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8 Feira Eletromecânica e Construção Civil em Londrina dobra número de expositores

8 Feira Eletromecânica e Construção Civil em Londrina dobra número de expositores

Para muitas empresas, sejam elas de Londrina ou não, a 8 Feira Eletromecânica e Construção Civil pode ser um ótima oportunidade para divulgar a marca, exibir novos produtos ou serviços e fechar bons negócios.
E muita gente parece ter se dado conta disso, já que esse ano o número de expositores dobrou em relação ao ano passado, aumentando de 35 para 70.
Entre as marcas nacionais em exposição estão nomes de peso e até mesmo multinacionais, como a Weber-Saint Gobain, indústria do ramo da construção civil que representa a francesa Saint Gobain no Brasil. A empresa instalou há pouco tempo uma unidade em Ibiporã e deve aproveitar a feira para aproximar-se ainda mais do público que pretende atingir em Londrina e região. ”Temos visto com ótimos olhos a região e seu desenvolvimento. A ideia é conhecermos melhor nosso público-alvo, mostrarmos que estamos gerando empregos aqui e apresentar nossos produtos”, afirma Alexandre Rodrigues, gerente da linha de impermeabilizantes Achortec e Quartzolit.
Durante o evento, o foco da indústria, conforme o gerente será divulgar a nova linha de impermeabilizantes da Achortec, marca que foi adquirida pela empresa recentemente. ”Não temos a realização de negócios como nosso objetivo principal, viemos mais para apresentar os produtos. A feira é uma ferramenta de divulgação muito importante, pois dá a oportunidade de as pessoas conhecerem melhor os produtos que o mercado oferece”, justifica.
Marcas locais
Mas são não apenas as empresas de porte nacional que devem se destacar na feira. Diversas marcas locais estão presentes e pretendem expor novidades interessantes.
É o caso da Gelt Tecnologia, fábrica de softwares de Londrina que participa pela primeira vez da feira. De acordo com o diretor de desenvolvimento, Paulo Roberto Pereira o crescimento da feira foi um dos motivos que levou a empresa a participar dessa 8 edição.

Em seu estande, a Gelt irá apresentar o Gelt Control, um sistema eletrônico de gestão que integra informações sobre vários departamentos, como financeiro, comercial, chão de fábrica ou serviços. A vantagem é que o software não precisa ser instalado de forma física e fica hospedado em uma espécie de provedor de internet. ”É o chamado Cloud Computer, similar ao provedor. É possível acessar pela web por qualquer sistema e as empresas não precisam investir em equipamentos para o software. A economia é de mais de R$ 50 mil”, destaca.

A Ropel Rolamentos é outra empresa de Londrina que deve ser destaque na feira. Em sua quinta participação no evento, a empresa, que recentemente passou a importar máquinas de maior porte, para utilização industrial, está apresentando diversos modelos, como tornos mecânicos, dobradeiras, guilhotinas, frezadoras e ferramenteiras. ”Teremos um técnico exclusivo para dar explicações sobre cada máquina”, destaca Márcia Cestato, uma das diretoras da Ropel Rolamentos.
Ela ressalta também a importância da feira para os negócios da empresa. ”Já realizamos bons negócios durante as edições anteriores da feira e o evento nos dá mais visibilidade”, afirma.
A Electro Automação Industrial também está com produtos novos no segmento de equipamentos de automação e controle industrial. Segundo o proprietário da Electro, Jilo Yamazaki, o objetivo na participação da feira é divulgar a empresa que tem o diferencial de oferecer uma ampla gama de equipamentos para pronta entrega. ”Queremos mostrar que Londrina tem empresas em condições de oferecer soluções e produtos encontrados em grandes centros.”
8 Feira Eletromecânica e Construção Civil em Londrina dobra número de expositores

Projeto reduz remuneração da poupança para saldos superiores a R$ 50 mil

Leonardo Prado

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3613/12, do deputado Sibá Machado (PT-AC), que reduz a remuneração das cadernetas de poupança com saldo superior a R$ 50 mil.
O deputado diz que, com a redução da taxa de juros e estabilização da economia, a poupança tende a se tornar cada vez mais vantajosa, em comparação com outros investimentos, que são tributados. O objetivo do projeto é evitar a migração maciça de grandes investidores para a poupança, porque isso “retiraria recursos de atividades produtivas e dificultaria o financiamento do Estado”.
De acordo com o projeto, os saldos de poupança que ultrapassem o valor de R$ 50 mil serão remunerados por uma taxa equivalente a 80% da taxa Selic. O patamar de R$ 50 mil, segundo Sibá Machado, resguarda os pequenos poupadores. Para garantir a segurança jurídica da proposta, ela não se aplicará aos depósitos efetuados antes de sua vigência – caso vire lei.
De acordo com a legislação vigente, os depósitos em caderneta de poupança são remunerados por uma taxa de juros prefixada de 0,5% ao mês – equivalente a 6,17% ao ano – aplicada sobre os valores atualizados pela Taxa Referencial de Juros (TR).
Tramitação

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 
Íntegra da proposta:
 
