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Índice de Confiança da Construção sobe 2,7% em janeiro, diz FGV

Índice de Confiança da Construção sobe 2,7% em janeiro, diz FGV

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas, avançou 2,7% no mês de janeiro, na comparação com dezembro. O resultado representa uma aceleração em relação ao mês anterior, em que o avanço tinha sido de 0,7%, na comparação com novembro.

Apesar de a confiança ter aumentado nos últimos meses, os índices ainda estão abaixo dos registrados nos mesmos meses do ano anterior. A confiança dos empresários da construção em janeiro deste ano está 8,5% menos do que a registrada no mesmo mês de 2011. Em dezembro do ano passado, o resultado tinha sido ainda pior, quando a confiança ficou 9,7% abaixo da registrada em dezembro de 2010.
 
O indicador medido pela Sondagem da Construção da FGV que apresentou maior variação foi o de expectativas para os próximos meses. Enquanto que em dezembro ele havia avançado 2,2% na comparação com novembro, em janeiro o avanço pulou para 7,6%, na comparação com o último mês de 2011. Mas esse indicador também segue abaixo dos níveis do ano anterior. Na comparação entre meses iguais, o resultado de janeiro de 2012 é 4,6% inferior ao de janeiro de 2011. Ainda assim, situação essa melhor que o de dezembro de 2011, quando a expectativa dos empresários ficou 7,3% abaixo da registrada em dezembro de 2010.
 
O Índice da Situação Atual, segundo a sondagem, é o único indicador que apresentou resultados negativos em janeiro. Na comparação com dezembro, o índice recuou 2,7%, enquanto que na comparação com janeiro de 2011 o recuo foi de 12,9%.
 
Os grupos que puxaram a confiança da construção foram de preparação do terreno, com avanço de 6,2% em janeiro, na comparação com dezembro, aluguel de equipamentos de construção e demolição com operador, cuja alta foi de 10,4% na mesma comparação, e construção de edifícios e obras civis (+ 3,6%). Na contramão estão obras de infraestrutura para engenharia elétrica e telecomunicações (recuo de 3,3%), obras de instalações (-3,9%) e obras de acabamento (-2,3%).
 
Índice de Confiança da Construção sobe 2,7% em janeiro, diz FGV

Após deixar empresa, haitianos são ouvidos por fiscais do trabalho em MT

Representantes da Superintendência Regional de Trabalho e Emprego de Mato Grosso (SRTE) se reuniram na manhã desta quinta-feira (9) com os seis haitianos que deixaram o local onde estavam trabalhando por estarem descontentes com o salário pago pela empresa. A fábrica de cerâmica onde os imigrantes trabalhavam deve passar por uma fiscalização nos próximos dias.
 
Conforme o chefe de Fiscalização do Trabalho, Amarildo Borges Oliveira, depois de ouvir os haitianos, o próximo passo será ouvir os representantes da empresa. “Agora vamos ouvir a outra parte. Estamos montando uma logística de fiscalização para ir até a empresa”, explicou. Ainda de acordo com o representante da Superintendência do Trabalho, um relatório deve ser emitido com base nos depoimentos dos haitianos e da empresa.
 
O grupo chegou em Mato Grosso no dia 18 de janeiro, vindo do Acre, estado por onde os haitianos entraram no país. Em entrevista ao G1, o haitiano Wasnaldo Colon, de 24 anos, afirmou que o patrão havia combinado um valor de salário, mas quando o grupo chegou ao local, os haitianos foram informados de que o pagamento ocorreria de outra forma. “Quando nós fomos contratados, eles informaram que iriam nos pagar R$ 900. Mas quando chegamos aqui [em Mato Grosso], nos falaram que iriam ser descontadas as despesas de alimentação e moradia e que nosso salário iria cair para R$ 742”, contou.O caso
 
Os seis haitianos deixaram o local onde estavam trabalhando na cidade de Nossa Senhora do Livramento, a 42 km de Cuiabá, na tarde desta quarta-feira (8). Eles procuraram um posto da Polícia Rodoviária Federal que fica em Várzea Grande, afirmando que tinham percorrido o caminho até o local à pé. “Eles chegaram caminhando até a nossa unidade dizendo que queriam ir até a Polícia Federal. Eles nos relataram que tinham deixado a empresa onde estavam por causa de mudanças no pagamento deles”, informou o policial rodoviário Vinicius Figueredo.
 
