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Projeto sobre reajuste para professores universitários vai para Assembleia até 1º de maio

Projeto sobre reajuste para professores universitários vai para Assembleia até 1º de maio

Lideranças dos sindicatos que representam as seis universidades estaduais do Paraná definiram com o secretário de Ciência e Tecnologia, Alípio Leal, o dia 1º de maio como data-limite para o envio à Assembleia Legislativa do projeto de lei que equipara os vencimentos dos professores aos dos técnicos com curso superior.
A proposta prevê reajuste de 31,73%, a ser pago em quatro parcelas anuais de 7,14%, sempre no mês de outubro. “Este foi o compromisso assumido pelo governador Beto Richa e será cumprido”, disse o secretário.
Em documento entregue pelos professores, os representantes dos sindicatos da categoria concordam com a proposta do governo e pedem para ter acesso ao projeto de lei antes de ser apresentado aos deputados.
A proposta foi aceita em assembleias realizadas em cada uma das universidades. O aumento independe de acordos que venham a ser feitos para a data-base da categoria, no dia 1º de maio.
Os sindicatos pediram também garantias de que o salário não sofra novamente achatamento em relação aos técnicos. De acordo com o secretário, tanto ele como o secretário da Administração, Luiz Eduardo Sebastiani, se comprometeram a conceder sempre os mesmos benefícios.
Na reunião foi estabelecido ainda que as discussões do grupo de trabalho criado para estudar a questão da equiparação sejam mantidas para debater uma série de interesses dos professores das universidades paranaenses.
Entre os assuntos a serem discutidos está a evasão de alunos e, especialmente, de professores que trocam o emprego por outro em universidades federais ou nas estaduais paulistas
Projeto sobre reajuste para professores universitários vai para Assembleia até 1º de maio

Empregados em condomínios não aceitam proposta e greve continua

Reunião entre o Sindicon-PR e o Secovi-PR foi na tarde desta quarta-feira (28) na Delegacia Regional do Trabalho, sem acordo; greve segue por tempo indeterminado

Os empregados em condomínios de Curitiba não aceitaram a proposta de reajuste do Sindicato da Habitação e dos Condomínios (Secovi-Pr) e decidiram manter a greve da categoria por tempo indeterminado. A paralisação começou na terça-feira (26).

Na tarde desta quarta-feira (28), na Delegacia Regional do Trabalho, o Secovi-Pr apresentou uma proposta de reajuste ao Sindicato dos Empregados em Condomínios do Paraná (Sindicon-Pr), rejeitada pela categoria.

Os porteiros e zeladores reivindicam reajuste salarial de 15%. Eles também querem cesta básica de R$ 150 e que a data-base seja adiantada. A presidente do Secovi-Pr, Liliana Ribas Tavarnaro, afirmou, antes da reunião, que não há condições para conceder esse percentual.

Segundo o presidente do Sindicon-Pr, Hélio Rodrigues da Silva, os trabalhadores de Curitiba, porém, não aceitaram a proposta de reajuste de 8%. “Estamos agora esperando que eles apresentem uma nova proposta que agrade os trabalhadores”, disse.

Silva disse que o Secovi-Pr ficou de se reunir e definir novos valores. “Mas não dá para esperar algo, não acredito que haja uma nova proposta”, completou o presidente do Sindicato.

Paralisação

Segundo o Sindicon-Pr, a greve deve seguir por tempo indeterminado. “Há mais ou menos 500 funcionários reivindicando melhorias. Sabemos de condomínios em que o síndico está trabalhando na portaria por falta de funcionário”, afirmou Silva.

Segundo o Secovi, porém, o número de edifícios que ficaram sem nenhum profissional na capital é pequeno.

As manifestações devem continuar entre os porteiros e empregados de condomínios. O local do ato, segundo o Sindicon, ainda não está definido.

Desde terça-feira (26), os funcionários protestam em frente à sede do Secovi-PR, na Rua Doutor Pedrosa, Centro de Curitiba.

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Greve de professores em Campo Largo pressiona prefeitura por reajuste salarial

Cerca de 90% dos professores de Campo Largo paralisaram as aulas na rede pública municipal da cidade nesta quarta-feira (28). A greve foi definida em assembleia geral da categoria organizada pelo Sindicato dos Professores de Campo Largo (SMMCL) na última segunda-feira, como forma de pressionar o prefeito Edson Basso (PMDB) para aceitar a proposta de 25% de aumento salarial exigida pela categoria. O sindicato é filiado à Nova Central Sindical de Trabalhadores do Paraná desde maio de 2011.

