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Mulheres representam até 6% na construção civil do Amazonas

Mulheres representam até 6% na construção civil do Amazonas

De quatro a seis por cento dos trabalhadores da construção civil, no Amazonas, são mulheres. A parcela corresponde a uma variação de 50 a 100 profissionais, em grandes construtoras, e até 15, em construtores de menor porte. Os dados são do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (Sintracomec) do Amazonas.

Na empresa responsável pela construção da Arena da Amazônia, estádio que vai sediar os jogos da Copa de 2014, em Manaus, trabalham 60 mulheres, mas apenas cinco delas, que são motoristas, exercem atividades lidando diretamente com os trabalhadores da construção civil. De acordo com informações da construtora, nenhuma das mulheres trabalham inseridas totalmente no campo da obra e as demais profissionais estão alocadas em áreas administrativas, como cozinha e serviços gerais.

 
Maioria dos trabalhadores na obra da Arena da Amazônia são homens. (Foto: Reprodução/ TV Amazonas)
MTE orienta a contratação de até 10%. de trabalhadoras. (Foto: Reprodução/ TV Amazonas)

De acordo com o vice-presidente da Sintracomec / AM, Cícero Custódio, o mercado está em constante crescimento, mas a área ainda é predominada por homens. “A indústria da construção civil tem que ter até dez por cento de trabalhadores mulheres. A iniciativa visa incentivar o aumento das trabalhadoras, mas o número ainda é pequeno em relação aos homens”, afirmou ao G1. Ainda segundo o vice-presidente do sindicato, as mulheres iniciaram a atuação em várias atividades. “Hoje em dia, elas trabalham como faixadeiras, ajudantes e até pedreiras”, disse.
 
Mercado em expansão
 
De acordo com dados do Ministério de Trabalho e Emprego (MTE), o número de mulheres que exercem atividades, na construção civil, aumentou 65% na última década. Segundo os dados, em 2000, 83 mil mulheres atuavam na área. Em 2008, o número subiu para quase dois milhões. As estatísticas também dão conta de uma diminuição de 7,5% para 7,2% no número de mulheres, comparado ao total de trabalhadores nas obras.
 
Preconceito
 
A pequena quantidade de mulheres atuando na construção civil obriga algumas ações às profissionais durante a jornada de trabalho. A técnica em edificações e estudante de Engenharia Civil, Flávia Barros, contou ao G1 que o preconceito insiste em existir e uma das principais atitudes que toma é manter uma certa distância dos colegas de trabalho do sexo masculino.

“Desde quando fiz minha primeira entrevista, ainda para ser estagiária da faculdade, o rapaz que me entrevistou me disse, depois, que o pensamento dele, ao me aprovar, era para ver se eu ia saber me virar,” afirmou, “e, durante a entrevista, ele deixou bem claro a importância de eu saber me portar diante dos homens. Nem todas as mulheres tem essa maturidade e isso dificulta as coisas. Já sofri com preconceito, mas isso é geral. Na empresa onde trabalho, há apenas duas mulheres”, finalizou.

Mulheres representam até 6% na construção civil do Amazonas

Mulheres representam até 6% na construção civil do Amazonas

De quatro a seis por cento dos trabalhadores da construção civil, no Amazonas, são mulheres. A parcela corresponde a uma variação de 50 a 100 profissionais, em grandes construtoras, e até 15, em construtores de menor porte. Os dados são do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (Sintracomec) do Amazonas.

Na empresa responsável pela construção da Arena da Amazônia, estádio que vai sediar os jogos da Copa de 2014, em Manaus, trabalham 60 mulheres, mas apenas cinco delas, que são motoristas, exercem atividades lidando diretamente com os trabalhadores da construção civil. De acordo com informações da construtora, nenhuma das mulheres trabalham inseridas totalmente no campo da obra e as demais profissionais estão alocadas em áreas administrativas, como cozinha e serviços gerais.

 
Maioria dos trabalhadores na obra da Arena da Amazônia são homens. (Foto: Reprodução/ TV Amazonas)
MTE orienta a contratação de até 10%. de trabalhadoras. (Foto: Reprodução/ TV Amazonas)

De acordo com o vice-presidente da Sintracomec / AM, Cícero Custódio, o mercado está em constante crescimento, mas a área ainda é predominada por homens. “A indústria da construção civil tem que ter até dez por cento de trabalhadores mulheres. A iniciativa visa incentivar o aumento das trabalhadoras, mas o número ainda é pequeno em relação aos homens”, afirmou ao G1. Ainda segundo o vice-presidente do sindicato, as mulheres iniciaram a atuação em várias atividades. “Hoje em dia, elas trabalham como faixadeiras, ajudantes e até pedreiras”, disse.
 
