por master | 16/11/11 | Ultimas Notícias
Começou na última sexta (11), nas emissoras de rádio e televisão, a campanha aberta sobre o plebiscito que discute a criação de dois novos estados (Carajás e Tapajós). O debate acirrou ainda mais a disputa.
Como fica a divisão do Pará
Do lado do comitê separatista, as primeiras propagandas abordam como o Mato Grosso do Sul e Tocantins se beneficiaram ao se emanciparem, com o aumento do volume de recursos e investimentos do governo federal e também com a maior concentração dos recursos nos novos estados.
Já os comitês contrários a divisão argumentam o oposto, e afirmam que os estados de Mato Grosso e Goiás – após a separação – perderam força economicamente e influência política no cenário nacional. Mostram que a divisão não foi boa para Goiás e Mato Grosso e que não vai ser a saída para melhorar os problemas estruturais do Pará.
“Quanto mais estados, maior a disputa por recursos federais, maior a possibilidade de existir uma guerra fiscal e maior será a competição para abrigar empreendimentos de grande porte” ressalta a campanha dos comitês do Não e Não.
O outro argumento fortemente explorado pelas propagandas dos comitês favoráveis à criação dos dois novos estados é o volume de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) onde os separatistas afirmam que haverá aumento dos recursos do FPM.
Outro aspecto é que todas as campanhas deram um tom emocional para conquistar e atrair a atenção dos eleitores principalmente os que defendem a unidade do Pará, no qual abordam a identidade cultural e os valores dos paraenses, fazendo alusão às cores da bandeira do estado – vermelha e branca.
O tom abordado dos separatistas tem sido emocional e simples, adotando um jingle sertanejo mostrando também que o Pará é uma grande família, que chega um momento em que cada um tem que tomar seu rumo e seu caminho para melhorar a vida de todos.
A estratégia de marketing que coordena a campanha dos que defendem a divisão do Pará é encabeçada por Duda Mendonça, que comandou a propaganda do ex-presidente Lula em 2002.
Outro fato curioso é que grandes personalidades culturais e esportivas estão na campanha dos que defendem a unidade do Pará, como o meia da seleção brasileira e do Santos, o paraense Paulo Henrique Ganso, e do lateral-direito da equipe paulista, a cantora Fafá de Belém e a atriz Dira Paes.
De Belém,
Moisés Alves
por master | 16/11/11 | Ultimas Notícias
Começou na última sexta (11), nas emissoras de rádio e televisão, a campanha aberta sobre o plebiscito que discute a criação de dois novos estados (Carajás e Tapajós). O debate acirrou ainda mais a disputa.
Como fica a divisão do Pará
Do lado do comitê separatista, as primeiras propagandas abordam como o Mato Grosso do Sul e Tocantins se beneficiaram ao se emanciparem, com o aumento do volume de recursos e investimentos do governo federal e também com a maior concentração dos recursos nos novos estados.
Já os comitês contrários a divisão argumentam o oposto, e afirmam que os estados de Mato Grosso e Goiás – após a separação – perderam força economicamente e influência política no cenário nacional. Mostram que a divisão não foi boa para Goiás e Mato Grosso e que não vai ser a saída para melhorar os problemas estruturais do Pará.
“Quanto mais estados, maior a disputa por recursos federais, maior a possibilidade de existir uma guerra fiscal e maior será a competição para abrigar empreendimentos de grande porte” ressalta a campanha dos comitês do Não e Não.
O outro argumento fortemente explorado pelas propagandas dos comitês favoráveis à criação dos dois novos estados é o volume de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) onde os separatistas afirmam que haverá aumento dos recursos do FPM.
Outro aspecto é que todas as campanhas deram um tom emocional para conquistar e atrair a atenção dos eleitores principalmente os que defendem a unidade do Pará, no qual abordam a identidade cultural e os valores dos paraenses, fazendo alusão às cores da bandeira do estado – vermelha e branca.
O tom abordado dos separatistas tem sido emocional e simples, adotando um jingle sertanejo mostrando também que o Pará é uma grande família, que chega um momento em que cada um tem que tomar seu rumo e seu caminho para melhorar a vida de todos.
