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Brasil Carinhoso vai combater a miséria na primeira infância

Brasil Carinhoso vai combater a miséria na primeira infância

O Brasil Carinhoso, que o governo irá lançar nesta segunda-feira, é uma das mais importantes ações de combate à miséria na primeira infância já feitas no país, e irá beneficiar 2 milhões de famílias que vivem na extrema porbreza. O plano terá ações na área social, com a ampliação do Bolsa Família; da educação, aumentando a oferta de vagas nas creches; e da saúde, oferecendo suplementação de vitamina “A”, ferro, e medicação gratuita contra Asma.

Transcrição

Apresentador: Olá você em todo o Brasil, eu sou o Luciano Seixas e começa agora mais um Café com a Presidenta Dilma. Bom dia, presidenta! Tudo bem? 

Presidenta: Tudo bem, Luciano! Bom dia também para você, ouvinte, que nos acompanha aqui no Café! 

Apresentador: Presidenta, a senhora vai lançar hoje um plano que vai beneficiar crianças de zero a seis anos. Por que o governo decidiu fazer esse programa? 

Presidenta: Olha, Luciano, nós estamos chamando esta ação de Brasil Carinhoso, e é uma das mais importantes ações de combate à miséria na primeira infância já lançada nesse país. O meu governo quer mudar o futuro do Brasil! Para isso, nós temos que olhar com atenção as nossas crianças. Os cuidados com a educação e a saúde das nossas crianças são importantíssimos, porque atacam a desigualdade entre pobres e ricos na raiz do problema: oferecem as mesmas oportunidades de crescimento. E isso, pode ter certeza, viu Luciano, vai ser importante durante toda a vida delas. 

Apresentador: Como esse plano vai cuidar das crianças brasileiras, presidenta? 

Presidenta: Nós vamos ampliar o Bolsa Família para beneficiar as crianças de zero a seis anos das famílias extremamente pobres. Vai funcionar assim, Luciano, vamos garantir para toda a família brasileira que tenha, pelo menos, uma criança de zero a seis anos, uma renda mensal, por pessoa da família, de no mínimo de R$ 70,00. Fazendo isso, nós vamos beneficiar 2 milhões de famílias, tirando-as da extrema pobreza. Uma coisa importante, Luciano, é que esse dinheiro vai ser pago no cartão do Bolsa Família no mesmo dia em que as famílias já estão acostumadas a receber o benefício, sem nenhuma burocracia. 

Apresentador: O Brasil Carinhoso também vai cuidar da educação dessas crianças, presidenta?

Presidenta: Ah, vai sim, Luciano. A educação é o grande caminho para tirar as pessoas definitivamente da pobreza. Por isso, nós estamos investindo nas creches. Porque as crianças, Luciano, desde bebês, precisam ser estimuladas através de brincadeiras, ter contato com jogos, com as cores, com as músicas, escutar histórias. Elas precisam de estímulos, Luciano, para se desenvolver e para se transformar em adultos criativos e capazes. 

Apresentador: Como o governo vai fazer para garantir que as crianças tenham acesso às creches, presidenta? 

Presidenta: Olha, Luciano, nós vamos aumentar o número de vagas e vamos melhorar a qualidade do atendimento nessas creches. Hoje mesmo, nós vamos assinar um acordo com as prefeituras para a construção de mais 1.500 creches em todo o país. Até o final de 2014, Luciano, nós vamos ter acrescentado mais 6 mil creches. Mas nós temos ainda duas outras novidades: a primeira, é que nós vamos repassar para as prefeituras, de forma imediata, os recursos do governo federal para custear cada nova vaga aberta nas creches públicas ou conveniadas. A segunda novidade é que nós vamos estimular a matrícula de crianças do Bolsa Família nas creches de todo do país. Para cada criança do Bolsa Família matriculada, um município vai receber 50% a mais do valor que já é repassado pelo governo federal. Com esse dinheiro extra, a creche vai poder comprar mais brinquedos pedagógicos, fraldas ou até mesmo fazer pequenas reformas para tornar o ambiente mais aconchegante. Com o Brasil Carinhoso, Luciano, nós também vamos aumentar em quase 70% o valor que o governo federal repassa aos municípios para reforçar a alimentação nessas creches. 

Apresentador: Uma boa alimentação é muito importante para o desenvolvimento das crianças, não é, presidenta? 

Presidenta: É isso aí, Luciano. Mas cuidar da saúde também é fundamental. Por isso vamos ampliar a prevenção e o tratamento de doenças que afetam as nossas crianças. Uma dessas ações vai ser a distribuição de vitamina “A” durante as campanhas nacionais de vacinação. Também vamos garantir o suplemento de ferro nas Unidades Básicas de Saúde para quem tiver indicação médica. Isso é importante, Luciano, porque a falta de ferro e de vitamina “A” pode causar anemia e aumentar o risco de infecções, prejudicando o desenvolvimento por toda a vida. 

