por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
Segundo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, crise econômica mundial e revisões feitas pelo IBGE do PIB de 2010 e deste ano podem ter impacto no resultado
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 pode ser revisada para baixo — a atual projeção está em 3,8%. Pesam numa possível revisão a desaceleração da economia mundial por causa da crise nas economias centrais e as revisões feitas pelo IBGE para os PIBs de 2010 e 2011.
— Ainda estamos aguardando o resultado do PIB do terceiro trimestre. Podemos revisar? Sim, podemos, mas não está certo. Vamos esperar para ver quanto o IBGE vai revisar as contas de 2010 e 2011, em dezembro — disse Barbosa, acrescentando que o PIB do terceiro trimestre de 2011 deve ficar em torno de 0%, mas deve haver uma recuperação no quarto trimestre do ano. — Vamos aguardar. Independentemente se a revisão ficar abaixo de 3,8%, o superavit primário está garantido, o cumprimeiro de metas fiscais e solidez da economia se mantém no mesmo lugar.
Para 2012, Barbosa prevê PIB de, no mínimo, 4%.
– Em 2012, o crescimento deve ser de, pelo menos, 4%. E com essa recuperação no investimento público, principalmente a partir do primeiro semestre, pode se chegar a mais de 4,5% até 5%. E ainda vamos ter os efeitos das medidas prudenciais que devem ter mais impacto a partir do primeiro trimestre. Já vemos algum impacto agora, especialmente nas vendas (de natal).
por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
Segundo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, crise econômica mundial e revisões feitas pelo IBGE do PIB de 2010 e deste ano podem ter impacto no resultado
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 pode ser revisada para baixo — a atual projeção está em 3,8%. Pesam numa possível revisão a desaceleração da economia mundial por causa da crise nas economias centrais e as revisões feitas pelo IBGE para os PIBs de 2010 e 2011.
— Ainda estamos aguardando o resultado do PIB do terceiro trimestre. Podemos revisar? Sim, podemos, mas não está certo. Vamos esperar para ver quanto o IBGE vai revisar as contas de 2010 e 2011, em dezembro — disse Barbosa, acrescentando que o PIB do terceiro trimestre de 2011 deve ficar em torno de 0%, mas deve haver uma recuperação no quarto trimestre do ano. — Vamos aguardar. Independentemente se a revisão ficar abaixo de 3,8%, o superavit primário está garantido, o cumprimeiro de metas fiscais e solidez da economia se mantém no mesmo lugar.
Para 2012, Barbosa prevê PIB de, no mínimo, 4%.
– Em 2012, o crescimento deve ser de, pelo menos, 4%. E com essa recuperação no investimento público, principalmente a partir do primeiro semestre, pode se chegar a mais de 4,5% até 5%. E ainda vamos ter os efeitos das medidas prudenciais que devem ter mais impacto a partir do primeiro trimestre. Já vemos algum impacto agora, especialmente nas vendas (de natal).
por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
Os temores de uma redução no nível de emprego na França crescem nesses dias devido ao anúncio do fechamento de milhares de postos de trabalho nos setores bancário e automobilístico, bem como às projeções de um baixo crescimento econômico em 2012.
O terceiro trimestre de 2011 registra ligeira ascensão na atividade empresarial, de 0,4%, mas ainda é cedo para pensar que se trata de uma tendência sustentada, alertaram analistas.
De acordo com as estatísticas oficiais, atualmente o desemprego afeta 9,1% da população economicamente ativa, o que equivale a mais de 4 milhões de pessoas sem nenhum trabalho ou com uma ocupação de tempo parcial.
Se estas cifras aumentam abruptamente, significa a transformação da crise financeira em uma crise social, conforme destaca um artigo publicado nesta segunda-feira pelo jornal especializado em temas econômicos Les Echos.
O governo, por sua vez, estima que as demissões que a indústria automobilística e a banca de investimentos e finanças realizarão são casos particulares e não se trata de uma situação generalizada.
Apesar disso, as expectativas do ano que vem são sombrias para todo o país.
A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto foi revisada pelo Executivo e caiu de 1,75 a 1%, mas um grupo de economistas dos setores público e privado a estimaram só 0,7%. Antes disso, a Comissão Europeia indicou que França não crescerá no ano que vem mais de 0,6.