O dono da fábrica de cerâmica em que os haitianos trabalhavam, Otto Frank, negou as acusações. Ao G1 ele explicou que o grupo fugiu do local e que o salário de R$ 742 seria apenas inicialmente. Otto também negou que estaria cobrando as despesas de moradia e alimentação dos haitianos.
Índice de Confiança da Construção sobe 2,7% em janeiro, diz FGV

Após deixar empresa, haitianos são ouvidos por fiscais do trabalho em MT

Representantes da Superintendência Regional de Trabalho e Emprego de Mato Grosso (SRTE) se reuniram na manhã desta quinta-feira (9) com os seis haitianos que deixaram o local onde estavam trabalhando por estarem descontentes com o salário pago pela empresa. A fábrica de cerâmica onde os imigrantes trabalhavam deve passar por uma fiscalização nos próximos dias.
 
Conforme o chefe de Fiscalização do Trabalho, Amarildo Borges Oliveira, depois de ouvir os haitianos, o próximo passo será ouvir os representantes da empresa. “Agora vamos ouvir a outra parte. Estamos montando uma logística de fiscalização para ir até a empresa”, explicou. Ainda de acordo com o representante da Superintendência do Trabalho, um relatório deve ser emitido com base nos depoimentos dos haitianos e da empresa.
 
O grupo chegou em Mato Grosso no dia 18 de janeiro, vindo do Acre, estado por onde os haitianos entraram no país. Em entrevista ao G1, o haitiano Wasnaldo Colon, de 24 anos, afirmou que o patrão havia combinado um valor de salário, mas quando o grupo chegou ao local, os haitianos foram informados de que o pagamento ocorreria de outra forma. “Quando nós fomos contratados, eles informaram que iriam nos pagar R$ 900. Mas quando chegamos aqui [em Mato Grosso], nos falaram que iriam ser descontadas as despesas de alimentação e moradia e que nosso salário iria cair para R$ 742”, contou.O caso
 
Os seis haitianos deixaram o local onde estavam trabalhando na cidade de Nossa Senhora do Livramento, a 42 km de Cuiabá, na tarde desta quarta-feira (8). Eles procuraram um posto da Polícia Rodoviária Federal que fica em Várzea Grande, afirmando que tinham percorrido o caminho até o local à pé. “Eles chegaram caminhando até a nossa unidade dizendo que queriam ir até a Polícia Federal. Eles nos relataram que tinham deixado a empresa onde estavam por causa de mudanças no pagamento deles”, informou o policial rodoviário Vinicius Figueredo.
 
O dono da fábrica de cerâmica em que os haitianos trabalhavam, Otto Frank, negou as acusações. Ao G1 ele explicou que o grupo fugiu do local e que o salário de R$ 742 seria apenas inicialmente. Otto também negou que estaria cobrando as despesas de moradia e alimentação dos haitianos.
Índice de Confiança da Construção sobe 2,7% em janeiro, diz FGV

Mudança na Lei Maria da Penha é ‘vitória das famílias’, diz ministra

A ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, avaliou como “uma vitória das famílias” a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, nesta quinta-feira (9), autorizou o Ministério Público a denunciar o agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher, mesmo que ela não apresente queixa contra quem a agrediu.
 
“É uma vitória das famílias. Não poderá ter uma família harmoniosa onde tenha uma mulher violentada. É injusto querer manter uma harmonia falsa, onde a mulher é violentada e se cala e continua a ser vítima todos os dias, ou uma vez por semana ou uma vez por mês”, disse a ministra após acompanhar o julgamento no Supremo.
 
Iriny Lopes, que deixa o cargo nesta sexta-feira (10), será substituída pela professora Eleonora Menicucci de Oliveira, pró-reitora de Extensão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), escolhida pela presidente Dilma Rousseff. Iriny sai para se candidatar à Prefeitura de Vitória, nas eleições de outubro.
 
