NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Pesquisa revela tendência ao consumo de drogas de acordo com a profissão

Crescimento chinês esfria e mercado prevê estímulos

A economia da China expandiu-se no último trimestre em seu menor ritmo em dois anos e meio, com os setores imobiliário e de exportação em enfraquecimento apontando uma desaceleração mais forte nos próximos meses e novas medidas de estímulo por parte do governo.
O crescimento no quarto trimestre ante um ano antes ficou em 8,9 por cento, taxa ligeiramente mais forte que os 8,7 por cento previstos por economistas consultados pela Reuters. Na comparação com o terceiro trimestre, houve alta de apenas 2 por cento, sugerindo a alguns economistas que a economia está perdendo ritmo mais rapidamente do que os números indicam.
 
Em todo o ano de 2011, a economia cresceu 9,2 por cento, menor número desde 2009, durante a crise financeira global. Em 2010, a atividade havia avançado 10,4 por cento.
 
Pequim deve seguir o que o primeiro-ministro Wen Jiabao chamou de “sintonia fina” da política econômica para conter a desaceleração, em vez de adotar ações mais agressivas, como reduzir a taxa de juros.
 
Os dados divulgados nesta terça-feira podem não satisfazer os investidores, que estavam procurando por um número que fosse ou fraco suficiente para promover uma argumentação claro em favor do afrouxamento das políticas econômicas ou forte o bastante para tranquilizar os investidores quanto a um enfraquecimento da segunda maior economia do mundo.
 
“A desaceleração não é assustadora, portanto nós não vamos ter uma grande suavização das políticas econômicas”, afirmou Kevin Lai, economista com Daiwa em Hong Kong.
 
Com a Europa em perigo de entrar em recessão e o crescimento dos Estados Unidos mais fraco, o papel da China na economia global é ampliado.
 
Apesar de os economistas preverem que o crescimento da China em 2012 será o mais fraco em uma década, uma desaceleração maior colocaria um obstáculo a mais em um crescimento global já afetado.
 
A taxa de crescimento do quarto trimestre marcou o quarto trimestre seguido em que o crescimento desacelerou.
 
Alguns analistas acreditam que o crescimento no primeiro trimestre de 2012 será abaixo de 8 por cento, o que é visto como o mínimo para garantir uma criação de empregos suficiente.
 
“Há mais desaceleração pela frente”, afirmou o analista da Capital Economics Mark Williams, antes da divulgação dos dados do quarto trimestre.
 
“A demanda europeia por produtos chineses já está baixa e é provável que continue reduzida. A perspectiva para a construção civil -um décimo do PIB- é potencialmente uma preocupação ainda maior .”
 
Outros dados da China retrataram um cenário misto da economia.
 
As vendas no varejo cresceram 18,1 por cento em dezembro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, mais do que o esperado pelo consenso da pesquisa da Reuters, de 17,2 por cento. A produção industrial também superou as expectativas, subindo para 12,8 por cento na comparação anual.
 
Por outro lado, o investimento em construção de imóveis registrou forte queda em dezembro, e muitos incorporadores alertaram que 2012 deverá ser um ano difícil.
Pesquisa revela tendência ao consumo de drogas de acordo com a profissão

Crescimento chinês esfria e mercado prevê estímulos

A economia da China expandiu-se no último trimestre em seu menor ritmo em dois anos e meio, com os setores imobiliário e de exportação em enfraquecimento apontando uma desaceleração mais forte nos próximos meses e novas medidas de estímulo por parte do governo.
O crescimento no quarto trimestre ante um ano antes ficou em 8,9 por cento, taxa ligeiramente mais forte que os 8,7 por cento previstos por economistas consultados pela Reuters. Na comparação com o terceiro trimestre, houve alta de apenas 2 por cento, sugerindo a alguns economistas que a economia está perdendo ritmo mais rapidamente do que os números indicam.
 
Em todo o ano de 2011, a economia cresceu 9,2 por cento, menor número desde 2009, durante a crise financeira global. Em 2010, a atividade havia avançado 10,4 por cento.
 
Pequim deve seguir o que o primeiro-ministro Wen Jiabao chamou de “sintonia fina” da política econômica para conter a desaceleração, em vez de adotar ações mais agressivas, como reduzir a taxa de juros.
 
