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Redução da maioridade penal aguarda inclusão na pauta do Plenário

Redução da maioridade penal aguarda inclusão na pauta do Plenário

O primeiro item da lista de matérias prontas para votação no plenário do Senado em 2012 é a proposta de emenda à Constituição 20/99. Pela proposição, o jovem com idade entre 16 e 18 anos que delinquir será criminalmente responsabilizado, desde que comprovada sua capacidade de entender a ilicitude do seu ato.

A matéria trata de um dos assuntos que mais suscitou iniciativas, debates, adiamentos e indignação no Senado nos últimos anos. Toda vez que um crime bárbaro cometido por menores alarmou o país – como o assassinato do menino João Hélio, arrastado em 2007 por um carro dirigido por adolescentes, no Rio de Janeiro – a imputabilidade do menor voltou ao debate.

De autoria do ex-senador José Roberto Arruda, o texto chegou ao plenário na redação proposta pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que já foi procurador da Justiça e secretário de Segurança Pública de Goiás. A tese de que a criminalidade entre os jovens tem, entre outras causas, a miséria foi um dos motivos de resistência à aprovação da proposta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Invocando sua experiência em Segurança Pública, Demóstenes Torres sustentou, durante o exame da PEC naquela comissão, que a criminalidade é um assunto de fundo moral. Para ele, um jovem entre 16 e 18 anos tem plena capacidade de identificar o ato criminoso e a pobreza não é causa determinante da criminalidade.

– Eu também já acreditei nisso, mas encontrei a estrada de Damasco. Se assim fosse, como explicar o crescimento da criminalidade entre jovens ricos? – argumentou Demóstenes quando a matéria foi votada na CCJ.

A PEC 20/99 determina que são inimputáveis os menores de 16 anos, sujeitos às normas da legislação especial. A proposta altera o artigo 228 da Constituição, acrescentando-lhe também um parágrafo único para determinar que os menores de 18 e maiores de 16 anos estarão sujeitos ao seguinte tratamento:

I – somente serão penalmente imputáveis quando, ao tempo do crime, tinham plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato, atestada por laudo técnico;

II – cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de dezoito anos;

III – terão a pena substituída por medida socioeducativa, desde que não estejam incursos em crimes inafiançáveis.

Redução da maioridade penal aguarda inclusão na pauta do Plenário

Redução da maioridade penal aguarda inclusão na pauta do Plenário

O primeiro item da lista de matérias prontas para votação no plenário do Senado em 2012 é a proposta de emenda à Constituição 20/99. Pela proposição, o jovem com idade entre 16 e 18 anos que delinquir será criminalmente responsabilizado, desde que comprovada sua capacidade de entender a ilicitude do seu ato.

A matéria trata de um dos assuntos que mais suscitou iniciativas, debates, adiamentos e indignação no Senado nos últimos anos. Toda vez que um crime bárbaro cometido por menores alarmou o país – como o assassinato do menino João Hélio, arrastado em 2007 por um carro dirigido por adolescentes, no Rio de Janeiro – a imputabilidade do menor voltou ao debate.

De autoria do ex-senador José Roberto Arruda, o texto chegou ao plenário na redação proposta pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que já foi procurador da Justiça e secretário de Segurança Pública de Goiás. A tese de que a criminalidade entre os jovens tem, entre outras causas, a miséria foi um dos motivos de resistência à aprovação da proposta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Invocando sua experiência em Segurança Pública, Demóstenes Torres sustentou, durante o exame da PEC naquela comissão, que a criminalidade é um assunto de fundo moral. Para ele, um jovem entre 16 e 18 anos tem plena capacidade de identificar o ato criminoso e a pobreza não é causa determinante da criminalidade.

– Eu também já acreditei nisso, mas encontrei a estrada de Damasco. Se assim fosse, como explicar o crescimento da criminalidade entre jovens ricos? – argumentou Demóstenes quando a matéria foi votada na CCJ.

A PEC 20/99 determina que são inimputáveis os menores de 16 anos, sujeitos às normas da legislação especial. A proposta altera o artigo 228 da Constituição, acrescentando-lhe também um parágrafo único para determinar que os menores de 18 e maiores de 16 anos estarão sujeitos ao seguinte tratamento:

I – somente serão penalmente imputáveis quando, ao tempo do crime, tinham plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato, atestada por laudo técnico;

II – cumprirão pena em local distinto dos presos maiores de dezoito anos;

III – terão a pena substituída por medida socioeducativa, desde que não estejam incursos em crimes inafiançáveis.

