NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Maioria dos consumidores usará 13.º para quitar dívidas

Maioria dos consumidores usará 13.º para quitar dívidas

Pesquisa da Associação Na­­cional dos Executivos de Finan­ças, Administração e Contabi­lidade (Anefac) com 631 consumidores mostra que 60% pretendem usar o 13.º salário para pagar dívidas. O número era de 57% na consulta realizada há dez anos. “Isto demonstra que a redução da atividade econômica e a inflação elevaram o endividamento dos consumidores”, afirma a entidade no estudo.

Dos demais consumidores, 17% planejam usar o dinheiro para comprar presentes, 12% vão poupar para as despesas de começo de ano, 6% já receberam parte ou todo o 13.º, 3% pretendem poupar a parte que sobrar e 2% querem aproveitar os recursos para ajudar na compra ou reforma da casa.

“Diversos segmentos apresentaram uma redução na in­­tenção de gastos dos consumidores (brinquedos, bens diversos, eletroeletrônicos, celulares, linha branca e móveis), demonstrando uma maior cautela e redução de gastos dos consumidores”, afirma a Anefac.

Maioria dos consumidores usará 13.º para quitar dívidas

Berzoini, autor da PEC 369/05, quer debater estrutura sindical brasileira

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara pode votar o requerimento do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que propõe a realização de audiência pública no colegiado, com objetivo de debater a estrutura sindical brasileira.

Previdência complementar do servidor

Outro requerimento, do deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), pretende debater o PL 1.992/07, que institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais titulares de cargo efetivo e demais providências, com a criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público (Funpresp).

Defensor Público

Pode ser apreciada também no colegiado, a PEC 488/10, do deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA), que altera o artigo 94 da Constituição, incluindo a carreira dos defensores públicos no Quinto Constitucional. O relator, deputado Mauro Benevides (PMDB-CE) ofereceu parecer pela admissibilidade da proposta. Já foi concedido vista da matéria ao deputado Paes Landim (PTB-PI), que apresentou voto em separado contra o parecer do relator.


Contratação de menores

A Comissão pode votar ainda a PL 7.379/06, do Senado Federal (PLS 343/2005), que altera o artigo 434 da Consolidação das Leis do Trabalho. A relatora, deputada Sandra Rosado (PSB-RN) apresentou pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto.

O projeto fixa em R$ 611,84, o valor da multa para empregadores que infringirem as normas na contratação de menores aprendizes e de R$ 3.000, quando a contratação de menores não for na condição de aprendiz. Já foi concedido vista da proposta ao deputado Sandro Mabel (PMDB-GO).

Regulamentação de profissão

O colegiado pode votar ainda o PL 6.822/10, do Senado Federal (PLS 618/2007), que regulamenta o exercício das profissões de catador de materiais recicláveis e de reciclador de papel. O relator, deputado Marçal Filho (PMDB-MS) ofereceu pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto. Já foi concedido vista do projeto para o deputado Jilmar Tatto (PT-SP).

Estabilidade no emprego ameaçada

A Comissão pode apreciar também o PL 3.035/08, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), que acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho para inibir a demissão de trabalhador após suspensão ou interrupção do contrato de trabalho nos casos que especifica.

De acordo com o projeto, “os trabalhadores que retornarem de férias ou de afastamento involuntário do trabalho por 30 dias ou mais – incluindo os afastamentos por motivo de saúde ou devido a licença maternidade – gozarão de estabilidade no emprego por três meses após o seu retorno ao trabalho”.

O relator deputado Moreira Mendes (PDS-RO), apresenta parecer pela inconstitucionalidade, injuridicidade e boa técnica legislativa deste e do substitutivo da Comissão de Trabalho. Se for aprovado o parecer do relator, a matéria será arquivada. Já foi concedido vista conjunta aos deputados Cesar Colnago (PSDB-ES), Edson Silva (PSD-CE) e Luiz Couto (PT-PB).

