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Quase 2 milhões de trabalhadores ainda não sacaram abono salarial do PIS

Quase 2 milhões de trabalhadores ainda não sacaram abono salarial do PIS

Mais de 1,8 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o abono salarial do PIS, informou hoje (19) a Caixa Econômica Federal. O banco enviou 12 mil mensagens de texto informando a disponibilidade do dinheiro. Até agora, o banco pagou quase 90% dos benefícios em todo o país, referente ao calendário 2011, o que corresponde a mais de 15,7 milhões de saques. 
O montante pago já ultrapassa R$ 8,4 bilhões. Os trabalhadores que sacaram o abono este ano terão novo benefício a partir de agosto de 2012, desde que continuem atendendo aos requisitos do programa. Têm direito a receber o abono os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos e que contribuem para o PIS, se trabalham na iniciativa privada, ou para o Pasep, no caso de servidores públicos. O empregado deve ter trabalhado pelo menos 30 dias com carteira assinada no ano base e estar inscrito há, pelo menos, cinco anos no Fundo PIS/Pasep ou no Cadastro Nacional do Trabalhador. 
Para saber se é um dos beneficiários que ainda não sacaram o benefício, o trabalhador deve ligar para o telefone 0800-726-0101 (ligação grátis). A consulta também pode ser feita na página da Caixa na internet. É possível ainda cadastrar o número do celular para receber avisos de novas informações na página eletrônica do banco. 
O saque pode ser feito com o Cartão do Cidadão em terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes bancários da Caixa, inclusive nos fins de semana. Quem não tem o cartão deve procurar uma agência do banco e levar documento de identidade e comprovante de inscrição no PIS. O valor do abono salarial vai até R$ 545.
 
Quase 2 milhões de trabalhadores ainda não sacaram abono salarial do PIS

Às vésperas do recesso, vereadores de Londrina dobram salário

Novos valores devem vigorar a partir de 2013; Câmara de Londrina também aprova aumento imediato para prefeito e secretários
Devanir Parra/CML
”Estamos com salários há muito tempo defasados”, defendeu o presidente da Câmara, Gerson Araújo
Vereadores da Câmara de Londrina aprovaram na sessão extraordinária de ontem um aumento de 109,7% nos próprios salários para a próxima legislatura, fazendo o subsídio pular de R$ 5.724,00 para R$ 12.000,00. O projeto de lei, criado às pressas e despachado para a sessão extraordinária de ontem, foi aprovado na forma de um substitutivo que também contempla o prefeito, vice-prefeito e secretários municipais. 

A proposta foi aprovada com 15 votos a favor, três contrários e uma abstenção. O projeto volta para a pauta na sessão de hoje, a última do ano, para um segundo turno de votação. Os vereadores reclamam que seus salários não recebiam reajustes há 12 anos. No início da tarde, os vereadores ficaram uma hora e meia reunidos na sala da presidência debatendo o assunto, mas durante toda a tarde fugiram da imprensa para não comentarem o valor dos reajustes. 

A matéria, de autoria da Mesa Executiva da Câmara, presidida por Gerson Araújo (PSDB), recebeu assinatura de 14 parlamentares. Somente Lenir de Assis (PT), Roberto Fú (PDT), também membro da Mesa, Marcelo Belinati (PP), Jacks Dias (PT) e Sandra Graça (PP) não assinaram a proposta. Mesmo assim, no momento da votação do projeto, Sandra Graça e Jacks Dias votaram favoráveis à matéria. Os outros três votaram contra e Eloir Valença (PT) se absteve. 

Atualmente, o salário bruto dos parlamentares é de R$ 5.724,00 – sendo que o presidente da Casa ganha mais, R$ 7.632,00. O valor máximo do salário dos vereadores pode ser de R$ 15.300,00, considerando que o salário pode chegar a 75% do salário dos deputados estaduais, atualmente fixado em R$ 20.040,00. O reajuste ficou fixado em 60%. O salário dos vereadores só pode começar a ser pago na próxima legislatura, em 2013, já que os vereadores não podem legislar em causa própria. Já o prefeito Barbosa Neto (PDT), o vice e os secretários já começam a receber em janeiro de 2012. ”Não sabíamos direito quanto seria o valor, por isso não passamos a informação para a imprensa. Estamos fazendo tudo com transparência e achamos melhor aprovar antes do final do ano. Estamos com salários há muito tempo defasados”, defendeu o presidente da Câmara, Gerson Araújo (PSDB). 

Sobre o projeto ter sido protocolado na madrugada e aprovado em uma sessão extraordinária, o presidente alegou que não tinha a intenção de fazer nada escondido da sociedade. ”Vocês sempre nos acompanham e sabem que somos transparentes. Estamos discutindo isso a muito tempo.” Ele também negou que a Comissão de Justiça tenha incluído o substitutivo com os salários referentes ao Executivo para ”dividir o ônus de uma repercussão negativa”. ”Só achamos que seria melhor incluir no projeto do salário dos vereadores para facilitar a tramitação, senão seria necessário outro projeto, outros pareceres.” 

