por master | 21/11/11 | Ultimas Notícias
Colocar o orçamento em ordem é uma das maiores dificuldades do brasileiro, embora muitos se preocupem em controlar os gastos. A Nexxera, empresa de gestão de ambientes de negócios digitais, lançou junto à Yupee ferramenta para que o consumidor organize suas finanças pessoais. Portanto, com algumas anotações e cliques, e não deixando prazos vencerem, o usuário do instrumento evitará dores de cabeça como as proporcionadas pelos juros e multas.
A plataforma também contribui com o agendamento de pagamentos mensais, controle da entrada de dinheiro, separação de comprovantes de pagamentos de forma intuitiva e aplicação em fundos de investimentos por meio de cálculos cuja base são os desejos do usuário. Isso porque a ferramenta analisa, também, o quanto se pode investir com a renda e gastos médios mensais, com base em previsões da inflação.
E tudo isso de graça. “Há opção inclusive de pagamentos autorizados sem precisar acompanhar o valor da conta. A ferramenta disponibiliza a média dos últimos seis meses de despesas, então o cliente sabe o quanto deve gastar, aproximadamente, na próxima fatura”, diz o vice-presidente da Nexxera, Edenir Silva.
O site é inspirado na interface dos pacotes Google, que sofreram modificações recentemente para se tornarem mais amigáveis aos usuários.
CONSUMIDORES
O serviço chega ao consumidor na terceira versão; as duas primeiras foram disponibilizadas desde o ano passado para empresas. O cadastro não exige documentação – apenas nome de usuário e senha de acesso.
“O projeto foi pautado por três pilares, o social, o econômico e o ambiental. Cerca de 60% das pessoas na Capital saem de casa para fazer pagamento de contas em papéis, e isso do ponto de vista da sustentabilidade é um problema. Agora, (a ferramenta) é para evitar filas e gastar menos com taxas de emissão de boletos”, destaca o presidente da Nexxera, Edson Silva.
Para receber cobranças diretamente no programa, ainda é preciso esperar maior integração das empresas que geram faturas com as instituições financeiras, o que deve ser feito de modo progressivo. Segundo Edson, são 61 bancos atuando na rede da companhia e muitas outras empresas convidadas.
Para compensar a gratuidade do site, a ideia é que o site seja autofinanciável. “Claro que hoje os atuais usuários já geram renda. Com lançamento ao consumidor, a ideia é que empresas aproveitem isso para diminuir gastos com boletos”, diz Edson.
Segundo Edenir Silva, a previsão é atrair 5 milhões de clientes até dezembro do ano que vem. Hoje, são 31 mil usuários e até o mês que vem se calcula a adesão de 2 milhões de consumidores. “Imagine a quantidade de transações que serão feitas com média de 5 milhões de usuários. Somos pagos pela economia que proporcionamos a eles”, conta o presidente da Nexxera.
O fundador do Yupee e diretor Fabio Mainardi conta que são recolhidos R$ 35 milhões em Imposto de Renda anualmente no País. A ideia é conseguir atingir um quarto do volume no ápice de adesões.
Serviço: www.yupee.com.br
Companhia investe R$ 3 mi na plataforma e segurança de dados
Os executivos da Yupee não temem a desconfiança do usuário em adotar novas tecnologias – sobretudo quando ela envolve o bolso.Questionados sobre isso, eles afirmaram que a maior parte dos R$ 3 milhões investidos em um ano e meio de projeto teve como destino a segurança digital, para evitar roubo de dados.
“Todos os dados são armazenados nas ‘nuvens’ (em servidores próprios), e a ferramenta apenas faz intermediação de pagamentos, já que as transações ocorrem diretamente com os bancos e empresas”, diz o fundados e gestor do Yupee, Fabio Mainardi.
APLICATIVOS
Não há necessidade de downloads para usar o programa. Essa é uma opção para quem deseja mobilidade, podendo pagar contas e planejar receitas e despesas de qualquer lugar do planeta. Para isso, a companhia prepara aplicativos para Android (do Google) e Facebook – ambas estão no forno junto à versão melhorada do que já existe para iPhone. Todos serão gratuitos.
por master | 21/11/11 | Ultimas Notícias
Colocar o orçamento em ordem é uma das maiores dificuldades do brasileiro, embora muitos se preocupem em controlar os gastos. A Nexxera, empresa de gestão de ambientes de negócios digitais, lançou junto à Yupee ferramenta para que o consumidor organize suas finanças pessoais. Portanto, com algumas anotações e cliques, e não deixando prazos vencerem, o usuário do instrumento evitará dores de cabeça como as proporcionadas pelos juros e multas.