Reportagem – Carolina Nogueira
Edição – Wilson Silveira
8 Feira Eletromecânica e Construção Civil em Londrina dobra número de expositores

Inovação e competitividade em Londrina nos setores de eletromecânica e de construção civil

Londrina tem sido considerada referência quando o assunto é inovar os processos produtivos nos setores de eletromecânica e de construção civil
Universidades e centros técnicos, empresas e empreendedores, facilidades de financiamento e o principal: boas ideias. Esta é a receita que faz de Londrina uma cidade fonte de inovações na opinião de lideranças dos setores de eletromecânica e construção civil.
A inovação hoje é uma necessidade da indústria, que assiste a uma mudança da mentalidade do consumidor mais atento a novidades. ”Nos anos 90, quem não tinha qualidade estava fora do mercado. Hoje, além de qualidade, a empresa precisa inovar, senão também está fora do mercado”, comenta Alexandre Ferreira, gerente do Senai Londrina. No mercado de trabalho, o meio produtivo passa a valorizar mais os profissionais com ideias inovadoras.
Na opinião de Ferreira, entre outros motivos, Londrina é inovadora porque os empreendedores, além de verem necessidade, veem vantagem na inovação. ”Eles são mais suscetíveis à inovação. Antes, a inovação era restrita às universidades. Hoje, além de instituições como o Senai, as empresas também estão preocupadas.” De acordo com Ferreira, a feira é até mesmo uma maneira de dar resposta ao setor de eletromecânica e construção civil, que chega a importar tecnologia de outros países, de que aqui também existe inovação.
Recentemente, o Senai ganhou um edital da Fundação Araucária para desenvolvimento de processos para uma indústria metalúrgica, cujo nome não pode ser divulgado. ”É um edital muito forte, e as empresas estão sabendo aproveitar isso”, observa o gerente, que também ressalta as linhas de financiamento disponíveis para os mais variados setores.
Os estudantes londrinenses também são pré-dispostos à inovação, comenta Ferreira. ”Eles são mais dispostos a se arriscar, não têm tanto receio, e estão mais antenados às tecnologias.”
Além de um ambiente que incentiva boas ideias, o Senai Londrina tem um Hotel de Projetos Inovadores (HPI), que oferece apoio a alunos e ex-alunos até chegarem ao nível de pré-incubação e um bureau de teste e qualidade de software, único do país que possui uma extensa gama de testes para empresas que querem oferecer um software de qualidade no mercado.

Universidades e centros técnicos, empresas e empreendedores, facilidades de financiamento e o principal: boas ideias. Esta é a receita que faz de Londrina uma cidade fonte de inovações na opinião de lideranças dos setores de eletromecânica e construção civil.
A inovação hoje é uma necessidade da indústria, que assiste a uma mudança da mentalidade do consumidor mais atento a novidades. ”Nos anos 90, quem não tinha qualidade estava fora do mercado. Hoje, além de qualidade, a empresa precisa inovar, senão também está fora do mercado”, comenta Alexandre Ferreira, gerente do Senai Londrina. No mercado de trabalho, o meio produtivo passa a valorizar mais os profissionais com ideias inovadoras.
Na opinião de Ferreira, entre outros motivos, Londrina é inovadora porque os empreendedores, além de verem necessidade, veem vantagem na inovação. ”Eles são mais suscetíveis à inovação. Antes, a inovação era restrita às universidades. Hoje, além de instituições como o Senai, as empresas também estão preocupadas.” De acordo com Ferreira, a feira é até mesmo uma maneira de dar resposta ao setor de eletromecânica e construção civil, que chega a importar tecnologia de outros países, de que aqui também existe inovação.
Recentemente, o Senai ganhou um edital da Fundação Araucária para desenvolvimento de processos para uma indústria metalúrgica, cujo nome não pode ser divulgado. ”É um edital muito forte, e as empresas estão sabendo aproveitar isso”, observa o gerente, que também ressalta as linhas de financiamento disponíveis para os mais variados setores.
Os estudantes londrinenses também são pré-dispostos à inovação, comenta Ferreira. ”Eles são mais dispostos a se arriscar, não têm tanto receio, e estão mais antenados às tecnologias.”
Além de um ambiente que incentiva boas ideias, o Senai Londrina tem um Hotel de Projetos Inovadores (HPI), que oferece apoio a alunos e ex-alunos até chegarem ao nível de pré-incubação e um bureau de teste e qualidade de software, único do país que possui uma extensa gama de testes para empresas que querem oferecer um software de qualidade no mercado.
8 Feira Eletromecânica e Construção Civil em Londrina dobra número de expositores

Empresas buscam novos processos produtivos

‘‘As empresas de construção civil têm buscado inovações para melhorar a produtividade e a qualidade do serviço prestado, para que a mão de obra tenha melhores condições de trabalho’’, comenta Gerson Guariente Jr. presidente do Sinduscon Norte/PR. Nesta área, Guariente Jr. lembra que Londrina sempre se posicionou como referência. A mão de obra qualificada e as universidades e cursos técnicos, que formam profissionais capacitados, contribuem para que a cidade se mantenha nesta posição.
Na opinião do consultor do Sebrae Paraná, Ricardo Magno da Silva, gestor dos setores de Construção Civil e de Metalmecânica, a prova de que Londrina inova na área de construção civil é o número de empresas que se mantêm no mercado. ‘‘A empresa, para se manter competitiva, tem de ser inovadora. O mercado é muito dinâmico.’’
No setor de eletromecânica, Silva ressalta a diversidade de empresas londrinenses, seja no segmento de baterias, serralheria, tornearia, ferramentaria. ‘‘O Sebrae vê a inovação como um processo estratégico-chave para as empresas e quer ser parceiro’’, declara.