 
Quase 2 milhões de trabalhadores ainda não sacaram abono salarial do PIS

Às vésperas do recesso, vereadores de Londrina dobram salário

Novos valores devem vigorar a partir de 2013; Câmara de Londrina também aprova aumento imediato para prefeito e secretários
Devanir Parra/CML
”Estamos com salários há muito tempo defasados”, defendeu o presidente da Câmara, Gerson Araújo
Vereadores da Câmara de Londrina aprovaram na sessão extraordinária de ontem um aumento de 109,7% nos próprios salários para a próxima legislatura, fazendo o subsídio pular de R$ 5.724,00 para R$ 12.000,00. O projeto de lei, criado às pressas e despachado para a sessão extraordinária de ontem, foi aprovado na forma de um substitutivo que também contempla o prefeito, vice-prefeito e secretários municipais. 

A proposta foi aprovada com 15 votos a favor, três contrários e uma abstenção. O projeto volta para a pauta na sessão de hoje, a última do ano, para um segundo turno de votação. Os vereadores reclamam que seus salários não recebiam reajustes há 12 anos. No início da tarde, os vereadores ficaram uma hora e meia reunidos na sala da presidência debatendo o assunto, mas durante toda a tarde fugiram da imprensa para não comentarem o valor dos reajustes. 

A matéria, de autoria da Mesa Executiva da Câmara, presidida por Gerson Araújo (PSDB), recebeu assinatura de 14 parlamentares. Somente Lenir de Assis (PT), Roberto Fú (PDT), também membro da Mesa, Marcelo Belinati (PP), Jacks Dias (PT) e Sandra Graça (PP) não assinaram a proposta. Mesmo assim, no momento da votação do projeto, Sandra Graça e Jacks Dias votaram favoráveis à matéria. Os outros três votaram contra e Eloir Valença (PT) se absteve. 

Atualmente, o salário bruto dos parlamentares é de R$ 5.724,00 – sendo que o presidente da Casa ganha mais, R$ 7.632,00. O valor máximo do salário dos vereadores pode ser de R$ 15.300,00, considerando que o salário pode chegar a 75% do salário dos deputados estaduais, atualmente fixado em R$ 20.040,00. O reajuste ficou fixado em 60%. O salário dos vereadores só pode começar a ser pago na próxima legislatura, em 2013, já que os vereadores não podem legislar em causa própria. Já o prefeito Barbosa Neto (PDT), o vice e os secretários já começam a receber em janeiro de 2012. ”Não sabíamos direito quanto seria o valor, por isso não passamos a informação para a imprensa. Estamos fazendo tudo com transparência e achamos melhor aprovar antes do final do ano. Estamos com salários há muito tempo defasados”, defendeu o presidente da Câmara, Gerson Araújo (PSDB). 

Sobre o projeto ter sido protocolado na madrugada e aprovado em uma sessão extraordinária, o presidente alegou que não tinha a intenção de fazer nada escondido da sociedade. ”Vocês sempre nos acompanham e sabem que somos transparentes. Estamos discutindo isso a muito tempo.” Ele também negou que a Comissão de Justiça tenha incluído o substitutivo com os salários referentes ao Executivo para ”dividir o ônus de uma repercussão negativa”. ”Só achamos que seria melhor incluir no projeto do salário dos vereadores para facilitar a tramitação, senão seria necessário outro projeto, outros pareceres.” 

 
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Funcionários e companhias aéreas não chegam a acordo no TST

A reunião de conciliação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) desta segunda-feira com representantes das empresas aéreas e de seus funcionários terminou sem acordo. Desta forma, os aeroviários e aeronautas mantêm a ameaça de iniciar uma greve a partir das 23 horas de 22 de dezembro, informou a assessoria de imprensa do TST.
 
Os sindicatos se comprometeram a manter 20 por cento da categoria trabalhando durante a greve, segundo o twitter oficial do TST. Ainda segundo o tribunal, os funcionários das aéreas reivindicam reajuste de 10 por cento.
 
A ministra do TST Dora Maria da Costa foi eleita relatora do dissídio dos aeroviários e aeronautas.
Quase 2 milhões de trabalhadores ainda não sacaram abono salarial do PIS

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A reunião de conciliação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) desta segunda-feira com representantes das empresas aéreas e de seus funcionários terminou sem acordo. Desta forma, os aeroviários e aeronautas mantêm a ameaça de iniciar uma greve a partir das 23 horas de 22 de dezembro, informou a assessoria de imprensa do TST.
 
Os sindicatos se comprometeram a manter 20 por cento da categoria trabalhando durante a greve, segundo o twitter oficial do TST. Ainda segundo o tribunal, os funcionários das aéreas reivindicam reajuste de 10 por cento.
 
A ministra do TST Dora Maria da Costa foi eleita relatora do dissídio dos aeroviários e aeronautas.