NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Portador de fibromialgia poderá ter jornada de trabalho reduzida

Portador de fibromialgia poderá ter jornada de trabalho reduzida

O portador de fibromialgia (dor crônica que se manifesta principalmente nos tendões e nas articulações) poderá ter a jornada de trabalho reduzida em quatro horas, condicionada à comprovação da prática de atividade física. É o que prevê o Projeto de Lei 2680/11, do deputado Miriquinho Batista (PT-PA), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT-Decreto Lei 5452/43).
Segundo o parlamentar, os sintomas da doença são agravados nos sedentários, que se cansam mais facilmente e sentem mais dor. “Como consequências temos má postura, queda no desempenho, maior dificuldade para realizar atividades diárias, desânimo e angústia. Assim a comunidade médica tem orientado, como parte do tratamento não medicamentoso, o estímulo à prática de atividades físicas”, afirma.

Qualidade de vida

Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem- Oscar Telles 
Edição- Mariana Monteiro

A matéria tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Miriquinho Batista afirma que a sociedade brasileira elegeu como fundamento de sua existência a dignidade da pessoa humana. Para o deputado, é necessário “perceber as necessidades de grupos de cidadãos que, em virtude de serem portadores de doenças crônicas, demandam tempo para investir em qualidade de vida e prevenção do avanço dos quadros de enfermidade”.

Portador de fibromialgia poderá ter jornada de trabalho reduzida

Portador de fibromialgia poderá ter jornada de trabalho reduzida

O portador de fibromialgia (dor crônica que se manifesta principalmente nos tendões e nas articulações) poderá ter a jornada de trabalho reduzida em quatro horas, condicionada à comprovação da prática de atividade física. É o que prevê o Projeto de Lei 2680/11, do deputado Miriquinho Batista (PT-PA), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT-Decreto Lei 5452/43).
Segundo o parlamentar, os sintomas da doença são agravados nos sedentários, que se cansam mais facilmente e sentem mais dor. “Como consequências temos má postura, queda no desempenho, maior dificuldade para realizar atividades diárias, desânimo e angústia. Assim a comunidade médica tem orientado, como parte do tratamento não medicamentoso, o estímulo à prática de atividades físicas”, afirma.

Qualidade de vida

Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem- Oscar Telles 
Edição- Mariana Monteiro

A matéria tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Miriquinho Batista afirma que a sociedade brasileira elegeu como fundamento de sua existência a dignidade da pessoa humana. Para o deputado, é necessário “perceber as necessidades de grupos de cidadãos que, em virtude de serem portadores de doenças crônicas, demandam tempo para investir em qualidade de vida e prevenção do avanço dos quadros de enfermidade”.

Portador de fibromialgia poderá ter jornada de trabalho reduzida

Fórum Social Temático começa esta terça em Porto Alegre

O Fórum Social Temático, maior evento anti-neoliberal do planeta, começa nesta terça-feira na cidade de Porto Alegre com uma marcha contra o capital, em oposição aos líderes do mundo financeiro e chefes de Estado que se reunirão no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).
 
A presidente Dilma Rousseff será a convidada de honra do evento.
 
Esta será uma edição especial e temática do Fórum Social, sob o lema “Crise capitalista, justiça social e ambiental”, preparatória para a Cúpula dos Povos, convocada paralelamente à Conferência Rio+20, da ONU, que em junho reunirá no Rio de Janeiro chefes de Estado do mundo inteiro.
 
O Fórum Social se estenderá até o domingo e a organização informou à AFP que são esperados 50.000 participantes.
 
Uma das grandes novidades deste ano será a participação dos mais recentes movimentos de protesto do mundo: ‘Ocupe Wall Street’, os ‘Indignados’ da Espanha, os estudantes do Chile e os participantes da ‘Primavera Árabe’.
 
“Entendo o Fórum Social como uma oportunidade para que pessoas e organismos dedicados à inovação social possam se encontrar, debater e criar redes. Estou convencido de que os movimentos dos ‘Indignados’ e ‘Occupy’ podem trazer uma visão atualizada sobre medidas de ação e organização em rede”, disse à AFP Domenico de Siena, que participou do movimento na Espanha que ocupou grandes praças em protesto contra a crise financeira e as soluções de austeridade do governo do país.
 
FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL 
 
Na quarta-feira começará na fria cidade suíça de Davos o Fórum Econômico Mundial, com a participação, entre outros, da chanceler alemã Angela Merkel.
 
Ao contrário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que marcou presença durante vários anos em Davos, Dilma deverá se ausentar do encontro suíço.
 
Os dois eventos discutirão a crise mundial e, embora as propostas de solução sejam diametralmente opostas, Davos incorporou em seus debates alguns dos princípios do altermundialismo, como uma taxa para as transações financeiras e o controle dos mercados financeiros.
 
O Fórum Social Mundial nasceu em 2001 em Porto Alegre, quando surpreendeu o mundo ao atrair 20.000 ativistas sob o lema “Outro Mundo é Possível”, um grito unânime para rejeitar o mundo governado pelos senhores do capital.
 
A última edição do evento foi celebrada em 2011 em Dacar.
 
