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Carlos Lupi pede demissão do Ministério do Trabalho

Carlos Lupi pede demissão do Ministério do Trabalho

Pedetista é o sétimo ministro do governo Dilma a cair, o sexto por denúncias de corrupção em onze meses de governo.

Após reunião no início da noite deste domingo (4) com a presidenta Dilma Rousseff, Carlos Lupi pediu demissão do cargo de ministro do Trabalho. Ele não resistiu a uma série de denúncias contra ele e contra a pasta nos últimos meses. Também pesou na decisão a recomendação da Comissão de Ética Pública para sua exoneração.  “Faço isto para que o ódio das forças mais reacionárias e conservadoras deste país contra o Trabalhismo não contagie outros setores do governo”, disse Lupi em nota. Assume de forma interina o secretário-executivo Paulo Pinto.

Na nota publicada no Blog do Trabalho, ele afirmou ter sido alvo de uma “perseguição política e pessoal da mídia” nos últimos dois meses. O pedetista questionou também a recomendação da Comissão de Ética Pública. Lupi disse ter sido “condenado sumariamente com base neste mesmo noticiário sem me dar direito de defesa”. “Saio com a consciência tranquila do dever cumprido, da minha honestidade pessoal e confiante por acreditar que a verdade sempre vence”, disse.
Ele é o sétimo ministro a não completar o primeiro ano do mandato da presidenta Dilma. Antes dele, já deixaram o cargo: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Nelson Jobim (Defesa), Pedro Novais (Turismo), Wagner Rossi (Agricultura) e Orlando Silva (Esportes).  Com exceção de Nelson Jobim, todos os outros pediram demissão após suspeitas de irregularidades nas suas pastas e na conduta política.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, Lupi ocupou simultaneamente, por quase cinco anos, dois cargos de assessor parlamentar em órgãos públicos distintos, a Câmara dos Deputados, em Brasília, e a Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A “acumulação remunerada de cargos públicos” é proibida pela Constituição e pode levar a ações judiciais por improbidade administrativa e peculato, com cobrança da devolução dos recursos recebidos de maneira irregular.
Na quarta-feira (30), a Comissão de Ética Pública da Presidência da República recomendou à presidenta Dilma Rousseff a exoneração do ministro do Trabalho por conta das recentes acusações de desvio de verba pública e cobrança de propina feitas em sua pasta. Trata-se de uma sugestão. O procedimento de apuração foi aberto no início do mês e a decisão foi anunciada pelo presidente da comissão, Sepúlveda Pertence, que considerou as explicações de Lupi ao Congresso e à própria comissão como “inconvenientes a um ministro”.

Reportagem publicada no fim de semana passado pela revista Veja mostra que um sindicalista ligado ao PT, segundo a revista, denunciou há nove meses ao Palácio do Planalto que assessores do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pediam propina em troca da liberação de registro sindical
De acordo com a matéria, o mecânico Irmar Silva Batista tentava criar o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sirvesp) em 2008. Na ocasião,  relata a revista, o então secretário de Relações do Trabalho, Luiz Antonio de Medeiros, o apresentou a um assessor, Eudes Carneiro, que lhe pediu R$ 1 milhão para liberar o registro. Irmar se recusou a pagar e o registro não saiu até hoje.
Leia a íntegra da nota:
“Tendo em vista a perseguição política e pessoal da mídia que venho sofrendo há dois meses sem direito de defesa e sem provas; levando em conta a divulgação do parecer da Comissão de Ética da Presidência da República – que também me condenou sumariamente com base neste mesmo noticiário sem me dar direito de defesa — decidi pedir demissão do cargo que ocupo, em caráter irrevogável.
Faço isto para que o ódio das forças mais reacionárias e conservadoras deste país contra o Trabalhismo não contagie outros setores do Governo.
Foram praticamente cinco anos à frente do Ministério do Trabalho, milhões de empregos gerados, reconhecimento legal das centrais sindicais, qualificação de milhões de trabalhadores e regulamentação do ponto eletrônico para proteger o bom trabalhador e o bom empregador, entre outras realizações.
Saio com a consciência tranquila do dever cumprido, da minha honestidade pessoal e confiante por acreditar que a verdade sempre vence.
Carlos Lupi
Ministro do Trabalho e Emprego”
Nota atualizada às 20h27

. Mas nada foi feito.

