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Lula pode vencer no 1º turno com “voto envergonhado”, diz Felipe Nunes

Lula pode vencer no 1º turno com “voto envergonhado”, diz Felipe Nunes

“Há um medo de pressão social muito grande numa falta de explicação sobre por que votariam no Lula”, afirma diretor da Quaest

As pesquisas já começam a projetar uma vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno das eleições 2022 – o que pode estimular uma onda de voto útil no ex-presidente. Mas outro fator que também pode elevar as chances de êxito de petista em 2 de outubro. Segundo o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest Consultoria, Lula será beneficiário do chamado “voto envergonhado”.

“O que as pesquisas fazem é mostrar um retrato do momento para que os eleitores façam uma escolha informada. Os principais institutos perguntam em quem o eleitor votou em 2018”, explica Nunes em entrevista ao UOL News.

 

Segundo ele, a Quaest – que tem feito pesquisas periódicas sob encomenda da Genial Investimentos – estudou “fenômenos sobre o voto envergonhado” no Brasil. O objetivo era captar tendências em meio a uma disputa tão polarizada entre Lula e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL).

 

A conclusão: “O percentual de pessoas que dizem queconhecem alguém que vai votar em Lula é maior que o percentual de pessoas que admitem que vão votar em Lula”. É uma pista do que pode ocorrer nesta reta final das eleições.

 

Em outras palavras, se há “evidência de votos escondidos”, esses votos não irão para Bolsonaro – mas, sim, para Lula. “Há um medo de pressão social muito grande numa falta de explicação sobre por que votariam no Lula, dado todos os escândalos de corrupção, que são os principais argumentos dos eleitores de Bolsonaro”, conclui Felipe Nunes.
Lula pode vencer no 1º turno com “voto envergonhado”, diz Felipe Nunes

Senado avaliará uso de recursos do pré-sal para pagar piso da enfermagem

O projeto é de autoria do líder da minoria na Casa, Jean Paul Prates (PT-RN), para quem isso vai gerar um valor estimado de R$ 10 bilhões para custear o pagamento
Entre as propostas que estão sendo apresentadas no Senado para viabilizar o pagamento do novo piso da enfermagem, destaca-se o uso dos recursos do óleo excedente do pré-sal nos anos entre 2023 a 2026. Para se ter uma ideia, R$ 60 bilhões dessa fonte foram utilizados apenas para pagamento de amortização da dívida.

O projeto é de autoria do líder da minoria na Casa, Jean Paul Prates (PT-RN), para quem isso vai gerar um valor estimado de R$ 10 bilhões a fim de custear o pagamento do piso pelos municípios, estados e Distrito Federal, incluindo também os hospitais filantrópicos conveniados junto a esses entes.

“Sob o teto de gasto, ainda que a arrecadação dessas fontes cresça, não há como ampliar as despesas e os recursos se acumulam no caixa do Tesouro, convertendo-se em superávit financeiro, sendo desviados de áreas como educação e saúde para amortização da dívida. Desta forma, perde-se a conexão entre a exploração do pré-sal e o desenvolvimento social, conforme pensado na lei da partilha”, explicou o líder.

Nos anos seguintes, propõe o senador, a proporção de recursos alocada para esse fim será reduzida progressivamente. “A partir de 2027 é restaurada a sistemática atual, com a totalidade dos recursos sendo canalizados para o Fundo Social. Assim, defendemos que esses recursos atendem melhor as finalidades sociais que motivaram a criação do regime de partilha se forem remanejados para a consolidação do novo piso da enfermagem, ao passo que o Congresso e a sociedade discutem o financiamento da saúde pública”, justificou.

“Estamos trabalhando constantemente para buscar uma saída orçamentária e pagar o piso da enfermagem. Esses profissionais merecem todo nosso reconhecimento. A descentralização dos recursos, entre 2023 e 2026, vai ajudar a viabilizar a implementação do piso salarial da enfermagem”, disse o líder.