Mercado em expansão
 
De acordo com dados do Ministério de Trabalho e Emprego (MTE), o número de mulheres que exercem atividades, na construção civil, aumentou 65% na última década. Segundo os dados, em 2000, 83 mil mulheres atuavam na área. Em 2008, o número subiu para quase dois milhões. As estatísticas também dão conta de uma diminuição de 7,5% para 7,2% no número de mulheres, comparado ao total de trabalhadores nas obras.
 
Preconceito
 
A pequena quantidade de mulheres atuando na construção civil obriga algumas ações às profissionais durante a jornada de trabalho. A técnica em edificações e estudante de Engenharia Civil, Flávia Barros, contou ao G1 que o preconceito insiste em existir e uma das principais atitudes que toma é manter uma certa distância dos colegas de trabalho do sexo masculino.

“Desde quando fiz minha primeira entrevista, ainda para ser estagiária da faculdade, o rapaz que me entrevistou me disse, depois, que o pensamento dele, ao me aprovar, era para ver se eu ia saber me virar,” afirmou, “e, durante a entrevista, ele deixou bem claro a importância de eu saber me portar diante dos homens. Nem todas as mulheres tem essa maturidade e isso dificulta as coisas. Já sofri com preconceito, mas isso é geral. Na empresa onde trabalho, há apenas duas mulheres”, finalizou.

Mulheres representam até 6% na construção civil do Amazonas

Construção civil se prepara para reaquecimento em Uberaba

A falta de terrenos com valores acessíveis e alta taxa de demissões deram uma desacelerada no setor de construção civil. De olho no reaquecimento  com as obras previstas para a região nos próximos anos, diversos setores da cidade se organizam para trazer cursos de formação no setor. Segundo o presidente da Fiemg Regional Vale do Rio Grande, em Uberaba, Altamir de Araújo Roso Filho, a expectativa é que no mês de fevereiro sejam iniciados os cursos de formação.
Ao todo foram investidos cerca de R$ 3 milhões no projeto Centro de Excelência da Construção Civil, idealizado pelo sistema da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), que visa a qualificação de mão de obra no setor. O projeto  irá oferecer cursos de formação em diversas áreas da construção civil desde pedreiro até especializações nas fases de acabamento.  A formação será em parceria com o Senai  e deverá atender cerca de 500 pessoas de toda a região.
 
Nos últimos meses o setor da construção civil em Uberaba não tem passado por bons momentos. A taxa de demissões foi maior do que a de contratações nos últimos três meses de 2011. Mas a situação deve mudar até o segundo semestre de acordo com o presidente do Sindicato da Construção Civil em Uberba (Sinduscon), Nagib Facury.Segundo Altamir de Araújo, a estrutura do local esta completa. “Toda estrutura  está pronta inclusive as salas de aula. A única parte que não está completa são os laboratórios de concretagem. Serão investidos cerca de R$ 200 mil na compra e estruturação desse setor”, explicou.
Segundo Nagib, a desaceleração do setor nos últimos meses do ano foi causada pela finalização de diversas obras do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ do Governo Federal na cidade.  Outro motivo para a falta de movimentação no setor na cidade é a falta de terrenos com valores acessíveis. “A maior movimentação do setor deve ser no segundo semestre, pois estamos buscando apoio do governo municipal para encontrar terrenos com menor custo para construção de casas dentro dos requisitos do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. A previsão é que no segundo semestre sejam construídas entre 500 até duas mil novas casas em Uberaba”, afirmou Nagib.
 
Com o início das obras no segundo semestre o presidente do sindicato acredita que a cidade deve voltar a enfrentar outro problema, a falta de mão de obra especializada e treinada. Ele acredita que os cursos de formação na região devem ajudar a amenizar a situação. “A preocupação com o treinamento dos profissionais não para. Hoje, as próprias empresas oferecem treinamento para suprir a falta de mão de obra”, disse o presidente do sindicato.
O presidente da Fiemg regional acredita que os cursos de formação devem amenizar, mas não suprir totalmente a falta de profissionais no mercado. “Acredito que este esforço das entidades ainda não seja possível resolver todo o problema, até porque quando as obras iniciarem muitos estarão em formação e isso demanda tempo”, afirmou Altamir.
 
O curso de formação será em parceria com o Senai e deverá atender cerca de 500 pessoas de toda a região. Os cursos básicos serão gratuitos, mas os de especialização não. Para mais informações sobre os cursos de formação no setor da construção civil basta procurar a sede da Fiemg ou o Senai em Uberaba.
 
