por master | 06/01/12 | Ultimas Notícias
O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) estima mensalmente o salário mínimo necessário, que em dezembro deveria ser de R$ 2.329,35, ou seja, 4,27 vezes o mínimo em vigor até 31 de dezembro, de R$ 545. O valor foi divulgado nesta quinta-feira (5).
O cálculo é feito com base no maior valor apurado para a cesta básica e leva em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência,
Em novembro, o menor salário pago deveria corresponder a R$ 2.349,26, o que representa 4,31 vezes o mínimo vigente.
Em dezembro de 2010, o mínimo necessário era estimado em R$ 2.227,53, ou seja, 4,37 vezes o piso de então, de R$ 510.
Cesta básica
Em 2011, três das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese apresentaram alta acima de 10% no preço da cesta básica. As maiores elevações foram apuradas em Vitória (13,80%), Belo Horizonte (11,75%) e Florianópolis (10,20%).
Em Natal, a variação acumulada foi negativa (-3,38%), e pequenos aumentos ocorreram em Manaus (1,48%) e Curitiba (1,91%).
Em 2010, as altas foram mais expressivas e 14 capitais registraram aumento acima de 10%.
Em dezembro, houve recuo nos preços dos produtos básicos em cinco localidades: Florianópolis (-2,28%), Curitiba (-1,80%), Porto Alegre (-0,99%), Manaus (-0,98%) e Brasília (-0,50%).
Nas outras 12 cidades os preços subiram. Os maiores aumentos foram registrados em Goiânia (5,58%), Vitória (4,35%) e Fortaleza (4,25%).
Com a alta de 0,35% verificada em dezembro em São Paulo, a capital paulista superou Porto Alegre e registrou o maior valor para o custo da cesta, que chegou a R$ 277,27.
Na capital gaúcha, o valor foi de R$ 276,86, enquanto Vitória teve o terceiro maior preço, com R$ 275,39.
Aracaju (R$ 182,22), João Pessoa (R$ 204,21) e Salvador (R$ 208,82) registraram os menores valores.
Valores em dezembro:
Vitória – R$ 275,39
Belo Horizonte – R$ 264,01
Florianópolis – R$ 262,44
Porto Alegre – R$ 276,86
Rio de Janeiro – R$ 262,90
Belém – R$ 243,75
Brasília – R$ 247,88
Goiânia – R$ 246,70
João Pessoa – R$ 204,21
Recife – R$ 215,99
Fortaleza – R$ 215,21
São Paulo – R$ 277,27
Aracaju – R$ 182,22
Salvador – R$ 208,82
Curitiba – R$ 248,63
Manaus – R$ 255,79
Natal – R$ 212,36
por master | 06/01/12 | Ultimas Notícias
O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) estima mensalmente o salário mínimo necessário, que em dezembro deveria ser de R$ 2.329,35, ou seja, 4,27 vezes o mínimo em vigor até 31 de dezembro, de R$ 545. O valor foi divulgado nesta quinta-feira (5).
O cálculo é feito com base no maior valor apurado para a cesta básica e leva em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência,
Em novembro, o menor salário pago deveria corresponder a R$ 2.349,26, o que representa 4,31 vezes o mínimo vigente.
Em dezembro de 2010, o mínimo necessário era estimado em R$ 2.227,53, ou seja, 4,37 vezes o piso de então, de R$ 510.
Cesta básica
Em 2011, três das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese apresentaram alta acima de 10% no preço da cesta básica. As maiores elevações foram apuradas em Vitória (13,80%), Belo Horizonte (11,75%) e Florianópolis (10,20%).
Em Natal, a variação acumulada foi negativa (-3,38%), e pequenos aumentos ocorreram em Manaus (1,48%) e Curitiba (1,91%).
Em 2010, as altas foram mais expressivas e 14 capitais registraram aumento acima de 10%.
Em dezembro, houve recuo nos preços dos produtos básicos em cinco localidades: Florianópolis (-2,28%), Curitiba (-1,80%), Porto Alegre (-0,99%), Manaus (-0,98%) e Brasília (-0,50%).
Nas outras 12 cidades os preços subiram. Os maiores aumentos foram registrados em Goiânia (5,58%), Vitória (4,35%) e Fortaleza (4,25%).
Com a alta de 0,35% verificada em dezembro em São Paulo, a capital paulista superou Porto Alegre e registrou o maior valor para o custo da cesta, que chegou a R$ 277,27.
Na capital gaúcha, o valor foi de R$ 276,86, enquanto Vitória teve o terceiro maior preço, com R$ 275,39.
Aracaju (R$ 182,22), João Pessoa (R$ 204,21) e Salvador (R$ 208,82) registraram os menores valores.
Valores em dezembro:
Vitória – R$ 275,39
Belo Horizonte – R$ 264,01
Florianópolis – R$ 262,44
Porto Alegre – R$ 276,86
Rio de Janeiro – R$ 262,90
Belém – R$ 243,75
Brasília – R$ 247,88
Goiânia – R$ 246,70
João Pessoa – R$ 204,21
Recife – R$ 215,99
Fortaleza – R$ 215,21
São Paulo – R$ 277,27
Aracaju – R$ 182,22
Salvador – R$ 208,82
Curitiba – R$ 248,63
Manaus – R$ 255,79
Natal – R$ 212,36
por master | 06/01/12 | Ultimas Notícias
O elevador de um prédio despencou na manhã desta quinta-feira (5) em um canteiro de obras no bairro Quilombo, em Cuiabá. De acordo com o Corpo de Bombeiros, seis pessoas estavam no elevador no momento em que ele caiu de uma altura de aproximadamente 18 metros.
