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Sindicato dos Químicos realiza evento na sede da Nova Central

Sindicato dos Químicos realiza evento na sede da Nova Central

dscn1904O Sindicato dos Químicos do Estado do Paraná, entidade presidida pelo Senhor Elton Evandro Marafigo, realizou nos dias 30 e 31 de março, eventos na sede da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Estado do Paraná, em Curitiba/PR.

Na Sexta-feira (30) foi realizada reunião da diretoria a partir das 14 horas, onde foram debatidos assuntos de interesse da entidade, como balanço geral das atuações da diretoria e definição do plano de ações para o período.

No Sábado (31) a partir das 8h, teve início um mini-curso ministrado pela senhora Eliza Fernandes Marques referente Plano de Cargos e Salários, onde participaram dirigentes sindicais do SAEMAC (Sindicato dos Trabalhadores no Saneamento), SIQUIM (Sindicato dos Químicos no Estado do Paraná) e SINTEC (Sindicato dos Técnicos Industriais no Estado do Paraná).


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Taxa de desemprego tem leve alta em fevereiro

Taxa de desemprego tem leve alta em fevereiro

A taxa de desemprego subiu para 10,1% em fevereiro nas sete regiões metropolitanas pesquisas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Em janeiro a taxa foi 9,5%.
De acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), houve uma elevação de 137 mil pessoas no total de desempregados estimados em 2,248 milhões. A maior alta ocorreu na região metropolitana de São Paulo, onde a taxa subiu de 9,6% para 10,4%. No entanto, se comparado a fevereiro do ano passado, a taxa foi 1,9% menor.
Também foi constatado um avanço no Distrito Federal (de 9,5% para 10,1%); em Belo Horizonte (de 11,5% para 12,9%); Fortaleza (de 8,1% para 8,5%); Porto Alegre (de 6,5% para 7%). Já em Recife e Salvador o índice manteve-se estável em 11,9% e 15%, respectivamente.
Houve uma queda de 0,5% no nível de ocupação. A queda mais expressiva ocorreu no setor de serviços, com um corte de 140 mil vagas. A indústria reduziu as ofertas de trabalho em 0,7%, eliminando 20 mil postos de trabalho.
Já os demais setores, ampliaram as contratações. Na construção civil, as chances de uma ocupação cresceram 1,9%, com 27 mil contratações a mais do que em janeiro. No comércio, houve uma expansão de 0,3%, com 11 mil vagas. Em outros setores, que incluem emprego doméstico e outras atividades não classificadas anteriormente, foram criadas 16 mil ocupações, 1% acima do mês anterior.
O rendimento médio dos assalariados diminuiu 0,9%, passando para R$ 1.513 mensais.
Taxa de desemprego tem leve alta em fevereiro

Concreto PVC é opção para paredes

Sistema utiliza perfis modulares de PVC de alta resistência, que são preenchidos com concreto usinado
Indicado para qualquer tipo de clima e terreno, o sistema concreto  PVC pode ser utilizado para edificações de até cinco pavimentos

Com o advento da tecnologia, várias são as técnicas da engenharia que surgiram como soluções para a construção civil. Uma delas, a Construtora Plam acaba de trazer à Londrina: o concreto PVC. De acordo com sócio-gerente da empresa, Lincoln Soares, este sistema construtivo baseia-se na montagem de perfis leves e modulares em PVC de alta resistência. ”Uma espécie de parede oca de PVC encaixável que, depois será preenchida com barras de aço e concreto usinado a fim de darem sustentação à parede”, resume.
Indicado para qualquer tipo de clima e terreno, o sistema concreto PVC, segundo Soares, pode ser utilizado para edificações de até cinco pavimentos. ”A técnica, entretanto, tem sido amplamente utilizada em projetos de galpões industriais e pecuários, na qual a estrutura também pode ser feita sem a utilização de colunas, vigas e tesouras de aço. Isso significa que não há necessidade de pilares no meio, ampliando, assim, o espaço”, diz ele, lembrando que o concreto PVC já foi homologado pela Caixa Econômica Federal para a construção de casas populares.
Com os perfis modulares ainda ocos, os operários vão fazer todas as instalações elétricas e hidráulicas. ”E como os dutos são integrados, não há a necessidade de abertura de dutos nas paredes”, pontua. Além disso, o perfil vem como uma espécie de baguete por onde o fio será passado. No entanto, a fiação também pode ser realizada depois do preenchimento com concreto. ”Tudo pronto, o cliente tem a opção de deixar a parede como está, colocar azulejo por cima ou fazer acabamento com massa corrida e pintura.”
Soares ressalta que as paredes são extremamente fáceis de limpar quando deixadas originalmente. ”É só usar um pano. Com o PVC, a aparição de mofo não existe. A estrutura oferece ainda conforto acústico e térmico. Outra ponto positivo é que, em caso de incêndio, o fogo não se alastra no material.” E se a parede vir a ser quebrada, ele diz que a peça pode ser facilmente reposta. ”Somente a parte que foi danificada poderá ser trocada”, garante.
O custo do investimento fica equiparado ao de alvenaria tradicional, mas ele destaca que o tempo de construção com convreto PVC se dá na metade do tempo. ”Se pensarmos numa indústria, o quanto antes a obra estiver pronta, mais cedo poderá começar a produzir. Ou seja, é possibilidade real de pagar o investimento muito antes.” Apesar do que considera uma forte característica, Soares diz que esta é apenas mais uma alternativa. ”O sistema construtivo que usamos visa atender às necessidade do cliente.”
Como não há utilização de tijolos, a geração de entulhos é praticamente nula. ”O que contribui significativamente com o meio ambiente e redução de custos, porque não é preciso destinar resíduos.” Sem necessidade de manutenção, o fabricante no Brasil dá garantia de 20 anos sobre intempéries climáticas.
Taxa de desemprego tem leve alta em fevereiro

