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Economia deve crescer 3,27%, diz mercado

Economia deve crescer 3,27%, diz mercado

A estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – foi mantida em 3,27% para este ano. Para 2013, a previsão caiu de 4,25% para 4,15%. Essas projeções estão no boletim Focus, publicação semanal do BC, elaborada com base em estimativas de analistas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia. 
A expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 2,94% para 3%. Para 2013, permanece em 4%. 
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB passou de 37% para 36,95%, este ano, e continua em 35,8%, em 2013. 
A expectativa para a cotação do dólar ao final do ano subiu de R$ 1,78 para R$ 1,80. Para 2013, foi mantida em R$ 1,75. 
A previsão para o superavit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 19,6 bilhões para US$ 19,8 bilhões, em 2012, e de US$ 14,5 para US$ 15 bilhões, no próximo ano. 
No caso do deficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), não houve alterações nas estimativas de US$ 65,9 bilhões, para este ano, e de US$ 70 bilhões, para 2013. 
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 55 bilhões, neste ano, e passou de US$ 54 bilhões para US$ 55 bilhões, em 2013.
 
Inflação 
Sobre a inflação, a previsão dos analistas é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar este ano em 5,28%. Na semana passada, a projeção estava em 5,29% e há quatro semanas em 5,32%. Para 2013, a estimativa segue em 5%, há nove semanas. As projeções estão dentro do limite superior de 6,5%. 
Para a taxa básica de juros, a Selic, a previsão para este ano segue em 9,5% ao ano, há sete semanas, e para 2013 passou de 10,25% para 10,38% ao ano. para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) segue em 5,01%, este ano, e subiu de 4,9% para 4,92%, em 2013. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), foi mantida a projeção de 5% em 2012 e ajustada a estimativa de 5% para 4,98%, no próximo ano.
 
Economia deve crescer 3,27%, diz mercado

Brasil ainda pode ter 50 mil em condições de escravidão

O coordenador da Campanha Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, vinculado ao Ministério Público do Trabalho, frei Xavier Plassat, estima que, no país, haja de 20 a 50 mil pessoas exercendo atividades em condições análogas à escravidão.
“Na verdade, libertar escravos não basta para acabar com o problema, mas o Brasil está mostrando uma boa capacidade em atacar a questão, por meio de um grupo móvel de fiscalização bem eficiente. Mas [infelizmente, o governo] não consegue apurar todas as denúncias porque o território é muito grande”, disse Xavier. As declarações foram dadas durante debate no programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, na última sexta-feira (27), véspera do Dia de Combate ao Trabalho Escravo.

Xavier acrescentou ainda que entre as agravantes do problema estão a pobreza e a miséria. No Brasil, muitas famílias ainda vivem nessa situação, lembrou o frei. “Sem condições ideais de trabalho, as pessoas se submetem à exploração.”

“[Essas pessoas] tiveram apenas os direitos básicos assegurados. Na hora de pegar um serviço, pegam qualquer um. Para essas pessoas isso é melhor que nada. [Mas] acabam sendo levadas para uma situação de impunidade, [movida pela] ganância e miséria. Temos aí um conjunto que precisa ser atacado, se não a gente não resolve o problema”, disse Xavier.

O coordenador nacional da Frente Parlamentar Mista de Erradicação do Trabalho Escravo, o deputado Domingos Dutra (PT- MA), defendeu a aprovação imediata da Proposta de Emenda Constitucional 438/2001, conhecida como PEC do Trabalho Escravo, determinando que a área onde for flagrado trabalho escravo seja desapropriada para fins de reforma agrária.

Economia deve crescer 3,27%, diz mercado

Brasil ainda pode ter 50 mil em condições de escravidão

O coordenador da Campanha Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, vinculado ao Ministério Público do Trabalho, frei Xavier Plassat, estima que, no país, haja de 20 a 50 mil pessoas exercendo atividades em condições análogas à escravidão.
“Na verdade, libertar escravos não basta para acabar com o problema, mas o Brasil está mostrando uma boa capacidade em atacar a questão, por meio de um grupo móvel de fiscalização bem eficiente. Mas [infelizmente, o governo] não consegue apurar todas as denúncias porque o território é muito grande”, disse Xavier. As declarações foram dadas durante debate no programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, na última sexta-feira (27), véspera do Dia de Combate ao Trabalho Escravo.

Xavier acrescentou ainda que entre as agravantes do problema estão a pobreza e a miséria. No Brasil, muitas famílias ainda vivem nessa situação, lembrou o frei. “Sem condições ideais de trabalho, as pessoas se submetem à exploração.”

“[Essas pessoas] tiveram apenas os direitos básicos assegurados. Na hora de pegar um serviço, pegam qualquer um. Para essas pessoas isso é melhor que nada. [Mas] acabam sendo levadas para uma situação de impunidade, [movida pela] ganância e miséria. Temos aí um conjunto que precisa ser atacado, se não a gente não resolve o problema”, disse Xavier.

O coordenador nacional da Frente Parlamentar Mista de Erradicação do Trabalho Escravo, o deputado Domingos Dutra (PT- MA), defendeu a aprovação imediata da Proposta de Emenda Constitucional 438/2001, conhecida como PEC do Trabalho Escravo, determinando que a área onde for flagrado trabalho escravo seja desapropriada para fins de reforma agrária.