A estratégia de marketing que coordena a campanha dos que defendem a divisão do Pará é encabeçada por Duda Mendonça, que comandou a propaganda do ex-presidente Lula em 2002.
Outro fato curioso é que grandes personalidades culturais e esportivas estão na campanha dos que defendem a unidade do Pará, como o meia da seleção brasileira e do Santos, o paraense Paulo Henrique Ganso, e do lateral-direito da equipe paulista, a cantora Fafá de Belém e a atriz Dira Paes.
De Belém,
Moisés Alves
por master | 16/11/11 | Ultimas Notícias
A economia dos 17 países que compartilham o euro e do conjunto da União Europeia (UE) cresceu apenas 0,2% no terceiro trimestre com relação ao trimestre anterior e 1,4% comparada com o mesmo período de 2010.
Os dados antecipados da evolução do Produto Interno Bruto (PIB) da UE e da zona do euro, divulgados nesta terça-feira (15) pelo Eurostat, o escritório de estatísticas comunitário, coincidem assim com as previsões apresentadas no último dia 10 pela Comissão Europeia.
Em toda a União Europeia, o estado das economias dos 27 países membros é parecido, com exceção da Romênia, que registrou expansão de 1,9% no terceiro trimestre com relação ao anterior, e no Chipre, onde o Produto Interno Bruto (PIB) retrocedeu 0,7%.
As demais economias registraram um crescimento nulo ou semelhante no terceiro trimestre, com taxas que vão de 0,3% a 0,8%, com exceção da Romênia, Letônia e Lituânia (1,3%).
Alemanha
O PIB da Alemanha cresceu no terceiro trimestre deste ano 0,5% em relação ao trimestre anterior, segundo o Escritório Federal de Estatística (Destatis). Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a economia alemã cresceu 2,5%.
A economia alemã ganhou força, destacaram os técnicos do Destatis, que corrigiram para cima os números inicialmente anunciados para o segundo trimestre.
França
A economia francesa cresceu 0,4% no terceiro trimestre do ano, frente à queda de 0,1% experimentada nos três meses anteriores, informou o Instituto Nacional de Estatística (INSEE, na sigla em francês), que com esse segundo número revisou para baixo a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre.
O PIB caiu 0,1% de abril a junho, em vez da estagnação anunciada em setembro pelo organismo.
Apesar desse descenso, se mantém a previsão que o PIB cresça 1,7% neste ano, a mesma percentagem antecipada pelo INSEE em setembro, quando rebaixou suas expectativas para o conjunto do ano.
Grécia
A economia grega contraiu 5,2% no terceiro trimestre deste ano com relação ao trimestre anterior, anunciou a Autoridade Nacional de Estatísticas da Grécia.
Segundo a fonte, o Produto Interno Bruto (PIB) durante esse período alcançou os 47,987 bilhões de euros.
por master | 16/11/11 | Ultimas Notícias
A economia dos 17 países que compartilham o euro e do conjunto da União Europeia (UE) cresceu apenas 0,2% no terceiro trimestre com relação ao trimestre anterior e 1,4% comparada com o mesmo período de 2010.
Os dados antecipados da evolução do Produto Interno Bruto (PIB) da UE e da zona do euro, divulgados nesta terça-feira (15) pelo Eurostat, o escritório de estatísticas comunitário, coincidem assim com as previsões apresentadas no último dia 10 pela Comissão Europeia.
Em toda a União Europeia, o estado das economias dos 27 países membros é parecido, com exceção da Romênia, que registrou expansão de 1,9% no terceiro trimestre com relação ao anterior, e no Chipre, onde o Produto Interno Bruto (PIB) retrocedeu 0,7%.
As demais economias registraram um crescimento nulo ou semelhante no terceiro trimestre, com taxas que vão de 0,3% a 0,8%, com exceção da Romênia, Letônia e Lituânia (1,3%).
Alemanha
O PIB da Alemanha cresceu no terceiro trimestre deste ano 0,5% em relação ao trimestre anterior, segundo o Escritório Federal de Estatística (Destatis). Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a economia alemã cresceu 2,5%.