Conforme os bombeiros, dois trabalhadores morreram na hora e outros quatro ficaram gravemente feridos. As vítimas foram atendidas por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhadas para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. Entre os feridos, dois estavam inconscientes e outros dois tiveram várias fraturas pelo corpo.
Segundo o tenente Danilo Cavalcante, do Corpo de Bombeiros, o elevador estava muito alto e despencou com rapidez. ”É uma tragédia. Provavelmente o cabo de aço deve ter escapado ou rompido. Só a perícia pode dizer o que aconteceu. Eles caíram do 6º andar, de uma altura de 16 a 18 metros. As estruturas estavam aparentemente normais e a capacidade do elevador é de oito pessoas, suportando até 800 quilos”, detalhou ao G1.
De acordo com outros trabalhadores da obra que estavam no local, a estrutura não apresentou nenhum problema, inclusive tinha sido usada várias vezes na mesma manhã. “O elevador estava normal. Não teve nenhum problema quando subimos. Eu olhei lá de cima e ouvi os gritos”, disse Elino Souza, que trabalha na obra há quatro meses.
Em entrevista ao G1, Erli Ribeiro Lavour, que é engenheiro civil da obra, afirmou que o prédio passou por vistoria recentemente, inclusive com liberação da Delegacia do Trabalho. “Foi uma fatalidade. A obra passou por vistoria em dezembro e não foi constatado nada, nenhuma irregularidade. O elevador tinha seis meses de uso”, detalhou.
Conforme o engenheiro, 25 pessoas trabalhavam na obra e as seis vítimas usavam todos os equipamentos de segurança necessários. Uma equipe de perícia esteve no local e deve investigar as causas da queda do elevador. A previsão de entrega da obra é dezembro de 2012. O prédio tem atualmente 12 andares e três ainda seriam concluídos.
por master | 06/01/12 | Ultimas Notícias
O elevador de um prédio despencou na manhã desta quinta-feira (5) em um canteiro de obras no bairro Quilombo, em Cuiabá. De acordo com o Corpo de Bombeiros, seis pessoas estavam no elevador no momento em que ele caiu de uma altura de aproximadamente 18 metros.
Conforme os bombeiros, dois trabalhadores morreram na hora e outros quatro ficaram gravemente feridos. As vítimas foram atendidas por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhadas para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. Entre os feridos, dois estavam inconscientes e outros dois tiveram várias fraturas pelo corpo.
Segundo o tenente Danilo Cavalcante, do Corpo de Bombeiros, o elevador estava muito alto e despencou com rapidez. ”É uma tragédia. Provavelmente o cabo de aço deve ter escapado ou rompido. Só a perícia pode dizer o que aconteceu. Eles caíram do 6º andar, de uma altura de 16 a 18 metros. As estruturas estavam aparentemente normais e a capacidade do elevador é de oito pessoas, suportando até 800 quilos”, detalhou ao G1.
De acordo com outros trabalhadores da obra que estavam no local, a estrutura não apresentou nenhum problema, inclusive tinha sido usada várias vezes na mesma manhã. “O elevador estava normal. Não teve nenhum problema quando subimos. Eu olhei lá de cima e ouvi os gritos”, disse Elino Souza, que trabalha na obra há quatro meses.
Em entrevista ao G1, Erli Ribeiro Lavour, que é engenheiro civil da obra, afirmou que o prédio passou por vistoria recentemente, inclusive com liberação da Delegacia do Trabalho. “Foi uma fatalidade. A obra passou por vistoria em dezembro e não foi constatado nada, nenhuma irregularidade. O elevador tinha seis meses de uso”, detalhou.
Conforme o engenheiro, 25 pessoas trabalhavam na obra e as seis vítimas usavam todos os equipamentos de segurança necessários. Uma equipe de perícia esteve no local e deve investigar as causas da queda do elevador. A previsão de entrega da obra é dezembro de 2012. O prédio tem atualmente 12 andares e três ainda seriam concluídos.
por master | 06/01/12 | Ultimas Notícias
O trabalhador que ganha salário mínimo precisou cumprir uma jornada de 97 horas e 22 minutos, em dezembro de 2011, para comprar os gêneros alimentícios essenciais. De acordo com o Dieese, que avaliou o preço da cesta básica em 17 capitais, esses produtos ficaram 10% mais caros, em média, no intervalo de um mês.
Ao longo de 2011, parte dos alimentos essenciais teve alta generalizada. Café e óleo de soja subiram em todas as localidades. Por outro lado, os preços do feijão e do arroz tiveram queda em 16 capitais.
Na capital paulista, as famílias tiveram gastos de R$ 277,27 com a alimentação básica, o maior índice verificado. A cesta básica mais barata foi encontrada em Aracaju (SE), chegando a custar R$ 182,22.
Ainda em dezembro de 2011, o custo da cesta representava 48,11% do salário mínimo líquido, que na época estava ajustado em R$ 545. O Dieese calculou que, na ocasião, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 2.329,35
O valor estimado pela instituição considera a quantia que um trabalhador e sua família precisam para custear as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.