por master | 10/02/12 | Ultimas Notícias
Montante é 22% maior do que em 2010; metade dos recursos foram para o Programa Minha Casa, Minha Vida II
Financiamento habitacional atendeu mais de 40,7 mil famílias de baixa renda no Estado
A Caixa Econômica Federal fechou o ano de 2011 com a concessão de R$ 5,950 bilhões em volume concedido de crédito imobiliário no Paraná. O montante foi 22% maior do que em 2010 e atendeu 75.897 famílias. Metade dos recursos foram destinados para o Programa Minha Casa Minha Vida II para realizar financiamento habitacional a 40.744 famílias.
O crescimento do crédito imobiliário foi maior no Paraná do que no Brasil, que cresceu 5% e chegou a R$ 80 bilhões. De acordo com o gerente regional da Caixa, José Amilcar de Lucca Junior, o banco pretende liberar em 2012, no mínimo, o mesmo volume de recursos do ano passado para o Estado.
Segundo ele, o crescimento no Paraná foi maior que no Brasil em função da procura pelo PMCMV, à ”ebulição” do mercado imobiliário que teve vários lançamentos, ao crescimento da renda da população e ao pleno emprego que vem se tornando realidade no Estado. Além disso, ele acredita que o Feirão da Caixa, que aconteceu em maio do ano passado, também contribuiu para o resultado. ”As construtoras também têm investido mais no programa porque sabem que há demanda”, disse.
No PMCMV I, desde o lançamento em 2009, já foram contratados 56.172 unidades, representando um investimento de R$ 3,47 bilhões. No PMCMV II, que teve início em 2011, já foram financiadas 40.744 unidades, no valor total de R$ 2,94 bilhões.
Em Curitiba, o crescimento do crédito imobiliário foi de 24% e atingiu R$ 2,120 bilhões contra R$ 1,7 bilhão em 2010. Foram financiados 27.305 imóveis, sendo 9.046 para o PMCMV que recebeu recursos de R$ 720 milhões ou quase 34% do total. Ele explicou que, como a renda da população é maior em Curitiba, a participação do PMCMV foi menor até porque são permitidos contratos só para imóveis novos de até R$ 150 mil e o valor dos apartamentos subiu muito na Capital.
Na Capital, no PMCMV I, desde o lançamento em 2009, já foram contratados 13.526 unidades, representando um investimento de R$ 886,3 milhões. No PMCMV II, que teve início em 2011, já foram financiadas 9.046 unidades, no valor total de R$ 720 milhões.
Segundo ele, hoje a Caixa utiliza recursos da poupança (49%) e do FGTS (50%) para o crédito imobiliário. No ano passado, a captação de poupança do banco chegou a R$ 10,9 bilhões no Estado. Segundo ele, a previsão é que os recursos da poupança durem mais três ou quatro anos. O governo federal já estuda outras alternativas para substituir a poupança como alterar o compulsório dos bancos ou utilizar Letras de Crédito Imobiliário (LCI) – título lastreado pelos financiamentos.
Lucca Junior destacou que o nível de inadimplência nos contratos habitacionais tem se mantido na faixa de 1,7% desde 2009 e é considerado baixo. Hoje, o maior volume de contratos (45%) é realizado para pessoas que têm até 35 anos e que estão saindo de casa e constituindo família.
A Caixa tem participação de 73,8% no mercado nacional de crédito imobiliário. O banco fechou 2010 com um lucro líquido de R$ 5,2 bilhões, o que representou um crescimento de 37%.

por master | 10/02/12 | Ultimas Notícias
Montante é 22% maior do que em 2010; metade dos recursos foram para o Programa Minha Casa, Minha Vida II
Financiamento habitacional atendeu mais de 40,7 mil famílias de baixa renda no Estado
A Caixa Econômica Federal fechou o ano de 2011 com a concessão de R$ 5,950 bilhões em volume concedido de crédito imobiliário no Paraná. O montante foi 22% maior do que em 2010 e atendeu 75.897 famílias. Metade dos recursos foram destinados para o Programa Minha Casa Minha Vida II para realizar financiamento habitacional a 40.744 famílias.
O crescimento do crédito imobiliário foi maior no Paraná do que no Brasil, que cresceu 5% e chegou a R$ 80 bilhões. De acordo com o gerente regional da Caixa, José Amilcar de Lucca Junior, o banco pretende liberar em 2012, no mínimo, o mesmo volume de recursos do ano passado para o Estado.