A economia alemã ganhou força, destacaram os técnicos do Destatis, que corrigiram para cima os números inicialmente anunciados para o segundo trimestre.
França
A economia francesa cresceu 0,4% no terceiro trimestre do ano, frente à queda de 0,1% experimentada nos três meses anteriores, informou o Instituto Nacional de Estatística (INSEE, na sigla em francês), que com esse segundo número revisou para baixo a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre.
O PIB caiu 0,1% de abril a junho, em vez da estagnação anunciada em setembro pelo organismo.
Apesar desse descenso, se mantém a previsão que o PIB cresça 1,7% neste ano, a mesma percentagem antecipada pelo INSEE em setembro, quando rebaixou suas expectativas para o conjunto do ano.
Grécia
A economia grega contraiu 5,2% no terceiro trimestre deste ano com relação ao trimestre anterior, anunciou a Autoridade Nacional de Estatísticas da Grécia.
Segundo a fonte, o Produto Interno Bruto (PIB) durante esse período alcançou os 47,987 bilhões de euros.
por master | 16/11/11 | Ultimas Notícias
“Vamos enfrentar, com coragem, dois dos principais problemas da saúde pública: a superlotação nos prontos-socorros e a falta de leitos nos hospitais”.
A presidenta Dilma Rousseff fala sobre as ações que o governo lançou na semana passada para melhorar a qualidade e humanizar o atendimento na saúde púlica. Ela explica no programa desta semana que o SOS Emergências vai dar mais agilidade e eficiência ao atendimento nos prontos-socorros dos maiores hospitais do país, começando por 11 capitais. Já o Melhor em Casa, será o serviço de atendimento médico domicilitar do SUS – o Sistema Único de Saúde.
Transcrição
Apresentador: Olá, eu sou o Luciano Seixas e estou aqui para o Café com a Presidenta, o nosso encontro semanal com a presidenta Dilma Rousseff. Bom dia, presidenta!
Presidenta: Bom dia, Luciano! E bom dia aos nossos ouvintes!
Apresentador: Presidenta, a senhora lançou, na semana passada, duas ações do governo na área de saúde: o SOS Emergências e o Melhor em Casa. Qual a importância destes programas?
Presidenta: Olha, Luciano, esses dois programas são muito importantes. Estamos, com eles, dando mais um passo para melhorar a qualidade da saúde pública e aumentar a eficiência do atendimento do Sistema Único de Saúde, o nosso SUS. Com o SOS Emergências e o Melhor em Casa, vamos enfrentar, com coragem, dois dos principais problemas da saúde pública: a superlotação nos prontos-socorros e a falta de leitos nos hospitais. O SOS Emergências, sabe, Luciano, vai permitir que a população seja atendida com mais rapidez e qualidade nas urgências dos hospitais. Já o Melhor em Casa é um serviço de atendimento médico domiciliar, que vai evitar as internações para aquelas pessoas que podem receber o tratamento em casa.
Apresentador: Bom, agora vamos falar de um programa de cada vez. O SOS Emergências vai reduzir a espera nos prontos-socorros?
Presidenta: Olha, Luciano, esse é o nosso objetivo. Nossa ação para melhorarmos os prontos-socorros vai começar por 11 hospitais de referência, em nove capitais. Até 2014, Luciano, nós vamos chegar a 40 emergências atendidas em todos os estados da Federação. Para esse programa dar certo, precisamos melhorar a gestão dos hospitais e o treinamento das equipes. E, para isso, vamos contar com a parceria dos melhores hospitais do país, aqueles que são chamados de hospitais de excelência. Mas a gente sabe que não se resolve o problema da qualidade do atendimento somente melhorando os prontos-socorros.
Então, Luciano, o SOS Emergências estará integrado a outras ações do programa Saúde Toda Hora, que prevê investimentos de R$ 18,8 bilhões até 2014. Esses recursos vão para a rede do SAMU, para as UPAs 24 Horas, que são as Unidades de Pronto-Atendimento. Também serão utilizados para ampliação de leitos de UTI, para os serviços de atenção básica e no programa de atendimento médico domiciliar, o nosso Melhor em Casa.
Apresentador: E sobre o Melhor em Casa, presidenta, ele é parecido com o que chamam de ‘Home Care’, da rede privada?