Mãos femininas no canteiro de obras

Ramo da construção civil e imobiliário está sendo ”invadido” pelas mulheres, deixando de ser universo exclusivamente masculino

Maria de Fátima de Moraes, chefe de almoxarifado: ”Quando fazemos algo com dedicação, nosso esforço é reconhecido. Sou muito respeitada aqui”

A construção civil e mercado imobiliário, definitivamente, estão deixando de ser ambientes dominados pelo universo masculino. Profissões que só eram exercidas por homens, começam a ganhar toques mais suaves e delicados. Do alto escalão de gerência até cargos operacionais, as mulheres estão ocupando as posições e se firmando neste mercado de trabalho. Prova disso é que 42% das inscrições no Sindicato dos Corretores de Imóveis de Londrina e região são de mulheres. Já o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil aponta um índice de cerca de 10% da mão de obra formada por mulheres.

Duas Marias, duas Fátimas, duas ”Maria de Fátima”, cada qual com sua trajetória, mostram de que o ramo realmente está mudado. Esposa de um pedreiro, Maria de Fátima de Moraes, sempre gostou de ajudar o companheiro nas obras. Mas tudo acontecia apenas no tempo livre, como uma espécie de passatempo de final de semana. Um gosto bem diferente para quem tinha a cozinha como ambiente de trabalho. ”Trabalhei durante 12 anos em cozinhas industriais”, conta.

Porém, sua vida tomou outro rumo depois que se mudou para Londrina, há 2 anos e meio. ”Foi quando consegui um emprego em uma construtora para fazer o rejunte do piso.” Mas ela queria participar da obra realmente e não apenas no acabamento. ”Decidi, então, fazer um curso de azulejista.”

Ainda assim, Maria de Fátima queria mais. Coincidentemente no curso, recebeu um convite para trabalhar no canteiro de obras. ”Me tornei meio-oficial de pedreiro. Socorria em todos os cantos da obra, além de assentar azulejos.” Não demorou para se destacar e começar a atuar, também, no almoxarife. ”Neste setor, preciso ter controle de tudo o que entra e sai de mercadoria”, conta.

Dessa forma, iniciou, oficialmente, no cargo. Transferida para uma obra que iria começar do zero, pôde, enfim, realizar o sonho de acompanhar o processo todo. ”Sou responsável por toda a movimentação de mercadorias e produtos da obra, como aço, madeira, cimento e ferramentas. Para isso, conto com a ajuda de uma auxiliar, que é meu braço direito”, diz ela, referindo-se à colega de trabalho.

Quem pensa que ela parou por aí, está enganado. Disposta a alçar outros voos, há nove meses está estudando no curso técnico de Edificações. ”Vou poder projetar prédios de até dez andares.” Feliz com as escolhas e com os acontecimentos, afirma que o preconceito é só no primeiro momento. ”Quando fazemos algo com dedicação, nosso esforço é reconhecido. Sou muito respeitada aqui.”

Taxa de desemprego tem leve alta em fevereiro

‘Casas-sanduíche’ na construção civil

Imobiliária de Londrina é representante de sistema construtivo que é composto por paredes duplas de madeira com forração interna
Cálculo da empresa aponta custo 30% inferior ao de uma casa de alvenaria; durabilidade é de 150 anos, com 25 anos de garantia

Uma nova técnica que vem ganhando espaço no ramo imobiliário é o sistema artesanal de construção, cuja estrutura é formada por ripas de madeira com forração interna. Diferentemente dos modelos norte-americanos, de acordo com Ricardo Domingues, gerente comercial da Casa Vila Rica, representante no Brasil, este sistema não é de casas pré-fabricadas ou pré-moldadas. ”Na linguagem popular, é que o chamam de casas-sanduíche”, resume.

Ele explica que são paredes duplas de madeira, que vão receber internamente um colchão de ar de sete centímetros, formando uma espécie de forração e controle térmico. ”Não é uma placa grande, mas ripas de madeira de 8 a 10 centímetros de largura, que serão encaixadas e fixadas uma a uma na estrutura da obra formando a parede. É como o processo de alvenaria, mas, em vez dos tijolos, é colocada a madeira.” No total, a parede fica com uma espessura de 10 centímetros.

As partes da casa como banheiro, lavandeira, alicerce e pilares aparentes são construídos em alvenaria tradicional. ”Tudo isso deve estar pronto antes da colocação das madeiras”, informa. Numa obra são utilizadas cerca de 800 mil ripas. Na parte exterior, necessariamente, a madeira deve ser nobre, em função das ”agressões” da natureza. ”A manutenção, por sua vez, precisa ser feita somente a cada cinco anos, passando uma camada de verniz”, detalha.

Com relação ao investimento, o gerente diz que fica em torno de 30% mais barato que a de alvenaria. ”A durabilidade é de 150 anos. A empresa fornece ainda 25 anos de garantia”. Os modelos construtivos, segundo ele, já são autorizados para a construção do Projeto ”Minha Casa, Minha Vida”. Podem, também, perfeitamente ser aplicados em construções com vários pavimentos ou ampliados posteriormente devido sua alta funcionalidade. Em Londrina, as casas-sanduíche têm a representação da Santa América Imobiliária.