Carlos Lupi pede demissão do Ministério do Trabalho

Pará ameaçado de divisão

No próximo domingo, dia 11, o Pará vai decidir se mantém sua integridade territotrial ou racha em três estados. O PCdoB/PA recomenda o voto contra a divisão pois ela fortalecerá o poder das elites locais em Carajás e Tapajós e vai agravar os graves problemas enfrentados pela população.
A unidade do estado do Pará está ameaçada. Em 11 de dezembro de 2011 vai ocorrer o plebiscito para decidir se os paraenses aceitam dividir seu estado criando dois novos, Carajás e Tapajós, que seriam desmembrados de seu território. 
Um dos poucos partidos do estado com um posicionamento oficial sobre a questão é o PCdoB, que é contra a divisão pois ela prejudicará a população para favorecer somente aos interesses de elites regionais que querem controlar as riquezas do subsolo paraense.
O Pará é vítima da distorção do desenvolvimento capitalista e concentrador que não prioriza a região Norte e relega o estado a uma política extrativista e ao papel de mero fornecedor de matéria-prima mineral e vegetal, insumos e energia. E também à fronteira agropastoril e à monocultura latifundiária. Em consequência existem poucas indústrias, a infraestrutura é deficiente e não há tecnologia que atenda às necessidades de seu desenvolvimento integrado.
Faltam políticas públicas para o desenvolvimento e o bem estar
O Pará vive a lógica do saque, da dependência, da exploração predatória; daí o abandono e o sofrimento para a maioria da população de todas as regiões do Estado.
A ausência de assistência, de presença do Estado e de políticas publicas, são problemas que afetam a maioria do povo. O Pará convive com conflitos de terras, assassinatos de trabalhadores rurais, crime organizado, trabalho escravo, ausência de políticas sociais, trabalho infantil e exploração sexual de crianças e adolescentes. Para o PCdoB esses são problemas seculares na Amazônia e no Pará. Parte da população imagina que estes problemas podem ser resolvidos com a divisão.
Ao contrário, podem ser agravados: o que estimula o movimento separatista é o desejo das oligarquias regionais de reforçar seu mando e poder nos novos estados que querem criar.
Potencial de desenvolvimento
O Pará tem grandes potencialidades. Situado no centro da região Norte, é o segundo maior estado do país, com 1,2 milhões de km², é o mais populoso da Amazônia (mais de 7,5 milhões de habitantes), e sua capital, Belém, é o maior centro metropolitana do norte do país.
O extrativismo mineral dá base ao desenvolvimento de uma indústria metalúrgica que já é significativa; o município de Barcarena é um grande produtor de alumínio, sedia uma das maiores fábricas desse produto no mundo, e abriga também o principal porto Pará. E há, ao longo da Estrada de Ferro Carajás, uma presença crescente de siderúrgicas; o governo federal implementou em Marabá um pólo siderúrgico e metalúrgico. Nos últimos anos destaca-se também a expansão da cultura da soja e a produção local já representa 7% do total de grãos exportados.
Além disso, abarca a maior usina hidrelétrica totalmente brasileira (e a quarta do mundo), Tucuruí, e está em construção a Usina de Belo Monte, no Rio Xingu; será a terceira maior do mundo, atrás da chinesa Três Gargantas e da brasileira/paraguaia Itaipu.
A divisão vai agravar, e não revolver, velhos problemas
Para o PCdoB, o estado tem todas as condições para crescer e se desenvolver, e a divisão não vai resolver os problemas históricos mas agravá-los. A questão central está inclusão da Amazônia e do Pará em um novo projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil, com valorização do trabalho e inclusão social.
O Pará quase sempre foi governado por elites de visão política e econômica conservadora e atrasada, que ignoram a função social da propriedade e querem a riqueza fácil da especulação imobiliária e da sonegação de impostos, entre outros.
Estes velhos problemas, que são consequência do mando de oligarquias atrasadas, vão se agravar. E, com a divisão, o Pará poderá perder seu papel estratégico no crescimento nacional, enfraquecendo o potencial de desenvolvimento integrado, ambientalmente sustentado e com inclusão social, aproveitando suas riquezas para melhorar a vida do povo. 
É necessário romper com a lógica de saque e potencializar o emprego das riquezas paraenses para reduzir as desigualdades regionais e sociais, valorizar o trabalho e aprofundar a democracia. O retalhamento do estado, ao contrário, vai fortalecer o saque de suas riquezas pelo capital internacional. 
Os comunistas do Pará, com o Comitê Estadual do PCdoB à frente, convocam os trabalhadores e o povo para irem às urnas em 11 de dezembro e votarem não à divisão, em defesa da integridade do estado e de um projeto de desenvolvimento que defenda os interesses da soberania nacional, por trabalho decente e pela inclusão social.
Carlos Lupi pede demissão do Ministério do Trabalho

