por master | 09/01/12 | Ultimas Notícias
A partir da próxima segunda-feira, os trabalhadores dos portos nacionais de Portugal iniciam um período de greve de cinco dias em protesto contra a “instabilidade que se vive no meio portuário nacional”.
Segundo o presidente da Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor), que agrega cinco sindicatos do setor, e que é responsável pela convocação deste protesto, “muitos trabalhadores estão sem salário e enfrentam um ataque às condições laborais”, mediante a onda de insolvências que tem sido registada no setor.
Segundo a Fesmarpor, o pedido judicial de insolvência da Empresa de Trabalho Portuário (ETP) do Porto de Aveiro, apresentado pela Aveiropor e Socarpor, põe em causa os postos de trabalho de 62 trabalhadores, o que equivale a 60% do efetivo da empresa.
O representante da Fesmarpor, em declarações ao jornal Público, acusa o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, que tutela o setor, de “não ter mostrado disponibilidade para receber os sindicatos, apesar dos vários pedidos”.
A greve de cinco dias, poderá prolongar-se “se não houver alterações à atual situação”, sendo que, no limite, os protestos poderão estender-se por mais cinco dias, completando um total de dez dias de contestação, esclarece Alexandre Delgado.
No pré-aviso de greve, que abrange os trabalhadores dos portos de Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal, Sines e Caniçal (ilha da Madeira), os seis sindicatos reunidos na confederação decidiram “participar, ativa e solidariamente, em todos os portos onde detêm representatividade, nesta manifestação de unidade e de luta, contra a prepotência e o oportunismo das empresas de estiva e das associações de operadores que, aproveitando a crise vigente, procuram, pela ameaça de demissão e da precarização dos contratos de trabalho, anular e eliminar todos os acordos e protocolos anteriormente celebrados com os sindicatos”.
Segundo afirmou à Lusa o vice-presidente da Fesmarpor, Vítor Dias, a Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários ainda está disponível para encontrar uma solução que evite a greve e que terá que passar “pela suspensão ou pela retirada do processo de insolvência e que passe por uma solução que viabilize a ETP do Porto de Aveiro”.
A Fesmarpor já fez “três pedidos urgentes de reunião ao secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro”, 09 e 21 de dezembro e a 02 de janeiro, aos quais não obteve qualquer resposta”.
por master | 09/01/12 | Ultimas Notícias
A partir da próxima segunda-feira, os trabalhadores dos portos nacionais de Portugal iniciam um período de greve de cinco dias em protesto contra a “instabilidade que se vive no meio portuário nacional”.
Segundo o presidente da Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor), que agrega cinco sindicatos do setor, e que é responsável pela convocação deste protesto, “muitos trabalhadores estão sem salário e enfrentam um ataque às condições laborais”, mediante a onda de insolvências que tem sido registada no setor.
Segundo a Fesmarpor, o pedido judicial de insolvência da Empresa de Trabalho Portuário (ETP) do Porto de Aveiro, apresentado pela Aveiropor e Socarpor, põe em causa os postos de trabalho de 62 trabalhadores, o que equivale a 60% do efetivo da empresa.
O representante da Fesmarpor, em declarações ao jornal Público, acusa o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, que tutela o setor, de “não ter mostrado disponibilidade para receber os sindicatos, apesar dos vários pedidos”.
A greve de cinco dias, poderá prolongar-se “se não houver alterações à atual situação”, sendo que, no limite, os protestos poderão estender-se por mais cinco dias, completando um total de dez dias de contestação, esclarece Alexandre Delgado.
No pré-aviso de greve, que abrange os trabalhadores dos portos de Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal, Sines e Caniçal (ilha da Madeira), os seis sindicatos reunidos na confederação decidiram “participar, ativa e solidariamente, em todos os portos onde detêm representatividade, nesta manifestação de unidade e de luta, contra a prepotência e o oportunismo das empresas de estiva e das associações de operadores que, aproveitando a crise vigente, procuram, pela ameaça de demissão e da precarização dos contratos de trabalho, anular e eliminar todos os acordos e protocolos anteriormente celebrados com os sindicatos”.
