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Estado de São Paulo tem mais de 38 mil vagas de trabalho sobrando

Estado de São Paulo tem mais de 38 mil vagas de trabalho sobrando

O sistema de intermediação de mão de obra do estado de São Paulo (Emprega São Paulo) está com 38.806 vagas abertas em diversos setores. A maioria é para operador de telemarketing, garçom, auxiliar administrativo e atendente de comércio.

 

No estado, as cidades com mais oportunidades são: São Paulo (3,6 mil vagas e destaque para vendedor de comércio varejista, com 298 postos abertos); Indaiatuba (2,2 mil vagas, destaque para alimentador de linha de produção, com 1,6 mil postos) Cajamar (3,8 mil, 937 vagas de armazenista), Francisco Morato (1,7 mil, 510 vagas de operador de telemarketing), Santana de Parnaíba (1,6 mil, 146 vagas para auxiliar de escritório), Itapevi (2,3 mil, 281 vagas para despachante de transportes) e Ribeirão Pires (1 mil, 350 vagas de operador de telemarketing).

 

“A quantidade de vagas está um pouco elevada – sempre chegávamos nesta época com 30 [mil] ou 32 mil postos abertos. Neste período, sempre se acumulam um pouco as vagas. Na última quinzena de dezembro, diminui o ritmo, e agora aparecem mais vagas”, explicou o secretário de Emprego e Relações de Trabalho do estado, Davi Zaia.

 

Para se candidatar às vagas, os interessados podem acessar www.emprego.sp.gov.br, ou comparecer a um posto de atendimento ao trabalhador, com documento de identidade (RG), CPF e carteira de trabalho. Segundo a secretaria, é importante o usuário manter atualizado seu cadastro.

 

Além das vagas de emprego, o estado tem hoje 19 mil oportunidades de estágio para quem está cursando uma faculdade. Há vagas para todas as áreas, principalmente administração e informática.

 

Os interessados devem procurar as unidades do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

Estado de São Paulo tem mais de 38 mil vagas de trabalho sobrando

Serasa: inadimplência do consumidor brasileiro sobe 21,5% em 2011

A inadimplência do consumidor brasileiro no ano passado foi 21,5% maior do que em 2010, segundo a empresa de consultoria Serasa Experian. Esta foi a maior elevação anual verificada desde 2002, quando houve um crescimento de 24,7% ante 2001.
 
O valor médio dos débitos não bancários, como cartões de crédito, financeiras e lojas em geral, apresentou uma queda de 17,3% em 2011 ante 2010, passando de R$ 387,55 para R$ 320,63. As dívidas com bancos tiveram redução de 0,7% e ficaram em R$ 1.302,12, valor ligeiramente abaixo dos R$ 1.311,71 registrados no ano anterior.
 
Já os títulos protestados e cheques sem fundos fizeram o movimento contrário e apresentaram elevação em seus valores médios de um ano para o outro, com altas de 16% e 8,4% respectivamente. Os protestos subiram de R$ 1.183,50 para R$ 1.372,86 e os cheques passaram de R$ 1.254,44 para R$ 1.359,19.
 
No comparativo mensal, o número de pessoas que não honraram suas dívidas caiu 2,5% em dezembro ante novembro. Se considerado o mesmo mês do ano anterior, o indicador apresentou alta de 13,1%.
 
Segundo os economistas da Serasa, o aumento da inflação reduziu o rendimento do trabalhador e os juros ainda elevados afetaram a capacidade de pagamento do consumidor diante de um endividamento crescente em 2011.
 
Eles destacam que o acumulo de dívidas, de médio e longo prazos, vem desde 2010, ano em que as condições de crédito e do orçamento do consumidor foram mais favoráveis do que em 2011.

Estado de São Paulo tem mais de 38 mil vagas de trabalho sobrando

Serasa: inadimplência do consumidor brasileiro sobe 21,5% em 2011

A inadimplência do consumidor brasileiro no ano passado foi 21,5% maior do que em 2010, segundo a empresa de consultoria Serasa Experian. Esta foi a maior elevação anual verificada desde 2002, quando houve um crescimento de 24,7% ante 2001.
 
O valor médio dos débitos não bancários, como cartões de crédito, financeiras e lojas em geral, apresentou uma queda de 17,3% em 2011 ante 2010, passando de R$ 387,55 para R$ 320,63. As dívidas com bancos tiveram redução de 0,7% e ficaram em R$ 1.302,12, valor ligeiramente abaixo dos R$ 1.311,71 registrados no ano anterior.
 
Já os títulos protestados e cheques sem fundos fizeram o movimento contrário e apresentaram elevação em seus valores médios de um ano para o outro, com altas de 16% e 8,4% respectivamente. Os protestos subiram de R$ 1.183,50 para R$ 1.372,86 e os cheques passaram de R$ 1.254,44 para R$ 1.359,19.
 
No comparativo mensal, o número de pessoas que não honraram suas dívidas caiu 2,5% em dezembro ante novembro. Se considerado o mesmo mês do ano anterior, o indicador apresentou alta de 13,1%.
 
Segundo os economistas da Serasa, o aumento da inflação reduziu o rendimento do trabalhador e os juros ainda elevados afetaram a capacidade de pagamento do consumidor diante de um endividamento crescente em 2011.
 
Eles destacam que o acumulo de dívidas, de médio e longo prazos, vem desde 2010, ano em que as condições de crédito e do orçamento do consumidor foram mais favoráveis do que em 2011.

Estado de São Paulo tem mais de 38 mil vagas de trabalho sobrando

Projeto garante benefício trabalhista a professor demitido nas férias

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2526/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), que garante o pagamento de férias e aviso prévio aos professores demitidos sem justa causa. A medida vale para as dispensas realizadas no fim do ano letivo ou no período de férias escolares.

Esse direito já está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/43), mas o deputado considerou importante torná-lo mais explícito porque, segundo ele, muitas escolas tentam burlar a norma, substituindo a compensação do valor das férias com aqueles devidos como aviso prévio.

De acordo com Rodrigues, a proposta busca “eliminar qualquer possibilidade de interpretação de que o aviso prévio e o pagamento de férias ao professor sejam compensáveis entre si”.

Para ele, a medida vai aumentar a segurança jurídica das partes e ajudar a aliviar o congestionamento de processos na Justiça do Trabalho.

Tramitação 

Íntegra da proposta:

Reportagem – Rodrigo Bittar 
Edição – Pierre Triboli

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Estado de São Paulo tem mais de 38 mil vagas de trabalho sobrando

Projeto garante benefício trabalhista a professor demitido nas férias

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2526/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), que garante o pagamento de férias e aviso prévio aos professores demitidos sem justa causa. A medida vale para as dispensas realizadas no fim do ano letivo ou no período de férias escolares.

Esse direito já está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/43), mas o deputado considerou importante torná-lo mais explícito porque, segundo ele, muitas escolas tentam burlar a norma, substituindo a compensação do valor das férias com aqueles devidos como aviso prévio.

De acordo com Rodrigues, a proposta busca “eliminar qualquer possibilidade de interpretação de que o aviso prévio e o pagamento de férias ao professor sejam compensáveis entre si”.

Para ele, a medida vai aumentar a segurança jurídica das partes e ajudar a aliviar o congestionamento de processos na Justiça do Trabalho.

Tramitação 

Íntegra da proposta:

Reportagem – Rodrigo Bittar 
Edição – Pierre Triboli

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.