Presidenta: A ideia é muito parecida. Oferecer a segurança e o cuidado do hospital no conforto do lar, onde o paciente terá o carinho da família e menor risco de infecções. Por isso ele chama Melhor em Casa. Hoje, o atendimento domiciliar já é adotado, como você sabe, na rede privada de saúde; e também temos algumas experiências municipais muito bem sucedidas. Nós então, Luciano, decidimos oferecer o tratamento domiciliar para humanizar o serviço público de saúde. Esse projeto é ainda mais positivo para os idosos, principalmente com o aumento da expectativa de vida no país. Nós vamos atender, em suas próprias casas, os doentes crônicos, os pacientes que estão em recuperação de cirurgias e as pessoas em processo de reabilitação motora. Para implantar esse programa, Luciano, nós vamos investir R$ 1 bilhão até 2014. Serão contratadas mil equipes de Atenção Domiciliar, e mais 400 equipes de apoio. Os governos estaduais e as prefeituras serão nossos queridos parceiros, porque um programa dessa dimensão, ele precisa de uma ação integrada. Eles é que vão selecionar, contratar e coordenar o trabalho das equipes do Melhor em Casa. Quando as mil equipes estiverem habilitadas, nós vamos conseguir atender 60 mil pacientes em suas casas, em todo o Brasil. Agora, tem uma coisa importante, os médicos dos hospitais vão indicar o tratamento domiciliar dependendo do caso de cada paciente. Mas opção de aderir ao programa será sempre do paciente e de sua família. Porque você sabe, não é, Luciano, há famílias que têm condições de receber os pacientes em casa, e outras famílias, infelizmente, não têm.
Apresentador: Presidenta, nosso tempo chegou ao fim.
Presidenta: Queria lembrar só mais uma coisa sobre o nosso Sistema Público de Saúde. O Brasil, Luciano, é o único país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um sistema universal, público, gratuito e, que nós queremos, de qualidade. Dos 190 milhões de brasileiros, 145 milhões dependem do SUS, veja só. Sabemos que é uma tarefa enorme, mas nós vamos enfrentar esse desafio, Luciano, porque os brasileiros e as brasileiras merecem uma saúde de qualidade.
Apresentador: Presidenta, muito obrigado por mais esse Café.
Presidenta: Muito obrigada a você. E um bom-dia para todos aqueles que nos acompanharam até agora!
Apresentador: Você pode acessar este programa na internet, o endereço é www.cafe.ebc.com.br. Voltamos segunda-feira, até lá!
por master | 16/11/11 | Ultimas Notícias
“Vamos enfrentar, com coragem, dois dos principais problemas da saúde pública: a superlotação nos prontos-socorros e a falta de leitos nos hospitais”.
A presidenta Dilma Rousseff fala sobre as ações que o governo lançou na semana passada para melhorar a qualidade e humanizar o atendimento na saúde púlica. Ela explica no programa desta semana que o SOS Emergências vai dar mais agilidade e eficiência ao atendimento nos prontos-socorros dos maiores hospitais do país, começando por 11 capitais. Já o Melhor em Casa, será o serviço de atendimento médico domicilitar do SUS – o Sistema Único de Saúde.
Transcrição
Apresentador: Olá, eu sou o Luciano Seixas e estou aqui para o Café com a Presidenta, o nosso encontro semanal com a presidenta Dilma Rousseff. Bom dia, presidenta!
Presidenta: Bom dia, Luciano! E bom dia aos nossos ouvintes!
Apresentador: Presidenta, a senhora lançou, na semana passada, duas ações do governo na área de saúde: o SOS Emergências e o Melhor em Casa. Qual a importância destes programas?
Presidenta: Olha, Luciano, esses dois programas são muito importantes. Estamos, com eles, dando mais um passo para melhorar a qualidade da saúde pública e aumentar a eficiência do atendimento do Sistema Único de Saúde, o nosso SUS. Com o SOS Emergências e o Melhor em Casa, vamos enfrentar, com coragem, dois dos principais problemas da saúde pública: a superlotação nos prontos-socorros e a falta de leitos nos hospitais. O SOS Emergências, sabe, Luciano, vai permitir que a população seja atendida com mais rapidez e qualidade nas urgências dos hospitais. Já o Melhor em Casa é um serviço de atendimento médico domiciliar, que vai evitar as internações para aquelas pessoas que podem receber o tratamento em casa.
