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Greve paralisa metrô de Madri

Greve paralisa metrô de Madri

Funcionários protestaram contra corte de 5% nos salários. É a primeira greve no setor em quase 20 anos, segundo a imprensa local.

O metrô de Madri, que trasnporta dois milhões de pessoas por dia, ficou paralisado por uma greve total nesta terça-feira (29), forçando madrilenos e turistas a buscar outros meios de transporte.

Esta greve pouco comum, sem o serviço mínimo geralmente garantido nesses casos, foi convocada pelos sindicatos para protestar contra uma redução dos salários em torno dos 5% imposta pela Comunidade de Madri aos funcionários da região.

Segundo a imprensa madrilena, é a primeira vez em quase vinte anos (1991) que uma greve paralisa o metrô de Madri.

Fonte: G1.com / Da AFP, em Madri

Greve paralisa metrô de Madri

Fim da novela: Osmar Dias vai disputar o governo estadual

Senador pedetista terá o apoio do PT, PMDB, PSC e PCdoB na disputa pelo Palácio Iguaçu. Em troca da aliança com os petistas, dará palanque a Dilma no Paraná, independentemente de seu irmão, Alvaro, ser ou não o vice do tucano José Serra

O senador Osmar Dias (PDT) finalmente tomou sua decisão, ontem: será candidato ao governo do Paraná coligado com o PT. Isso ocorrerá independentemente do irmão de Osmar, o também senador Alvaro Dias (PSDB), ser confirmado ou não como vice do candidato tucano à Presidência, José Serra. Como Osmar dará palanque à presidenciável pe­­­tista Dilma Rousseff no estado, os dois irmãos poderão estar em lados opostos nas eleições deste ano.

Após anunciar que seria candidato, o pedetista falou rapidamente com a Gazeta do Povo e disse que o povo vai entender sua decisão, que pode le­­­var a uma disputa política em família. Osmar disse ter um projeto para o estado, que já vinha sendo elaborado há muito tempo, bem como Alvaro tem o seu projeto político diferente. E justificou a decisão: “Não posso ficar esperando até depois do dia 30 [hoje, último prazo legal para a definição das candidaturas] para decidir o meu futuro”, disse, fazendo referência à indefinição em torno da vaga de vice de José Serra.

A decisão de Osmar foi tomada após um dia de intensas negociações, que culminou com uma reunião à noite, na sede do PDT paranaense, em Curitiba. Dessa reunião, participaram Osmar, o presidente nacional licenciado do PDT, o ministro do Trabalho Carlos Lupi, outras lideranças pedetistas e de outros partidos.

Nessa reunião ficou acertado que Osmar será candidato ao governo em uma aliança que inclui o PDT, PMDB, PT, PSC e PCdoB.

Há ainda a possibilidade de o PR (Partido da República) ingressar na chapa nesta quarta-feira – último dia determinado pela Lei Eleitoral para a formação das coligações partidárias para as eleições de outubro. O PR realizou sua convenção estadual no último domingo e delegou à cúpula do partido a definição de uma possível coligação com Osmar ou com o candidato do PSDB ao governo, Beto Richa. A tendência, po­­­rém, é que a legenda formalize o apoio ao pedetista, pois as conversas com os tucanos só se iniciaram nesta semana e a primeira opção do PR sempre foi Osmar.

Osmar e Carlos Lupi, após a reunião na sede do PDT, por volta das 22 horas, disseram que iriam à casa do governador Orlando Pessuti (PMDB) para comunicar a decisão. Pessuti havia aceitado abrir mão de sua candidatura ao governo em favor de Osmar, mas cogitava lançar-se à reeleição ao Palácio Iguaçu no caso de o pedetista não sair candidato.

O vice de Osmar será indicado pelo PMDB de Pessuti. Mas o nome não foi definido ontem. Na mesma chapa, os candidatos ao Senado serão o ex-governador Roberto Requião (PMDB) e a petista Gleisi Hoffmann.

Indefinição inédita

A indecisão de Osmar Dias, que se arrastou há meses, é considerada inédita nas últimas décadas de eleições no estado. O impasse envolveu seis das maiores legendas do país: PT, PMDB, PDT, PSDB, DEM e PPS.

Além de PDT, PT e PMDB – que darão sustentação à candidatura de Osmar – a indefinição também se espalhou na formação das alianças do tucano Beto Richa. O PSDB evitou até o último momento definir o vice de Richa na esperança de que poderia contar com Osmar como candidato em sua chapa ao Senado. Nesse caso, a vaga de vice caberia ao PDT.

Gazeta do Povo

Greve paralisa metrô de Madri

MPT ajuiza ação contra unidade da Sadia em Toledo

O Ministério Público do Trabalho (MPT) no Paraná ajuizou, na última segunda-feira (28), em Toledo, uma ação civil pública contra a unidade local da Sadia, pedindo que a empresa seja condenada a pagar multa de R$ 50 milhões, por dano social.

A companhia vai ter que dar explicações à justiça quanto ao ambiente de trabalho, considerado inadequado pelo MPT, bem como a possíveis riscos à saúde do trabalhador.

A ação foi motivada por uma investigação dos fiscais do MPT, que constataram, entre outros problemas, trabalho em locais excessivamente frios, jornadas exaustivas em um ritmo considerado “incompatível com a saúde e dignidade humana”, sem pausas nem repouso semanal remunerado, além do não pagamento de horas extras.

