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JUSTIÇA SOCIAL

Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Punição tem relação com interrupção da programação, mas não teria ligação com suposta ”censura” a Dilma Rousseff

A TV do governo do Estado, a É-Paraná, foi multada em R$ 1.881,44 pelo Ministério das Comunicações, segundo publicação em Diário Oficial da União, na edição de ontem. Portaria número 17 do Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica do governo federal resolveu pela punição após análise da programação da emissora no dia 13 de outubro de 2011. De acordo com o Ministério das Comunicações, houve interrupção da programação sem aviso prévio, o que contraria a norma das TVs estatais.

 
Coincidentemente, o dia 13 de outubro do ano passado foi a ocasião em que a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), visitou Curitiba para anúncio de recursos para a obra do metrô da capital paranaense. Durante a solenidade, os discursos do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), e do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foram transmitidos na íntegra, mas as falas do ministro das Cidades, Mario Negromonte, e da presidente Dilma, não. No caso de Dilma, o trecho final do discurso chegou a ser transmitido. A emissora, na ocasião, alegou falhas técnicas no sinal de transmissão, tendo que substituir emergencialmente a solenidade por outra programação.

 
Por meio de nota oficial, a emissora informou que vai recorrer da multa e esclarece que o ministério aponta supostas falhas ocorridas durante a madrugada (das 2h03 às 4h26) daquele dia, e não durante a solenidade.

 
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério das Comunicações informou ontem à FOLHA que a multa aplicada à É-Paraná de fato não tem relação com o evento do qual Dilma participou, porque a TV não tinha a obrigação de transmitir o evento, e que a punição ocorreu porque a emissora ficou sem programação durante mais de duas horas naquele dia. A denúncia de censura e o pedido de investigação protocolado no ministério pelo diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) em Curitiba foram arquivados.
Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Punição tem relação com interrupção da programação, mas não teria ligação com suposta ”censura” a Dilma Rousseff

A TV do governo do Estado, a É-Paraná, foi multada em R$ 1.881,44 pelo Ministério das Comunicações, segundo publicação em Diário Oficial da União, na edição de ontem. Portaria número 17 do Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica do governo federal resolveu pela punição após análise da programação da emissora no dia 13 de outubro de 2011. De acordo com o Ministério das Comunicações, houve interrupção da programação sem aviso prévio, o que contraria a norma das TVs estatais.

 
Coincidentemente, o dia 13 de outubro do ano passado foi a ocasião em que a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), visitou Curitiba para anúncio de recursos para a obra do metrô da capital paranaense. Durante a solenidade, os discursos do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), e do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foram transmitidos na íntegra, mas as falas do ministro das Cidades, Mario Negromonte, e da presidente Dilma, não. No caso de Dilma, o trecho final do discurso chegou a ser transmitido. A emissora, na ocasião, alegou falhas técnicas no sinal de transmissão, tendo que substituir emergencialmente a solenidade por outra programação.

 
Por meio de nota oficial, a emissora informou que vai recorrer da multa e esclarece que o ministério aponta supostas falhas ocorridas durante a madrugada (das 2h03 às 4h26) daquele dia, e não durante a solenidade.

 
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério das Comunicações informou ontem à FOLHA que a multa aplicada à É-Paraná de fato não tem relação com o evento do qual Dilma participou, porque a TV não tinha a obrigação de transmitir o evento, e que a punição ocorreu porque a emissora ficou sem programação durante mais de duas horas naquele dia. A denúncia de censura e o pedido de investigação protocolado no ministério pelo diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) em Curitiba foram arquivados.
Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Otimismo com economia do País bate recorde

O Índice de Expectativa das Famílias brasileiras (IEF) aumentou de 67,2 pontos, em dezembro, para 69 pontos em janeiro, alcançando a taxa mais alta já registrada pelo indicador. Em relação ao apurado em janeiro de 2011, quando o índice ficou em 67,2, também houve crescimento.

A pesquisa mensal é feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação. A escala varia de 0 a 100. Quanto maior o resultado, maior o otimismo das famílias.

Segundo a metodologia utilizada na pesquisa (amostragem probabilística), o brasileiro se manteve otimista em todo o período entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. Entre as questões analisadas estão o momento para adquirir bens de consumo duráveis, a situação financeira da família comparada à de um ano atrás; a situação econômica do Brasil daqui a cinco anos; condições sobre quitação de contas atrasadas no próximo mês e a percepção do responsável pelo domicílio sobre estabilidade no trabalho.

Sobre o comportamento socioeconômico nacional, as famílias brasileiras mantiveram-se mais otimistas na virada do ano. Segundo a pesquisa, 64,9% dos entrevistados têm expectativa de melhores momentos nos próximos 12 meses. Os moradores das regiões Centro-Oeste (84,6%) e Nordeste (68,9%) são os mais otimistas para os próximos 12 meses.

O percentual de famílias que consideram o momento atual favorável à compra de bens de consumo duráveis aumentou de 57,4% em dezembro para 64,4% em janeiro. O índice de pessoas com essa opinião é maior na Região Centro-Oeste (77,5%). Enquanto isso, a avaliação de que não é um bom momento para adquirir esses bens está em queda em todo o país desde o mês de setembro (41,1%), fechando o mês de janeiro com 32,2%. Entretanto, na Região Norte, as expectativas de que a situação não é favorável para a compra (71,7%) são maiores do que as positivas (25%).