A Comissão se reúne, nesta terça-feira (8), às 14h, no plenário 1. Na quarta-feira (9), a reunião acontece às 10h.

Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio

Simples trabalhista

A Comissão de Desenvolvimento Indústria e Comércio pode votar o PL 951/11, do deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que institui o Programa de Inclusão Social do Trabalhador Informal (Simples Trabalhista) para as microempresas e empresas de pequeno porte de que trata o artigo 3º da Lei Complementar 123 (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte), de 14 de dezembro de 2006.

O relator, deputado Jorge Corte Real (PTB-PE) ofereceu parecer pela aprovação da proposta. O projeto está entre os destaques da pauta empresarial elaborada pelo grupo de deputados que representa os interesses empresariais na Comissão de Desenvolvimento Econômico e Social criada pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para encontrar uma pauta de consenso entre empresários e trabalhadores.

Vale-transporte

Outra matéria que pode ser apreciada pelo colegiado é o PL 6.851/10, do Senado Federal (PLS 228/2009), que altera a Lei 7.418, de 16 de dezembro de 1985, que institui o vale-transporte, para dispor sobre o seu custeio.

O relator da proposta é o deputado Antonio Balhmann (PSB-CE), cujo parecer é pela rejeição da matéria.

A Comissão se reúne, nesta quarta-feira (9), às 9h no plenário 5.

Ponto eletrônico

Ainda nesta quarta-feira, a Comissão realiza audiência pública sobre o novo registro eletrônico de ponto. Para o debate, foram convidados a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi; e o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antônio Oliveira Santos.

A reunião será às 11h no plenário 5.

Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Regulamentação da profissão de vigia

Continua na pauta da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, o PL 5.618/05, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de vigia.

O relator da proposta no colegiado é o deputado Emiliano José (PT-BA) e seu parecer é pela rejeição do projeto. O deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF) apresentou voto em separado.

A Comissão se reúne, nesta quarta-feira (9), às 14h no plenário 6.

Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público

Demissão imotivada

Retorna a pauta da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, o PLP 8/03, do deputado Maurício Rands (PT-PE). A proposta regulamenta o inciso I do artigo 7º da Constituição, que protege a relação de emprego contra a despedida arbitrária ou sem justa causa.

O relator, deputado Silvio Costa (PTB-PE) emitiu parecer pela rejeição do projeto. Já foi concedido vista conjunta aos deputados Augusto Coutinho (DEM-PE) e Eudes Xavier (PT-CE). A deputada Manuela D’ávila (PCdoB-RS) apresentou voto em separado contra a orientação do relator.

Piso dos enfermeiros

Pode ser apreciado também o PL 4.924/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que dispõe sobre o piso salarial do enfermeiro, do técnico de enfermagem, do auxiliar de enfermagem e da parteira. O relator, deputado Assis Melo (PCdoB-RS) ofereceu parecer pela aprovação do projeto.

Férias fracionadas

O PL 7.386/06, do Senado Federal (PLS 116/2003), que dá nova redação ao artigo 134 da CLT, para alterar o critério de concessão de férias, pode ser apreciado pelo colegiado. A proposta autoriza a divisão das férias em até três períodos de dez dias corridos, mediante acordo escrito, individual ou coletivo.

O relator da proposta é o deputado Laercio Oliveira (PR-SE), cujo parecer é pela aprovação da proposição. Já foi concedido vista ao deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA). O deputado Assis Melo (PCdoB-RS) apresentou voto em separado contrário ao parecer do relator.

Regulamentação de profissão

A comissão pode votar ainda o PL 3.759/04, do ex-deputado Wilson Santos (PSDB-MT), que dispõe sobre o exercício da profissão de historiador. A relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) ofereceu parecer pela rejeição deste, e pela aprovação do PL 7.321/2006, anexado e com o mesmo propósito, de regulamentar a profissão de historiador.

Outro projeto que pode ser apreciado é o PL 6.966/06, do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), que cria a profissão de ‘cuidador’. O relator, deputado Laercio Oliveira (PR-SE) ofereceu parecer pela aprovação do projeto.