Impasse

O piso de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos de enfermagem e R$ 2.375 para auxiliares de enfermagem e parteiras foi aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado. No dia 4 deste mês, o ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a aplicação do piso por 60 dias até que se esclareça sobre o impacto financeiro, riscos de demissões e se pode afetar qualidade dos serviços prestados. A decisão foi referenda pelo plenário da corte.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) apresentou quatro projetos que podem solucionar a questão do financiamento do piso salarial durante a reunião de líderes. São eles:

-A regularização de patrimônio (PL 458 de 2021) – regime especial para atualizar os valores patrimoniais pagando uma alíquota especial e sem multas;
-Auxílio para santas casas (PL 1.417 de 2021) – destina R$ 3,3 bilhões da União para santas casas e hospitais filantrópicos;
-Repatriação de recursos (PL 798 de 2021) – reabre o prazo por 120 dias para se aderir ao programa especial de declarar recursos no exterior não declarados anteriormente e;
-Recursos ociosos (PLP 44 de 2022) – permite que dinheiro parado nos fundos de saúde dos Estados e municípios sejam remanejados.

VERMELHO
https://vermelho.org.br/2022/09/20/senado-avaliara-uso-de-recursos-do-pre-sal-para-pagar-piso-da-enfermagem/

Lula pode vencer no 1º turno com “voto envergonhado”, diz Felipe Nunes

Rejeição a Bolsonaro não para de crescer desde o 7 de Setembro

Na semana em que Bolsonaro converteu dois atos cívicos da Independência em comícios à margem da lei eleitoral, a taxa de desaprovação a seu governo estava em 43%. Agora, está em 47%.

 

Desde que transformou a celebração dos 200 anos da Independência do Brasil em palanque eleitoral, Jair Bolsonaro (PL) vê a rejeição a seu governo crescer. É o que aponta a série de pesquisas semanais do Ipec, que divulgou uma nova rodada nesta segunda-feira (19).

 

Os números sugerem que, em vez de atrair a atenção dos brasileiros para eventuais trunfos de sua campanha à reeleição, o presidente jogou ainda mais luzes sobre erros e contradições de seu governo. De forma lenta, mas constante, a repercussão do 7 de setembro sobre sua candidatura é negativa.

 

Na semana em que Bolsonaro converteu dois atos cívicos da Independência em comícios à margem da lei eleitoral, a taxa de desaprovação a seu governo estava em 43%, conforme o Ipec. Uma semana depois, no dia 12, o índice havia oscilado para 45%. Agora, está em 47%.

 

Ao longo desses três levantamentos, não houve mudança no percentual de eleitores que aprovam a gestão bolsonarista Semana após semana, essa taxa se manteve em 30%. Porém, caiu o número de brasileiros que consideram o governo regular – de 25% em 5 de setembro para 23% no dia 12 e, finalmente, 22% agora.

 

O oportunismo de Bolsonaro no 7 de Setembro não foi o único revés de sua campanha neste último mês de campanha, antes do segundo turno, que ocorre em 2 de outubro. Durante todo este período, Bolsonaro se enrolou ao tentar explicar como sua família comprou nada menos que 107 imóveis desde 1990, sendo 51 pagos, total ou parcialmente, em dinheiro vivo. A denúncia veio a público no final de agosto, em reportagem do portal UOL.

 

Em 13 de setembro, o deputado estadual bolsonarista Douglas Garcia (Republicanos-SP) ofendeu e tentou intimidar a jornalista Vera Magalhães após debate entre candidatos ao governo paulista. No ataque, Garcia, gravando tudo com seu telefone celular, usou a mesma expressão (“vergonha para o jornalismo”) que Bolsonaro havia usado contra Vera duas semanas antes. A cena foi tão constrangedora que levou candidatos apoiados por Bolsonaro a ficarem ao lado da jornalista, e não do aliado.

 

O presidente também sangra devido à peça orçamentária que apresentou ao Congresso Nacional no final de agosto, com o detalhamento do Orçamento Geral da União para 2023. No projeto, o governo não apenas pôs em xeque a manutenção do Auxílio Brasil a R$ 600 no próximo ano como também previu cortes de recursos para projetos como a Farmácia Popular.

 

Em meio à tamanha crise de sua candidatura, Bolsonaro vê seu principal adversário, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), abrir vantagem na preferência do eleitorado, rumo a uma vitória cada vez mais possível já no primeiro turno. Em duas semanas, enquanto o presidente se manteve com 31% das intenções de voto, Lula saltou de 44% para 47%.

