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Operário morre e outro fica ferido após queda do 10º andar, no AM

Operário morre e outro fica ferido após queda do 10º andar, no AM

Um operário, de 46 anos, morreu e outro, de 25, ficou gravemente ferido após caírem do 10º andar de uma construção no bairro Ponta Negra, Zona Centro-Oeste de Manaus. O trabalhador ferido foi levado ao Hospital 28 de Agosto, Zona Centro-Sul da capital.
 
De acordo com a assessoria do hospital, o quadro do operário socorrido com vida é estável. Ainda segundo a unidade de saúde, ele está consciente.
 
O vice-presidente Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (Sintracomec), Cícero Custódio, informou que eles preparavam uma laje quando caíram. Ainda segundo o presidente, a obra foi paralisada após o acidente. Todos os trabalhadores foram liberados.

A assessoria da construtora disse que a empresa responsável pela obra apura os fatos para prestar esclarecimento sobre o caso. A empresa informou ainda que dará a assistência aos familiares.
Operário morre e outro fica ferido após queda do 10º andar, no AM

BB quer quintuplicar carteira imobiliária em 5 anos

Disposto a ser o segundo maior ofertador de crédito imobiliário do país, o Banco do Brasil está deflagrando uma ofensiva com a qual pretende quintuplicar sua carteira no setor até 2014, segundo um diretor da instituição.

Para atingir a meta, o banco passou a ofertar empréstimos para famílias com renda mensal inferior a 5 mil reais. É uma novidade para o banco, que só entrou no setor em 2008 oferecendo empréstimos imobiliários apenas a clientes das chamadas classes A e B.
 
“Agora vamos atacar mais a base da pirâmide,” disse à Reuters Gueitiro Matsuo Genso, no comando da recém-criada diretoria de Crédito Imobiliário do BB. Para ele, só entre correntistas de banco, a mudança cria um público potencial adicional de 50 milhões de pessoas.
 
De um lado, o banco está passando a concorrer diretamente com a Caixa Econômica Federal, a líder de financiamento habitacional do país, com três quartos de market share.
 
O exemplo mais nítido nesse sentido foi a entrada em janeiro no segmento de renda mais baixa dentro do programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV), até então exclusividade da Caixa. O plano é fechar 40 mil nesta faixa já neste ano. “Já temos um volume de propostas suficiente para atingir nossa meta deste ano,” disse Genso.
 
A meta de financiamentos do BB nas três faixas do MCMV é de 137 mil financiamentos neste ano, e 412 mil unidades até o fim de 2014, quando espera que sua carteira imobiliária total tenha subido dos atuais 8 bilhões para 40 bilhões de reais.
 
Além do MCMV, o BB passou a operar financiamento imobiliário com recursos do FGTS, alternativa também antes restrita apenas à Caixa. Em paralelo, passou a usar parte da chamada poupança rural também para financiar a compra da casa própria.
 
Tendo taxas competitivas devido a essas fontes de financiamento, o banco quer se sobressair em relação à concorrência e ter maior agilidade nas aprovações de propostas.
 
O banco vem costurando acordos com grandes construtoras e corretoras de imóveis que, espera, sejam as principais originadoras de negócios.
 
“Quando a proposta chegar à agência, já terá grande parte da documentação pronta,” disse Genso, explicando que a meta é que as aprovações aconteçam num prazo de até oito dias úteis ou 12 corridos.
 
Além disso, o banco montou no centro da capital paulista uma estrutura que batizou como “Fábrica de financiamentos,” que integra as soluções envolvidas no processo de aprovação de crédito.
 