Economia deve crescer 3,27%, diz mercado

Congresso Nacional inicia ano legislativo na quinta-feira

O Congresso Nacional inicia nesta quinta-feira o ano legislativo. O presidente da Mesa, senador José Sarney (PMDB-AP), conduzirá a solenidade, às 16 horas no plenário da Câmara Federal, depois de cumprir um rito tradicional: chegará ao Congresso conduzido por batedores, ouvirá o Hino Nacional executado pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial, assistirá à execução de salva de 21 tiros de canhão pelo 32º Grupo de Artilharia de Campanha e passará a tropa em revista. 
O presidente da Câmara, Marco Maia, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, também participarão da abertura dos trabalhos da 2 sessão legislativa da 54 legislatura. 
Durante o evento, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, vai ler a mensagem da presidente Dilma Rousseff ao Poder Legislativo. A expectativa dos parlamentares é que ela aborde iniciativas para atacar os problemas mais prementes enfrentados pelo país. No ano passado, trazida pela própria chefe do Executivo, a mensagem presidencial abordava a tragédia que acabava de vitimar famílias soterradas por deslizamentos na região serrana do Rio de Janeiro. 
Na ocasião, Dilma prometeu um pacto para evitar novas tragédias e firmou o compromisso de lutar pela erradicação da miséria e por uma política de longo prazo para o reajuste do salário mínimo. 
”A manutenção de regras estáveis, que permitam ao salário mínimo recuperar o seu poder de compra é um pacto deste governo com os trabalhadores”, disse Dilma, na ocasião. Na mesma mensagem, a presidente defendeu as reformas tributária e política, temas que devem voltar à mensagem deste ano.
 
Economia deve crescer 3,27%, diz mercado

Congresso Nacional inicia ano legislativo na quinta-feira

O Congresso Nacional inicia nesta quinta-feira o ano legislativo. O presidente da Mesa, senador José Sarney (PMDB-AP), conduzirá a solenidade, às 16 horas no plenário da Câmara Federal, depois de cumprir um rito tradicional: chegará ao Congresso conduzido por batedores, ouvirá o Hino Nacional executado pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial, assistirá à execução de salva de 21 tiros de canhão pelo 32º Grupo de Artilharia de Campanha e passará a tropa em revista. 
O presidente da Câmara, Marco Maia, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, também participarão da abertura dos trabalhos da 2 sessão legislativa da 54 legislatura. 
Durante o evento, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, vai ler a mensagem da presidente Dilma Rousseff ao Poder Legislativo. A expectativa dos parlamentares é que ela aborde iniciativas para atacar os problemas mais prementes enfrentados pelo país. No ano passado, trazida pela própria chefe do Executivo, a mensagem presidencial abordava a tragédia que acabava de vitimar famílias soterradas por deslizamentos na região serrana do Rio de Janeiro. 
Na ocasião, Dilma prometeu um pacto para evitar novas tragédias e firmou o compromisso de lutar pela erradicação da miséria e por uma política de longo prazo para o reajuste do salário mínimo. 
”A manutenção de regras estáveis, que permitam ao salário mínimo recuperar o seu poder de compra é um pacto deste governo com os trabalhadores”, disse Dilma, na ocasião. Na mesma mensagem, a presidente defendeu as reformas tributária e política, temas que devem voltar à mensagem deste ano.
 
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Merenda pode sair pelo dobro do preço

A Secretaria de Gestão Pública (SGP) de Londrina republicou na sexta-feira parte do edital da merenda com um novo valor para o contrato de um ano: R$ 16.452.230,88. O montante é superior ao que constava na primeira versão do edital, de R$ 9.266.547,36. O valor previsto para este ano quase dobra se considerado o preço do contrato em 2011, com a empresa J.Coan, de R$ 8 milhões. O secretário de Gestão Pública, Fábio Reali, não foi encontrato por meio de seu telefone celular para explicar a razão do aumento significativo no preço do serviço. 
A diferença entre a primeira e a segunda versão do edital é o número de cozinheiras nas secretarias de Assistência Social e da Mulher. No primeiro caso, serão necessárias 264 cozinheiras por mês e não 22; na pasta da Mulher, serão 36 e não três, como estava inicialmente previsto. 
A SGP renovou o contrato com a J.Coan até o final de fevereiro, quando o secretário espera que a nova licitação da merenda esteja concluída. A empresa é suspeita, segundo o Ministério Público, de participar do ”cartel da merenda”, que atua em várias cidades do Brasil e teria participado de fraude na licitação realizada no ano passado em Londrina. O MP recomendou a suspensão do contrato, mas, segundo Reali, devido à complexidade do edital, a SGP não conseguiu finalizar a licitação antes do início das aulas, na próxima quinta-feira. Também não foram concluídas as licitações dos uniformes e materiais escolares, que juntas somam R$ 20 milhões. Tal como a merenda, a licitação dos uniformes dobrou de preço em relação a 2011, saltando de R$ 6,3 milhões para R$ 12 milhões.