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Trabalhadores paralisam obras no Comperj

Trabalhadores paralisam obras no Comperj

Uma das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a maior da história da Petrobras, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) está parado desde ontem. Os trabalhadores dos quatro consórcios construtores decidiram em assembleia ontem pela manhã entrar em greve por tempo indeterminado. No dia anterior, os trabalhadores fizeram um movimento de protesto no canteiro de obras, e a Petrobras suspendeu as atividades pelo resto do dia por questões de segurança.

Segundo dados da Petrobras, trabalham no Comperj, em construção em Itaboraí, um total de 14 trabalhadores, dos quais cerca de 5 mil são dos quatro consórcios que pararam. Apesar da data-base da categoria ser em fevereiro, os operários estão reivindicando equiparação salarial com os trabalhadores que exercem as mesmas funções em outras empresas da região.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção em São Gonçalo, Itaboraí e Região, Manoel Vaz, disse que, na assembleia, os trabalhadores das outras empresas que prestam serviços à Petrobras também aderiram à greve. Vaz estima que são cerca de 8.500 os trabalhadores envolvidos direta e indiretamente nas obras e montagem de equipamentos. Nova assembleia será realizada amanhã.

– Vamos encaminhar uma nova pauta de reivindicações para as empresas e realizar nova assembleia amanhã – explicou Vaz.

Efeitos no cronograma das obras ainda indefinidos

Almir Ferreira Gomes, advogado do Sindicato das Empresas de Engenharia de Montagem e Manutenção Industrial do Estado do Rio de janeiro (Sindemon), que representa as empresas, disse que as negociações estão encerradas e que o sindicato vai recorrer ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio para julgar a abusividade da greve.

– A data-base da categoria é em fevereiro, não tem sentido conceder reajuste agora. Além disso eles não estão cumprindo o previsto na lei de greve – disse Almir Gomes.

A Petrobras informou apenas que ainda não é possível avaliar os efeitos do movimento dos trabalhadores no cronograma das obras. A primeira refinaria do Comperj, que vai processar 165 mil barris diários de petróleo, está prevista para entrar em operação no fim de 2013.

A Petrobras ainda poderá enfrentar uma greve dos seus funcionários a partir do dia 16. Ontem a companhia marcou, para amanhã, nova reunião com os líderes sindicais. Os petroleiros, com data-base em setembro, reivindicam aumento real de 10% e melhoria ns condições de segurança do trabalho.

Trabalhadores paralisam obras no Comperj

Trabalhadores paralisam obras no Comperj

Uma das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a maior da história da Petrobras, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) está parado desde ontem. Os trabalhadores dos quatro consórcios construtores decidiram em assembleia ontem pela manhã entrar em greve por tempo indeterminado. No dia anterior, os trabalhadores fizeram um movimento de protesto no canteiro de obras, e a Petrobras suspendeu as atividades pelo resto do dia por questões de segurança.

Segundo dados da Petrobras, trabalham no Comperj, em construção em Itaboraí, um total de 14 trabalhadores, dos quais cerca de 5 mil são dos quatro consórcios que pararam. Apesar da data-base da categoria ser em fevereiro, os operários estão reivindicando equiparação salarial com os trabalhadores que exercem as mesmas funções em outras empresas da região.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção em São Gonçalo, Itaboraí e Região, Manoel Vaz, disse que, na assembleia, os trabalhadores das outras empresas que prestam serviços à Petrobras também aderiram à greve. Vaz estima que são cerca de 8.500 os trabalhadores envolvidos direta e indiretamente nas obras e montagem de equipamentos. Nova assembleia será realizada amanhã.

– Vamos encaminhar uma nova pauta de reivindicações para as empresas e realizar nova assembleia amanhã – explicou Vaz.

Efeitos no cronograma das obras ainda indefinidos

Almir Ferreira Gomes, advogado do Sindicato das Empresas de Engenharia de Montagem e Manutenção Industrial do Estado do Rio de janeiro (Sindemon), que representa as empresas, disse que as negociações estão encerradas e que o sindicato vai recorrer ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio para julgar a abusividade da greve.

– A data-base da categoria é em fevereiro, não tem sentido conceder reajuste agora. Além disso eles não estão cumprindo o previsto na lei de greve – disse Almir Gomes.

A Petrobras informou apenas que ainda não é possível avaliar os efeitos do movimento dos trabalhadores no cronograma das obras. A primeira refinaria do Comperj, que vai processar 165 mil barris diários de petróleo, está prevista para entrar em operação no fim de 2013.

A Petrobras ainda poderá enfrentar uma greve dos seus funcionários a partir do dia 16. Ontem a companhia marcou, para amanhã, nova reunião com os líderes sindicais. Os petroleiros, com data-base em setembro, reivindicam aumento real de 10% e melhoria ns condições de segurança do trabalho.

Trabalhadores paralisam obras no Comperj

Câmara aprova texto-base da PEC da DRU, ainda votará destaques

O texto-base foi aprovado por 369 votos a 44. Para finalizar o primeiro turno, os deputados devem concluir nesta quarta-feira a votação dos destaques apresentados ao texto

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada de segunda-feira a Proposta de Emenda à Constituição que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 2015. A DRU permite ao governo utilizar livremente 20 por cento dos recursos vinculados pela Constituição a setores específicos, informou a Agência Câmara.