Por último, o BB prepara uma campanha de massificação para as classes populares, incluindo ‘feirões da casa própria’, em modelo semelhante ao da Caixa, e propaganda na mídia.
Operário morre e outro fica ferido após queda do 10º andar, no AM

Governo toma nova medida contra excessiva valorização do real ante o dólar

Decreto publicado hoje (12) no Diário Oficial da União eleva de três para cinco anos a cobrança de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir dessa data, para ingresso de recursos no país (empréstimos externos). No dia 1º, o governo já tinha elevado de dois para três anos o prazo para a incidência do imposto nos empréstimos externos. Na prática, isso significa que o dinheiro terá de ficar mais tempo no país para evitar a taxação.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já tinha avisado que o governo iria adotar medidas para defender o real e que a equipe econômica não ficará assistindo à guerra cambial de forma impassível.

De acordo com o decreto, a medida vale “nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir de 12 de março de 2012, para ingresso de recursos no país, inclusive por meio de operações simultâneas, referentes a empréstimo externo sujeito a registro no Banco Central, contratado de forma direta ou mediante emissão de títulos no mercado internacional com prazo médio mínimo até 1.800 dias: 6%”.

No ano passado, o governo já havia anunciado a cobrança de IOF nessas operações de empréstimos de empresas e bancos no exterior. Inicialmente, ficou estabelecido que empréstimos com menos de 360 dias pagariam IOF. Depois, o prazo foi estendido para 720 dias (dois anos). Na época, a ideia do governo era não só conter a queda da moeda, mas também a excessiva oferta de crédito na economia brasileira.

A valorização excessiva do real prejudica as exportações pois os produtos brasileiros ficam mais caros no exterior, dificultando a venda nos mercados estrangeiros que, diante da crise, têm desvalorizado muitas vezes superficialmente suas moedas. Por outro lado, afeta a indústria nacional que tem dificuldade de concorrer com produtos estrangeiros cada vez mais baratos diante da desvalorização do dólar.
Operário morre e outro fica ferido após queda do 10º andar, no AM

Sem solução, Brasil detém o terceiro maior número de presos do mundo

Brasil detém o terceiro maior número de presos do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China
 
A superlotação nas cadeias da região de Londrina não é um problema localizado. A mesma situação se repete no País inteiro. Segundo dados do Sistema Integrado de Informações Penitenciárias (InfoPen), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, a população carcerária do Brasil é de 496.251 presos (o último levantamento foi divulgado em 2010), dos quais 50.546 estão abrigados em delegacias e 164.683 estão em situação provisória, aguardando julgamento do caso. Estimativas do Conselho Nacional de Justiça ainda indicam que o Brasil detém o terceiro maior número de presos do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China.

No Paraná, dados atualizados estimam 16 mil presos nas delegacias, cerca de um terço do total abrigado em distritos do País. O número está 161% acima da capacidade das carceragens no Estado. No entanto, a questão da superlotação nas cadeias é mais um dos problemas brasileiros que não têm solução. A resposta é muito mais complexa do que apontar para a falta de investimentos para a construção de distritos policiais ou penitenciárias.

Se no Paraná, somente a Polícia Civil detém cerca de cem pessoas por dia, é inconcebível afirmar que algum dia o Estado terá condições de abrigar todos esses presos em condições satisfatórias. O ideal seria direcionar investimentos – e esforços – para a educação e para a realização de campanhas de conscientização com crianças e jovens. Em muitos locais, onde a pobreza está intimamente ligada a uma educação precária e à ausência dos pais na vida das crianças, o crime seduz facilmente esses jovens.

Estatísticas do InfoPen apontam que quase a metade dos detentos possui o Ensino Fundamental incompleto. No total de presos registrados há dois anos, eram 201.938, contra 55.783 alfabetizados, enquanto o número de pessoas com ensino superior completo não chegavam a 2 mil. A diferença é gritante para não se considerar a escolaridade. A educação é fundamental para todos e vai se refletir na vida das pessoas, seja na criminalidade ou no emprego obtido. Portanto, a discussão dos problemas carcerários não pode ser desvinculada da educação. São assuntos intimamente ligados e que merecem direcionamento urgente.
Operário morre e outro fica ferido após queda do 10º andar, no AM

Em um ano, custo sobe 15,07% em curitiba

Alta da capital foi a maior apontada pelo IPCA e ficou acima da média nacional de 10,33%
 
Comer fora de casa ficou 15,07% mais caro em Curitiba nos últimos 12 meses. O aumento supera a média nacional de 10,33% e é o maior aumento apontado pelos dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e divulgados ontem. O aumento do item supera a alta de preços de alimentos e bebidas em geral, tanto em Curitiba (8,81%) quanto no Brasil (6,82%) para o período.

