por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
O Nível de Atividade da Indústria (INA) paulista caiu 11,2% em dezembro na comparação com novembro, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgado hoje (30), na capital paulista. Na comparação entre dezembro de 2011 com dezembro do ano anterior, houve crescimento de 0,6%. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) caiu 0,5%.
Na análise por setores, o pior desempenho foi o dos produtos têxteis, que tiveram queda de 28,9% em dezembro ante novembro. Na comparação com dezembro de 2010, queda de 3,6%. De acordo com o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, Paulo Francini, o resultado mostra o desempenho ruim das tecelagens durante todo o ano. “O setor sofreu uma agressão constante dos importados, por isso registrou essa trajetória de queda”.
Em seguida vem o segmento de minerais não metálicos, com retração de 5,1% na comparação com novembro. Entretanto, registrou elevação de 5,5% na comparação com dezembro de 2010 e de 4,9% no acumulado de 2011 comparado ao resultado do ano anterior. O setor de móveis e indústrias diversas apresentou queda de 13,5% na comparação com novembro e 1,5% na comparação com dezembro de 2010 e alta de 5,3% no acumulado anual. “Nesse caso, a demanda ainda é cumprida pela indústria doméstica, que fica menos afetada pela concorrência do mercado externo”, disse Francini.
O diretor avaliou que, apesar de o cenário econômico ser favorável, vários fatores contribuem para a queda da atividade industrial em alguns segmentos. “A indústria vem sendo agredida há tempos por coisas tais como a taxa de câmbio, política tributária, vantagens para importação e uma série de circunstâncias agressivas que fazem com que a produção doméstica da indústria seja muito ruim”.
O diretor do Depecon ressaltou que a indústria não gerou empregos no ano passado e que a previsão é de fechamento de vagas no primeiro trimestre deste ano. E reafirmou que a expectativa de crescimento do setor industrial para este ano é modesta, em torno de 2%. “Temos um desempenho pobre da economia em 2012, temos os países querendo reagir a isso da melhor maneira possível, o cenário externo é agressivo. Nós projetamos crescimento abaixo dos 3%”.
por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
O Nível de Atividade da Indústria (INA) paulista caiu 11,2% em dezembro na comparação com novembro, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgado hoje (30), na capital paulista. Na comparação entre dezembro de 2011 com dezembro do ano anterior, houve crescimento de 0,6%. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) caiu 0,5%.
Na análise por setores, o pior desempenho foi o dos produtos têxteis, que tiveram queda de 28,9% em dezembro ante novembro. Na comparação com dezembro de 2010, queda de 3,6%. De acordo com o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, Paulo Francini, o resultado mostra o desempenho ruim das tecelagens durante todo o ano. “O setor sofreu uma agressão constante dos importados, por isso registrou essa trajetória de queda”.
Em seguida vem o segmento de minerais não metálicos, com retração de 5,1% na comparação com novembro. Entretanto, registrou elevação de 5,5% na comparação com dezembro de 2010 e de 4,9% no acumulado de 2011 comparado ao resultado do ano anterior. O setor de móveis e indústrias diversas apresentou queda de 13,5% na comparação com novembro e 1,5% na comparação com dezembro de 2010 e alta de 5,3% no acumulado anual. “Nesse caso, a demanda ainda é cumprida pela indústria doméstica, que fica menos afetada pela concorrência do mercado externo”, disse Francini.
O diretor avaliou que, apesar de o cenário econômico ser favorável, vários fatores contribuem para a queda da atividade industrial em alguns segmentos. “A indústria vem sendo agredida há tempos por coisas tais como a taxa de câmbio, política tributária, vantagens para importação e uma série de circunstâncias agressivas que fazem com que a produção doméstica da indústria seja muito ruim”.
O diretor do Depecon ressaltou que a indústria não gerou empregos no ano passado e que a previsão é de fechamento de vagas no primeiro trimestre deste ano. E reafirmou que a expectativa de crescimento do setor industrial para este ano é modesta, em torno de 2%. “Temos um desempenho pobre da economia em 2012, temos os países querendo reagir a isso da melhor maneira possível, o cenário externo é agressivo. Nós projetamos crescimento abaixo dos 3%”.
por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
A estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – foi mantida em 3,27% para este ano. Para 2013, a previsão caiu de 4,25% para 4,15%. Essas projeções estão no boletim Focus, publicação semanal do BC, elaborada com base em estimativas de analistas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia.
A expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 2,94% para 3%. Para 2013, permanece em 4%.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB passou de 37% para 36,95%, este ano, e continua em 35,8%, em 2013.
