por master | 01/02/12 | Ultimas Notícias
Uma pesquisa realizada pelo instituto Data Popular identificou que os jovens da classe média da Região Metropolitana do Rio de Janeiro – ou classe C – são responsáveis, hoje, por movimentar, com o próprio salário, R$ 5 bilhões por ano na economia.
O dado foi apresentado durante a divulgação da pesquisa “Geração C: o Retrato dos Jovens Cariocas”. De acordo com o levantamento, 3,5 milhões de jovens da Região Metropolitana pertencem à classe C, onde estão enquadradas as famílias com renda mensal até R$ 2,5 mil, de acordo com o Data Popular.
“R$ 5 bilhões é muito dinheiro em qualquer cidade do mundo, ainda mais no Rio de Janeiro”, ressalta Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular.
“Outra grande questão mostrada pela pesquisa mostrou é que as profissões dos jovens da nova classe C e dos pais deles são diferentes. Enquanto os jovens trabalham como operadores de telemarketing e funcionários de lojas e mercados, que exigem mais escolaridade e oferecem planos de carreira, os pais eram empregados domésticos ou operários da construção civil, profissões que não aparecem nem entre as cinco primeiras desempenhadas pelos filhos deles”, complementa.
Profissões revelam ‘diferença geracional’
A pesquisa revela que 15% dos jovens da classe média da região metropolitana do Rio de Janeiro são trabalhadores do comércio, em lojas e mercados, 6% são escriturários, agentes e auxiliares administrativos, 4% são caixas ou bilheteiros, 3% são recepcionistas ou operadores de telemarketing, e 2% trabalham com serviços de embelezamento e higiene. É um perfil bem diferente dos pais deles, os quais 11% são trabalhadores domésticos, 5% são operários na construção civil, 4% trabalham no comércio, 3% são costureiros e 2% são motoristas, vigias e porteiros.
Para o diretor do Data Popular, a nova escolha profissional “marca a diferença geracional” entre os pais e os jovens da atual classe média. “Os jovens da nova classe C procuram planos de carreira. E a proporção de jovens com carteira assinada (72,9%) é maior do que a dos pais deles (66,7%)”, ressaltou Meirelles. Segundo o Data Popular, os 3,5 milhões de jovens (15 a 25 anos) que estão na classe C representam 64% do total de 5,5 milhões que residem na Região Metropolitana fluminense.
Pesquisa: jovem de classe C é novo formador de opinião
O estudo afirma que, para cada R$ 100 que o pai recebe de salário, o jovem da classe C ganha R$ 72,30. Já os filhos das classes A e B ganham R$ 28,50 a cada R$ 100 ganhos pelos pais. “Não entra mesada, porque assim seria covardia. Só contamos os valores referentes a salários. O objetivo não era medir o potencial de consumo, mas sim o potencial de influência na tomada de decisão”, explica Meirelles.
‘Vai a baile funk, e à universidade’
“O dado qualitativo mais importante da pesquisa é que esse jovem é o cara que vai ao baile funk, se diverte, e que também toma as decisões e faz as compras no supermercado. É o mesmo cara. É o cara que a elite não enxerga, não identifica”, destaca Meirelles. “Esse cara quer dançar, quer curtir a comunidade e também é o trabalhador e o universitário”, complementa.
Por conta dessa constatação, Meirelles afirma que “nenhuma grande decisão é tomada sem escutar esse novo jovem” e que a juventude da classe C é vista de “forma estereotipada” pela elite. “Muitos pensam: ‘Eles só querem ver mulher rebolando.’ Mas esquecem que são a mesma pessoa. Não há contradição nenhuma entre ouvir funk e ser um universitário, um bom pai de família”, ressalta.
“Você quer conquistar os jovens que vão a bailes funk? Ou você quer conquistar os jovens que vão as universidades? Na segunda pergunta, nenhuma empresa iria titubear. Mas os jovens de classe média fazem as duas coisas”, observa Meirelles. “Tem um mundo que as empresas não fazem ideia do que é, e que movimenta R$ 5 bilhões”, complementa.
Classe média compra menos em shoppings
O estudo mostra que 70% desses jovens da Classe C têm cartões de débito, 69%, de crédito, e 54%, cartões de lojas. Além disso, de acordo com a pesquisa, boa parte deles já ajuda financeiramente em casa: 23% fazem as compras de mês, 22% pagam contas (luz, gás, telefone, etc) e 64% são os responsáveis pelas compras de itens de tecnologia.
