por master | 07/05/12 | Ultimas Notícias
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) deve votar quarta-feira o projeto de lei que obriga o pagamento de seguro-desemprego às empregadas domésticas por, no máximo, três meses. Para ter direito ao benefício, a doméstica deve ter trabalhado por um período mínimo de 15 meses nos últimos 24 meses contados da dispensa sem justa causa. A relatora da matéria, Lídice da Mata (PSB-BA), destacou que atualmente ”apenas 6% dos empregados domésticos têm direito ao seguro-desemprego”.
Pela proposta, as domésticas terão direito ao seguro-desemprego independentemente de estarem inscritas no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No parecer, Lídice da Mata lembrou que o FGTS não guarda qualquer relação com o seguro-desemprego. Segundo ela, enquanto o fundo tem por objetivo realizar uma poupança ao trabalhador e financiar projetos de habitação popular, saneamento e infraestrutura, o seguro-desemprego é uma renda de emergência.
A regra atual prevê que a concessão do seguro-desemprego ao empregado doméstico está vinculada diretamente ao recolhimento do FGTS pelo empregador. A relatora explicou que não existe qualquer problema de ordem ”jurídico-constitucional” para a concessão do seguro-desemprego a todos os empregados domésticos formais, ainda que não haja a respectiva contribuição para o FGTS ou para o PIS-Pasep.
Ela disse que isso já ocorre com o pescador profissional que exerce atividade de forma artesanal, individualmente ou em regime de economia familiar. ”Nada mais justo, portanto, que se estenda a todos os empregados domésticos o benefício do seguro-desemprego por um período máximo de três meses de forma isonômica, independentemente da contribuição do empregador ao Fundo de Garantia.”
por master | 07/05/12 | Ultimas Notícias
taxa de retorno de investimentos em imóveis comerciais no Brasil no primeiro trimestre de 2012 foi de 4,35% em relação ao último trimestre do ano passado, de acordo com o Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O índice foi calculado com base em uma amostra de 301 imóveis, a partir de informações sobre despesas operacionais, receitas totais, investimentos e vendas de imóveis, fornecidos por um grupo de empresas dos setores financeiro e imobiliário e de fundos de pensão. O universo inclui escritórios comerciais, shopping centers, estabelecimentos comerciais, hotéis, imóveis industriais e de logística distribuídos em todo o País, com maior concentração em São Paulo e no Rio de Janeiro.
No período de janeiro a março de 2012, a taxa de retorno da renda foi de 2,74%, enquanto a de capital ficou em 1,61%, na comparação com o trimestre imediatamente anterior.
Em relação a igual trimestre do ano passado, a taxa de retorno de investimentos em imóveis comerciais foi de 17,38% no primeiro trimestre de 2012. A taxa de retorno da renda ficou em 11,51%, enquanto a de capital foi de 5,41%.
O IGMI-C, divulgado trimestralmente, tem o objetivo de medir a evolução da valorização dos preços e dos rendimentos de imóveis comerciais em todo o País.
por master | 07/05/12 | Ultimas Notícias
O público jovem também é responsável pelo aquecimento do mercado imobiliário. E os empresários do setor estão atentos às necessidades desta faixa etária. Entre os fatores que levam os jovens a investirem em imóveis, destaca-se o maior nível de escolaridade deste público, que alavanca a carreira profissional cada vez mais cedo. A estabilidade do cenário econômico e as facilidades de acesso ao crédito também contribuem para esta realidade.
Além disso, o perfil dos jovens da atualidade é bem diferente de outras gerações. Atualmente, muitos filhos saem da casa dos pais em busca de independência e liberdade. ”O casamento não é a único motivo para sair de casa. A vida profissional e acadêmica também influencia esta decisão”, comenta Carlos Samuel Silva Freitas, diretor comercial e de locações da Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro (RJ).
Profissionais da área apontam que os jovens buscam conforto, agilidade e infraestrutura. Por isso, imóveis próximos a supermercados, farmácias, shoppings, universidades e pontos de acesso ao transporte público são os preferidos. ”Bairros centrais ou próximos ao local de trabalho e estudo estão entre as primeiras opções. Sem a necessidade de perder tempo com deslocamento, o lazer e os estudos ganham mais espaço na agenda”, evidencia
O tamanho é outro ponto relevante. A procura por quitinetes cresceu consideravelmente e os imóveis pequenos, com um quarto ou dois, no máximo, são suficientes. ”Solteiros e casais sem filhos normalmente dispensam grandes espaços. Nesta época da vida o foco é a carreira e a formação profissional e a habitação atende as necessidades atuais e não futuras. O aluguel é visto com bons olhos, pois permite flexibilidade em caso de mudanças nos planos”, explica Freitas.
