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Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas e suas facilidades permitem, inclusive, que a distância entre trabalho e casa diminua. Uma pesquisa revelou que um em cada cinco profissionais no mundo todo frequentemente trabalham de casa, ou seja, 17% dos trabalhadores do planeta.
Ainda, cerca de 7% dos entrevistados afirmaram que trabalham de forma remota todos os dias, e 10% disseram que fazem o mesmo constantemente, durante as noites e aos finais de semana. A pesquisa foi realizada pela Ipsos/Reuters, e contou com 11.383 entrevistados de 24 países.
Regiões

Entre as regiões do mundo, os profissionais que mais costumam trabalhar de casa são aqueles residentes do Oriente Médio/África, onde 27% afirmaram que trabalham frequentemente de casa.

O volume de profissionais que fazem o mesmo também é alto na América Latina (25%) e na região da Ásia/Pacifico (24%). Já na América do Norte e mesmo na Europa, apenas 9%, em cada região, afirmou que trabalham de forma remota a partir de suas casas.
Em relação aos países, o estudo revelou que os empregados da Índia (56%), Indonésia (34%), México (30%), Argentina (29%), África do Sul (28%) e Turquia (27%) são os que trabalham de casa com mais frequência. Por outro lado, aqueles da Hungria (3%), Alemanha (5%), Suécia (6%), França (7%), Itália (7%) e Canadá (8%) são os que trabalham de casa com menor frequência.
A pesquisa também mostrou que aqueles com maior grau de educação são mais propensos a trabalhar de forma remota com maior frequência, assim como os que estão na faixa etária inferior aos 35 anos e os que possuem alta renda mensal. Por fim, homens (19%) tende a trabalhar mais de forma remota do que as mulheres.
A pesquisa levantou dados de 24 países, sendo eles: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Polônia, Reino Unido, Rússia, Suécia e Turquia. Todas as entrevistas foram feitas on line, entre os dias 7 e 20 de outubro de 2011.
Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

Fórum de Davos termina em clima de otimismo cauteloso

“Otimismo cauteloso” foi a palavra de ordem dos banqueiros que participaram da reunião anual do Fórum Econômico Mundial, encerrada hoje em Davos (Suíça). Embora tenham persistido as conversas sobre o risco de fragmentação da zona do euro, poucos esperam que isso venha a acontecer, pelo menos no curto prazo.
 
Para os banqueiros, muita gente ainda está subestimando a oferta do Banco Central Europeu (BCE), de oferecer crédito ilimitado aos bancos por três anos. Segundo um deles, essa política é parte relaxamento quantitativo da política monetária e parte recapitalização dos bancos “pela porta dos fundos”, por meio de estímulos ao crescimento dos lucros. O banqueiro acrescentou que ao remover do cenário a perspectiva de uma crise bancária sistêmica, o BCE comprou tempo para a zona do euro.
 
O otimismo ganhará impulso se a Grécia fizer um acordo nos próximos dias com seus credores privados. A perspectiva de um acordo melhorou depois de se admitir que os provedores oficiais de crédito para a Grécia – a União Europeia (UE), o BCE e o FMI (Fundo Monetário Internacional) – também sofrerão perdas se um acordo com os credores privados não for suficiente para colocar a dívida grega numa base sustentável.
 
Qualquer perda para os credores oficiais da Grécia deverá assumir a forma de reduções nas taxas de juro, e não de um perdão da dívida, disse o comissário de Assuntos Econômicos da União Europeia, Olli Rehn. Isso torna menos provável que a Grécia seja forçada a um default (calote) que inclua perdas substanciais para a exposição do BCE à dívida grega, estimada em € 45 bilhões, já que isso precipitaria a saída do país da zona do euro
 
Desafios
 
A cautela dos banqueiros reflete a preocupação de que os governos dos países da zona do euro não usem da melhor maneira o tempo que estão ganhando. Os desafios são bem entendidos; a controvérsia em andamento sobre uma possível perda de soberania da Grécia (com a instalação permanente de um monitor da UE no país, com poder de veto sobre decisões de gastos, como defende a Alemanha) é um lembrete de que o risco de um acidente político segue elevado.
 