O colegiado pode votar também o PL 668/11, do deputado Policarpo (PT-DF), que regulamenta o exercício da profissão do auxiliar de farmácias e drogarias.

Ainda pode ser apreciado o PL 1.025/11, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), que dispõe sobre o exercício da profissão de físico. O relator das duas propostas é o deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que ofereceu parecer pela aprovação dos projetos.

A Comissão se reúne, nesta quarta-feira (9), às 10h no plenário 12.

Saúde do trabalhador

Na terça-feira (8), às 14h30, a Comissão de Trabalho debate em audiência pública as políticas públicas adotadas nos centros de referência em saúde do trabalhador.

Para o debate, foram convidados o secretário nacional de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior; a coordenadora do Centro de Referência de Saúde do Trabalhador de Caxias do Sul (RS), Ana Maria Bedin; e o presidente do Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho, Gilberto Almazan.

Trabalho escravo

Na quarta-feira (9), às 14h30, a Comissão de Trabalho realiza audiência pública sobre o trabalho escravo promovido por empresas de confecção.

Para o debate, foram convidados o presidente da Zara, Enrique Gonzalez; o auditor fiscal da Superintendência Regional do Trabalho (SP), Luiz Alexandre de Faria; o fundador da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto; e a representante do Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco, Valéria da Silva.

Comissão Mista de Orçamento

Aumento real dos aposentados

Nesta terça-feira (8), às 15h, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) realiza reunião com entidades representativas dos aposentados, juntamente com o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), com o presidente da comissão e o relator do projeto de lei orçamentária anula (PLOA) 2012. Em pauta, o aumento real para os aposentados.

A reunião acontece na sala da presidência da CMO.

Comissões de Seguridade Social e Família; e de Finanças e Tributação

Audiência Pública: previdência complementar do servidor

As comissões de Seguridade Social e Família; e de Finanças e Tributação realizam audiência pública sobre os impactos fiscais do PL 1.992/07, que cria o fundo de pensão dos servidores públicos da União.

Para o debate, foram convidados o ministro do STF Marco Aurélio Mello; o assessor da secretaria-executiva do Ministério da Fazenda, Ricardo Pena Pinheiro; e o secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz de Faria Júnior.

A reunião vai ser, nesta quinta-feira (10), no plenário 14, às 14h30.

Maioria dos consumidores usará 13.º para quitar dívidas

Berzoini, autor da PEC 369/05, quer debater estrutura sindical brasileira

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara pode votar o requerimento do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que propõe a realização de audiência pública no colegiado, com objetivo de debater a estrutura sindical brasileira.

Previdência complementar do servidor

Outro requerimento, do deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), pretende debater o PL 1.992/07, que institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais titulares de cargo efetivo e demais providências, com a criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público (Funpresp).

Defensor Público

Pode ser apreciada também no colegiado, a PEC 488/10, do deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA), que altera o artigo 94 da Constituição, incluindo a carreira dos defensores públicos no Quinto Constitucional. O relator, deputado Mauro Benevides (PMDB-CE) ofereceu parecer pela admissibilidade da proposta. Já foi concedido vista da matéria ao deputado Paes Landim (PTB-PI), que apresentou voto em separado contra o parecer do relator.


Contratação de menores

A Comissão pode votar ainda a PL 7.379/06, do Senado Federal (PLS 343/2005), que altera o artigo 434 da Consolidação das Leis do Trabalho. A relatora, deputada Sandra Rosado (PSB-RN) apresentou pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto.

O projeto fixa em R$ 611,84, o valor da multa para empregadores que infringirem as normas na contratação de menores aprendizes e de R$ 3.000, quando a contratação de menores não for na condição de aprendiz. Já foi concedido vista da proposta ao deputado Sandro Mabel (PMDB-GO).