Segundo afirmou à Lusa o vice-presidente da Fesmarpor, Vítor Dias, a Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários ainda está disponível para encontrar uma solução que evite a greve e que terá que passar “pela suspensão ou pela retirada do processo de insolvência e que passe por uma solução que viabilize a ETP do Porto de Aveiro”.
A Fesmarpor já fez “três pedidos urgentes de reunião ao secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro”, 09 e 21 de dezembro e a 02 de janeiro, aos quais não obteve qualquer resposta”.
por master | 09/01/12 | Ultimas Notícias
Mesmo com os descontos para pagamentos dos impostos de início de ano, o parcelamento ainda é realizado por boa parte dos contribuintes. A funcionária pública Claudia Cavatorta de Azevedo há anos utiliza o mesmo planejamento para pagar as diversas contas de início de ano.
Junto com seu marido, ela prioriza o pagamento do material escolar de sua filha Ana Laura. ”Isso que a lista do material escolar diminuiu bastante agora, pois ela foi para a 6 série. Mesmo assim, é um mês bem complicado, de férias e viagens. Até agora, nós já gastamos por volta de R$ 1.300”, calcula ela.
Por isso, a funcionária pública não pensa duas vezes em pagar tanto o IPVA quanto o IPTU no maior número de parcelas possíveis. ”O desconto não vale a pena, então dividimos mesmo”, relata. Claudia salienta também que suas contas de cartão de crédito geralmente dobram nesta época, principalmente devido à compra de presentes. ”Neste caso não tem jeito, pagamos o boleto integralmente. Até porque janeiro não é um mês que fico economizando, se desejar alguma coisa, não hesito em comprar no cartão.”
por master | 09/01/12 | Ultimas Notícias
Mesmo com os descontos para pagamentos dos impostos de início de ano, o parcelamento ainda é realizado por boa parte dos contribuintes. A funcionária pública Claudia Cavatorta de Azevedo há anos utiliza o mesmo planejamento para pagar as diversas contas de início de ano.
Junto com seu marido, ela prioriza o pagamento do material escolar de sua filha Ana Laura. ”Isso que a lista do material escolar diminuiu bastante agora, pois ela foi para a 6 série. Mesmo assim, é um mês bem complicado, de férias e viagens. Até agora, nós já gastamos por volta de R$ 1.300”, calcula ela.
Por isso, a funcionária pública não pensa duas vezes em pagar tanto o IPVA quanto o IPTU no maior número de parcelas possíveis. ”O desconto não vale a pena, então dividimos mesmo”, relata. Claudia salienta também que suas contas de cartão de crédito geralmente dobram nesta época, principalmente devido à compra de presentes. ”Neste caso não tem jeito, pagamos o boleto integralmente. Até porque janeiro não é um mês que fico economizando, se desejar alguma coisa, não hesito em comprar no cartão.”
por master | 09/01/12 | Ultimas Notícias
A taxa de desemprego caiu nos Estados Unidos e o otimismo dos consumidores aumentou
A sensação nos Estados Unidos é de que a recessão já passou, mas os bons tempos anteriores à crise de 2008 ainda estão distantes. Os números melhoram, mas os índices econômicos permanecem aquém do considerado ideal para a maior economia do mundo.
Nesta semana, a taxa de desemprego caiu, as exportações cresceram e o otimismo dos consumidores aumentou. As três gigantes automobilísticas de Detroit (GM, Ford e Chyrsler), que estiveram perto da quebra em 2009, viram as compras de carros dispararem em dezembro. Nos últimos dois anos, a indústria americana registrou crescimento no emprego, algo inédito desde 1997, segundo o Departamento do Trabalho. Para completar, as vendas no varejo entre o Dia de Ação de Graças e o Natal bateram recordes. A elevação foi de 3,3%, segundo índice da Thompson-Reuters. A Macy’s chegou a registrar aumento de 6,6% na comparação com o mesmo período em 2010.