Segundo ele, o crescimento no Paraná foi maior que no Brasil em função da procura pelo PMCMV, à ”ebulição” do mercado imobiliário que teve vários lançamentos, ao crescimento da renda da população e ao pleno emprego que vem se tornando realidade no Estado. Além disso, ele acredita que o Feirão da Caixa, que aconteceu em maio do ano passado, também contribuiu para o resultado. ”As construtoras também têm investido mais no programa porque sabem que há demanda”, disse.
No PMCMV I, desde o lançamento em 2009, já foram contratados 56.172 unidades, representando um investimento de R$ 3,47 bilhões. No PMCMV II, que teve início em 2011, já foram financiadas 40.744 unidades, no valor total de R$ 2,94 bilhões.
Em Curitiba, o crescimento do crédito imobiliário foi de 24% e atingiu R$ 2,120 bilhões contra R$ 1,7 bilhão em 2010. Foram financiados 27.305 imóveis, sendo 9.046 para o PMCMV que recebeu recursos de R$ 720 milhões ou quase 34% do total. Ele explicou que, como a renda da população é maior em Curitiba, a participação do PMCMV foi menor até porque são permitidos contratos só para imóveis novos de até R$ 150 mil e o valor dos apartamentos subiu muito na Capital.
Na Capital, no PMCMV I, desde o lançamento em 2009, já foram contratados 13.526 unidades, representando um investimento de R$ 886,3 milhões. No PMCMV II, que teve início em 2011, já foram financiadas 9.046 unidades, no valor total de R$ 720 milhões.
Segundo ele, hoje a Caixa utiliza recursos da poupança (49%) e do FGTS (50%) para o crédito imobiliário. No ano passado, a captação de poupança do banco chegou a R$ 10,9 bilhões no Estado. Segundo ele, a previsão é que os recursos da poupança durem mais três ou quatro anos. O governo federal já estuda outras alternativas para substituir a poupança como alterar o compulsório dos bancos ou utilizar Letras de Crédito Imobiliário (LCI) – título lastreado pelos financiamentos.
Lucca Junior destacou que o nível de inadimplência nos contratos habitacionais tem se mantido na faixa de 1,7% desde 2009 e é considerado baixo. Hoje, o maior volume de contratos (45%) é realizado para pessoas que têm até 35 anos e que estão saindo de casa e constituindo família.
A Caixa tem participação de 73,8% no mercado nacional de crédito imobiliário. O banco fechou 2010 com um lucro líquido de R$ 5,2 bilhões, o que representou um crescimento de 37%.

por master | 10/02/12 | Ultimas Notícias
Tramitam atualmente no Ministério Público do Trabalho (MPT) de Londrina 627 investigações estão em andamento. A maior parte trata do descumprimento da legislação relativa ao ambiente de trabalho, que traz riscos à saúde e à segurança do trabalhador, sujeito a acidentes e doenças profissionais.
Outras investigações dizem respeito a excesso na jornada de trabalho, falta de registro em carteira, salários e benefícios trabalhistas, discriminação, fraudes na administração pública, infrações sindicais, trabalho infantil, entre outros.
O Ministério Público do Trabalho de Londrina foi instalado em 2005 e atende 81 municípios, entre eles Apucarana, Arapongas, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Rolândia e Porecatu.
Na época, foram enviados para Londrina pouco mais de 300 procedimentos que estavam em andamento em Curitiba. Com a nova unidade, a demanda aumentou. Só em 2011, foram instauradas 504 novas investigações, firmados 77 termos de ajustamento de conduta com empresas que cometeram irregularidades, realizadas 420 audiências e ajuizadas 55 novas ações na Justiça do Trabalho.
Atuação
O MPT destaca sua atuação em Londrina em dois setores, com vistas no ambiente de trabalho e na saúde do trabalhador: em marmorarias e em empresas que fabricam ou reaproveitam baterias com a manipulação de chumbo. O órgão afirma ter atuado de maneira efetiva também em relação ao cumprimento da Lei da Cota Aprendizagem, que determina que médias e grandes empresas contratem de 5% a 15% de aprendizes. No total, foram abertas 150 investigações.