Empresas paranaenses estão, inclusive, buscando subsídios junto ao Sebrae com o Sebraetec, um fundo nacional de apoio à inovação destinado a empresas que desejam realizar a análise de seus processos. Como ainda é novo e não se sabe quanto de recursos será destinado ao Paraná, Silva não soube informar quantas empresas paranaenses deverão participar do fundo, mas afirma que ‘‘são muitas’’.(M.F.C.)

8 Feira Eletromecânica e Construção Civil em Londrina dobra número de expositores

Grupo discutirá dois pareceres sobre fim do fator previdenciário

O Grupo de Trabalho Câmara Negociação Desenvolvimento Econômico e Social, criado para buscar consenso em propostas que interessam a trabalhadores e empresários, se reúne nesta terça-feira (24) para analisar o projeto que acaba com o fator previdenciário (PL3299/08). Serão discutidos os pareceres dos dois relatores: deputado Assis Melo (PCdoB-RS), cujo texto representa a opinião dos trabalhadores, e deputado Jorge Corte Real (PTB-PE), que reuniu as sugestões dos empresários. A reunião será às 15 horas, no Plenário 15.
O objetivo do grupo é, a partir dos dois relatórios, buscar um texto único a ser apresentado no Plenário, quando o PL 3299/08 for analisado. No mês passado, em audiência na Câmara, o governo admitiu que o fator previdenciário, criado em 1999, não conseguiu atingir seu objetivo principal de adiar a aposentadoria dos trabalhadores do Regime Geral da Previdência Social.
O fim do fator já havia sido aprovado no Congresso em 2010, mas a proposta foi vetada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Íntegra da proposta:
 

Da Redação/DC
8 Feira Eletromecânica e Construção Civil em Londrina dobra número de expositores

AL aprova aumento de 10,32% no mínimo regional

Projeto segue hoje para segunda votação no plenário; Texto já prevê mesmo aumento para 2013

Em regime de urgência, o projeto governamental que reajusta o salário mínimo regional do Paraná em 10,32% foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no início da tarde de ontem, na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná. E em sessão extraordinária realizada horas depois, ele foi aprovado também em plenário, em primeira discussão, quando se discute a constitucionalidade da matéria. Hoje, o projeto volta à votação, para a segunda discussão.
A pressa é necessária para que o governador Beto Richa (PSDB) sancione o aumento no salário no próximo dia 1º, feriado do Dia do Trabalho, como ocorre tradicionalmente no Paraná. Atingindo 900 mil trabalhadores, o novo mínimo regional deve variar entre R$ 781,88 e R$ 902,17, entre as cinco faixas salariais divididas por grupo ocupacional. O índice de 10,32% é composto de aumento real de 5,1% e outros 4,97% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
A novidade no projeto que fixa o mínimo regional, encaminhado anualmente para análise e aprovação dos deputados estaduais, é que este ano o texto já calcula o percentual de aumento real para o ano que vem, de outros 5,1%. Dessa forma, em 2013 bastaria calcular o índice de inflação do período para se somar a este índice, sem a necessidade de aprovação de um novo projeto de lei.
Essa fórmula não tem agradado a classe de industriais e empresários paranaenses. Sem obter sucesso em reunião com o governador na semana passada, durante a qual criticaram o aumento salarial (sob o argumento de que um valor mais alto pode provocar desemprego), o grupo do G8 – que agrega os oito maiores representantes das classes patronais – procurou ontem o líder do governo na AL, deputado Ademar Traiano (PSDB), para pedir alteração na mensagem salarial, retirando qualquer condição preestabelecida para o reajuste do ano que vem. ”Eles pretendem que se deixe isso para uma discussão posterior”, contou Traiano. Possíveis emendas ao projeto podem ser apresentadas hoje, durante a segunda votação. Da parte do governo, já foi sinalizado que é difícil que haja mudanças.
Na opinião do Executivo, o aumento do mínimo não terá impactos negativos aos empresários. Segundo dados do secretário estadual do Trabalho, Luiz Claudio Romanelli, a economia paranaense tem demonstrado mais vitalidade do que a nacional.

Servidores estaduais

Nas próximas semanas, o governo promete encaminhar mensagem sobre o reajuste no salário dos servidores públicos estaduais. O pagamento, em parcela única, deve ser pago em junho. A recomposição obedece a variação da inflação acumulada em 12 meses, de 4,66%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor-Amplo (IPCA), que é o parâmetro oficial utilizado para estabelecer os aumentos do funcionalismo estadual.