir será criminalmente responsabilizado, desde que comprovada sua capacidade de entender a ilicitude do seu ato.
A matéria trata de um dos assuntos que mais suscitou iniciativas, debates, adiamentos e indignação no Senado nos últimos anos. Toda vez que um crime bárbaro cometido por menores alarmou o país – como o assassinato do menino João Hélio, arrastado em 2007 por um carro dirigido por adolescentes, no Rio de Janeiro – a imputabilidade do menor voltou ao debate.
De autoria do ex-senador José Roberto Arruda, o texto chegou ao plenário na redação proposta pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que já foi procurador da Justiça e secretário de Segurança Pública de Goiás. A tese de que a criminalidade entre os jovens tem, entre outras causas, a miséria foi um dos motivos de resistência à aprovação da proposta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Invocando sua experiência em Segurança Pública, Demóstenes Torres sustentou, durante o exame da PEC naquela comissão, que a criminalidade é um assunto de fundo moral. Para ele, um jovem entre 16 e 18 anos tem plena capacidade de identificar o ato criminoso e a pobreza não é causa determinante da criminalidade.
– Eu também já acreditei nisso, mas encontrei a estrada de Damasco. Se assim fosse, como explicar o crescimento da criminalidade entre jovens ricos? – argumentou Demóstenes quando a matéria foi votada na CCJ.
A PEC 20/99 determina que são inimputáveis os menores de 16 anos, sujeitos às normas da legislação especial. A proposta altera o artigo 228 da Constituição, acrescentando-lhe também um parágrafo único para determinar que os menores de 18 e maiores de 16 anos estarão sujeitos ao seguinte tratamento:
I – somente serão penalmente imputáveis quando, ao tempo do crime, tinham plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato, atestada por laudo técnico;
II – cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de dezoito anos;
III – terão a pena substituída por medida socioeducativa, desde que não estejam incursos em crimes inafiançáveis.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
O primeiro item da lista de matérias prontas para votação no plenário do Senado em 2012 é a proposta de emenda à Constituição 20/99. Pela proposição, o jovem com idade entre 16 e 18 anos que delinquir será criminalmente responsabilizado, desde que comprovada sua capacidade de entender a ilicitude do seu ato.
A matéria trata de um dos assuntos que mais suscitou iniciativas, debates, adiamentos e indignação no Senado nos últimos anos. Toda vez que um crime bárbaro cometido por menores alarmou o país – como o assassinato do menino João Hélio, arrastado em 2007 por um carro dirigido por adolescentes, no Rio de Janeiro – a imputabilidade do menor voltou ao debate.
De autoria do ex-senador José Roberto Arruda, o texto chegou ao plenário na redação proposta pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que já foi procurador da Justiça e secretário de Segurança Pública de Goiás. A tese de que a criminalidade entre os jovens tem, entre outras causas, a miséria foi um dos motivos de resistência à aprovação da proposta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Invocando sua experiência em Segurança Pública, Demóstenes Torres sustentou, durante o exame da PEC naquela comissão, que a criminalidade é um assunto de fundo moral. Para ele, um jovem entre 16 e 18 anos tem plena capacidade de identificar o ato criminoso e a pobreza não é causa determinante da criminalidade.
– Eu também já acreditei nisso, mas encontrei a estrada de Damasco. Se assim fosse, como explicar o crescimento da criminalidade entre jovens ricos? – argumentou Demóstenes quando a matéria foi votada na CCJ.
A PEC 20/99 determina que são inimputáveis os menores de 16 anos, sujeitos às normas da legislação especial. A proposta altera o artigo 228 da Constituição, acrescentando-lhe também um parágrafo único para determinar que os menores de 18 e maiores de 16 anos estarão sujeitos ao seguinte tratamento:
I – somente serão penalmente imputáveis quando, ao tempo do crime, tinham plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato, atestada por laudo técnico;
II – cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de dezoito anos;
III – terão a pena substituída por medida socioeducativa, desde que não estejam incursos em crimes inafiançáveis.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
O Distrito Federal criou 29.583 mil empregos formais em 2011, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgadas nesta terça-feira (24). O número representa uma queda de 20% em relação às 37.080 vagas criadas em 2010.