Nova sede
O MPT inaugura hoje sua sede própria, em Londrina, localizada na Rua Dom João VI. Estarão presentes o Procurador-Geral do MPT em âmbito nacional, Luís Camargo, o chefe do MPT no Paraná, Ricardo Bruel da Silveira, procuradores, juízes e autoridades locais e regionais.
A nova sede é um imóvel próprio da União, que já foi usado pelo Departamento do Café, segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho do Paraná. A União repassou o imóvel para o MPT em 2009. O trabalho de readequação do prédio começou em 2010 e e foi concluído em 2011.
por master | 10/02/12 | Ultimas Notícias
Tramitam atualmente no Ministério Público do Trabalho (MPT) de Londrina 627 investigações estão em andamento. A maior parte trata do descumprimento da legislação relativa ao ambiente de trabalho, que traz riscos à saúde e à segurança do trabalhador, sujeito a acidentes e doenças profissionais.
Outras investigações dizem respeito a excesso na jornada de trabalho, falta de registro em carteira, salários e benefícios trabalhistas, discriminação, fraudes na administração pública, infrações sindicais, trabalho infantil, entre outros.
O Ministério Público do Trabalho de Londrina foi instalado em 2005 e atende 81 municípios, entre eles Apucarana, Arapongas, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Rolândia e Porecatu.
Na época, foram enviados para Londrina pouco mais de 300 procedimentos que estavam em andamento em Curitiba. Com a nova unidade, a demanda aumentou. Só em 2011, foram instauradas 504 novas investigações, firmados 77 termos de ajustamento de conduta com empresas que cometeram irregularidades, realizadas 420 audiências e ajuizadas 55 novas ações na Justiça do Trabalho.
Atuação
O MPT destaca sua atuação em Londrina em dois setores, com vistas no ambiente de trabalho e na saúde do trabalhador: em marmorarias e em empresas que fabricam ou reaproveitam baterias com a manipulação de chumbo. O órgão afirma ter atuado de maneira efetiva também em relação ao cumprimento da Lei da Cota Aprendizagem, que determina que médias e grandes empresas contratem de 5% a 15% de aprendizes. No total, foram abertas 150 investigações.
Nova sede
O MPT inaugura hoje sua sede própria, em Londrina, localizada na Rua Dom João VI. Estarão presentes o Procurador-Geral do MPT em âmbito nacional, Luís Camargo, o chefe do MPT no Paraná, Ricardo Bruel da Silveira, procuradores, juízes e autoridades locais e regionais.
A nova sede é um imóvel próprio da União, que já foi usado pelo Departamento do Café, segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho do Paraná. A União repassou o imóvel para o MPT em 2009. O trabalho de readequação do prédio começou em 2010 e e foi concluído em 2011.
por master | 10/02/12 | Ultimas Notícias
Punição tem relação com interrupção da programação, mas não teria ligação com suposta ”censura” a Dilma Rousseff
A TV do governo do Estado, a É-Paraná, foi multada em R$ 1.881,44 pelo Ministério das Comunicações, segundo publicação em Diário Oficial da União, na edição de ontem. Portaria número 17 do Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica do governo federal resolveu pela punição após análise da programação da emissora no dia 13 de outubro de 2011. De acordo com o Ministério das Comunicações, houve interrupção da programação sem aviso prévio, o que contraria a norma das TVs estatais.
Coincidentemente, o dia 13 de outubro do ano passado foi a ocasião em que a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), visitou Curitiba para anúncio de recursos para a obra do metrô da capital paranaense. Durante a solenidade, os discursos do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), e do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foram transmitidos na íntegra, mas as falas do ministro das Cidades, Mario Negromonte, e da presidente Dilma, não. No caso de Dilma, o trecho final do discurso chegou a ser transmitido. A emissora, na ocasião, alegou falhas técnicas no sinal de transmissão, tendo que substituir emergencialmente a solenidade por outra programação.
Por meio de nota oficial, a emissora informou que vai recorrer da multa e esclarece que o ministério aponta supostas falhas ocorridas durante a madrugada (das 2h03 às 4h26) daquele dia, e não durante a solenidade.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério das Comunicações informou ontem à FOLHA que a multa aplicada à É-Paraná de fato não tem relação com o evento do qual Dilma participou, porque a TV não tinha a obrigação de transmitir o evento, e que a punição ocorreu porque a emissora ficou sem programação durante mais de duas horas naquele dia. A denúncia de censura e o pedido de investigação protocolado no ministério pelo diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) em Curitiba foram arquivados.