Apresentador: O Brasil Carinhoso também vai ampliar a distribuição de medicamentos, presidenta? 

Presidenta: Ah, vai sim, Luciano. Vamos distribuir, de graça, remédios para o tratamento da asma na rede Aqui tem Farmácia Popular. Porque o Ministério da Saúde, Luciano, observou que a asma é a segunda principal causa de internação de crianças de até cinco anos no SUS. Eu sei bem como as mães que têm filhos com asma ficam apreensivas, porque a minha filha teve asma quando era pequena. Sabe, Luciano, o uso correto dos remédios pode diminuir muito as complicações da doença, a necessidade de internação e até mesmo a mortalidade dessas crianças. Com o Brasil Carinhoso, as mães vão poder criar seus filhos com mais tranquilidade e com mais esperança. Vão poder, Luciano, dar a eles um futuro melhor! 

Apresentador: Presidenta, que boa notícia que a senhora deu aos brasileiros hoje. Eu agradeço à senhora por mais esse Café. 

Presidenta: Obrigada pela companhia, Luciano. E uma ótima semana para você e para todos os nossos ouvintes. 

Apresentador: Você que nos ouve pode acessar esse programa na internet, o endereço é www.cafe.ebc.com.br. Nós voltamos na próxima segunda-feira, até lá!


Brasil Carinhoso vai combater a miséria na primeira infância

Orçamento de Curitiba para 2013 é de R$ 5,6 bilhões

 

A previsão do orçamento de Curitiba para 2013 é de R$ 5,6 bilhões, 10,14% a mais que o orçamento deste ano, que é de R$ 5,1 bilhões. A despesa total prevista para o próximo ano é de R$ 5,4 bilhões, o que deixa uma reserva de contingência de R$ 145 milhões aos cofres públicos municipais. “Isso demonstra que a cidade mantém o equilíbrio nas contas”, disse o prefeito Luciano Ducci. Os números foram divulgados na apresentação da proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013, na última sexta-feira, em audiência pública no Memorial de Curitiba. A Prefeitura tem até a próxima amanhã, para enviar a proposta a Câmara dos Vereadores.

A área da saúde vai receber um total de R$ 1,1 bilhão de investimentos. Só com receita de impostos de todas as áreas de governo o valor fica em R$ 492 milhões. Isso representa 15,73% do total do orçamento. Somados outros recursos, como transferências do Sistema Único de Saúde (SUS) e convênios, a previsão total de investimentos na área da saúde vai para R$ 1,1 bilhão.

Na educação, somente com a receita de impostos, o valor para investimentos alcança R$ 800 milhões. Isso representa 25,5% do orçamento para o próximo ano. Somados outros recursos, como aplicações financeiras, e ganho do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) a previsão total de investimentos na área de educação chega a R$ 978 milhões.Por lei, os municípios devem investir 15% do orçamento na área de educação e 25% na saúde. “Conseguimos, mais uma vez superar os valores previstos na Constituição”, afirmou o secretário de Finanças, João Luiz Marcon. Em obras e equipamentos estão previstos investimentos de R$ 447 milhões para o próximo ano.

Consultas – Para definir as prioridades da LDO, a Prefeitura realizou consultas públicas com a população nas nove regionais da cidade. Além das consultas presenciais, as sugestões puderam ser feitas pela internet, por meio do site da Prefeitura, e pelo telefone 156 desde o mês de abril.

As principais prioridades apontadas pelos cidadãos foram para investimentos em vias, segurança, esporte e lazer, trânsito, meio ambiente, saúde e transporte. Moradores, comerciantes, lideranças comunitárias, secretários municipais e administradores regionais participaram da audiência de apresentação da LDO.

“Aqui é um momento que apresentamos a proposta e discutimos novamente o orçamento com a população”, explicou a superintendente da secretaria municipal de Planejamento e Gestão, Ana Jayme. Gabriel Tavares, morador do Uberaba, participou da audiência. “As audiências são muito importante para a população sugerir melhorias para a comunidade e ver onde a Prefeitura vai investir”, afirmou Gabriel.

LOA — No início do segundo semestre começam as discussões para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), onde as propostas apresentadas na LDO serão detalhadas. Novas consultas públicas serão realizadas com a população nas nove regionais da cidade para discutir a LOA, que deve ser encaminhada para a Câmara até o dia 30 de setembro. “Essas audiências mostram a visão do cidadão sobre o que mais precisa ser feito na cidade. A Prefeitura executa as ações e torna o orçamento mais participativo. Ano a ano as participações nas audiências e sugestões aumentam. É um processo de evolução constante”, define o secretário de Finanças, João Luiz Marcon. Nas consultas públicas, além de dar sugestões, os cidadãos podem tirar dúvidas com representantes de todas as secretarias da Prefeitura.

 

Brasil Carinhoso vai combater a miséria na primeira infância

Assembleia Legislativa do Paraná, vota reajuste do funcionalismo

 

A Assembleia Legislativa deve começar a votar, nesta semana, a proposta de reajuste de 5,1% para o funcionalismo público estadual. O governo do Estado encaminhou o projeto na semana passada, e a intenção é votar a proposta o quanto antes para garantir o pagamento do benefício já nos salários deste mês. 