De acordo com o procurador Bruno Ament, que cuida do caso, há na empresa “uma verdadeira epidemia de doenças ocupacionais”. A Sadia informou que ainda não tem condições de se posicionar sobre o assunto, porque não recebeu citação.

Greve paralisa metrô de Madri

DIAP lança cartilha que orienta cidadão ao voto consciente em outubro

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) acaba de lançar a “Cartilha do Cidadão Consciente”, que visa orientar os trabalhadores na escolha dos candidatos em que votarão nas eleições de outubro próximo.

A cartilha, elaborada em linguagem acessível, é mais uma contribuição da entidade à formação da consciência política e ao aperfeiçoamento da democracia.

O material, que está disponível para entidades filiadas ou não, foi criado para lembrar aos cidadãos a importância do momento político que se aproxima.

Em outubro de 2010, os brasileiros irão eleger presidente da República e governadores, deputados federais e estaduais, além de senadores.

Os eleitores também estarão escolhendo projetos e programas.

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Tabela de preços:
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Greve paralisa metrô de Madri

Férias abrirão 15 mil vagas no País

As férias escolares de julho se aproximam e podem trazer boas oportunidades de trabalho temporário para os brasileiros que estão à procura de emprego. Pesquisa divulgada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e Trabalho Temporário (Asserttem) mostra que deverão ser criadas no país cerca de 15 mil vagas de trabalho temporário, nos setores de indústria, comércio, lazer e entretenimento.

A diretora da Asserttem, Jismália de Oliveira Alves, disse ontem à Agência Brasil que o aumento será de 25% em relação as 12 mil vagas abertas no ano passado. “Eu considero um número muito bom para nós retomarmos o nosso crescimento, que vinha entre 7% e 8% antes da crise econômica (mundial)”.

Das 15 mil novas vagas temporárias, 10,5 mil se destinarão à área de lazer e entretenimento e as restantes 4,5 mil para indústria e comércio. A pesquisa da Asserttem registrou o crescimento de vagas para as mulheres. “Nós vamos dominar essas vagas (temporárias), assim como a mulher tem se comportado de maneira muito significativa no mercado de trabalho. O mercado temporário traz para as mulheres a oportunidade de se firmarem cada vez mais como trabalhadoras”, disse.

Na área de lazer e entretenimento, a previsão é que as vagas para as mulheres subam 5 pontos porcentuais, evoluindo de 35%, em julho de 2009, para 40% este ano. O mesmo ocorre nos setores de indústria e comércio, cujas vagas para o público feminino subiram de 55% no ano passado para 60% este ano.

A diretora observou também a expansão do número de vagas ocupadas por pessoas nas faixas de 40 a 59 anos (de 20% para 23%), e acima de 59 anos (de 5% para 7%). Para Jismália Alves, isso é positivo não só para as pessoas da chamada terceira idade, que têm uma oportunidade de retornar ao mercado de trabalho, como também para o contratante, que “pode levar para o seu ambiente de trabalho pessoas com experiência, que vão agregar o seu conhecimento, sem dúvida nenhuma”.

Ela destacou ainda que do total de vagas temporárias que serão abertas em julho em todo o país, entre 23% e 24%, ou o equivalente a 3,4 mil vagas, podem ser ocupadas por jovens em situação de primeiro emprego. A Asserttem estima que 2,4 mil brasileiros poderão ser efetivados após o encerramento do contrato temporário. A maior parte das vagas exige o segundo grau completo.

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Trabalhador consegue FGTS sobre salário-habitação por todo o período trabalhado

Um empregado da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica – CEEE-GT, do Rio Grande de Sul, conseguiu demonstrar à Seção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho que tinha direito aos depósitos do FGTS sobre salário-habitação, relativos a todo o período em que trabalhou na empresa. O trabalhador sustentou que, em relação seu caso, se aplicava a prescrição trintenária.

No período de 1976 até a sua dispensa, em 1995, a empresa lhe forneceu o salário-habitação, sem o correspondente depósito do FGTS. Ele entrou na Justiça e obteve sentença do juiz de primeira instância limitando a verba ao quinquênio contado do ajuizamento da reclamação, em fevereiro de 1997. Insatisfeito, interpôs recurso e o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) deferiu o pedido, entendendo que a prescrição aplicável ao seu caso é trintenária.

Contrariada com a reforma da sentença, a empresa recorreu e a Primeira Turma do TST modificou a decisão regional e aplicou a prescrição quinquenal, motivo pelo qual o empregado interpôs embargos à SDI-1, que foram analisados pela ministra Maria Cristina Peduzzi. A relatora avaliou que a decisão do TRT deveria ser restabelecida, pois a prescrição relativa ao recolhimento do FGTS sobre salário-habitação, que foi incontroversamente fornecido ao empregado durante o contrato de trabalho, é trintenária, tal como estabelece a Súmula nº 362 do TST. A relatora explicou que a discussão sobre a natureza jurídica a respeito dessa verba “consubstancia pretensão meramente declaratória, não havendo falar em limitação da prescrição ao quinquênio anterior ao ajuizamento da ação”. Isso porque a controvérsia diz respeito a saber se há ou não incidência do fundo de garantia sobre parcela já paga. Como não há pedido de pagamento de “parcela remuneratória em si, mas tão-somente, insurgência contra o não-recolhimento da contribuição para o FGTS, a prescrição, como cediço, é inegavelmente trintenária”, esclareceu. Seu voto foi aprovado unanimemente pelo colegiado da SDI-1.