O desempenho é claramente insuficiente para garantir a criação de novas fontes de emprego, ainda mais se forem considerados os impactos das medidas de austeridade adotadas a pretexto de equilibrar as finanças do Estado, cujo custo será cobrado à classe trabalhadora e às famílias de rendimento baixo e médio.
Devido a este panorama, cinco grupos intersindicais convocaram a uma jornada de ações de 1 ao 15 de dezembro, incluída uma grande mobilização nacional no dia 13, para alertar sobre os graves efeitos da crise.
por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
Os temores de uma redução no nível de emprego na França crescem nesses dias devido ao anúncio do fechamento de milhares de postos de trabalho nos setores bancário e automobilístico, bem como às projeções de um baixo crescimento econômico em 2012.
O terceiro trimestre de 2011 registra ligeira ascensão na atividade empresarial, de 0,4%, mas ainda é cedo para pensar que se trata de uma tendência sustentada, alertaram analistas.
De acordo com as estatísticas oficiais, atualmente o desemprego afeta 9,1% da população economicamente ativa, o que equivale a mais de 4 milhões de pessoas sem nenhum trabalho ou com uma ocupação de tempo parcial.
Se estas cifras aumentam abruptamente, significa a transformação da crise financeira em uma crise social, conforme destaca um artigo publicado nesta segunda-feira pelo jornal especializado em temas econômicos Les Echos.
O governo, por sua vez, estima que as demissões que a indústria automobilística e a banca de investimentos e finanças realizarão são casos particulares e não se trata de uma situação generalizada.
Apesar disso, as expectativas do ano que vem são sombrias para todo o país.
A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto foi revisada pelo Executivo e caiu de 1,75 a 1%, mas um grupo de economistas dos setores público e privado a estimaram só 0,7%. Antes disso, a Comissão Europeia indicou que França não crescerá no ano que vem mais de 0,6.
O desempenho é claramente insuficiente para garantir a criação de novas fontes de emprego, ainda mais se forem considerados os impactos das medidas de austeridade adotadas a pretexto de equilibrar as finanças do Estado, cujo custo será cobrado à classe trabalhadora e às famílias de rendimento baixo e médio.
Devido a este panorama, cinco grupos intersindicais convocaram a uma jornada de ações de 1 ao 15 de dezembro, incluída uma grande mobilização nacional no dia 13, para alertar sobre os graves efeitos da crise.
por master | 22/11/11 | Ultimas Notícias
A Organização das Nações Unidas lança nesta terça (22) uma iniciativa com 16 itens para acabar com a violência contra as mulheres, na qual considera essencial a educação em igualdade desde a infância, disse à agência Efe a diretora-executiva da ONU Mulheres, a chilena Michelle Bachelet.
“Temos que trabalhar muito mais com as crianças e ensinar desde pequenos o respeito entre os seres humanos, entre homens e mulheres”, disse a ex-presidente do Chile (2006-2010) em entrevista à Efe.
A ONU Mulheres lança neste ano, por causa do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, celebrado no dia 25 de novembro, uma chamada concreta aos líderes mundiais para que apliquem em suas políticas 16 pontos chave para acabar com toda forma de violência dirigida ao gênero feminino.
Bachelet disse que a mensagem lançada este ano pela ONU pede que os Governos garantam às mulheres “proteção, prevenção e provisão de serviços”, e destacou a vital importância na educação das crianças. “Começamos com a educação das crianças desde pequenos e depois alcançamos o compromisso com os jovens”, afirma.
Bachelet apresenta esses 16 pontos na sede central da ONU em Nova York e acompanhada pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Um dos pontos é trabalhar com jovens e crianças, já outro pede aos Governos que redobrem esforços para mobilizar também os adultos contra a violência e promover a igualdade entre os gêneros.
Entre os outros 14 passos, se destaca o pedido aos Governos para que ratifiquem os tratados internacionais sobre o assunto, adotem e reforcem suas legislações, desenvolvam planos de ação próprios, acabem com a impunidade nos casos de violência e garantam o acesso universal a serviços básicos de saúde e justiça.
Para a diretora-executiva da ONU Mulheres, é preciso acabar com o fato de que 603 milhões de mulheres ainda vivam em países onde a violência contra elas não é um delito, que mais de 60 milhões de meninas sejam dadas em casamento ainda menores, e que entre 100 e 140 milhões de mulheres e meninas tenham sofrido mutilação genital. EFE