Regulamentação de profissão

O colegiado pode votar ainda o PL 6.822/10, do Senado Federal (PLS 618/2007), que regulamenta o exercício das profissões de catador de materiais recicláveis e de reciclador de papel. O relator, deputado Marçal Filho (PMDB-MS) ofereceu pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto. Já foi concedido vista do projeto para o deputado Jilmar Tatto (PT-SP).

Estabilidade no emprego ameaçada

A Comissão pode apreciar também o PL 3.035/08, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), que acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho para inibir a demissão de trabalhador após suspensão ou interrupção do contrato de trabalho nos casos que especifica.

De acordo com o projeto, “os trabalhadores que retornarem de férias ou de afastamento involuntário do trabalho por 30 dias ou mais – incluindo os afastamentos por motivo de saúde ou devido a licença maternidade – gozarão de estabilidade no emprego por três meses após o seu retorno ao trabalho”.

O relator deputado Moreira Mendes (PDS-RO), apresenta parecer pela inconstitucionalidade, injuridicidade e boa técnica legislativa deste e do substitutivo da Comissão de Trabalho. Se for aprovado o parecer do relator, a matéria será arquivada. Já foi concedido vista conjunta aos deputados Cesar Colnago (PSDB-ES), Edson Silva (PSD-CE) e Luiz Couto (PT-PB).

A Comissão se reúne, nesta terça-feira (8), às 14h, no plenário 1. Na quarta-feira (9), a reunião acontece às 10h.

Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio

Simples trabalhista

A Comissão de Desenvolvimento Indústria e Comércio pode votar o PL 951/11, do deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que institui o Programa de Inclusão Social do Trabalhador Informal (Simples Trabalhista) para as microempresas e empresas de pequeno porte de que trata o artigo 3º da Lei Complementar 123 (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte), de 14 de dezembro de 2006.

O relator, deputado Jorge Corte Real (PTB-PE) ofereceu parecer pela aprovação da proposta. O projeto está entre os destaques da pauta empresarial elaborada pelo grupo de deputados que representa os interesses empresariais na Comissão de Desenvolvimento Econômico e Social criada pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para encontrar uma pauta de consenso entre empresários e trabalhadores.

Vale-transporte

Outra matéria que pode ser apreciada pelo colegiado é o PL 6.851/10, do Senado Federal (PLS 228/2009), que altera a Lei 7.418, de 16 de dezembro de 1985, que institui o vale-transporte, para dispor sobre o seu custeio.

O relator da proposta é o deputado Antonio Balhmann (PSB-CE), cujo parecer é pela rejeição da matéria.

A Comissão se reúne, nesta quarta-feira (9), às 9h no plenário 5.

Ponto eletrônico

Ainda nesta quarta-feira, a Comissão realiza audiência pública sobre o novo registro eletrônico de ponto. Para o debate, foram convidados a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi; e o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antônio Oliveira Santos.

A reunião será às 11h no plenário 5.

Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Regulamentação da profissão de vigia

Continua na pauta da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, o PL 5.618/05, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de vigia.

O relator da proposta no colegiado é o deputado Emiliano José (PT-BA) e seu parecer é pela rejeição do projeto. O deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF) apresentou voto em separado.

A Comissão se reúne, nesta quarta-feira (9), às 14h no plenário 6.

Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público

Demissão imotivada

Retorna a pauta da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, o PLP 8/03, do deputado Maurício Rands (PT-PE). A proposta regulamenta o inciso I do artigo 7º da Constituição, que protege a relação de emprego contra a despedida arbitrária ou sem justa causa.

O relator, deputado Silvio Costa (PTB-PE) emitiu parecer pela rejeição do projeto. Já foi concedido vista conjunta aos deputados Augusto Coutinho (DEM-PE) e Eudes Xavier (PT-CE). A deputada Manuela D’ávila (PCdoB-RS) apresentou voto em separado contra a orientação do relator.

Piso dos enfermeiros

Pode ser apreciado também o PL 4.924/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que dispõe sobre o piso salarial do enfermeiro, do técnico de enfermagem, do auxiliar de enfermagem e da parteira. O relator, deputado Assis Melo (PCdoB-RS) ofereceu parecer pela aprovação do projeto.