Venda X Locação
Segundo o proprietário e gerente comercial da Imobiliária Santaméria, Alexandre Costa Moretto, existe procura tanto para venda quanto para locação de imóveis pequenos. Ele destaca que o interesse maior dos jovens, no entanto, é pelo aluguel. ”Existe mais procura do que demanda”, ressalta.
Na opinião dele, o fato de Londrina ser um polo universitário contribui para que os jovens sejam consumidores em potencial. De acordo com ele, cerca de 10% dos clientes da imobiliária são jovens. ”A cidade conta com aproximadamente 50 mil universitários, sendo que 30% não são daqui e precisam encontrar um imóvel”, calcula.
Moretto reforça que o interesse desse público é por imóveis menores de um ou no máximo dois quartos. ”Em muitos casos são os pais que locam o imóvel para os filhos”, diz o gerente, acrescentando que quando o jovem tem possibilidade adquire o imóvel por conta própria. ”Eles estão conscientes de que é um investimento seguro e que se valoriza com o tempo”, constata.
O gerente da Construtora Yticon, Sandro Sadão, ratifica a colocação de Moretto de que o jovem adquire um imóvel sem a ajuda dos pais quando tem condições. Ele calcula que aproximadamente 5% das vendas são destinadas para jovens solteiros. E para atender a demanda o mercado vem desenvolvendo produtos específicos para o público jovem. ”A preferência é por apartamentos compactos e modernos, que ofereçam preços atrativos e taxa de condomínio baixa”, define.
Na opinião de Sadao, diversos motivos contribuem para o investimento dos jovens em imóveis. ”As facilidades de crédito, a opção de financiar na planta, a taxa reduzida de juros e o Programa Minha Casa, Minha Vida são grandes incentivadores”, diz.
Os apartamentos adquiridos pelos jovens na Yticon tem área útil entre 45 e 50 metros quadrados e são comercializados a partir de R$ 85 mil.
por master | 07/05/12 | Ultimas Notícias
A oitava edição do Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal (CEF) movimentou cerca de R$ 3,2 bilhões em negócios nos dois primeiros dias do evento realizado em cinco capitais, informou a instituição neste domingo (6). O volume refere-se a contratos assinados no local e aos já negociados.
O atendimento se encerra às 18h deste domingo nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador. O número de visitantes foi, até último levantamento da Caixa, de 138.923 pessoas.
Até o dia 10 de junho, outras seis capitais, além das cidades de Campinas (SP) e Uberlândia (MG), também terão edições da feira (veja calendário abaixo).
Esta edição do evento conta com mais de 760 construtoras, quase 400 imobiliárias e 460 correspondentes do banco. O feirão promete estimular a aquisição da casa própria pelas famílias, ao oferecer mais de 430 mil imóveis novos, usados e na planta. Segundo a Caixa, a última edição do evento movimentou R$ 10 bilhões em negócios assinados e encaminhados.Segundo a CEF, serão oferecidos mais de 430 mil imóveis, entre novos, usados e na planta. No Rio de Janeiro, serão mais de 46 mil imóveis oferecidos no Riocentro, sendo 29.087 na planta e 4.172 novos prontos, além de quase 13 mil usados.
Juros reduzidos
Junto com o feirão, entraram em vigor na sexta as novas taxas reduzidas de financiamento imobiliário anunciadas pelo banco na semana passada. De acordo com a Caixa, para os imóveis de até R$ 500 mil, os juros passam de 10% ao ano para 9% ao ano. Se o interessado se tornar cliente do banco, com conta salário, a taxa cai para 7,9% ao ano. O financiamento, neste caso, é de no máximo R$ 450 mil e dentro das condições de SFH.
Para imóveis com valor superior a 500 mil, ou seja, fora do SFH, a taxa de juros vai cair de 11% ao ano para 10% ao ano, informa a Caixa. Se tiver conta salário no banco, a taxa cai ainda mais, para 9% ao ano.
Já para um cliente que tenha relacionamento com o banco e financie um imóvel de R$ 170 mil, nas regras do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a taxa de juros cai dos atuais 8,4% ao ano para 7,9% ao ano. Se a pessoa também for cotista do FGTS, os juros caem para 7,4% ao ano, inclusive para financiamentos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, na faixa de renda acima de R$ 3.100.
