por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
A Câmara analisa o Projeto de Lei 2800/11, que concede incentivos fiscais para as empresas que se instalarem em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Conforme a proposta, as empresas teriam de pagar apenas metade do Imposto de Importação (II) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre a aquisição de máquinas destinadas à sua instalação física.
A proposta abrange também o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a Cofins e a contribuição da empresa para a Seguridade Social, que seriam reduzidas em 50% ao longo de 5 anos.
O autor do projeto, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), afirma que a ideia é aumentar a atratividade do interior do País, minimizando problemas enfrentados por algumas cidades. “As grandes empresas querem se instalar em cidades que tenham uma estrutura básica para os seus filhos, faculdade, estrutura de conforto, com shopping center e assim por diante”, observa o parlamentar.
Conforme Nilson Leitão, a renúncia fiscal poderá ser revertida com o aumento da renda das pequenas cidades, o que poderia reduzir a necessidade de programas como o Bolsa Família, do governo federal.
Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem: Sílvia Mugnatto e Noéli Nobre
Edição: Juliano Pires
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
A Câmara analisa o Projeto de Lei 2800/11, que concede incentivos fiscais para as empresas que se instalarem em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Conforme a proposta, as empresas teriam de pagar apenas metade do Imposto de Importação (II) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre a aquisição de máquinas destinadas à sua instalação física.
A proposta abrange também o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a Cofins e a contribuição da empresa para a Seguridade Social, que seriam reduzidas em 50% ao longo de 5 anos.
O autor do projeto, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), afirma que a ideia é aumentar a atratividade do interior do País, minimizando problemas enfrentados por algumas cidades. “As grandes empresas querem se instalar em cidades que tenham uma estrutura básica para os seus filhos, faculdade, estrutura de conforto, com shopping center e assim por diante”, observa o parlamentar.
Conforme Nilson Leitão, a renúncia fiscal poderá ser revertida com o aumento da renda das pequenas cidades, o que poderia reduzir a necessidade de programas como o Bolsa Família, do governo federal.
Tramitação
Íntegra da proposta:
Reportagem: Sílvia Mugnatto e Noéli Nobre
Edição: Juliano Pires
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que Mato Grosso do Sul é um dos estados mais caros para se construir ou reformar. O metro quadrado em MS custa em média R$ 807. A média nacional é R$ 809.
Ainda de acordo com o estudo do IBGE, houve aumento nos preços dos materiais de construção. O azulejo branco e liso, por exemplo, está em torno de 21,5% mais caro; a areia grossa sofreu variação de 22,5% e o quilo do gesso em pó, 26%.
O consumidor tem que pesquisar na hora de construir para garantir o menor preço. Algumas atitudes simples, como optar por pisos e revestimentos maiores reduzem a quantidade necessária e ajudam a não pesar no bolso.
“Eu encontrei uma indústria local, negociamos e ficou bem destro do que eu esperava”, disse.Para pintar a casa, o engenheiro Welder Kemp negociou as tintas diretamente com uma indústria da região para economizar no valor do frete, visto que a maioria das empresas trabalham com marcas de fora da cidade.