“O Fórum Social Mundial nasceu aqui, em Porto Alegre, há doze anos, para contestar a arrogância neoliberal do Fórum Econômico de Davos. Dissemos claramente que queríamos outro mundo. Agora, precisamos construir os caminhos, as alternativas”, disse à AFP Candido Grzybowski, coordenador do fórum.
Portador de fibromialgia poderá ter jornada de trabalho reduzida

Fórum Social Temático começa esta terça em Porto Alegre

O Fórum Social Temático, maior evento anti-neoliberal do planeta, começa nesta terça-feira na cidade de Porto Alegre com uma marcha contra o capital, em oposição aos líderes do mundo financeiro e chefes de Estado que se reunirão no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).
 
A presidente Dilma Rousseff será a convidada de honra do evento.
 
Esta será uma edição especial e temática do Fórum Social, sob o lema “Crise capitalista, justiça social e ambiental”, preparatória para a Cúpula dos Povos, convocada paralelamente à Conferência Rio+20, da ONU, que em junho reunirá no Rio de Janeiro chefes de Estado do mundo inteiro.
 
O Fórum Social se estenderá até o domingo e a organização informou à AFP que são esperados 50.000 participantes.
 
Uma das grandes novidades deste ano será a participação dos mais recentes movimentos de protesto do mundo: ‘Ocupe Wall Street’, os ‘Indignados’ da Espanha, os estudantes do Chile e os participantes da ‘Primavera Árabe’.
 
“Entendo o Fórum Social como uma oportunidade para que pessoas e organismos dedicados à inovação social possam se encontrar, debater e criar redes. Estou convencido de que os movimentos dos ‘Indignados’ e ‘Occupy’ podem trazer uma visão atualizada sobre medidas de ação e organização em rede”, disse à AFP Domenico de Siena, que participou do movimento na Espanha que ocupou grandes praças em protesto contra a crise financeira e as soluções de austeridade do governo do país.
 
FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL 
 
Na quarta-feira começará na fria cidade suíça de Davos o Fórum Econômico Mundial, com a participação, entre outros, da chanceler alemã Angela Merkel.
 
Ao contrário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que marcou presença durante vários anos em Davos, Dilma deverá se ausentar do encontro suíço.
 
Os dois eventos discutirão a crise mundial e, embora as propostas de solução sejam diametralmente opostas, Davos incorporou em seus debates alguns dos princípios do altermundialismo, como uma taxa para as transações financeiras e o controle dos mercados financeiros.
 
O Fórum Social Mundial nasceu em 2001 em Porto Alegre, quando surpreendeu o mundo ao atrair 20.000 ativistas sob o lema “Outro Mundo é Possível”, um grito unânime para rejeitar o mundo governado pelos senhores do capital.
 
A última edição do evento foi celebrada em 2011 em Dacar.
 
“O Fórum Social Mundial nasceu aqui, em Porto Alegre, há doze anos, para contestar a arrogância neoliberal do Fórum Econômico de Davos. Dissemos claramente que queríamos outro mundo. Agora, precisamos construir os caminhos, as alternativas”, disse à AFP Candido Grzybowski, coordenador do fórum.
Portador de fibromialgia poderá ter jornada de trabalho reduzida

Projeto regulamenta aplicação de adicionais de insalubridade e periculosidade

A Câmara analisa projeto que regulamenta a aplicação do adicional de insalubridade e de periculosidade. Pela proposta (Projeto de Lei 2681/11), do Senado, a ação judicial de pagamento de adicional de insalubridade ou periculosidade não será prejudicada pelo fato de o autor da reclamação trabalhista apontar fator de risco diverso do detectado pela perícia da Justiça. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto-Lei 5.452/43).

Autor do projeto, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) observa que os adicionais se destinam a compensar o trabalho realizado em condições adversas. “O trabalhador exposto a agentes nocivos à saúde deve receber adicional de insalubridade e o que exerce atividade que coloque sua vida em risco tem direito ao adicional de periculosidade”, explica Simon.

Tramitação 

O projeto tem caráter conclusivo e tramita em regime de prioridade. Será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem- Oscar Telles 
Edição- Mariana Monteiro

Portador de fibromialgia poderá ter jornada de trabalho reduzida

Projeto regulamenta aplicação de adicionais de insalubridade e periculosidade

A Câmara analisa projeto que regulamenta a aplicação do adicional de insalubridade e de periculosidade. Pela proposta (Projeto de Lei 2681/11), do Senado, a ação judicial de pagamento de adicional de insalubridade ou periculosidade não será prejudicada pelo fato de o autor da reclamação trabalhista apontar fator de risco diverso do detectado pela perícia da Justiça. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto-Lei 5.452/43).

Autor do projeto, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) observa que os adicionais se destinam a compensar o trabalho realizado em condições adversas. “O trabalhador exposto a agentes nocivos à saúde deve receber adicional de insalubridade e o que exerce atividade que coloque sua vida em risco tem direito ao adicional de periculosidade”, explica Simon.

Tramitação 

O projeto tem caráter conclusivo e tramita em regime de prioridade. Será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem- Oscar Telles 
Edição- Mariana Monteiro