O texto-base foi aprovado por 369 votos a 44. Para finalizar o primeiro turno, os deputados devem concluir nesta quarta-feira a votação dos destaques apresentados ao texto, que começarão a ser analisados às 9 horas em sessão extraordinária, segundo a Agência Câmara.

Depois de ser votada em segundo turno na Câmara, a proposta ainda terá de ser analisada pelo Senado. A vigência atual da DRU acaba em dezembro de 2011.

Nesta madrugada, o Plenário rejeitou dois destaques da oposição. O primeiro pretendia retirar da PEC todo o artigo sobre a prorrogação e foi rejeitado por 347 votos a 43. Outro destaque rejeitado propunha diminuir gradativamente a incidência da DRU até 2015. Ele foi derrubado por 333 votos a 46.

Antes de votar o texto-base da PEC, o Plenário rejeitou, por 352 votos a 12, emenda modificativa do deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL) que propunha a diminuição gradativa do percentual da DRU até 2016, quando ela seria extinta.

Trabalhadores paralisam obras no Comperj

Câmara aprova texto-base da PEC da DRU, ainda votará destaques

O texto-base foi aprovado por 369 votos a 44. Para finalizar o primeiro turno, os deputados devem concluir nesta quarta-feira a votação dos destaques apresentados ao texto

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada de segunda-feira a Proposta de Emenda à Constituição que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 2015. A DRU permite ao governo utilizar livremente 20 por cento dos recursos vinculados pela Constituição a setores específicos, informou a Agência Câmara.

O texto-base foi aprovado por 369 votos a 44. Para finalizar o primeiro turno, os deputados devem concluir nesta quarta-feira a votação dos destaques apresentados ao texto, que começarão a ser analisados às 9 horas em sessão extraordinária, segundo a Agência Câmara.

Depois de ser votada em segundo turno na Câmara, a proposta ainda terá de ser analisada pelo Senado. A vigência atual da DRU acaba em dezembro de 2011.

Nesta madrugada, o Plenário rejeitou dois destaques da oposição. O primeiro pretendia retirar da PEC todo o artigo sobre a prorrogação e foi rejeitado por 347 votos a 43. Outro destaque rejeitado propunha diminuir gradativamente a incidência da DRU até 2015. Ele foi derrubado por 333 votos a 46.

Antes de votar o texto-base da PEC, o Plenário rejeitou, por 352 votos a 12, emenda modificativa do deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL) que propunha a diminuição gradativa do percentual da DRU até 2016, quando ela seria extinta.

Trabalhadores paralisam obras no Comperj

Pais de estudantes da USP criticam ação policial

Eles condenaram operação que resultou na prisão de alguns alunos durante a manhã desta terça-feira (8)

Os pais dos alunos da Universidade de São Paulo (USP) criticaram a prisão dos filhos deles, ocorrida na manhã desta terça (8) após uma operação policial de reintegração de posse do prédio da reitoria, que estava sendo ocupado por estudantes desde a semana passada. Os pais evitam falar com a imprensa e o fazem somente sob anonimato. Eles aguardam do lado de fora da 91ª Delegacia de Polícia, localizada na zona oeste de São Paulo

A mãe de um dos 70 alunos que foram presos reclamou da ação policial. “Nossos filhos não são bandidos. Eles estavam apenas defendendo uma gestão democrática na USP”, disse ela.

Os estudantes estavam acampados no prédio principal da reitoria da USP desde o dia 1°, em protesto pela presença de policiais no campus. O pai de um dos alunos que foram presos na operação policial desta terça disse ser favorável à presença de policiais no campus, mas criticou a ação policial. “Não sou contra a polícia (no campus), mas não sei se essa é a polícia que deve atuar lá”, disse o pai, sob anonimato.

Carta

Em uma folha de papel que foi depois copiada pela imprensa, os pais escreveram uma carta à mão em que criticam a operação policial de reintegração de posse. “Nós, pais de alunos da USP, repudiamos o modo como foi conduzido pela reitoria o processo envolvendo o movimento dos estudantes. Repudiamos a ação repressiva e truculenta das forças policiais no campus da universidade nessa madrugada de terça-feira. Estamos indignados com o fato de que uma instituição educativa utiliza como principal instrumento de solução de conflito social o uso da força policial. Nossos filhos são estudantes e não bandidos e estão em defesa de uma universidade onde existam debates democráticos”, diz o texto.

Crítica

Também do lado de fora da delegacia, o estudante de Geografia João Victor Pavesi de Oliveira, diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE), criticou a operação policial. “A interpretação da entidade é que não havia necessidade para isso. A negociação estava aberta. Tem uma rodada de conversa com a reitoria amanhã (quarta-feira, dia 9) e a gente não vê o porque de tudo isso. Não tem porque utilizar um número tão grande do efetivo policial para retirar uma ocupação pacífica”, acrescentou o estudante.

Oliveira disse que uma comissão de advogados já encaminhou à Justiça o pedido de habeas corpus para liberar os 70 estudantes que foram presos. A polícia militar cumpriu uma decisão judicial de reintegrar a posse do prédio da reitoria.