Na modalidade carta de crédito FGTS, voltada para a baixa renda, que não teve sua taxa alterada, os juros podem chegar a 4,6%.
Como fazer
A CEF informa que quem quiser sair do feirão já com o imóvel próprio precisa levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Além dos feirões, é possível obter informações nas agências da Caixa ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco, pelo telefone 0800-726-0101.
Confira o calendário do Feirão da Casa Própria:
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CIDADE
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DATA
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LOCAL
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Belo Horizonte
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4 a 6 de maio
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BH – Pavilhão 2 do Expominas
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Recife
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4 a 6 de maio
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Centro de Convenções
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Rio de Janeiro
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4 a 6 de maio
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Riocentro
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Salvador
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4 a 6 de maio
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Centro de Convenções
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Brasília
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4 a 6 de maio
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Centro de Convenções Ulysses Guimarães
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Curitiba
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18 a 20 de maio
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Marumbi Expo Center
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Fortaleza
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18 a 20 de maio
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Centro de Convenções
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São Paulo
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18 a 20 de maio
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Centro de Convenções Imigrantes
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Uberlândia
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25 a 27 de maio
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UB – Center Convention
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Campinas
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25 a 27 de maio
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Shopping Iguatemi
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Porto Alegre
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25 a 27 de maio
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Fiergs
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Belém
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8 a 10 de junho
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Hangar Centro de Convivência da Amazônia
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Florianópolis
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8 a 10 de junho
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Centro de Convenções
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A oitava edição do Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal (CEF) movimentou cerca de R$ 3,2 bilhões em negócios nos dois primeiros dias do evento realizado em cinco capitais, informou a instituição neste domingo (6). O volume refere-se a contratos assinados no local e aos já negociados.
O atendimento se encerra às 18h deste domingo nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador. O número de visitantes foi, até último levantamento da Caixa, de 138.923 pessoas.
Até o dia 10 de junho, outras seis capitais, além das cidades de Campinas (SP) e Uberlândia (MG), também terão edições da feira (veja calendário abaixo).
Esta edição do evento conta com mais de 760 construtoras, quase 400 imobiliárias e 460 correspondentes do banco. O feirão promete estimular a aquisição da casa própria pelas famílias, ao oferecer mais de 430 mil imóveis novos, usados e na planta. Segundo a Caixa, a última edição do evento movimentou R$ 10 bilhões em negócios assinados e encaminhados.Segundo a CEF, serão oferecidos mais de 430 mil imóveis, entre novos, usados e na planta. No Rio de Janeiro, serão mais de 46 mil imóveis oferecidos no Riocentro, sendo 29.087 na planta e 4.172 novos prontos, além de quase 13 mil usados.
Juros reduzidos
Junto com o feirão, entraram em vigor na sexta as novas taxas reduzidas de financiamento imobiliário anunciadas pelo banco na semana passada. De acordo com a Caixa, para os imóveis de até R$ 500 mil, os juros passam de 10% ao ano para 9% ao ano. Se o interessado se tornar cliente do banco, com conta salário, a taxa cai para 7,9% ao ano. O financiamento, neste caso, é de no máximo R$ 450 mil e dentro das condições de SFH.
Para imóveis com valor superior a 500 mil, ou seja, fora do SFH, a taxa de juros vai cair de 11% ao ano para 10% ao ano, informa a Caixa. Se tiver conta salário no banco, a taxa cai ainda mais, para 9% ao ano.
Já para um cliente que tenha relacionamento com o banco e financie um imóvel de R$ 170 mil, nas regras do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a taxa de juros cai dos atuais 8,4% ao ano para 7,9% ao ano. Se a pessoa também for cotista do FGTS, os juros caem para 7,4% ao ano, inclusive para financiamentos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, na faixa de renda acima de R$ 3.100.
Na modalidade carta de crédito FGTS, voltada para a baixa renda, que não teve sua taxa alterada, os juros podem chegar a 4,6%.
Como fazer
A CEF informa que quem quiser sair do feirão já com o imóvel próprio precisa levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Além dos feirões, é possível obter informações nas agências da Caixa ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco, pelo telefone 0800-726-0101.