Férias fracionadas

O PL 7.386/06, do Senado Federal (PLS 116/2003), que dá nova redação ao artigo 134 da CLT, para alterar o critério de concessão de férias, pode ser apreciado pelo colegiado. A proposta autoriza a divisão das férias em até três períodos de dez dias corridos, mediante acordo escrito, individual ou coletivo.

O relator da proposta é o deputado Laercio Oliveira (PR-SE), cujo parecer é pela aprovação da proposição. Já foi concedido vista ao deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA). O deputado Assis Melo (PCdoB-RS) apresentou voto em separado contrário ao parecer do relator.

Regulamentação de profissão

A comissão pode votar ainda o PL 3.759/04, do ex-deputado Wilson Santos (PSDB-MT), que dispõe sobre o exercício da profissão de historiador. A relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) ofereceu parecer pela rejeição deste, e pela aprovação do PL 7.321/2006, anexado e com o mesmo propósito, de regulamentar a profissão de historiador.

Outro projeto que pode ser apreciado é o PL 6.966/06, do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), que cria a profissão de ‘cuidador’. O relator, deputado Laercio Oliveira (PR-SE) ofereceu parecer pela aprovação do projeto.

O colegiado pode votar também o PL 668/11, do deputado Policarpo (PT-DF), que regulamenta o exercício da profissão do auxiliar de farmácias e drogarias.

Ainda pode ser apreciado o PL 1.025/11, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), que dispõe sobre o exercício da profissão de físico. O relator das duas propostas é o deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que ofereceu parecer pela aprovação dos projetos.

A Comissão se reúne, nesta quarta-feira (9), às 10h no plenário 12.

Saúde do trabalhador

Na terça-feira (8), às 14h30, a Comissão de Trabalho debate em audiência pública as políticas públicas adotadas nos centros de referência em saúde do trabalhador.

Para o debate, foram convidados o secretário nacional de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior; a coordenadora do Centro de Referência de Saúde do Trabalhador de Caxias do Sul (RS), Ana Maria Bedin; e o presidente do Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho, Gilberto Almazan.

Trabalho escravo

Na quarta-feira (9), às 14h30, a Comissão de Trabalho realiza audiência pública sobre o trabalho escravo promovido por empresas de confecção.

Para o debate, foram convidados o presidente da Zara, Enrique Gonzalez; o auditor fiscal da Superintendência Regional do Trabalho (SP), Luiz Alexandre de Faria; o fundador da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto; e a representante do Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco, Valéria da Silva.

Comissão Mista de Orçamento

Aumento real dos aposentados

Nesta terça-feira (8), às 15h, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) realiza reunião com entidades representativas dos aposentados, juntamente com o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), com o presidente da comissão e o relator do projeto de lei orçamentária anula (PLOA) 2012. Em pauta, o aumento real para os aposentados.

A reunião acontece na sala da presidência da CMO.

Comissões de Seguridade Social e Família; e de Finanças e Tributação

Audiência Pública: previdência complementar do servidor

As comissões de Seguridade Social e Família; e de Finanças e Tributação realizam audiência pública sobre os impactos fiscais do PL 1.992/07, que cria o fundo de pensão dos servidores públicos da União.

Para o debate, foram convidados o ministro do STF Marco Aurélio Mello; o assessor da secretaria-executiva do Ministério da Fazenda, Ricardo Pena Pinheiro; e o secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz de Faria Júnior.

A reunião vai ser, nesta quinta-feira (10), no plenário 14, às 14h30.

Maioria dos consumidores usará 13.º para quitar dívidas

Dona de casa sem renda poderá receber benefício previdenciário mais rápido

As donas de casa de baixa renda dedicadas exclusivamente às tarefas domésticas em seu próprio lar poderão ser dispensadas de carência para ter acesso a benefício previdenciário de um salário mínimo. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) deverá votar a ampliação dessa proteção social na reunião desta quarta-feira (9).

