por master | 24/01/12 | Ultimas Notícias
O portador de fibromialgia (dor crônica que se manifesta principalmente nos tendões e nas articulações) poderá ter a jornada de trabalho reduzida em quatro horas, condicionada à comprovação da prática de atividade física. É o que prevê o Projeto de Lei 2680/11, do deputado Miriquinho Batista (PT-PA), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT-Decreto Lei 5452/43).
Segundo o parlamentar, os sintomas da doença são agravados nos sedentários, que se cansam mais facilmente e sentem mais dor. “Como consequências temos má postura, queda no desempenho, maior dificuldade para realizar atividades diárias, desânimo e angústia. Assim a comunidade médica tem orientado, como parte do tratamento não medicamentoso, o estímulo à prática de atividades físicas”, afirma.
Qualidade de vida
Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem- Oscar Telles
Edição- Mariana Monteiro
A matéria tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Miriquinho Batista afirma que a sociedade brasileira elegeu como fundamento de sua existência a dignidade da pessoa humana. Para o deputado, é necessário “perceber as necessidades de grupos de cidadãos que, em virtude de serem portadores de doenças crônicas, demandam tempo para investir em qualidade de vida e prevenção do avanço dos quadros de enfermidade”.
por master | 24/01/12 | Ultimas Notícias
O portador de fibromialgia (dor crônica que se manifesta principalmente nos tendões e nas articulações) poderá ter a jornada de trabalho reduzida em quatro horas, condicionada à comprovação da prática de atividade física. É o que prevê o Projeto de Lei 2680/11, do deputado Miriquinho Batista (PT-PA), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT-Decreto Lei 5452/43).
Segundo o parlamentar, os sintomas da doença são agravados nos sedentários, que se cansam mais facilmente e sentem mais dor. “Como consequências temos má postura, queda no desempenho, maior dificuldade para realizar atividades diárias, desânimo e angústia. Assim a comunidade médica tem orientado, como parte do tratamento não medicamentoso, o estímulo à prática de atividades físicas”, afirma.
Qualidade de vida
Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem- Oscar Telles
Edição- Mariana Monteiro
A matéria tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Miriquinho Batista afirma que a sociedade brasileira elegeu como fundamento de sua existência a dignidade da pessoa humana. Para o deputado, é necessário “perceber as necessidades de grupos de cidadãos que, em virtude de serem portadores de doenças crônicas, demandam tempo para investir em qualidade de vida e prevenção do avanço dos quadros de enfermidade”.
por master | 24/01/12 | Ultimas Notícias
O Fórum Social Temático, maior evento anti-neoliberal do planeta, começa nesta terça-feira na cidade de Porto Alegre com uma marcha contra o capital, em oposição aos líderes do mundo financeiro e chefes de Estado que se reunirão no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).
A presidente Dilma Rousseff será a convidada de honra do evento.
Esta será uma edição especial e temática do Fórum Social, sob o lema “Crise capitalista, justiça social e ambiental”, preparatória para a Cúpula dos Povos, convocada paralelamente à Conferência Rio+20, da ONU, que em junho reunirá no Rio de Janeiro chefes de Estado do mundo inteiro.
O Fórum Social se estenderá até o domingo e a organização informou à AFP que são esperados 50.000 participantes.
Uma das grandes novidades deste ano será a participação dos mais recentes movimentos de protesto do mundo: ‘Ocupe Wall Street’, os ‘Indignados’ da Espanha, os estudantes do Chile e os participantes da ‘Primavera Árabe’.
“Entendo o Fórum Social como uma oportunidade para que pessoas e organismos dedicados à inovação social possam se encontrar, debater e criar redes. Estou convencido de que os movimentos dos ‘Indignados’ e ‘Occupy’ podem trazer uma visão atualizada sobre medidas de ação e organização em rede”, disse à AFP Domenico de Siena, que participou do movimento na Espanha que ocupou grandes praças em protesto contra a crise financeira e as soluções de austeridade do governo do país.
FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL
Na quarta-feira começará na fria cidade suíça de Davos o Fórum Econômico Mundial, com a participação, entre outros, da chanceler alemã Angela Merkel.
Ao contrário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que marcou presença durante vários anos em Davos, Dilma deverá se ausentar do encontro suíço.
Os dois eventos discutirão a crise mundial e, embora as propostas de solução sejam diametralmente opostas, Davos incorporou em seus debates alguns dos princípios do altermundialismo, como uma taxa para as transações financeiras e o controle dos mercados financeiros.
O Fórum Social Mundial nasceu em 2001 em Porto Alegre, quando surpreendeu o mundo ao atrair 20.000 ativistas sob o lema “Outro Mundo é Possível”, um grito unânime para rejeitar o mundo governado pelos senhores do capital.
A última edição do evento foi celebrada em 2011 em Dacar.
