por master | 16/01/12 | Ultimas Notícias
Londrina tem mais de 5 mil moradias voltadas para o público estudantil; mercado para esse segmento teve valorização de 330% em 10 anos
O setor de locação de imóveis para universitários é amplo e promissor em Londrina. De acordo com dados do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi), a cidade contempla mais de 5 mil imóveis voltados para o público estudantil. Pesquisa realizada recentemente por uma construtora revela que esses imóveis tiveram uma valorização de 330% nos últimos 10 anos. O que estimula cada vez mais investidores a migrarem para esse setor.
”A maior indústria de Londrina hoje são as universidades que detêm um público de mais de 50 mil universitários. Pelo menos 10% deles vêm de fora para estudar aqui e movimentam o segmento”, diz o gerente de vendas da construtora Dinardi Geraldo José de Souza, baseado no Estudo de Valorização de Área, realizado pela construtora.
Reforçando o potencial de valorização dos imóveis destinados a esse público, Souza informa que, em 2001, os apartamentos eram vendidos por R$ 18,5 mil. ”Hoje os mesmos imóveis começam a ser negociados por 80 mil.”
As locações, conforme ele, também não ficam atrás. ”Sempre têm um aumento anual igual ou superior à inflação. A liquidez para a venda segue esse impacto. Os imóveis destinados para o público estudantil sempre são um bom negócio, trazem retorno certo”, garante.
E a melhor época para vender ou locar imóveis destinados ao público estudantil, segundo Souza, é agora. Opinião que também compartilha Augustinho Jacomini, síndico do condomínio Cidade Universitária, primeiro do segmento a se instalar em Londrina em 1997, com 224 apartamentos exclusivos para locação. ”No final do ano a procura era maior. Com a mudança da divulgação do vestibular da Universidade Estadual de Londrina (UEL), a segunda quinzena de janeiro passou a ser a época de maior procura por imóveis. São três dias de fluxo intenso”, garante.
Jacomini explica que os universitários querem morar bem e buscam imóveis que ofereçam qualidade, conforto, segurança e uma ótima área de lazer, com piscina, churrasqueira, quadra de esportes, circuito interno de TV, portaria 24 horas e, acima de tudo, silêncio. ”Temos regimento interno com horários certos para o uso de churrasqueiras, isso melhora a convivência e atrai os alunos que realmente querem estudar”, diz.
Satisfação
Em 2009, quando passou no vestibular para o curso de secretariado executivo na Universidade Estadual de Londrina (UEL) Vinícius Claudino, morava em Jales, interior de São Paulo. A distância de quase 600 quilômetros impediu sua vinda à Londrina para locar uma moradia com antecedência e ele quase ficou sem. ”Deixei para última hora. Mas consegui o contato de uma imobiliária e loquei o imóvel perto da UEL pela internet. Não tive como ver, mas o apartamento estava bem conservado”, comemora. Os custos mensais com aluguel e condomínio somam R$ 500. O apartamento tem tamanho inferior a 50 m2. ”A infraestrutura compensa, uso bastante a piscina e o campo de futebol”, diz Claudino.
por master | 16/01/12 | Ultimas Notícias
A contribuição previdenciária será maior em fevereiro. O reajuste de 6,08% aplicado às aposentadorias foi estendido para as contribuições.
A menor alíquota, de 8%, passa a ser aplicada a quem ganha até R$ 1.174,86. Anteriormente, era aplicada para quem recebia até R$ 1.107,52. O desconto de 9% passa a incidir sobre salários de R$ 1.174,87 a R$ 1.958,10.
A maior alíquota, de 11%, será aplicada sobre salários acima de R$ 1.958,11. A alíquota, porém, incide só até o novo teto previdenciário, de R$ 3.916,20. Assim, a contribuição máxima para assalariados será de R$ 430,78.
Autônomos contribuem sobre 20% de sua remuneração, respeitando os limites: o salário mínimo e o teto previdenciário. Logo, a nova contribuição varia de R$ 124,40 (20% sobre o piso, de R$ 622) a R$ 783,24 (20% do teto).
Enquanto o trabalhador assalariado tem a contribuição descontada do salário, o autônomo recolhe por carnê.
Já o reajuste aplicado aos benefícios, de 6,08%, vale só para segurados que começaram a receber da Previdência até janeiro do ano passado. Aposentadorias e pensões que começaram a ser pagas a partir de fevereiro têm reajuste diferente, de acordo com o mês de concessão do benefício.
por master | 16/01/12 | Ultimas Notícias
A contribuição previdenciária será maior em fevereiro. O reajuste de 6,08% aplicado às aposentadorias foi estendido para as contribuições.
A menor alíquota, de 8%, passa a ser aplicada a quem ganha até R$ 1.174,86. Anteriormente, era aplicada para quem recebia até R$ 1.107,52. O desconto de 9% passa a incidir sobre salários de R$ 1.174,87 a R$ 1.958,10.
A maior alíquota, de 11%, será aplicada sobre salários acima de R$ 1.958,11. A alíquota, porém, incide só até o novo teto previdenciário, de R$ 3.916,20. Assim, a contribuição máxima para assalariados será de R$ 430,78.
Autônomos contribuem sobre 20% de sua remuneração, respeitando os limites: o salário mínimo e o teto previdenciário. Logo, a nova contribuição varia de R$ 124,40 (20% sobre o piso, de R$ 622) a R$ 783,24 (20% do teto).
Enquanto o trabalhador assalariado tem a contribuição descontada do salário, o autônomo recolhe por carnê.
Já o reajuste aplicado aos benefícios, de 6,08%, vale só para segurados que começaram a receber da Previdência até janeiro do ano passado. Aposentadorias e pensões que começaram a ser pagas a partir de fevereiro têm reajuste diferente, de acordo com o mês de concessão do benefício.
por master | 16/01/12 | Ultimas Notícias
Os planos de previdência complementar aberta arrecadaram R$ 46,4 bilhões no acumulado de janeiro a novembro de 2011, alta de 18,2% ante igual período de 2010, segundo balanço da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) divulgado na quinta-feira.
Os planos empresariais foram um dos destaques e cresceram 25,4%, com arrecadação de R$ 5,8 bilhões. Os planos individuais, para pessoas físicas, fecharam o período com R$ 39 bilhões, alta de 16,9%. Já os planos para menores tiveram expansão de 26% na arrecadação, com R$ 1,6 bilhão.
Na avaliação por tipo de plano, o VGBL foi o produto com maior volume de arrecadação, acumulando R$ 38 bilhões entre janeiro e novembro de 2011 (crescimento de 20,6%). Já o PGBL recebeu R$ 5,5 bilhões em novos aportes, alta de 13,31%.
por master | 16/01/12 | Ultimas Notícias
Os planos de previdência complementar aberta arrecadaram R$ 46,4 bilhões no acumulado de janeiro a novembro de 2011, alta de 18,2% ante igual período de 2010, segundo balanço da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) divulgado na quinta-feira.
Os planos empresariais foram um dos destaques e cresceram 25,4%, com arrecadação de R$ 5,8 bilhões. Os planos individuais, para pessoas físicas, fecharam o período com R$ 39 bilhões, alta de 16,9%. Já os planos para menores tiveram expansão de 26% na arrecadação, com R$ 1,6 bilhão.
Na avaliação por tipo de plano, o VGBL foi o produto com maior volume de arrecadação, acumulando R$ 38 bilhões entre janeiro e novembro de 2011 (crescimento de 20,6%). Já o PGBL recebeu R$ 5,5 bilhões em novos aportes, alta de 13,31%.