Há consenso de que tanto a Itália como a Espanha precisam avançar com reformas que impulsionem o crescimento e melhorem a produtividade. Ao mesmo tempo, a austeridade fiscal e a desalavancagem deverão continuar a prejudicar o crescimento. A zona do euro precisa aumentar o tamanho de seus fundos de assistência financeira, de modo a criar uma “firewall” que evite contágios no caso de algum outro país ficar sem acesso aos mercados financeiros. Além disso, Portugal ainda poderá precisar de mais ajuda e muitos acreditam que somente um compromisso claro de transferências diretas de recursos entre governos e de emissões de bônus da zona do euro como um todo poderão convencer os mercados de que a moeda única vai sobreviver.
 
Enquanto essas dúvidas permanecerem, os bancos continuarão a se preparar para o pior. Muitos usarão o crédito barato do BCE para comprar bônus domésticos, mas a maioria continuará a reduzir sua exposição à dívida de outros países. Os bancos também deverão continuar priorizando a concessão de crédito em seus próprios países, ao mesmo tempo em que reduzem sua alavancagem. As autoridades reguladoras devem encorajar esse processo, ao tentar blindar seus respectivos sistemas financeiros. As informações são da Dow Jones.
Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

Fórum de Davos termina em clima de otimismo cauteloso

“Otimismo cauteloso” foi a palavra de ordem dos banqueiros que participaram da reunião anual do Fórum Econômico Mundial, encerrada hoje em Davos (Suíça). Embora tenham persistido as conversas sobre o risco de fragmentação da zona do euro, poucos esperam que isso venha a acontecer, pelo menos no curto prazo.
 
Para os banqueiros, muita gente ainda está subestimando a oferta do Banco Central Europeu (BCE), de oferecer crédito ilimitado aos bancos por três anos. Segundo um deles, essa política é parte relaxamento quantitativo da política monetária e parte recapitalização dos bancos “pela porta dos fundos”, por meio de estímulos ao crescimento dos lucros. O banqueiro acrescentou que ao remover do cenário a perspectiva de uma crise bancária sistêmica, o BCE comprou tempo para a zona do euro.
 
O otimismo ganhará impulso se a Grécia fizer um acordo nos próximos dias com seus credores privados. A perspectiva de um acordo melhorou depois de se admitir que os provedores oficiais de crédito para a Grécia – a União Europeia (UE), o BCE e o FMI (Fundo Monetário Internacional) – também sofrerão perdas se um acordo com os credores privados não for suficiente para colocar a dívida grega numa base sustentável.
 
Qualquer perda para os credores oficiais da Grécia deverá assumir a forma de reduções nas taxas de juro, e não de um perdão da dívida, disse o comissário de Assuntos Econômicos da União Europeia, Olli Rehn. Isso torna menos provável que a Grécia seja forçada a um default (calote) que inclua perdas substanciais para a exposição do BCE à dívida grega, estimada em € 45 bilhões, já que isso precipitaria a saída do país da zona do euro
 
Desafios
 
A cautela dos banqueiros reflete a preocupação de que os governos dos países da zona do euro não usem da melhor maneira o tempo que estão ganhando. Os desafios são bem entendidos; a controvérsia em andamento sobre uma possível perda de soberania da Grécia (com a instalação permanente de um monitor da UE no país, com poder de veto sobre decisões de gastos, como defende a Alemanha) é um lembrete de que o risco de um acidente político segue elevado.
 
Há consenso de que tanto a Itália como a Espanha precisam avançar com reformas que impulsionem o crescimento e melhorem a produtividade. Ao mesmo tempo, a austeridade fiscal e a desalavancagem deverão continuar a prejudicar o crescimento. A zona do euro precisa aumentar o tamanho de seus fundos de assistência financeira, de modo a criar uma “firewall” que evite contágios no caso de algum outro país ficar sem acesso aos mercados financeiros. Além disso, Portugal ainda poderá precisar de mais ajuda e muitos acreditam que somente um compromisso claro de transferências diretas de recursos entre governos e de emissões de bônus da zona do euro como um todo poderão convencer os mercados de que a moeda única vai sobreviver.
 