Ao mesmo tempo, o índice de confiança do consumidor é pouco mais da metade do auge em 1985. O desemprego, que caiu para 8,5%, continua mais do que o dobro da taxa ideal e a queda se deveu em grande parte à desistência de muitos procurarem trabalho. Ao todo, 5,2 milhões de americanos estão fora do mercado há mais de seis meses. As vendas no varejo cresceram em grande parte por causa de promoções de até 60%. A compra de carros tampouco voltou aos níveis de uma década atrás.
E mesmo esse frágil aquecimento pode ser revertido, caso um agravamento da crise na Europa afete essa morna recuperação americana. Por enquanto, conforme mostra a elevação de 16% do índice S&P 500, da Bolsa de Valores de Nova York, em relação ao piso em 2011, os investidores ainda acreditam que os americanos conseguirão superar os problemas europeus e uma desaceleração na China. “O dano provocado pela crise da zona do Euro para a economia dos EUA tem sido menor do que o previsto”, afirma o banco Goldman Sachs em relatório.
O presidente Barack Obama vem recebendo críticas tanto da direita como da esquerda. Segundo Roger Hickey, fundador do Economic Policy Institute, de viés mais liberal (nos EUA, de esquerda), “seria necessário criar mais de 350 mil empregos por mês pelos próximos três anos para a taxa cair abaixo dos 6%. O número de dezembro é insuficiente. E leve em conta que muitos deixaram de procurar emprego”. Já para o conservador James Pinkerton, da conservadora RATE Coalition e ex-assessor de Ronald Reagan e George Bush, uma redução nos impostos pagos pelas corporações deve ser implementado imediatamente. “Desde a depressão de 1930, a taxa de desemprego não permanece alta por tanto tempo, com o governo sendo incapaz de criar mais postos de trabalho”, diz.
John Boehner, que lidera os republicanos no Congresso dos EUA, afirmou ontem que as ações de Obama, como o programa de estímulo, apenas atrapalharam a criação de emprego. Mitt Romney, favorito para disputar a eleição presidencial pela oposição em novembro, acrescentou no Twitter que “os Estados Unidos perderam 1,7 milhão de empregos durante a administração Obama”.
Em artigo no New York Times, o Nobel de Economia, Paul Krugman, defendeu o desempenho de Obama e criticou as afirmações de Romney e outros republicanos. “A economia perdeu 3,1 milhões de empregos entre janeiro de 2009 e junho de 2009”, no primeiro semestre do atual governo. “Desde então, já foram criados 1,2 milhão de empregos. Não é o bastante, mas não dá para caracterizar destruição de empregos, como faz Romney”, escreveu. Apesar de a recuperação da Grande Recessão ser lenta, a persistente expansão tem produzido modestos, mas notáveis ganhos para os desempregados. E a velocidade desses ganhos aumentou na segunda metade de 2011″, disse em análise.
Para Lynn Franco, diretor do Conference Board Consumer Research Center, “a visão dos consumidores sobre as condições econômicas melhoraram de novo. Olhando para a frente, eles estão mais otimistas com as condições para os negócios e as perspectivas de emprego. Além disso, acreditam que suas situações financeiras vão melhorar. Por outro lado, vale notar que ainda é cedo para dizer se esta melhora apenas se deve a um retorno de quedas anteriores na confiança, ou se realmente trata-se de algo sustentável, com uma mudança no comportamento”.
Segundo pesquisa da CNN, 57% dos americanos consideram a economia o principal problema dos Estados Unidos. Desde que Obama assumiu o poder, esse tem sido o tópico que mais preocupa a população americana, em um cenário bem diferente dos tempos de George W. Bush. Na época, a política externa e o terrorismo dominavam a agenda população. Atualmente, esses dois pontos somados não chegam a ultrapassar os 10% quando os entrevistados são questionados sobre o futuro do país.