A plataforma também contribui com o agendamento de pagamentos mensais, controle da entrada de dinheiro, separação de comprovantes de pagamentos de forma intuitiva e aplicação em fundos de investimentos por meio de cálculos cuja base são os desejos do usuário. Isso porque a ferramenta analisa, também, o quanto se pode investir com a renda e gastos médios mensais, com base em previsões da inflação.
E tudo isso de graça. “Há opção inclusive de pagamentos autorizados sem precisar acompanhar o valor da conta. A ferramenta disponibiliza a média dos últimos seis meses de despesas, então o cliente sabe o quanto deve gastar, aproximadamente, na próxima fatura”, diz o vice-presidente da Nexxera, Edenir Silva.
O site é inspirado na interface dos pacotes Google, que sofreram modificações recentemente para se tornarem mais amigáveis aos usuários.
CONSUMIDORES
O serviço chega ao consumidor na terceira versão; as duas primeiras foram disponibilizadas desde o ano passado para empresas. O cadastro não exige documentação – apenas nome de usuário e senha de acesso.
“O projeto foi pautado por três pilares, o social, o econômico e o ambiental. Cerca de 60% das pessoas na Capital saem de casa para fazer pagamento de contas em papéis, e isso do ponto de vista da sustentabilidade é um problema. Agora, (a ferramenta) é para evitar filas e gastar menos com taxas de emissão de boletos”, destaca o presidente da Nexxera, Edson Silva.
Para receber cobranças diretamente no programa, ainda é preciso esperar maior integração das empresas que geram faturas com as instituições financeiras, o que deve ser feito de modo progressivo. Segundo Edson, são 61 bancos atuando na rede da companhia e muitas outras empresas convidadas.
Para compensar a gratuidade do site, a ideia é que o site seja autofinanciável. “Claro que hoje os atuais usuários já geram renda. Com lançamento ao consumidor, a ideia é que empresas aproveitem isso para diminuir gastos com boletos”, diz Edson.
Segundo Edenir Silva, a previsão é atrair 5 milhões de clientes até dezembro do ano que vem. Hoje, são 31 mil usuários e até o mês que vem se calcula a adesão de 2 milhões de consumidores. “Imagine a quantidade de transações que serão feitas com média de 5 milhões de usuários. Somos pagos pela economia que proporcionamos a eles”, conta o presidente da Nexxera.
O fundador do Yupee e diretor Fabio Mainardi conta que são recolhidos R$ 35 milhões em Imposto de Renda anualmente no País. A ideia é conseguir atingir um quarto do volume no ápice de adesões.
Serviço: www.yupee.com.br
Companhia investe R$ 3 mi na plataforma e segurança de dados
Os executivos da Yupee não temem a desconfiança do usuário em adotar novas tecnologias – sobretudo quando ela envolve o bolso.Questionados sobre isso, eles afirmaram que a maior parte dos R$ 3 milhões investidos em um ano e meio de projeto teve como destino a segurança digital, para evitar roubo de dados.
“Todos os dados são armazenados nas ‘nuvens’ (em servidores próprios), e a ferramenta apenas faz intermediação de pagamentos, já que as transações ocorrem diretamente com os bancos e empresas”, diz o fundados e gestor do Yupee, Fabio Mainardi.
APLICATIVOS
Não há necessidade de downloads para usar o programa. Essa é uma opção para quem deseja mobilidade, podendo pagar contas e planejar receitas e despesas de qualquer lugar do planeta. Para isso, a companhia prepara aplicativos para Android (do Google) e Facebook – ambas estão no forno junto à versão melhorada do que já existe para iPhone. Todos serão gratuitos.
por master | 21/11/11 | Ultimas Notícias
Para Jatene, consulta sobre cisão do Estado vai gerar ‘ressentimento’ na população
AGUIRRE TALENTO
DE BELÉM
O governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), disse que o plebiscito para a divisão do Estado causará mágoas e ressentimentos entre a população paraense.