Mulheres representam até 6% na construção civil do Amazonas

Construção civil se prepara para reaquecimento em Uberaba

A falta de terrenos com valores acessíveis e alta taxa de demissões deram uma desacelerada no setor de construção civil. De olho no reaquecimento  com as obras previstas para a região nos próximos anos, diversos setores da cidade se organizam para trazer cursos de formação no setor. Segundo o presidente da Fiemg Regional Vale do Rio Grande, em Uberaba, Altamir de Araújo Roso Filho, a expectativa é que no mês de fevereiro sejam iniciados os cursos de formação.
Ao todo foram investidos cerca de R$ 3 milhões no projeto Centro de Excelência da Construção Civil, idealizado pelo sistema da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), que visa a qualificação de mão de obra no setor. O projeto  irá oferecer cursos de formação em diversas áreas da construção civil desde pedreiro até especializações nas fases de acabamento.  A formação será em parceria com o Senai  e deverá atender cerca de 500 pessoas de toda a região.
 
Nos últimos meses o setor da construção civil em Uberaba não tem passado por bons momentos. A taxa de demissões foi maior do que a de contratações nos últimos três meses de 2011. Mas a situação deve mudar até o segundo semestre de acordo com o presidente do Sindicato da Construção Civil em Uberba (Sinduscon), Nagib Facury.Segundo Altamir de Araújo, a estrutura do local esta completa. “Toda estrutura  está pronta inclusive as salas de aula. A única parte que não está completa são os laboratórios de concretagem. Serão investidos cerca de R$ 200 mil na compra e estruturação desse setor”, explicou.
Segundo Nagib, a desaceleração do setor nos últimos meses do ano foi causada pela finalização de diversas obras do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ do Governo Federal na cidade.  Outro motivo para a falta de movimentação no setor na cidade é a falta de terrenos com valores acessíveis. “A maior movimentação do setor deve ser no segundo semestre, pois estamos buscando apoio do governo municipal para encontrar terrenos com menor custo para construção de casas dentro dos requisitos do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. A previsão é que no segundo semestre sejam construídas entre 500 até duas mil novas casas em Uberaba”, afirmou Nagib.
 
Com o início das obras no segundo semestre o presidente do sindicato acredita que a cidade deve voltar a enfrentar outro problema, a falta de mão de obra especializada e treinada. Ele acredita que os cursos de formação na região devem ajudar a amenizar a situação. “A preocupação com o treinamento dos profissionais não para. Hoje, as próprias empresas oferecem treinamento para suprir a falta de mão de obra”, disse o presidente do sindicato.
O presidente da Fiemg regional acredita que os cursos de formação devem amenizar, mas não suprir totalmente a falta de profissionais no mercado. “Acredito que este esforço das entidades ainda não seja possível resolver todo o problema, até porque quando as obras iniciarem muitos estarão em formação e isso demanda tempo”, afirmou Altamir.
 
O curso de formação será em parceria com o Senai e deverá atender cerca de 500 pessoas de toda a região. Os cursos básicos serão gratuitos, mas os de especialização não. Para mais informações sobre os cursos de formação no setor da construção civil basta procurar a sede da Fiemg ou o Senai em Uberaba.
 
Mulheres representam até 6% na construção civil do Amazonas

Estudo liga exercícios físicos regulares a salários maiores

As pessoas que praticam exercícios regulares ganham salários entre 6% e 9% maiores do que aqueles que não praticam exercícios, segundo uma pesquisa recém-publicada.
 
O autor do estudo, o economista Vasilios Kosteas, da Universidade Estadual de Cleveland, em Ohio, nos Estados Unidos, analisou questionários de 12 mil pessoas com perguntas sobre salários e sobre a quantidade de exercícios que elas praticavam.
 
Segundo ele, a análise dos dados indicou que aqueles que se envolvem em atividades físicas como correr, nadar ou mesmo levantar pesos ao menos três vezes por semana tinham salários até 9% maiores do que os sedentários.
 
Mesmo para aqueles que se exercitavam com menos frequencia, entre uma e três vezes ao mês, a pesquisa indicou uma diferença de 5% na média dos salários.
 
Produtividade e bem-estar
O estudo, publicado na revista científica ”Journal of Labor Research, avalia que os exercícios regulares podem ter um impacto sobre a produtividade e o bem-estar do empregado.
 
‘É amplamente sabido que o exercício regular tem um impacto positivo no bem-estar. Além dos impactos positivos sobre a saúde cardíaca, sobre o peso e uma variedade de outras questões médicas, estudos na literatura médica mostram que os exercícios levam a uma melhor função mental, condição psicológica e maior nível de energia’, observa Kosteas no estudo.
 
‘Todos esses três traços podem ser traduzidos em maiores ganhos ao aumentar a produtividade. Além do efeito direto, o exercício pode ter um impacto sobre o mercado de trabalho ao servir de sinal a potenciais empregadores de que o indivíduo é dedicado e disciplinado’, complementa.
 
Em sua conclusão, o economista comenta que muitos estudos já foram feitos sobre as causas e efeitos econômicos da obesidade ou da prática de exercícios, mas pouco se estudou os efeitos dos exercícios sobre o mercado de trabalho.
 
‘Estabelecer se essa ligação existe é uma parte importante na compreensão dos efeitos mais amplos da atividade física regular’, conclui.