Dentro deste item, Alimentação fora do domicílio, o subitem Lanches apresentou o maior avanço de preço com 15,78%, seguido por Doces com 15,33% e Refeição com alta de 15,30%. A cerveja ficou em média 14,86% mais cara em Curitiba.

Na média nacional o aumento maior foi apresentado no custo da Refeição, com alta acumulada de 10,41% nos últimos 12 meses. A alta mais intensa foi da cerveja, de 11,35%, e a menos intensa, de 7,07%, foi verificada nos preços dos doces.

Considerando apenas o mês de fevereiro, o brasileiro que se alimenta fora de casa desembolsou 0,59% a mais. Já em Curitiba, ao contrário da comparação dos últimos 12 meses, o aumento foi menor, ficou em 0,24%.

Já no primeiro bimestre, a alimentação fora de casa ficou 1,81% mais cara, com destaque para Salvador, onde a alta foi de 2,83%. Em Curitiba, em igual período de análise, o aumento foi de 1,49%.
 
Em casa – No domicílio, o Rio de Janeiro é a capital onde os preços da alimentação no domicílio mais subiram em 12 meses, com alta acumulada de 5,96%, frente à média nacional, de 4,97%. Em Curitiba comer em casa ficou 5,50% mais caro, considerando a média de preços acumulada nos últimos 12 meses.

Em fevereiro, a alimentação feita em casa ficou 0,03% mais barata, com a maior alta em Porto Alegre, de 0,77%. Já em Curitiba o aumento foi de 0,16%. No acumulado do ano houve alta de 0,65% na média nacional. Neste caso o destaque ficou com Belém, com aumento de 1,50%. Em Curitiba o aumento ficou abaixo da média nacional 0,5 pontos porcentuais, ou seja, foi de 0,60%.

Inflação — Considerando apenas o IPCA Geral os preços também apresentaram maior alta em Curitiba, frente à média nacional. O IPCA da capital paranaense foi de 6,10% contra a média de 5,85% do IPCA nacional.

Capital
Fevereiro
Bimestre
12 meses
Rio de Janeiro
1,44%
2,60%
10,43%
Porto Alegre
0,04%
-0,14%
11,83%
Belo Horizonte
0,92%
1,68%
8,07%
Recife
0,56%
1,56%
13,31%
São Paulo
0,43%
2,16%
9,36%
Distrito Federal
0,19%
1,08%
8,92%
Belém
0,53%
1,87%
7,16%
Fortaleza
0,17%
0,41%
9,02%
Salvador
1,05%
2,83%
13,31%
Curitiba
0,24%
1,49%
15,07%
Goiânia
0,37%
1,39%
11,46%
Nacional
0,59%
1,81%
10,33%

Capital

Fevereiro

Bimestre

12 meses

Rio de Janeiro

1,44%

2,60%

10,43%

Porto Alegre

0,04%

-0,14%

11,83%

Belo Horizonte

0,92%

1,68%

8,07%

Recife

0,56%

1,56%

13,31%

São Paulo

0,43%

2,16%

9,36%

Distrito Federal

0,19%

1,08%

8,92%

Belém

0,53%

1,87%

7,16%

Fortaleza

0,17%

0,41%

9,02%

Salvador

1,05%

2,83%

13,31%

Curitiba

0,24%

1,49%

15,07%

Goiânia

0,37%

1,39%

11,46%

Nacional

0,59%

1,81%

10,33%