A expectativa para a cotação do dólar ao final do ano subiu de R$ 1,78 para R$ 1,80. Para 2013, foi mantida em R$ 1,75.
A previsão para o superavit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 19,6 bilhões para US$ 19,8 bilhões, em 2012, e de US$ 14,5 para US$ 15 bilhões, no próximo ano.
No caso do deficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), não houve alterações nas estimativas de US$ 65,9 bilhões, para este ano, e de US$ 70 bilhões, para 2013.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 55 bilhões, neste ano, e passou de US$ 54 bilhões para US$ 55 bilhões, em 2013.
Inflação
Sobre a inflação, a previsão dos analistas é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar este ano em 5,28%. Na semana passada, a projeção estava em 5,29% e há quatro semanas em 5,32%. Para 2013, a estimativa segue em 5%, há nove semanas. As projeções estão dentro do limite superior de 6,5%.
Para a taxa básica de juros, a Selic, a previsão para este ano segue em 9,5% ao ano, há sete semanas, e para 2013 passou de 10,25% para 10,38% ao ano. para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) segue em 5,01%, este ano, e subiu de 4,9% para 4,92%, em 2013. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), foi mantida a projeção de 5% em 2012 e ajustada a estimativa de 5% para 4,98%, no próximo ano.
por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
A estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – foi mantida em 3,27% para este ano. Para 2013, a previsão caiu de 4,25% para 4,15%. Essas projeções estão no boletim Focus, publicação semanal do BC, elaborada com base em estimativas de analistas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia.
A expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 2,94% para 3%. Para 2013, permanece em 4%.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB passou de 37% para 36,95%, este ano, e continua em 35,8%, em 2013.
A expectativa para a cotação do dólar ao final do ano subiu de R$ 1,78 para R$ 1,80. Para 2013, foi mantida em R$ 1,75.
A previsão para o superavit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 19,6 bilhões para US$ 19,8 bilhões, em 2012, e de US$ 14,5 para US$ 15 bilhões, no próximo ano.
No caso do deficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), não houve alterações nas estimativas de US$ 65,9 bilhões, para este ano, e de US$ 70 bilhões, para 2013.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 55 bilhões, neste ano, e passou de US$ 54 bilhões para US$ 55 bilhões, em 2013.
Inflação
Sobre a inflação, a previsão dos analistas é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar este ano em 5,28%. Na semana passada, a projeção estava em 5,29% e há quatro semanas em 5,32%. Para 2013, a estimativa segue em 5%, há nove semanas. As projeções estão dentro do limite superior de 6,5%.
Para a taxa básica de juros, a Selic, a previsão para este ano segue em 9,5% ao ano, há sete semanas, e para 2013 passou de 10,25% para 10,38% ao ano. para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) segue em 5,01%, este ano, e subiu de 4,9% para 4,92%, em 2013. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), foi mantida a projeção de 5% em 2012 e ajustada a estimativa de 5% para 4,98%, no próximo ano.
por master | 31/01/12 | Ultimas Notícias
O coordenador da Campanha Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, vinculado ao Ministério Público do Trabalho, frei Xavier Plassat, estima que, no país, haja de 20 a 50 mil pessoas exercendo atividades em condições análogas à escravidão.
“Na verdade, libertar escravos não basta para acabar com o problema, mas o Brasil está mostrando uma boa capacidade em atacar a questão, por meio de um grupo móvel de fiscalização bem eficiente. Mas [infelizmente, o governo] não consegue apurar todas as denúncias porque o território é muito grande”, disse Xavier. As declarações foram dadas durante debate no programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, na última sexta-feira (27), véspera do Dia de Combate ao Trabalho Escravo.
Xavier acrescentou ainda que entre as agravantes do problema estão a pobreza e a miséria. No Brasil, muitas famílias ainda vivem nessa situação, lembrou o frei. “Sem condições ideais de trabalho, as pessoas se submetem à exploração.”
“[Essas pessoas] tiveram apenas os direitos básicos assegurados. Na hora de pegar um serviço, pegam qualquer um. Para essas pessoas isso é melhor que nada. [Mas] acabam sendo levadas para uma situação de impunidade, [movida pela] ganância e miséria. Temos aí um conjunto que precisa ser atacado, se não a gente não resolve o problema”, disse Xavier.
O coordenador nacional da Frente Parlamentar Mista de Erradicação do Trabalho Escravo, o deputado Domingos Dutra (PT- MA), defendeu a aprovação imediata da Proposta de Emenda Constitucional 438/2001, conhecida como PEC do Trabalho Escravo, determinando que a área onde for flagrado trabalho escravo seja desapropriada para fins de reforma agrária.