Enquanto essas dúvidas permanecerem, os bancos continuarão a se preparar para o pior. Muitos usarão o crédito barato do BCE para comprar bônus domésticos, mas a maioria continuará a reduzir sua exposição à dívida de outros países. Os bancos também deverão continuar priorizando a concessão de crédito em seus próprios países, ao mesmo tempo em que reduzem sua alavancagem. As autoridades reguladoras devem encorajar esse processo, ao tentar blindar seus respectivos sistemas financeiros. As informações são da Dow Jones.
Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

Mercado de trabalho busca mais de oito mil profissionais em Curitiba

Em Curitiba estão disponíveis 8.680 vagas de emprego para diferentes áreas. De acordo com a Agência do Trabalhador, as profissões com mais oportunidades são servente de limpeza, com 758 vagas, e atendente de balcão, com 405 vagas.
 
Em todo o estado, oficialmente, são mais de 15 mil vagas no marcado de trabalho. Após Curitiba, a cidade com mais empregos disponíveis é Arapongas, na região norte do estado, com 1.080 vagas.
 
O maior número está na área de telemarketing, com 300 vagas. Em terceiro lugar da lista aparece Cascavel, na região oeste. São 691 novos empregos, sendo 29 oportunidades para auxiliar de linha de produção.
Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

Mercado de trabalho busca mais de oito mil profissionais em Curitiba

Em Curitiba estão disponíveis 8.680 vagas de emprego para diferentes áreas. De acordo com a Agência do Trabalhador, as profissões com mais oportunidades são servente de limpeza, com 758 vagas, e atendente de balcão, com 405 vagas.
 
Em todo o estado, oficialmente, são mais de 15 mil vagas no marcado de trabalho. Após Curitiba, a cidade com mais empregos disponíveis é Arapongas, na região norte do estado, com 1.080 vagas.
 
O maior número está na área de telemarketing, com 300 vagas. Em terceiro lugar da lista aparece Cascavel, na região oeste. São 691 novos empregos, sendo 29 oportunidades para auxiliar de linha de produção.
Um em cada cinco profissionais no mundo todo trabalha de casa

Feirão de imóveis registra 200 intenções de negócio

­Mais de 200 in­ten­ções de ne­gó­cio fo­ram preen­chi­das en­tre sá­ba­do e do­min­go du­ran­te o 1º Fei­rão Imo­bi­liá­rio do Ban­co do Bra­sil, rea­li­za­do em par­ce­ria com o Sin­di­ca­to da Cons­tru­ção Ci­vil (Sin­dus­con – Nor­te do Pa­ra­ná), na agên­cia do Cal­ça­dão de Lon­dri­na. 
Se to­das fo­rem con­cre­ti­za­das, se­rão cer­ca de R$ 20 mi­lhões em fi­nan­cia­men­tos. O even­to con­ti­nua até sex­ta-fei­ra nas agên­cias do ban­co, não só de Lon­dri­na, mas de Ibi­po­rã, Ja­tai­zi­nho, Ser­ta­nó­po­lis, Cam­bé e Ro­lân­dia, em ho­rá­rio nor­mal de aten­di­men­to. 
 
Taxas especiais
 
A gran­de van­ta­gem do fei­rão são as ta­xas de fi­nan­cia­men­to. Se­gun­do o su­pe­rin­ten­den­te re­gio­nal do Ban­co do Bra­sil na re­gião, Mar­co An­to­nio de Al­mei­da Mel­lo, os ju­ros são de 8,4% ao ano ­mais TR. Em con­di­ções nor­mais, as ta­xas são ofe­re­ci­das a 9,5% ao ano ­mais TR. 
Os ju­ros es­pe­ciais, con­for­me ex­pli­ca o su­pe­rin­ten­den­te re­gio­nal, ser­ve ape­nas pa­ra imó­veis que cus­tam até R$ 500 mil e per­ten­cem às 12 cons­tru­to­ras li­ga­das ao Sin­dus­con que es­tão par­ti­ci­pan­do do fei­rão. 
De acor­do com Mel­lo, apro­xi­ma­da­men­te mil pes­soas com­pa­re­ce­ram à agên­cia do Cal­ça­dão du­ran­te o fi­nal de se­ma­na. Na ma­nhã de do­min­go, o mo­vi­men­to foi tão gran­de que a su­pe­rin­ten­dên­cia te­ve de con­vo­car ­mais um fun­cio­ná­rio pa­ra aten­der os in­te­res­sa­dos.