Confira o calendário do Feirão da Casa Própria:
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CIDADE
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DATA
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LOCAL
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Belo Horizonte
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4 a 6 de maio
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BH – Pavilhão 2 do Expominas
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Recife
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4 a 6 de maio
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Centro de Convenções
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Rio de Janeiro
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Riocentro
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Centro de Convenções
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4 a 6 de maio
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Centro de Convenções Ulysses Guimarães
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Curitiba
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18 a 20 de maio
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Marumbi Expo Center
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Fortaleza
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18 a 20 de maio
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Centro de Convenções
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São Paulo
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18 a 20 de maio
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Centro de Convenções Imigrantes
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Uberlândia
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UB – Center Convention
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Campinas
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25 a 27 de maio
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Shopping Iguatemi
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Porto Alegre
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25 a 27 de maio
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Fiergs
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Belém
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8 a 10 de junho
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Hangar Centro de Convivência da Amazônia
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Florianópolis
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8 a 10 de junho
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Centro de Convenções
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por master | 07/05/12 | Ultimas Notícias
Por SUZANNE DALEY e NICHOLAS KULISH
Schwäbisch Hall, Alemanha
Enquanto boa parte do sul da Europa enfrenta desemprego crescente, a Alemanha precisa desesperadamente de profissionais qualificados e os está buscando ao sul.
Nos últimos 18 meses, o país recrutou milhares dos melhores e mais inteligentes profissionais, atraindo-os para esta cidade bonita e muitas outras como ela, numa migração de jovens qualificados em busca de emprego que pode prejudicar ainda mais os países europeus que enfrentam mais dificuldades, e, ao mesmo tempo, conferir uma vantagem adicional à Alemanha.
Cristina Fernández-Aparicio Ruiz, 36, é engenheira que acaba de vir da Espanha, onde o desemprego acaba de chegar a 24,4%, um nível próprio de uma depressão econômica. Ela está trabalhando numa empresa industrial nas proximidades de Schwäbisch Hall.
Seu domínio do alemão é fraco. Mas a empresa que a contratou, a Ziehl-Abegg, designou um mentor para ela. E, se ela precisa de ajuda para encontrar um médico ou ir ao supermercado, a empresa está disposta a ajudar também com isso.
“O pessoal aqui é muito simpático”, disse Fernández-Aparicio, que vivia em Madri. “E no momento não há emprego na Espanha.”
A movimentação livre da mão de obra foi um dos princípios fundadores da União Europeia, uma parte central do esforço para criar um mercado único e unificado. Em tempos mais prósperos, porém, poucos trabalhadores fora da Europa do leste sentiam a necessidade de deixar seus países.
Essa situação está mudando, sob as pressões da crise do euro e de uma recessão árdua, e empregadores, governos e os próprios migrantes estão descobrindo que a imigração, mesmo quando é legal e nominalmente aceita, pode elevar as tensões. E há um consenso amplo de que a Europa está ingressando numa nova era cujas ramificações estão apenas começando a ser compreendidas.
Os europeus do sul sentem-se aliviados por encontrar refúgio nesta região em grande parte rural do Estado de Baden-Wurttemberg. Mas as dificuldades inerentes às diferenças linguísticas e culturais leva muitos a hesitar quando se trata de assumir compromissos por mais tempo, como licenciar veículos ou fazer contratos de telefonia celular de dois anos.
Nessa região há muitas empresas familiares de pequeno e médio porte, conhecidas como as Mittelstand, que são os motores da economia industrial de exportação alemã. Há 7.500 vagas de trabalho em Heilbronn-Franken, a região onde fica Schwäbisch Hall, mas a necessidade maior é de engenheiros.
Quando o prefeito Hermann-Josef Pelgrim convidou vários jornalistas do sul da Europa a escrever sobre oportunidades de trabalho em Schwäbisch Hall, neste ano, a resposta a um artigo elogioso de um repórter português foi avassaladora. Desde então, mais de 15 mil portugueses desempregados enviaram seus currículos. Cerca de 40 até viajaram para a cidade.
Em dezembro, cem engenheiros espanhóis lotaram um avião para a vizinha Stuttgart, para fazer entrevistas de emprego. Em um mês, cerca de um terço deles tinham sido contratados. E algumas empresas alemãs vêm escolhendo profissionais espanhóis, portugueses, gregos e italianos em sites como o LinkedIn.
Mas a migração, embora atenda a uma necessidade urgente de ambos os lados, suscita receios de que possa estar conferindo mais uma vantagem à economia mais poderosa da Europa. Os exportadores alemães vêm se beneficiando da perda do valor do euro decorrente das dificuldades dos países do sul. Na medida em que os investidores buscam lugares seguros para colocar seu dinheiro, os exportadores vêm podendo contrair empréstimos a juros baixíssimos. Agora, enquanto os países do sul vêem seus jovens mudando para o norte, alguns também se queixam de uma evasão de cérebros.