Pará ameaçado de divisão

No próximo domingo, dia 11, o Pará vai decidir se mantém sua integridade territotrial ou racha em três estados. O PCdoB/PA recomenda o voto contra a divisão pois ela fortalecerá o poder das elites locais em Carajás e Tapajós e vai agravar os graves problemas enfrentados pela população.
A unidade do estado do Pará está ameaçada. Em 11 de dezembro de 2011 vai ocorrer o plebiscito para decidir se os paraenses aceitam dividir seu estado criando dois novos, Carajás e Tapajós, que seriam desmembrados de seu território. 
Um dos poucos partidos do estado com um posicionamento oficial sobre a questão é o PCdoB, que é contra a divisão pois ela prejudicará a população para favorecer somente aos interesses de elites regionais que querem controlar as riquezas do subsolo paraense.
O Pará é vítima da distorção do desenvolvimento capitalista e concentrador que não prioriza a região Norte e relega o estado a uma política extrativista e ao papel de mero fornecedor de matéria-prima mineral e vegetal, insumos e energia. E também à fronteira agropastoril e à monocultura latifundiária. Em consequência existem poucas indústrias, a infraestrutura é deficiente e não há tecnologia que atenda às necessidades de seu desenvolvimento integrado.
Faltam políticas públicas para o desenvolvimento e o bem estar
O Pará vive a lógica do saque, da dependência, da exploração predatória; daí o abandono e o sofrimento para a maioria da população de todas as regiões do Estado.
A ausência de assistência, de presença do Estado e de políticas publicas, são problemas que afetam a maioria do povo. O Pará convive com conflitos de terras, assassinatos de trabalhadores rurais, crime organizado, trabalho escravo, ausência de políticas sociais, trabalho infantil e exploração sexual de crianças e adolescentes. Para o PCdoB esses são problemas seculares na Amazônia e no Pará. Parte da população imagina que estes problemas podem ser resolvidos com a divisão.
Ao contrário, podem ser agravados: o que estimula o movimento separatista é o desejo das oligarquias regionais de reforçar seu mando e poder nos novos estados que querem criar.
Potencial de desenvolvimento
O Pará tem grandes potencialidades. Situado no centro da região Norte, é o segundo maior estado do país, com 1,2 milhões de km², é o mais populoso da Amazônia (mais de 7,5 milhões de habitantes), e sua capital, Belém, é o maior centro metropolitana do norte do país.
O extrativismo mineral dá base ao desenvolvimento de uma indústria metalúrgica que já é significativa; o município de Barcarena é um grande produtor de alumínio, sedia uma das maiores fábricas desse produto no mundo, e abriga também o principal porto Pará. E há, ao longo da Estrada de Ferro Carajás, uma presença crescente de siderúrgicas; o governo federal implementou em Marabá um pólo siderúrgico e metalúrgico. Nos últimos anos destaca-se também a expansão da cultura da soja e a produção local já representa 7% do total de grãos exportados.
Além disso, abarca a maior usina hidrelétrica totalmente brasileira (e a quarta do mundo), Tucuruí, e está em construção a Usina de Belo Monte, no Rio Xingu; será a terceira maior do mundo, atrás da chinesa Três Gargantas e da brasileira/paraguaia Itaipu.
A divisão vai agravar, e não revolver, velhos problemas
Para o PCdoB, o estado tem todas as condições para crescer e se desenvolver, e a divisão não vai resolver os problemas históricos mas agravá-los. A questão central está inclusão da Amazônia e do Pará em um novo projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil, com valorização do trabalho e inclusão social.
O Pará quase sempre foi governado por elites de visão política e econômica conservadora e atrasada, que ignoram a função social da propriedade e querem a riqueza fácil da especulação imobiliária e da sonegação de impostos, entre outros.
Estes velhos problemas, que são consequência do mando de oligarquias atrasadas, vão se agravar. E, com a divisão, o Pará poderá perder seu papel estratégico no crescimento nacional, enfraquecendo o potencial de desenvolvimento integrado, ambientalmente sustentado e com inclusão social, aproveitando suas riquezas para melhorar a vida do povo. 
É necessário romper com a lógica de saque e potencializar o emprego das riquezas paraenses para reduzir as desigualdades regionais e sociais, valorizar o trabalho e aprofundar a democracia. O retalhamento do estado, ao contrário, vai fortalecer o saque de suas riquezas pelo capital internacional. 
Os comunistas do Pará, com o Comitê Estadual do PCdoB à frente, convocam os trabalhadores e o povo para irem às urnas em 11 de dezembro e votarem não à divisão, em defesa da integridade do estado e de um projeto de desenvolvimento que defenda os interesses da soberania nacional, por trabalho decente e pela inclusão social.
Carlos Lupi pede demissão do Ministério do Trabalho

Partido de Putin vence sem maioria absoluta; comunistas avançam

O Partido Rússia Unida, de Vladimir Putin, venceu as eleições legislativas de domingo (4) na Rússia. Mas o partido retrocedeu cerca de 18 pontos percentuais em relação às eleições de 2007, quando obteve 64,3% dois votos.