Por meio da Emenda nº 47/05, a Constituição Federal passou a garantir sistema especial de inclusão previdenciária a esses trabalhadores domésticos. A novidade sugerida em proposta de emenda à Constituição (PEC 13/11) da senadora Ângela Portela (PT-RR) é a derrubada da exigência de prazo mínimo de recolhimento da contribuição previdenciária para solicitar o benefício.

A PEC 13/11 restringe essa facilidade a quem integra família de baixa renda e não recebe salário para realizar os serviços domésticos em sua própria casa. O acesso imediato a esse benefício previdenciário dependerá, entretanto, do cumprimento de regras de transição a serem definidas por lei posterior.

Segundo explicou Ângela Portela, a aprovação da Emenda nº 47/05 permitiu a criação de uma alíquota previdenciária diferenciada (11% sobre o salário mínimo) para o trabalhador doméstico carente e sem renda pessoal que responde pelos afazeres em sua residência. Mas, a exigência de 15 anos de contribuição ininterrupta para que a categoria possa reivindicar aposentadoria por idade estaria, conforme acrescentou, inviabilizando esse processo de inclusão previdenciária.

Os argumentos expostos na PEC 13/11 convenceram a relatora, senadora Ana Rita (PT-ES), a recomendar sua aprovação.

“Demandar que essa categoria consiga estabelecer uma rotina de recolhimento previdenciário durante anos a fio é pedir demais de uma categoria já tão sacrificada pela falta de reconhecimento social e pelas próprias características de seu trabalho – não-remunerado, fisicamente demandante, repetitivo e, por definição, sem direito a férias”, comentou Ana Rita em seu parecer.

Se for aprovada pela CCJ, a proposta seguirá para o Plenário do Senado, onde será submetida a dois turnos de discussão e votação.  

Maioria dos consumidores usará 13.º para quitar dívidas

Dona de casa sem renda poderá receber benefício previdenciário mais rápido

As donas de casa de baixa renda dedicadas exclusivamente às tarefas domésticas em seu próprio lar poderão ser dispensadas de carência para ter acesso a benefício previdenciário de um salário mínimo. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) deverá votar a ampliação dessa proteção social na reunião desta quarta-feira (9).

Por meio da Emenda nº 47/05, a Constituição Federal passou a garantir sistema especial de inclusão previdenciária a esses trabalhadores domésticos. A novidade sugerida em proposta de emenda à Constituição (PEC 13/11) da senadora Ângela Portela (PT-RR) é a derrubada da exigência de prazo mínimo de recolhimento da contribuição previdenciária para solicitar o benefício.

A PEC 13/11 restringe essa facilidade a quem integra família de baixa renda e não recebe salário para realizar os serviços domésticos em sua própria casa. O acesso imediato a esse benefício previdenciário dependerá, entretanto, do cumprimento de regras de transição a serem definidas por lei posterior.

Segundo explicou Ângela Portela, a aprovação da Emenda nº 47/05 permitiu a criação de uma alíquota previdenciária diferenciada (11% sobre o salário mínimo) para o trabalhador doméstico carente e sem renda pessoal que responde pelos afazeres em sua residência. Mas, a exigência de 15 anos de contribuição ininterrupta para que a categoria possa reivindicar aposentadoria por idade estaria, conforme acrescentou, inviabilizando esse processo de inclusão previdenciária.

Os argumentos expostos na PEC 13/11 convenceram a relatora, senadora Ana Rita (PT-ES), a recomendar sua aprovação.

“Demandar que essa categoria consiga estabelecer uma rotina de recolhimento previdenciário durante anos a fio é pedir demais de uma categoria já tão sacrificada pela falta de reconhecimento social e pelas próprias características de seu trabalho – não-remunerado, fisicamente demandante, repetitivo e, por definição, sem direito a férias”, comentou Ana Rita em seu parecer.

Se for aprovada pela CCJ, a proposta seguirá para o Plenário do Senado, onde será submetida a dois turnos de discussão e votação.