O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, admitiu no fim de semana que o total de empregos formais gerados neste ano não chegará à marca de 3 milhões – projeção que ele vinha repetindo insistentemente, apesar das quedas observadas, em relação a 2010, nos últimos relatórios mensais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Agora ele diz esperar por 2,7 milhões, 10% a menos. Apesar disso, o ministro disse esperar que o país atinja a condição de pleno emprego no ano que vem, ou seja, chegue a uma taxa de desemprego inferior a 5%. O ministro calculou que, até o final de setembro, foram gerados 2 milhões de postos formais de trabalho.Apesar da alta do dólar e da retração na meta de empregos, o ministro disse que o “mercado interno está aquecido” e que o “governo está atento”.
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