O STF julgou nesta tarde duas ações que pretendiam garantir a aplicação da Lei Maria da Penha. A norma protege mulheres contra a violência doméstica e torna mais rigorosa a punição aos agressores. De acordo com norma original, sancionada em 2006, o agressor só era processado se a mulher agredida fizesse uma queixa formal.
 
Os ministros da Corte também declararam, por unanimidade, a constitucionalidade de três artigos da Lei Maria da Penha que tratam do regime diferenciado criado pela norma para punir os agressores de mulheres, com a criação de juizados de violência doméstica contra a mulher.
 
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) também assistiu ao julgamento no Supremo e comemorou a decisão dos ministros. Para a senadora feminista, o Brasil “demorou muito tempo” para perceber que há mulheres sem condições de denunciar a violência sofrida.Acelerar punição
Para a ministra Iriny Lopes, essa decisão vai ajudar a acelerar a punição a agressores de mulheres. “Podemos dar celeridade aos processos, à medida que não tem mais o debate doutrinário. Ou seja, os juízes de primeira instância não podem paralisar o processo com a alegação de inconstitucionalidade. Com essa decisão, o STF direcionou uma mensagem ao país de que nós não aceitaremos mais a impunidade”, completou.
 

“Muitas vezes a mulher está presa financeiramente, psicologicamente ao parceiro e não tem condição de fazer essa denúncia. Não tem mais essa de que em briga de marido e mulher ninguém mete a colher. Hoje, mete sim. Ninguém quer ver a mulher apanhar e a sociedade, hoje , está num processo civilizatório”, afirmou.
 
Índice de Confiança da Construção sobe 2,7% em janeiro, diz FGV

Mudança na Lei Maria da Penha é ‘vitória das famílias’, diz ministra

A ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, avaliou como “uma vitória das famílias” a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, nesta quinta-feira (9), autorizou o Ministério Público a denunciar o agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher, mesmo que ela não apresente queixa contra quem a agrediu.
 
“É uma vitória das famílias. Não poderá ter uma família harmoniosa onde tenha uma mulher violentada. É injusto querer manter uma harmonia falsa, onde a mulher é violentada e se cala e continua a ser vítima todos os dias, ou uma vez por semana ou uma vez por mês”, disse a ministra após acompanhar o julgamento no Supremo.
 
Iriny Lopes, que deixa o cargo nesta sexta-feira (10), será substituída pela professora Eleonora Menicucci de Oliveira, pró-reitora de Extensão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), escolhida pela presidente Dilma Rousseff. Iriny sai para se candidatar à Prefeitura de Vitória, nas eleições de outubro.
 
O STF julgou nesta tarde duas ações que pretendiam garantir a aplicação da Lei Maria da Penha. A norma protege mulheres contra a violência doméstica e torna mais rigorosa a punição aos agressores. De acordo com norma original, sancionada em 2006, o agressor só era processado se a mulher agredida fizesse uma queixa formal.
 
Os ministros da Corte também declararam, por unanimidade, a constitucionalidade de três artigos da Lei Maria da Penha que tratam do regime diferenciado criado pela norma para punir os agressores de mulheres, com a criação de juizados de violência doméstica contra a mulher.
 
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) também assistiu ao julgamento no Supremo e comemorou a decisão dos ministros. Para a senadora feminista, o Brasil “demorou muito tempo” para perceber que há mulheres sem condições de denunciar a violência sofrida.Acelerar punição
Para a ministra Iriny Lopes, essa decisão vai ajudar a acelerar a punição a agressores de mulheres. “Podemos dar celeridade aos processos, à medida que não tem mais o debate doutrinário. Ou seja, os juízes de primeira instância não podem paralisar o processo com a alegação de inconstitucionalidade. Com essa decisão, o STF direcionou uma mensagem ao país de que nós não aceitaremos mais a impunidade”, completou.
 

“Muitas vezes a mulher está presa financeiramente, psicologicamente ao parceiro e não tem condição de fazer essa denúncia. Não tem mais essa de que em briga de marido e mulher ninguém mete a colher. Hoje, mete sim. Ninguém quer ver a mulher apanhar e a sociedade, hoje , está num processo civilizatório”, afirmou.