A recomposição salarial obedece à variação da inflação acumulada nos últimos 12 meses, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor-Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é o parâmetro oficial usado para estabelecer reajustes do funcionalismo estadual.

A exemplo do que ocorreu em 2011, o reajuste dos vencimentos será pago em parcela única, em maio, para todos os 151 mil servidores ativos, 72 mil aposentados e 25 mil pensionistas. O valor atual da folha mensal do Estado é de R$ 910 milhões.

No caso dos servidores dos quadros da Polícia Militar, Polícia Científica, Polícia Civil e delegados, o reajuste anual virá estabelecido automaticamente nas novas tabelas de remuneração diferenciada, paga por meio de subsídios, que serão implantadas nesse mês de maio.

De acordo com o secretário da Administração e Previdência, Luiz Eduardo Sebastiani, mais uma vez o governo cumprirá a lei da data-base, em respeito aos servidores estaduais. Em anos anteriores o reajuste era feito de forma escalonada e pago em datas diferenciadas entre as categorias. 

Limite – O secretário explicou que por determinação do governador Beto Richa o Estado está fazendo um grande esforço para garantir o reajuste salarial a todas as categorias, sem deixar de observar o limite prudencial de dispêndio com pessoal, previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. O teto de gastos do Poder Executivo é 49% da Receita Corrente Líquida (RCL). 

“O governo trabalha com um limite muito restrito de recursos. Por isso estamos fazendo um grande esforço de redução de gastos e aumento das receitas, de modo garantir a recomposição dos salários, valorizando os servidores de todas as categorias, sem deixar de atender a Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse Sebastiani.

 


 

Brasil Carinhoso vai combater a miséria na primeira infância

Turbulência global pode ter afetado PIB do País

O crescimento potencial do mundo pode ter caído em razão dos efeitos da grande crise global na economia real, segundo o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini. No Brasil, da mesma forma, pode ter havido alguma queda, para o presidente do BC, que nota que ‘‘o crescimento de 7,5%, como ocorrido em 2010, é claramente muito superior ao potencial brasileiro’’. 

 Para Tombini, uma expansão do PIB de 4% ao ano numa economia madura como o Brasil é bastante satisfatória. Ele não revelou, porém, qual seria a sua estimativa sobre o crescimento potencial do Brasil hoje. O crescimento potencial é aquele que não gera desequilíbrios na economia, como inflação em alta ou deficits externos insustentáveis. 

Em relação à convergência da inflação para o centro da meta de 4,5%, Tombini chama a atenção para o debate, na comunidade internacional de bancos centrais, sobre a ‘‘resiliência da inflação’’ em diversos países. O fenômeno pode estar ligado à incidência mais alta de choques de oferta, como altas do petróleo e outras commodities, e à elevada liquidez internacional. 

Para Tombini, a economia brasileira está sólida, com reservas internacionais de US$ 374 bilhões e dívida pública líquida de cerca de 36% do PIB. Ele afirmou que o BC não tem intenção de usar medidas macroprudenciais para evitar a elevação da Selic no futuro, conforme especulações no mercado. E frisou que o objetivo principal das medidas macroprudenciais, como controles sobre mercados de crédito, é o de controlar desequilíbrios no mercado financeiro e de crédito.

 

 

Fonte: Folha de Londrina, 14 de maio de 2012


Brasil Carinhoso vai combater a miséria na primeira infância

Líderes de Japão, China e Coreia se reúnem em Pequim

Líderes de Japão, China e Coreia do Sul concordaram hoje, em um encontro em Pequim, em continuar a integração da parceria econômica entre as nações, mas conversas bilaterais separadas com o primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, mostraram que assuntos controversos permanecem como um abismo persistente entre as potências do nordeste asiático. 

“Decidimos lançar negociações rumo a um Tratado de Livre-Comércio (TLC) este ano, o que é uma importante decisão estratégica”, disse o premiê chinês, Wen Jiabao, em uma entrevista à imprensa junto com Noda e com o presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak. “O TLC vai dar vitalidade econômica à região e impulsionar a integração econômica” do nordeste da Ásia, afirmou Wen. 

Os três líderes também assinaram um acordo de investimento trilateral, o qual Wen descreveu como “o primeiro documento legal importante” entre as economias dos três países. 

Sobre o lançamento de um míssil em abril e a ameaça de um teste nuclear pela Coreia do Norte, Noda disse que os três países concordaram em continuar trabalhando juntos para “evitar a possibilidade de outro ato de provocação”. 

Entretanto, em conversas bilaterais entre Noda e Lee e entre Noda e Wen, tanto a Coreia do Sul quanto a China mencionaram assuntos sensíveis que no passado levaram a uma suspensão das relações diplomáticas entre eles. As informações são da Dow Jones.