“O Fórum Social Mundial nasceu aqui, em Porto Alegre, há doze anos, para contestar a arrogância neoliberal do Fórum Econômico de Davos. Dissemos claramente que queríamos outro mundo. Agora, precisamos construir os caminhos, as alternativas”, disse à AFP Candido Grzybowski, coordenador do fórum.
por master | 24/01/12 | Ultimas Notícias
O Fórum Social Temático, maior evento anti-neoliberal do planeta, começa nesta terça-feira na cidade de Porto Alegre com uma marcha contra o capital, em oposição aos líderes do mundo financeiro e chefes de Estado que se reunirão no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).
A presidente Dilma Rousseff será a convidada de honra do evento.
Esta será uma edição especial e temática do Fórum Social, sob o lema “Crise capitalista, justiça social e ambiental”, preparatória para a Cúpula dos Povos, convocada paralelamente à Conferência Rio+20, da ONU, que em junho reunirá no Rio de Janeiro chefes de Estado do mundo inteiro.
O Fórum Social se estenderá até o domingo e a organização informou à AFP que são esperados 50.000 participantes.
Uma das grandes novidades deste ano será a participação dos mais recentes movimentos de protesto do mundo: ‘Ocupe Wall Street’, os ‘Indignados’ da Espanha, os estudantes do Chile e os participantes da ‘Primavera Árabe’.
“Entendo o Fórum Social como uma oportunidade para que pessoas e organismos dedicados à inovação social possam se encontrar, debater e criar redes. Estou convencido de que os movimentos dos ‘Indignados’ e ‘Occupy’ podem trazer uma visão atualizada sobre medidas de ação e organização em rede”, disse à AFP Domenico de Siena, que participou do movimento na Espanha que ocupou grandes praças em protesto contra a crise financeira e as soluções de austeridade do governo do país.
FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL
Na quarta-feira começará na fria cidade suíça de Davos o Fórum Econômico Mundial, com a participação, entre outros, da chanceler alemã Angela Merkel.
Ao contrário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que marcou presença durante vários anos em Davos, Dilma deverá se ausentar do encontro suíço.
Os dois eventos discutirão a crise mundial e, embora as propostas de solução sejam diametralmente opostas, Davos incorporou em seus debates alguns dos princípios do altermundialismo, como uma taxa para as transações financeiras e o controle dos mercados financeiros.
O Fórum Social Mundial nasceu em 2001 em Porto Alegre, quando surpreendeu o mundo ao atrair 20.000 ativistas sob o lema “Outro Mundo é Possível”, um grito unânime para rejeitar o mundo governado pelos senhores do capital.
A última edição do evento foi celebrada em 2011 em Dacar.
“O Fórum Social Mundial nasceu aqui, em Porto Alegre, há doze anos, para contestar a arrogância neoliberal do Fórum Econômico de Davos. Dissemos claramente que queríamos outro mundo. Agora, precisamos construir os caminhos, as alternativas”, disse à AFP Candido Grzybowski, coordenador do fórum.
por master | 24/01/12 | Ultimas Notícias
A Câmara analisa projeto que regulamenta a aplicação do adicional de insalubridade e de periculosidade. Pela proposta (Projeto de Lei 2681/11), do Senado, a ação judicial de pagamento de adicional de insalubridade ou periculosidade não será prejudicada pelo fato de o autor da reclamação trabalhista apontar fator de risco diverso do detectado pela perícia da Justiça. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto-Lei 5.452/43).
Autor do projeto, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) observa que os adicionais se destinam a compensar o trabalho realizado em condições adversas. “O trabalhador exposto a agentes nocivos à saúde deve receber adicional de insalubridade e o que exerce atividade que coloque sua vida em risco tem direito ao adicional de periculosidade”, explica Simon.
Tramitação
O projeto tem caráter conclusivo e tramita em regime de prioridade. Será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
Reportagem- Oscar Telles
Edição- Mariana Monteiro
por master | 24/01/12 | Ultimas Notícias
A Câmara analisa projeto que regulamenta a aplicação do adicional de insalubridade e de periculosidade. Pela proposta (Projeto de Lei 2681/11), do Senado, a ação judicial de pagamento de adicional de insalubridade ou periculosidade não será prejudicada pelo fato de o autor da reclamação trabalhista apontar fator de risco diverso do detectado pela perícia da Justiça. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto-Lei 5.452/43).
Autor do projeto, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) observa que os adicionais se destinam a compensar o trabalho realizado em condições adversas. “O trabalhador exposto a agentes nocivos à saúde deve receber adicional de insalubridade e o que exerce atividade que coloque sua vida em risco tem direito ao adicional de periculosidade”, explica Simon.
Tramitação
O projeto tem caráter conclusivo e tramita em regime de prioridade. Será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
Reportagem- Oscar Telles
Edição- Mariana Monteiro