Os jovens da classe média compram mais em lojas de rua (62%) do que em shoppings (56%), e 275 mil deles são responsáveis por fazer as compras em supermercados para a família. Do total, segundo a pesquisa, 80% valorizam ofertas e produtos com descontos e 67% não gostam de acumular dívidas. E 44% dos jovens da Geração C têm poupança, se acordo com o Data Popular.
A pesquisa mostra ainda que 28% dos jovens da chamada “Geração C” tem intenção de comprar um carro, 27% querem comprar um imóvel e 58% desejam fazer uma viagem de lazer. Outro dado do levantamento mostra que 28% dos jovens da classe C não moram mais na casa dos pais. Entre os jovens da elite do Grande Rio, segundo o Data Popular, esse número cai para 7%: quatro vezes menos. “O jovem da classe média é mais maduro e independente do que o jovem de elite”, afirma Meirelles. “Os jovens emergentes ajudam mais na tarefa de casa do que o jovem da classe AB”, acrescenta.
Maioria dos universitários é da classe C
O estudo afirma que, hoje, cinco em cada dez universitários da Região Metropolitana são da classe média. “Foi uma surpresa revelada pela pesquisa. A gente não sabia que seria maioria absoluta entre os universitários”, conta o diretor do Data Popular.
“Do total, 68% dos jovens da classe média estudaram mais que o pai. Às vezes, é a primeira geração de universitários da família”, observa.
por master | 01/02/12 | Ultimas Notícias
Uma pesquisa realizada pelo instituto Data Popular identificou que os jovens da classe média da Região Metropolitana do Rio de Janeiro – ou classe C – são responsáveis, hoje, por movimentar, com o próprio salário, R$ 5 bilhões por ano na economia.
O dado foi apresentado durante a divulgação da pesquisa “Geração C: o Retrato dos Jovens Cariocas”. De acordo com o levantamento, 3,5 milhões de jovens da Região Metropolitana pertencem à classe C, onde estão enquadradas as famílias com renda mensal até R$ 2,5 mil, de acordo com o Data Popular.
“R$ 5 bilhões é muito dinheiro em qualquer cidade do mundo, ainda mais no Rio de Janeiro”, ressalta Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular.
“Outra grande questão mostrada pela pesquisa mostrou é que as profissões dos jovens da nova classe C e dos pais deles são diferentes. Enquanto os jovens trabalham como operadores de telemarketing e funcionários de lojas e mercados, que exigem mais escolaridade e oferecem planos de carreira, os pais eram empregados domésticos ou operários da construção civil, profissões que não aparecem nem entre as cinco primeiras desempenhadas pelos filhos deles”, complementa.
Profissões revelam ‘diferença geracional’
A pesquisa revela que 15% dos jovens da classe média da região metropolitana do Rio de Janeiro são trabalhadores do comércio, em lojas e mercados, 6% são escriturários, agentes e auxiliares administrativos, 4% são caixas ou bilheteiros, 3% são recepcionistas ou operadores de telemarketing, e 2% trabalham com serviços de embelezamento e higiene. É um perfil bem diferente dos pais deles, os quais 11% são trabalhadores domésticos, 5% são operários na construção civil, 4% trabalham no comércio, 3% são costureiros e 2% são motoristas, vigias e porteiros.
Para o diretor do Data Popular, a nova escolha profissional “marca a diferença geracional” entre os pais e os jovens da atual classe média. “Os jovens da nova classe C procuram planos de carreira. E a proporção de jovens com carteira assinada (72,9%) é maior do que a dos pais deles (66,7%)”, ressaltou Meirelles. Segundo o Data Popular, os 3,5 milhões de jovens (15 a 25 anos) que estão na classe C representam 64% do total de 5,5 milhões que residem na Região Metropolitana fluminense.
Pesquisa: jovem de classe C é novo formador de opinião
O estudo afirma que, para cada R$ 100 que o pai recebe de salário, o jovem da classe C ganha R$ 72,30. Já os filhos das classes A e B ganham R$ 28,50 a cada R$ 100 ganhos pelos pais. “Não entra mesada, porque assim seria covardia. Só contamos os valores referentes a salários. O objetivo não era medir o potencial de consumo, mas sim o potencial de influência na tomada de decisão”, explica Meirelles.
‘Vai a baile funk, e à universidade’
“O dado qualitativo mais importante da pesquisa é que esse jovem é o cara que vai ao baile funk, se diverte, e que também toma as decisões e faz as compras no supermercado. É o mesmo cara. É o cara que a elite não enxerga, não identifica”, destaca Meirelles. “Esse cara quer dançar, quer curtir a comunidade e também é o trabalhador e o universitário”, complementa.
