Os servidores da saúde pública em Porto Alegre estão em greve para pressionar a prefeitura a regulamentar a carga de trabalho de 30 horas semanais sem redução de salários. O protesto, que não inclui os médicos, atinge cerca de 60% dos 3,5 mil funcionários do setor e parou 42 dos 65 postos de saúde da cidade, disse o diretor do Sindicato dos Municipários (Simpa), João Ezequiel da Silva. Já o secretário municipal de Coordenação Política e Governança Local, Cezar Busatto, afirmou que a adesão é mais “limitada”. O estopim da greve foi a decisão da prefeitura de adotar o ponto eletrônico a partir deste mês, providência que obrigará os servidores da saúde a trabalhar 40 horas por semana nos postos designados.
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