Em artigo publicado ontem nos jornais “Diário do Pará” e “O Liberal”, Jatene demonstrou preocupação com a crescente rivalidade entre os habitantes do Pará remanescente e os moradores dos possíveis novos Estados.
“Ainda que eu deseje o contrário, tudo leva a crer que, seja qual for o resultado do plebiscito, o dia seguinte será marcado por mágoas, ressentimentos e desconfianças que podem se tornar duradouras”, escreveu.
Foi a primeira vez que Jatene veio a público falar sobre o plebiscito, que ocorrerá em 11 de dezembro.
“Não posso aceitar que a luta pela divisão do território se transforme em divisão do nosso povo”, disse no artigo.
No próximo mês, os paraenses decidirão se querem que o Estado se divida e dê origem a outros dois: Carajás (sudeste) e Tapajós (oeste).
Ele classificou a campanha do plebiscito no horário gratuito na TV e no rádio como “vale tudo” e afirmou que estão tentando “destruir a autoestima do paraense”. Jatene pediu que os moradores impeçam a rivalidade.
“A Europa está cheia de exemplos em que as lutas religiosas, étnicas, deixaram feridas que não cicatrizaram. Não podemos permitir que isso aconteça conosco.”
por master | 21/11/11 | Ultimas Notícias
Para Jatene, consulta sobre cisão do Estado vai gerar ‘ressentimento’ na população
AGUIRRE TALENTO
DE BELÉM
O governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), disse que o plebiscito para a divisão do Estado causará mágoas e ressentimentos entre a população paraense.
Em artigo publicado ontem nos jornais “Diário do Pará” e “O Liberal”, Jatene demonstrou preocupação com a crescente rivalidade entre os habitantes do Pará remanescente e os moradores dos possíveis novos Estados.
“Ainda que eu deseje o contrário, tudo leva a crer que, seja qual for o resultado do plebiscito, o dia seguinte será marcado por mágoas, ressentimentos e desconfianças que podem se tornar duradouras”, escreveu.
Foi a primeira vez que Jatene veio a público falar sobre o plebiscito, que ocorrerá em 11 de dezembro.
“Não posso aceitar que a luta pela divisão do território se transforme em divisão do nosso povo”, disse no artigo.
No próximo mês, os paraenses decidirão se querem que o Estado se divida e dê origem a outros dois: Carajás (sudeste) e Tapajós (oeste).
Ele classificou a campanha do plebiscito no horário gratuito na TV e no rádio como “vale tudo” e afirmou que estão tentando “destruir a autoestima do paraense”. Jatene pediu que os moradores impeçam a rivalidade.
“A Europa está cheia de exemplos em que as lutas religiosas, étnicas, deixaram feridas que não cicatrizaram. Não podemos permitir que isso aconteça conosco.”
por master | 21/11/11 | Ultimas Notícias
MARIA CRISTINA FRIAS –
cristina.frias@uol.com.br
Os primeiros sinais de queda do otimismo no setor de shoppings e no varejo para o Natal começam a se refletir na expectativa de emprego.
A previsão de que uma parte dos trabalhadores temporários contratados para o final de ano será efetivada foi revisada para baixo, de 29% para 20%, segundo a Asserttem (associação de empresas de serviços terceirizáveis e trabalho temporário).
“A crise mundial acaba impactando um pouco o ânimo do consumidor. Ele fica mais seletivo, se preocupa mais com as despesas. O governo tomou recentemente novas medidas para o crédito, mas o resultado não é imediato”, afirma Vander Morales, presidente da Asserttem.
A previsão para o preenchimento de cerca de 150 mil vagas temporárias, entretanto, ainda está mantida.
A região Sudeste vai liderar o número de contratações de temporários neste Natal, mas é no Nordeste que deve ficar o maior índice de preenchimento posterior das vagas.
“O Nordeste vai ter uma proporção maior de efetivação pelo momento econômico, com maior carência de mão de obra e menor exigência de qualificação”, diz.
Quase 50 mil vagas ainda estão abertas para a sazonalidade do Natal. São cerca de 41 mil postos no comércio e 9.000 na indústria.
Para este ano, a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) estima crescimento menos intenso nas vendas de dezembro do que no ano passado.