Por conta dessa constatação, Meirelles afirma que “nenhuma grande decisão é tomada sem escutar esse novo jovem” e que a juventude da classe C é vista de “forma estereotipada” pela elite. “Muitos pensam: ‘Eles só querem ver mulher rebolando.’ Mas esquecem que são a mesma pessoa. Não há contradição nenhuma entre ouvir funk e ser um universitário, um bom pai de família”, ressalta.
“Você quer conquistar os jovens que vão a bailes funk? Ou você quer conquistar os jovens que vão as universidades? Na segunda pergunta, nenhuma empresa iria titubear. Mas os jovens de classe média fazem as duas coisas”, observa Meirelles. “Tem um mundo que as empresas não fazem ideia do que é, e que movimenta R$ 5 bilhões”, complementa.
Classe média compra menos em shoppings
O estudo mostra que 70% desses jovens da Classe C têm cartões de débito, 69%, de crédito, e 54%, cartões de lojas. Além disso, de acordo com a pesquisa, boa parte deles já ajuda financeiramente em casa: 23% fazem as compras de mês, 22% pagam contas (luz, gás, telefone, etc) e 64% são os responsáveis pelas compras de itens de tecnologia.
Os jovens da classe média compram mais em lojas de rua (62%) do que em shoppings (56%), e 275 mil deles são responsáveis por fazer as compras em supermercados para a família. Do total, segundo a pesquisa, 80% valorizam ofertas e produtos com descontos e 67% não gostam de acumular dívidas. E 44% dos jovens da Geração C têm poupança, se acordo com o Data Popular.
A pesquisa mostra ainda que 28% dos jovens da chamada “Geração C” tem intenção de comprar um carro, 27% querem comprar um imóvel e 58% desejam fazer uma viagem de lazer. Outro dado do levantamento mostra que 28% dos jovens da classe C não moram mais na casa dos pais. Entre os jovens da elite do Grande Rio, segundo o Data Popular, esse número cai para 7%: quatro vezes menos. “O jovem da classe média é mais maduro e independente do que o jovem de elite”, afirma Meirelles. “Os jovens emergentes ajudam mais na tarefa de casa do que o jovem da classe AB”, acrescenta.
Maioria dos universitários é da classe C
O estudo afirma que, hoje, cinco em cada dez universitários da Região Metropolitana são da classe média. “Foi uma surpresa revelada pela pesquisa. A gente não sabia que seria maioria absoluta entre os universitários”, conta o diretor do Data Popular.
“Do total, 68% dos jovens da classe média estudaram mais que o pai. Às vezes, é a primeira geração de universitários da família”, observa.
por master | 01/02/12 | Ultimas Notícias
Uma pesquisa feita pela empresa de recursos humanos CareerBuilder, dos Estados Unidos, listou as principais justificativas que os trabalhadores apresentam quando chegam atrasados ao serviço. O trânsito foi o campeão com 31%, seguido por sono (18%), tempo ruim (11%) e filhos (8%).
Além de listar os motivos mais comuns, o estudo reuniu também as desculpas que foram consideradas as dez piores: “meu gato está com soluço” é a primeira da lista.
O estudo feito com mais de 3 mil gerentes de recursos humanos e 7 mil empregados destacou que 16% dos trabalhadores entrevistados chegam atrasados pelo menos uma vez por semana. Entre as empresas, 34% confirmaram já ter demitido um funcionário que sempre chegava fora do horário.
Outras justificativas
A pesquisa reuniu ainda outras justificativas usadas com frequência. Além do trânsito, sono, tempo ruim e filhos, os empregados costumam citar problemas com o transporte público, com animais de estimação ou com o marido/esposa. As justificativas ainda incluem, em menor número, empregados que dizem ter ficado “assistindo TV” ou “na internet” até tarde.
| VEJA AS DEZ PIORES DESCULPAS DADAS POR FUNCIONÁRIOS QUE CHEGAM ATRASADOS |
| 1º) “Meu gato está com soluço” |
| 2º) “Achei que tinha ganho na loteria” |
| 3º) “Me distraí vendo o “Today show” (programa de TV)” |
| 4º) “Meu colega de quarto cortou o fio do meu carregador do celular e o alarme não tocou” |
| 5º) Achava que o tempo que levava de casa até a empresa já contava como hora de trabalho |
| 6º) Uma raposa roubou as chaves do meu carro * |
| 7º) Minha perna ficou presa entre o trem do metrô e a plataforma |
| 8º) Não me atrasei porque não queria chegar antes das 9h (sendo que o horário em contrato começa às 8h) |
| 9º) Fui fazer entrevista de emprego em outra empresa |
| 10º) Recebi um telefonema do governador * |
Fonte: CareerBuilder * Nesses casos, as justificativas eram verdadeiras, segundo a empresa
|
por master | 01/02/12 | Ultimas Notícias
Uma pesquisa feita pela empresa de recursos humanos CareerBuilder, dos Estados Unidos, listou as principais justificativas que os trabalhadores apresentam quando chegam atrasados ao serviço. O trânsito foi o campeão com 31%, seguido por sono (18%), tempo ruim (11%) e filhos (8%).