Redução da maioridade penal aguarda inclusão na pauta do Plenário

Vaga com carteira assinada em 2011 tem queda de 20% no DF, diz Caged

O Distrito Federal criou 29.583 mil empregos formais em 2011, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgadas nesta terça-feira (24). O número representa uma queda de 20% em relação às 37.080 vagas criadas em 2010.
 
O DF segue a tendência de queda registrada no país. No Brasil foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo ano de 2011, o que representa queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,54 milhões de vagas formais, segundo o Caged.
 
De acordo com o levantamento, os setores que mais geraram novas vagas no DF foram
serviços (16.627 postos), construção civil (8.445), comércio (4.212), e indústria de transformação (818).
 
No ano, o DF foi a terceira unidade da federação com melhor salário médio no período de contratação (R$ 935,22), ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 1.053) e Rio de Janeiro (R$ 1.030).
 
Dezembro
Apesar do resultado positivo no ano, o DF registrou redução de 7.707 postos de trabalho em dezembro em comparação com o mês anterior, redução equivalente a 1,09% no nível de emprego.
 
Segundo o ministério, a redução já é esperada no período por características como “entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas e esgotamento da bolha de consumo no final do ano”. Esta, no entanto, foi a maior redução registrada pelo Caged para o DF em dezembro, desde o início da série histórica em 2003.
Redução da maioridade penal aguarda inclusão na pauta do Plenário

Vaga com carteira assinada em 2011 tem queda de 20% no DF, diz Caged

O Distrito Federal criou 29.583 mil empregos formais em 2011, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgadas nesta terça-feira (24). O número representa uma queda de 20% em relação às 37.080 vagas criadas em 2010.
 
O DF segue a tendência de queda registrada no país. No Brasil foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo ano de 2011, o que representa queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,54 milhões de vagas formais, segundo o Caged.
 
De acordo com o levantamento, os setores que mais geraram novas vagas no DF foram
serviços (16.627 postos), construção civil (8.445), comércio (4.212), e indústria de transformação (818).
 
No ano, o DF foi a terceira unidade da federação com melhor salário médio no período de contratação (R$ 935,22), ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 1.053) e Rio de Janeiro (R$ 1.030).
 
Dezembro
Apesar do resultado positivo no ano, o DF registrou redução de 7.707 postos de trabalho em dezembro em comparação com o mês anterior, redução equivalente a 1,09% no nível de emprego.
 
Segundo o ministério, a redução já é esperada no período por características como “entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas e esgotamento da bolha de consumo no final do ano”. Esta, no entanto, foi a maior redução registrada pelo Caged para o DF em dezembro, desde o início da série histórica em 2003.
Redução da maioridade penal aguarda inclusão na pauta do Plenário

Criação de novos empregos formais registra queda de 32,34% no RS

Foram criados 122.286 postos de trabalho no Rio Grande do Sul em 2011, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número ficou 32,34% abaixo do resultado do ano anterior, quando foram criados 181.891 empregos no Estado.
 
Segundo o Caged, foram 1.504.897 contratações contra 1.382.611 demissões no Rio Grande do Sul. O setor de Serviços foi o que mais teve crescimento, com a criação de 54.562 postos de trabalho, seguido pelo Comércio (32.736 postos), Indústria de Transformação (21.411 postos), e da Construção Civil (11.530 postos).
 
Apesar da previsão de redução do crescimento econômico do Brasil em 2012, o secretário Lara aposta no Plano Estadual de Qualificação, lançado em dezembro passado, para que mais pessoas sejam incluídas no mercado de trabalho formal. “Teremos 68 mil vagas de qualificação à disposição para 2012. Com isso, esperamos aumentar a colocação de pessoas no mercado. Vagas nós temos, só falta qualificar as pessoas”, afirma.Os números foram bem recebidos pela Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social do estado. De acordo com o secretário Luís Augusto Lara, o resultado só não foi melhor porque faltam profissionais qualificados para ocupar todas as vagas disponíveis. “A Região Metropolitana de Porto Alegre tem cerca de 30 mil vagas à disposição que não são ocupadas por falta de qualificação”, diz.
 
O resultado no Rio Grande do Sul é semelhante ao obtido no resto do Brasil. Em termos nacionais, o número de vagas formais no mercado de trabalho registrou queda de 23,5% em relação ao ano anterior.
 
Foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo o ano de 2011, contra 2,54 milhões de vagas abertas em 2010.
 
Por regiões do país, os dados mostram que a criação de empregos formais cresceu, principalmente, na região Sudeste, onde foram criadas 1 milhão de vagas, ou seja, mais da metade das vagas abertas em todo o Brasil. Os estados que mais geraram empregos foram São Paulo (551.771 novos postos), Minas Gerais (206.402), Rio de Janeiro (202.495) e Paraná, (123.916 postos), seguidos pelo Rio Grande do Sul.