O DF segue a tendência de queda registrada no país. No Brasil foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo ano de 2011, o que representa queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,54 milhões de vagas formais, segundo o Caged.
De acordo com o levantamento, os setores que mais geraram novas vagas no DF foram
serviços (16.627 postos), construção civil (8.445), comércio (4.212), e indústria de transformação (818).
No ano, o DF foi a terceira unidade da federação com melhor salário médio no período de contratação (R$ 935,22), ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 1.053) e Rio de Janeiro (R$ 1.030).
Dezembro
Apesar do resultado positivo no ano, o DF registrou redução de 7.707 postos de trabalho em dezembro em comparação com o mês anterior, redução equivalente a 1,09% no nível de emprego.
Segundo o ministério, a redução já é esperada no período por características como “entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas e esgotamento da bolha de consumo no final do ano”. Esta, no entanto, foi a maior redução registrada pelo Caged para o DF em dezembro, desde o início da série histórica em 2003.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
O Distrito Federal criou 29.583 mil empregos formais em 2011, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgadas nesta terça-feira (24). O número representa uma queda de 20% em relação às 37.080 vagas criadas em 2010.
O DF segue a tendência de queda registrada no país. No Brasil foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo ano de 2011, o que representa queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,54 milhões de vagas formais, segundo o Caged.
De acordo com o levantamento, os setores que mais geraram novas vagas no DF foram
serviços (16.627 postos), construção civil (8.445), comércio (4.212), e indústria de transformação (818).
No ano, o DF foi a terceira unidade da federação com melhor salário médio no período de contratação (R$ 935,22), ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 1.053) e Rio de Janeiro (R$ 1.030).
Dezembro
Apesar do resultado positivo no ano, o DF registrou redução de 7.707 postos de trabalho em dezembro em comparação com o mês anterior, redução equivalente a 1,09% no nível de emprego.
Segundo o ministério, a redução já é esperada no período por características como “entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas e esgotamento da bolha de consumo no final do ano”. Esta, no entanto, foi a maior redução registrada pelo Caged para o DF em dezembro, desde o início da série histórica em 2003.
por master | 25/01/12 | Ultimas Notícias
Foram criados 122.286 postos de trabalho no Rio Grande do Sul em 2011, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número ficou 32,34% abaixo do resultado do ano anterior, quando foram criados 181.891 empregos no Estado.
Segundo o Caged, foram 1.504.897 contratações contra 1.382.611 demissões no Rio Grande do Sul. O setor de Serviços foi o que mais teve crescimento, com a criação de 54.562 postos de trabalho, seguido pelo Comércio (32.736 postos), Indústria de Transformação (21.411 postos), e da Construção Civil (11.530 postos).
Apesar da previsão de redução do crescimento econômico do Brasil em 2012, o secretário Lara aposta no Plano Estadual de Qualificação, lançado em dezembro passado, para que mais pessoas sejam incluídas no mercado de trabalho formal. “Teremos 68 mil vagas de qualificação à disposição para 2012. Com isso, esperamos aumentar a colocação de pessoas no mercado. Vagas nós temos, só falta qualificar as pessoas”, afirma.Os números foram bem recebidos pela Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social do estado. De acordo com o secretário Luís Augusto Lara, o resultado só não foi melhor porque faltam profissionais qualificados para ocupar todas as vagas disponíveis. “A Região Metropolitana de Porto Alegre tem cerca de 30 mil vagas à disposição que não são ocupadas por falta de qualificação”, diz.
O resultado no Rio Grande do Sul é semelhante ao obtido no resto do Brasil. Em termos nacionais, o número de vagas formais no mercado de trabalho registrou queda de 23,5% em relação ao ano anterior.
Foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo o ano de 2011, contra 2,54 milhões de vagas abertas em 2010.
Por regiões do país, os dados mostram que a criação de empregos formais cresceu, principalmente, na região Sudeste, onde foram criadas 1 milhão de vagas, ou seja, mais da metade das vagas abertas em todo o Brasil. Os estados que mais geraram empregos foram São Paulo (551.771 novos postos), Minas Gerais (206.402), Rio de Janeiro (202.495) e Paraná, (123.916 postos), seguidos pelo Rio Grande do Sul.