Além de listar os motivos mais comuns, o estudo reuniu também as desculpas que foram consideradas as dez piores: “meu gato está com soluço” é a primeira da lista.
O estudo feito com mais de 3 mil gerentes de recursos humanos e 7 mil empregados destacou que 16% dos trabalhadores entrevistados chegam atrasados pelo menos uma vez por semana. Entre as empresas, 34% confirmaram já ter demitido um funcionário que sempre chegava fora do horário.
Outras justificativas
A pesquisa reuniu ainda outras justificativas usadas com frequência. Além do trânsito, sono, tempo ruim e filhos, os empregados costumam citar problemas com o transporte público, com animais de estimação ou com o marido/esposa. As justificativas ainda incluem, em menor número, empregados que dizem ter ficado “assistindo TV” ou “na internet” até tarde.
| VEJA AS DEZ PIORES DESCULPAS DADAS POR FUNCIONÁRIOS QUE CHEGAM ATRASADOS |
| 1º) “Meu gato está com soluço” |
| 2º) “Achei que tinha ganho na loteria” |
| 3º) “Me distraí vendo o “Today show” (programa de TV)” |
| 4º) “Meu colega de quarto cortou o fio do meu carregador do celular e o alarme não tocou” |
| 5º) Achava que o tempo que levava de casa até a empresa já contava como hora de trabalho |
| 6º) Uma raposa roubou as chaves do meu carro * |
| 7º) Minha perna ficou presa entre o trem do metrô e a plataforma |
| 8º) Não me atrasei porque não queria chegar antes das 9h (sendo que o horário em contrato começa às 8h) |
| 9º) Fui fazer entrevista de emprego em outra empresa |
| 10º) Recebi um telefonema do governador * |
Fonte: CareerBuilder * Nesses casos, as justificativas eram verdadeiras, segundo a empresa
|
por master | 31/01/12 | Notícias NCST/PR
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Montadoras de Veículos, Chassis e Motores de Campo Largo – Sindimovec – realizou neste sábado (28) na Estância São Jorge em Campo Largo, uma grande festa em comemoração ao reconhecimento dos direitos da Entidade.
O Sindicato vinha travando uma batalha processual a mais de uma década na busca da independência e da Certidão Sindical, conquista esta que veio em 2011, devido ao trabalho incansável dos diretores do Sindicato: Sidnei Iarek, Sérgio Alexandre Domingos, Ricardo Batista, Gilberto Schwendtner, Ronaldo Silla, Marcelo Silveira e José Assis de Oliveira e do Presidente da Entidade, Adriano Carlesso, que com coragem e determinação, recusaram-se a ser mais um sindicato sem representatividade, controlado por um sistema manipulador. Com esse pensamento independente visando o fortalecimento da categoria, em 2011 o Sindimovec filiou-se a Nova Central, onde Carlesso assumiu a Secretaria Estadual dos Trabalhadores Metalúrgicos no Estado do Paraná.
O evento que contou com a presença de mais de 250 associados, teve brinquedos para as crianças, música ao vivo, almoço, bebidas, sorteio de 05 Televisores de Plasma, 01 Home Theater, show de mágica, além do agradável ambiente ao ar livre para curtir com a família.
Esteve presente também no evento o Presidente da NCST/PR – Nova Central Sindical de Trabalhadores no Estado do Paraná, Denílson Pestana da Costa, que falou sobre a importância do trabalho que vem sendo realizado pelo sindicato e fez uma comparação entre as entidades que surgiram da indignação com o sistema atual, “a luta do Sindimovec é similar a luta entre David e Golias, que enfrenta a terceira maior central sindical do País” diz Pestana, que conclui falando sobre a importância do envolvimento dos dirigentes sindicais nessa luta, pois como diz o poeta “Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha, mas um sonho que se sonha junto se torna realidade”.
Para Adriano Carlesso, que conseguiu triplicar o número de associados neste último ano, a filiação a Nova Central, juntamente com a Certidão Sindical, traz sustentação e autonomia nas negociações junto ao setor patronal. Carlesso falou ainda dos projetos do Sindicato que é a aquisição de sede própria e uma sede campestre aos associados.
{gallery}Sindimovec{/gallery}