Segundo os dados da apuração ainda não concluída, o Rússia Unida obteve 47,3% dos votos e elegeu 220 deputados, uma perda de 33 mandatos, já que tinha conquistado 253 cadeiras em 2007. Se esses dados se confirmarem, o partido de Putin perderá a maioria absoluta. É uma vitória com sabor de derrota

O resultado mais sensacional foi o obtido pelo Partido Comunista da Federação Russa. Os comunistas duplicaram seu percentual em relação a 2007, obtendo agora 20,3% dos votos. 

Seguem-se o Rússia Justa (social-democrata, próximo de Putin, 13,4%) e o Partido Liberal Democrata de Vladimir Jirinovski (nacionalista, 13,4%).

Na sede do Rússia Unida, um dos dirigentes do partido, Boris Gryzlov, falou aos jornalistas: “Esperamos ainda conseguir a maioria. Podemos dizer que continuamos a ser partido no poder”.

Os resultados da eleição de domingo na Rússia lançam dúvidas sobre o futuro do país. Putin, dizem as pesquisas, irá ganhar as eleições presidenciais. Mas seu poder estará mais reduzido e o líder pode não ter a mesma força para governar com seu estilo unipessoal. Por outro lado, o avanço eleitoral dos comunistas abre mais possibilidades de luta social, num país que devastou as conquistas do socialismo. 

O Partido Rússia Unida, de Vladimir Putin, venceu as eleições legislativas de domingo (4) na Rússia. Mas o partido retrocedeu cerca de 18 pontos percentuais em relação às eleições de 2007, quando obteve 64,3% dois votos.

Segundo os dados da apuração ainda não concluída, o Rússia Unida obteve 47,3% dos votos e elegeu 220 deputados, uma perda de 33 mandatos, já que tinha conquistado 253 cadeiras em 2007. Se esses dados se confirmarem, o partido de Putin perderá a maioria absoluta. É uma vitória com sabor de derrota

O resultado mais sensacional foi o obtido pelo Partido Comunista da Federação Russa. Os comunistas duplicaram seu percentual em relação a 2007, obtendo agora 20,3% dos votos. 

Seguem-se o Rússia Justa (social-democrata, próximo de Putin, 13,4%) e o Partido Liberal Democrata de Vladimir Jirinovski (nacionalista, 13,4%).

Na sede do Rússia Unida, um dos dirigentes do partido, Boris Gryzlov, falou aos jornalistas: “Esperamos ainda conseguir a maioria. Podemos dizer que continuamos a ser partido no poder”.

Os resultados da eleição de domingo na Rússia lançam dúvidas sobre o futuro do país. Putin, dizem as pesquisas, irá ganhar as eleições presidenciais. Mas seu poder estará mais reduzido e o líder pode não ter a mesma força para governar com seu estilo unipessoal. Por outro lado, o avanço eleitoral dos comunistas abre mais possibilidades de luta social, num país que devastou as conquistas do socialismo.

Carlos Lupi pede demissão do Ministério do Trabalho

Economia informal fatura 17,2% do PIB

Apesar do índice alto na comparação com países desenvolvidos, ”economia subterrânea” vem perdendo espaço no Brasil
Rio de Janeiro – Composta pela informalidade e atividades ilegais, a chamada ”economia subterrânea” movimentou R$ 653,4 bilhões neste ano e abocanhou uma fatia de 17,2% do PIB. Apesar de ser maior do que nos países desenvolvidos – onde representa cerca de 10% do PIB -, a economia subterrânea no Brasil vem perdendo espaço ano após ano. 
 
Em 2010 o setor era responsável por 17,7% do PIB. Em 2003, correspondia a 21%. Os dados são de pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), divulgada na última quinta-feira. 
Segundo Roberto Abdenur, presidente do Etco, a maior formalização do mercado de trabalho e iniciativas do governo, como o criação da figura do microempreendedor individual, ajudaram a informalidade a ceder. O executivo calcula, porém, que o Estado brasileiro ainda perde cerca de R$ 200 bilhões ao ano em tributos em razão da informalidade. ”Esses recursos poderiam ser bem melhor empregados se estivessem na mão do Estado, sob a forma de imposto.” 
Fernando de Hollanda Barbosa Filho, economista da FGV, diz que a tendência de queda da informalidade, porém, é consistente e tende a se manter. Segundo Barbosa, o cálculo das atividades ilegais (contrabando, tráfico e outras) é feito com base no uso de moeda. 
A FGV usa um modelo desenvolvido nos EUA, pelo qual é criado um índice que faz a proporção de dinheiro em circulação em relação aos depósitos no sistema bancário. Se o uso de dinheiro cresce de um ano para o outro sem explicação (como, por exemplo, o avanço da renda), trata-se de um indício de aumento das atividades ilegais.