Apresentador: Bom, agora vamos falar de um programa de cada vez. O SOS Emergências vai reduzir a espera nos prontos-socorros?
Presidenta: Olha, Luciano, esse é o nosso objetivo. Nossa ação para melhorarmos os prontos-socorros vai começar por 11 hospitais de referência, em nove capitais. Até 2014, Luciano, nós vamos chegar a 40 emergências atendidas em todos os estados da Federação. Para esse programa dar certo, precisamos melhorar a gestão dos hospitais e o treinamento das equipes. E, para isso, vamos contar com a parceria dos melhores hospitais do país, aqueles que são chamados de hospitais de excelência. Mas a gente sabe que não se resolve o problema da qualidade do atendimento somente melhorando os prontos-socorros.
Então, Luciano, o SOS Emergências estará integrado a outras ações do programa Saúde Toda Hora, que prevê investimentos de R$ 18,8 bilhões até 2014. Esses recursos vão para a rede do SAMU, para as UPAs 24 Horas, que são as Unidades de Pronto-Atendimento. Também serão utilizados para ampliação de leitos de UTI, para os serviços de atenção básica e no programa de atendimento médico domiciliar, o nosso Melhor em Casa.
Apresentador: E sobre o Melhor em Casa, presidenta, ele é parecido com o que chamam de ‘Home Care’, da rede privada?
Presidenta: A ideia é muito parecida. Oferecer a segurança e o cuidado do hospital no conforto do lar, onde o paciente terá o carinho da família e menor risco de infecções. Por isso ele chama Melhor em Casa. Hoje, o atendimento domiciliar já é adotado, como você sabe, na rede privada de saúde; e também temos algumas experiências municipais muito bem sucedidas. Nós então, Luciano, decidimos oferecer o tratamento domiciliar para humanizar o serviço público de saúde. Esse projeto é ainda mais positivo para os idosos, principalmente com o aumento da expectativa de vida no país. Nós vamos atender, em suas próprias casas, os doentes crônicos, os pacientes que estão em recuperação de cirurgias e as pessoas em processo de reabilitação motora. Para implantar esse programa, Luciano, nós vamos investir R$ 1 bilhão até 2014. Serão contratadas mil equipes de Atenção Domiciliar, e mais 400 equipes de apoio. Os governos estaduais e as prefeituras serão nossos queridos parceiros, porque um programa dessa dimensão, ele precisa de uma ação integrada. Eles é que vão selecionar, contratar e coordenar o trabalho das equipes do Melhor em Casa. Quando as mil equipes estiverem habilitadas, nós vamos conseguir atender 60 mil pacientes em suas casas, em todo o Brasil. Agora, tem uma coisa importante, os médicos dos hospitais vão indicar o tratamento domiciliar dependendo do caso de cada paciente. Mas opção de aderir ao programa será sempre do paciente e de sua família. Porque você sabe, não é, Luciano, há famílias que têm condições de receber os pacientes em casa, e outras famílias, infelizmente, não têm.
Apresentador: Presidenta, nosso tempo chegou ao fim.
Presidenta: Queria lembrar só mais uma coisa sobre o nosso Sistema Público de Saúde. O Brasil, Luciano, é o único país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um sistema universal, público, gratuito e, que nós queremos, de qualidade. Dos 190 milhões de brasileiros, 145 milhões dependem do SUS, veja só. Sabemos que é uma tarefa enorme, mas nós vamos enfrentar esse desafio, Luciano, porque os brasileiros e as brasileiras merecem uma saúde de qualidade.
Apresentador: Presidenta, muito obrigado por mais esse Café.
Presidenta: Muito obrigada a você. E um bom-dia para todos aqueles que nos acompanharam até agora!
Apresentador: Você pode acessar este programa na internet, o endereço é www.cafe.ebc.com.br. Voltamos segunda-feira, até lá!