Os dados divulgados nesta terça-feira podem não satisfazer os investidores, que estavam procurando por um número que fosse ou fraco suficiente para promover uma argumentação claro em favor do afrouxamento das políticas econômicas ou forte o bastante para tranquilizar os investidores quanto a um enfraquecimento da segunda maior economia do mundo.
 
“A desaceleração não é assustadora, portanto nós não vamos ter uma grande suavização das políticas econômicas”, afirmou Kevin Lai, economista com Daiwa em Hong Kong.
 
Com a Europa em perigo de entrar em recessão e o crescimento dos Estados Unidos mais fraco, o papel da China na economia global é ampliado.
 
Apesar de os economistas preverem que o crescimento da China em 2012 será o mais fraco em uma década, uma desaceleração maior colocaria um obstáculo a mais em um crescimento global já afetado.
 
A taxa de crescimento do quarto trimestre marcou o quarto trimestre seguido em que o crescimento desacelerou.
 
Alguns analistas acreditam que o crescimento no primeiro trimestre de 2012 será abaixo de 8 por cento, o que é visto como o mínimo para garantir uma criação de empregos suficiente.
 
“Há mais desaceleração pela frente”, afirmou o analista da Capital Economics Mark Williams, antes da divulgação dos dados do quarto trimestre.
 
“A demanda europeia por produtos chineses já está baixa e é provável que continue reduzida. A perspectiva para a construção civil -um décimo do PIB- é potencialmente uma preocupação ainda maior .”
 
Outros dados da China retrataram um cenário misto da economia.
 
As vendas no varejo cresceram 18,1 por cento em dezembro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, mais do que o esperado pelo consenso da pesquisa da Reuters, de 17,2 por cento. A produção industrial também superou as expectativas, subindo para 12,8 por cento na comparação anual.
 
Por outro lado, o investimento em construção de imóveis registrou forte queda em dezembro, e muitos incorporadores alertaram que 2012 deverá ser um ano difícil.
Pesquisa revela tendência ao consumo de drogas de acordo com a profissão

Reforma trabalhista reduz férias e corta feriados em Portugal

Governo português e sindicatos chegaram ontem a um acordo sobre um pacote de reformas trabalhistas que tem como objetivo aumentar a competitividade da economia do país, sob  os termos de um plano de resgate patrocinado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE).
 
Uma das principais centrais sindicais do país – a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) – recusou-se a assinar o acordo, chamado de Concertação Social, dizendo que ele representa um “retorno ao feudalismo”. Mas a União Geral de Trabalhadores (UGT), outra importante central sindical, apoiou as medidas. O governo derrubou uma de suas principais propostas: o aumento de oito para oito horas e meia da jornada de trabalho.

Entre outras medidas, o acordo encurta o período de férias de 25 para 22 dias por ano e elimina quatro feriados nacionais, dois religiosos e dois civis. Além disso, flexibiliza a maneira como as empresas administram as horas extras dos funcionários. O acordo permitiu às empresas gerirem um banco de até 150 horas anuais por trabalhador, no caso de contratos individuais. Isso as desobrigará de pagar horas extras caso um funcionário trabalhe mais horas em um dia para compensar uma jornada menor em outro dia. Também aumentou de 200 para 250 o limite de horas extras quando a negociação é feita por convenção coletiva.

Também houve alteração nas regras da indenização por demissões e do auxílio-desemprego. Já está em vigor desde novembro uma lei que diminuiu o valor das indenizações de 30 para 20 dias por ano trabalhado, com teto de 12 salários. Pelo acordo, os trabalhadores contratados antes de outubro terão uma compensação mista: as empresas levarão em conta a regra antiga para os meses trabalhados até novembro e a nova regra para o período posterior.

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho celebrou o acordo, dizendo que “temos hoje uma importante coligação social” em Portugal. Ele agradeceu “a todos aqueles que saem da sua zona de conforto” e encontraram “a abertura necessária” para o acordo. Já o sindicalista Arménio Carlos, da CGTP, disse que o acordo é um “retorno ao feudalismo” que aumentará a a desigualdade e a pobreza” no país.

Portugal é um dos países mais afetados pela crise da dívida na Europa e vem adotando medidas de austeridade para receber um socorro de € 78 bilhões.