“Esta geração de jovens que está indo embora é formada pelos jovens mais qualificados que já tivemos”, disse César Castel, diretor de operações do ramo espanhol da Adecco, uma firma de recrutamento suíça. “É uma enorme perda de investimento para a Espanha. A formação de cada engenheiro nos custou em média € 60 mil (cerca de US$ 80 mil) e agora eles estão indo embora.”
Ele prevê que, se a economia espanhola se recuperar em dois anos, 90% dos profissionais espanhóis voltem para casa. Se a recessão se prolongar, esse número pode diminuir muito, na medida em que os profissionais se casam e têm filhos no exterior. Castel receia a criação de uma situação em que as economias do norte fiquem com as indústrias e as do sul, com a agricultura e o turismo.
A experiência da Alemanha com a integração de trabalhadores estrangeiros, especialmente a grande minoria turca, tem sido difícil, nas últimas décadas.
Os números demográficos são reveladores: no ano passado, a população alemã cresceu pela primeira vez desde 2002, graças à chegada de 240 mil imigrantes, quase o dobro dos 128 mil que chegaram em 2010. Polônia e Romênia enviaram o maior número, mas as estatísticas indicam a chegada de milhares de outros vindos de países no sul da Europa.
Para a Espanha, a migração alivia a pressão sobre um sistema previdenciário já sobrecarregado. O índice de desemprego em Baden-Wurttemberg é de apenas 4%. Os migrantes do sul da Europa geralmente acham a Alemanha mais atraente que a América do Sul ou a Austrália porque não é tão longe de casa.
Alguns dizem que querem construir suas vidas na Alemanha, mas muitos esperam voltar a seu país em pouco tempo.
Por enquanto, pelo menos, a migração está beneficiando os dois países. O conflito vai começar quando a economia espanhola se recuperar e o país quiser seus engenheiros de volta.
Muitos espanhóis dizem que é preciso certo esforço para trabalhar na Alemanha -que os alemães são muito mais francos e também mais quietos que os espanhóis. Ninguém faz ligações pessoais no horário de trabalho. Mas o dia de trabalho tem duração bem mais curta.
O engenheiro Carlos Baixeras, 30, está trabalhando nos arredores de Frankfurt e disse que a mania de ordem dos alemães, tema de muitas piadas, é real. “Há regras para tudo”, contou. David Jiménez, 23, que trabalha perto de Stuttgart, contou que suas primeiras semanas na Alemanha foram um pesadelo. “Não posso pegar uma gripe”, comentou. “Se eu me resfriar, não sei o que vou fazer.”
por master | 07/05/12 | Ultimas Notícias
Elas já representam 8% do quadro de trabalhadores do setor em 5 dos municípios mais populosos da região
Curso prático sobre construção civil aberto em São Carlos atrai 500 mulheres para somente 150 vagas
RICHARD SELESTRINO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE RIBEIRÃO PRETO
Com falta de mão de obra masculina diante de um cenário de avanço da construção civil, as mulheres estão entrando cada vez mais neste mercado para suprir a demanda da indústria.
Em cinco das cidades mais populosas da região -Ribeirão Preto, São Carlos, Araraquara, Sertãozinho e Barretos-, a presença feminina na construção civil já responde por 8% do quadro de trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.
Em São Carlos, um curso aberto apenas para as mulheres recebeu mais de 500 inscrições, para 150 vagas. Com a procura recorde, o número de postos quase dobrou.
Nas próximas semanas, ao menos 250 estarão aptas a realizar funções de pedreiro, pintor, azuleijista, instalador de hidráulica e marceneiro.
O secretário de Trabalho, Emprego e Renda de São Carlos, Emerson Domingues, vê a profissionalização de mulheres para o setor como meio de inclusão social. Elas recebem vale-transporte e babás, para filhos de até 13 anos.
Araraquara formou 270 mulheres em 2011 -quase 10% dos formandos em cursos em parceria entre prefeitura e o Senai.
A dona de casa Lizeti Cristiane dos Santos da Silva, 31, disse sonhar com um emprego no setor. “Também quero ajudar quem não tem condições de construir suas casas.”
O Sinduscon (sindicato da indústria) diz que a mão de obra feminina é bem aceita em áreas como assentamento de azulejos, revestimentos cerâmicos e eletricidade.