Em relação ao grau de endividamento, as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul apresentam maiores índices de famílias com poucas contas a pagar: 86%, 69,4% e 53,9%, respectivamente. Em todo o Brasil, 57,1% das famílias se consideram pouco endividadas. Em janeiro, a dívida média do brasileiro mostrou uma queda em relação a dezembro de 2011 chegando a R$ 4.428,46, o quinto menor valor dos últimos 12 meses.

Quanto à segurança no mercado de trabalho, a Região Norte apresenta o maior índice de expectativas positivas, tanto para o responsável pelo domicílio (96,1%) quanto para os demais membros da família (96,2%). Entretanto, segundo os pesquisadores do Ipea, as expectativas para melhorias profissionais nos próximos seis meses, na Região Norte, são as mais baixas, com apenas 15,3% das famílias confiantes. A margem de erro da pesquisa é 5%.

 

 

Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Otimismo com economia do País bate recorde

O Índice de Expectativa das Famílias brasileiras (IEF) aumentou de 67,2 pontos, em dezembro, para 69 pontos em janeiro, alcançando a taxa mais alta já registrada pelo indicador. Em relação ao apurado em janeiro de 2011, quando o índice ficou em 67,2, também houve crescimento.

A pesquisa mensal é feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação. A escala varia de 0 a 100. Quanto maior o resultado, maior o otimismo das famílias.

Segundo a metodologia utilizada na pesquisa (amostragem probabilística), o brasileiro se manteve otimista em todo o período entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. Entre as questões analisadas estão o momento para adquirir bens de consumo duráveis, a situação financeira da família comparada à de um ano atrás; a situação econômica do Brasil daqui a cinco anos; condições sobre quitação de contas atrasadas no próximo mês e a percepção do responsável pelo domicílio sobre estabilidade no trabalho.

Sobre o comportamento socioeconômico nacional, as famílias brasileiras mantiveram-se mais otimistas na virada do ano. Segundo a pesquisa, 64,9% dos entrevistados têm expectativa de melhores momentos nos próximos 12 meses. Os moradores das regiões Centro-Oeste (84,6%) e Nordeste (68,9%) são os mais otimistas para os próximos 12 meses.

O percentual de famílias que consideram o momento atual favorável à compra de bens de consumo duráveis aumentou de 57,4% em dezembro para 64,4% em janeiro. O índice de pessoas com essa opinião é maior na Região Centro-Oeste (77,5%). Enquanto isso, a avaliação de que não é um bom momento para adquirir esses bens está em queda em todo o país desde o mês de setembro (41,1%), fechando o mês de janeiro com 32,2%. Entretanto, na Região Norte, as expectativas de que a situação não é favorável para a compra (71,7%) são maiores do que as positivas (25%).

Em relação ao grau de endividamento, as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul apresentam maiores índices de famílias com poucas contas a pagar: 86%, 69,4% e 53,9%, respectivamente. Em todo o Brasil, 57,1% das famílias se consideram pouco endividadas. Em janeiro, a dívida média do brasileiro mostrou uma queda em relação a dezembro de 2011 chegando a R$ 4.428,46, o quinto menor valor dos últimos 12 meses.

Quanto à segurança no mercado de trabalho, a Região Norte apresenta o maior índice de expectativas positivas, tanto para o responsável pelo domicílio (96,1%) quanto para os demais membros da família (96,2%). Entretanto, segundo os pesquisadores do Ipea, as expectativas para melhorias profissionais nos próximos seis meses, na Região Norte, são as mais baixas, com apenas 15,3% das famílias confiantes. A margem de erro da pesquisa é 5%.

 

 

Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Índice de Confiança da Construção sobe 2,7% em janeiro, diz FGV

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas, avançou 2,7% no mês de janeiro, na comparação com dezembro. O resultado representa uma aceleração em relação ao mês anterior, em que o avanço tinha sido de 0,7%, na comparação com novembro.

Apesar de a confiança ter aumentado nos últimos meses, os índices ainda estão abaixo dos registrados nos mesmos meses do ano anterior. A confiança dos empresários da construção em janeiro deste ano está 8,5% menos do que a registrada no mesmo mês de 2011. Em dezembro do ano passado, o resultado tinha sido ainda pior, quando a confiança ficou 9,7% abaixo da registrada em dezembro de 2010.
 
O indicador medido pela Sondagem da Construção da FGV que apresentou maior variação foi o de expectativas para os próximos meses. Enquanto que em dezembro ele havia avançado 2,2% na comparação com novembro, em janeiro o avanço pulou para 7,6%, na comparação com o último mês de 2011. Mas esse indicador também segue abaixo dos níveis do ano anterior. Na comparação entre meses iguais, o resultado de janeiro de 2012 é 4,6% inferior ao de janeiro de 2011. Ainda assim, situação essa melhor que o de dezembro de 2011, quando a expectativa dos empresários ficou 7,3% abaixo da registrada em dezembro de 2010.
 
O Índice da Situação Atual, segundo a sondagem, é o único indicador que apresentou resultados negativos em janeiro. Na comparação com dezembro, o índice recuou 2,7%, enquanto que na comparação com janeiro de 2011 o recuo foi de 12,9%.
 
Os grupos que puxaram a confiança da construção foram de preparação do terreno, com avanço de 6,2% em janeiro, na comparação com dezembro, aluguel de equipamentos de construção e demolição com operador, cuja alta foi de 10,4% na mesma comparação, e construção de edifícios e obras civis (+ 3,6%). Na contramão estão obras de infraestrutura para engenharia elétrica e telecomunicações (recuo de 3,3%), obras de instalações (-3,9%) e obras de acabamento (-2,3%).