A presidenta do SMMCL, Márcia do Rocio Carloto Tottene, explica que a medida foi tomada após uma longa negociação, em que a prefeitura sinalizou com aumento salarial de no máximo 12%, muito abaixo do pretendido pelos professores. Embora segunda a prefeitura tenha finalmente alterado sua proposta para 15%, a greve foi mantida.

De acordo com estudo feito pelo sindicato, a prefeitura possuí margem de negociação. Uma das razões é que o investimento mínimo de 25% do orçamento em educação pode ser ampliado para até 30%. Mas o principal motivo é que nos últimos anos três grandes indústrias que passam a pagar impostos em 2012 instalaram-se na cidade, o que irá ampliar em muito a arrecadação municipal a partir deste ano.


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Professores entram em greve em Campo Largo e 13 mil alunos estão sem aula

Cerca de 13 mil alunos da rede municipal de ensino de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, estão sem aulas nesta quarta-feira (28) porque os professores decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

Hoje pela manhã, 400 educadores fizeram uma passeata pelas ruas centrais de Campo Largo contra a proposta de reajuste oferecido pela prefeitura.

Os professores querem um aumento salarial de 25%. Além de ampliação das horas-atividade e a realização de concurso para suprir a falta de professores. Antes da paralisação, o Prefeito Edson Basso (PMDB) havia concedido um aumento de apenas 8%.

Hoje, durante mesa de negociação com representantes do movimento grevista, Basso oficializou a proposta de aumento de 15%.

O primeiro dia de greve dos professores da rede municipal de ensino de Campo Largo foi marcado por uma passeata. Cerca de 400 professores participaram da marcha que percorreu as principais ruas da região central do município. Em seguida, a categoria tomou a sede do Governo Municipal, na Rua Padre Natal Pigatto.

Os professores querem um aumento salarial de 25%. Além de ampliação das horas-atividade e a realização de concurso para suprir a falta de professores. Antes da paralisação, o Prefeito Edson Basso (PMDB) havia concedido um aumento de apenas 8%. Hoje, durante mesa de negociação com representantes do movimento grevista, Basso oficializou a proposta de aumento de 15%. 

Ainda assim, o Sindicato do Magistério exige um reajuste mais próximo da proposta inicial da categoria.

Por volta das 11 horas, os professores desocuparam os arredores da Sede do Governo e retornaram, em passeata, ao centro da cidade. 

Mesmo sem chegar a um acordo, qualquer reajuste salarial aos professores deve passar pela Câmara Municipal. O problema é o prazo. Devido a Lei Eleitoral a votação deve ocorrer até 7 de abril. Para garantir que um eventual projeto de aumento seja apreciado no Legislativo, os vereadores Wilson Andrade (PSB), Lindamir Ivanoski (PSL) e Sandra Marcon (PSD), compareceram ao protesto e esclareceram os grevistas. 

Estado de greve é mantido

Apesar da negociação entre professores e o Governo Municipal, a presidente do Sindicato do Magistério, Márcia Totene, afirmou que “a categoria manterá o estado de greve”. Ela revelou que novos protestos estão previstos para amanhã. 

A paralisação dos professores afeta cerca de 13 mil alunos do ensino fundamental. Segundo informou o sindicato, o Basso não irá descontar os dias de paralisação da folha de pagamento dos professores. A entidade informa ainda que não será necessária a reposição dos dias de aula perdidos em ocasião da greve.

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Porteiros, zeladores e serventes de condomínios fazem greve em Curitiba

Manifestação por tempo indeterminado é pelo reajuste de 15% nos pisos.

Os porteiros, zeladores e serventes de condomínios de Curitiba estão em greve por tempo indeterminado. A paralisação começou na manhã desta terça-feira (27), após as reuniões por reajustes salariais não chegarem a acordos. Desde as 7h, cerca de 500 trabalhadores estão em frente ao sindicato patronal, onde aguardam propostas. A Manifestação teve reinício nesta quarta no mesmo local, onde ocorrem as negociações.

O Sindicato dos Empregados em Condomínios (Sindicon) de Curitiba pede 15% de aumento para as três categorias. Atualmente, o piso para serventes é de R$ 617, o de porteiro é de R$ 681, e o de zelador é de R$ 785. “O nosso piso está muito baixo, as nossas faxineiras, inclusive, está com salário abaixo do mínimo nacional. O dos porteiros está abaixo do mínimo regional. São coisas que não dá para aceitar”, reclamou o presidente do Sindicon, Hélio Rodrigues da Silva.


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