 

Na simulação de segundo turno, a diferença também cresceu. Em 29 de agosto, era de 13 pontos percentuais a favor de Lula – 50% a 37%. Agora, está em 19 pontos – 54% a 35%. Não bastassem os reveses de Bolsonaro, tudo indica que o clamor da campanha lulista pelo voto útil começa a dar resultado.

 

VERMELHO
Lula pode vencer no 1º turno com “voto envergonhado”, diz Felipe Nunes

BC pode encerrar nesta quarta, em reunião do Copom, maior ciclo de alta dos juros em 23 anos, prevê mercado financeiro

Mercado aposta na manutenção da taxa básica da economia em 13,75% ao ano. Juros vêm de 12 altas seguidas.

Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

 

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (21) e deve manter a taxa básica de juros estável em 13,75% ao ano, conforme expectativa da maior parte dos analistas do mercado financeiro. A decisão será anunciada depois das 18h.

 

A previsão dos economistas, colhida na semana passada em pesquisa com mais de 100 bancos, é de que a taxa Selic permanecerá neste patamar até junho de 2023 — quando recuará para 13,50% ao ano. Para o fim do ano que vem, a projeção é de juros em 11,25% .

 

Ainda há, porém, alguns analistas que acreditam em um aumento de juros nesta quarta: para 14% ao ano.

 

Se confirmado o encerramento dessa rodada de 12 elevações seguidas, a Selic terá subido 11,75 pontos percentuais desde março de 2021, configurando o maior e mais longo ciclo de alta desde 1999.

 

Segundo a série histórica do BC, taxa média passou de 29,2% ao ano em dezembro de 1998 (na época havia um piso e um teto para o juro básico) para 45% ao ano em março de 1999. Naquele ano, nasceu o sistema de metas para inflação.

 

Em meio à troca de seus presidentes (Gustavo Franco por Francisco Lopes e, logo em seguida, por Armínio Fraga), o BC deu uma puxada para cima na taxa Selic no final da década de 90 para atrair dólares e evitar uma disparada ainda maior na cotação da moeda norte-americana.

 

O objetivo foi evitar que a liberação do câmbio, autorizada depois da reeleição de Fernando Henrique Cardoso), contaminasse a inflação e colocasse em risco o Real — nascido apenas cinco anos antes.

 

Já o atual ciclo de alta dos juros, que pode se encerrar nesta quarta-feira, teve por objetivo conter as pressões inflacionárias decorrentes da pandemia da Covid-19 (que gerou ruptura na oferta de produtos) e injetou recursos extraordinários na economia (por meio de auxílios temporários); e também por conta dos efeitos da guerra na Ucrânia sobre combustíveis e alimentos.

Inflação em desaceleração

 

A possível interrupção da alta dos juros acontece em um cenário de desaceleração da inflação. Influenciada pelos preços dos combustíveis, devido ao corte de impostos sobre itens essenciais e à redução do preço internacional do petróleo, houve deflação no país pelo segundo mês seguido em agosto.

 

Para definir o nível dos juros, o Banco Central se baseia no sistema de metas de inflação. Quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o Banco Central pode reduzir o juro básico da economia.

 

Em 2022, a meta central de inflação é de 3,5% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. Para 2023, a meta de inflação foi fixada 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.

 

Neste momento, o BC já está ajustando a taxa Selic para tentar atingir a meta de inflação dos próximos anos, uma vez que as decisões sobre juros demoram de seis a 18 meses para terem impacto pleno na economia.

 

Embora as estimativas de inflação estejam acima do teto da meta para este ano, o mercado financeiro já prevê desaceleração das pressões inflacionárias em 2023 (diante do juro alto, da crise energética na Europa e da desaceleração da economia mundial).

 

O BC informou ainda que está mirando mais adiante nas decisões sobre juros, no início de 2024.

Consequências de juros altos

 

Mesmo se interrompido o ciclo de alta dos juros, a taxa Selic permanecerá no maior patamar em seis anos. De acordo com especialistas, juros elevados têm vários reflexos na economia, entre os quais:

 

  • Aumento das taxas bancárias: a tendência é que novos aumentos também sejam repassados aos clientes. No ano passado, a elevação do juro bancário foi o maior em seis anos. Em junho, a taxa média cobrada pelos bancos foi a maior em quatro anos.

  • Redução do consumo da população e afeta os investimentos produtivos, impactando negativamente o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e a renda. Na semana passada, analistas projetaram uma expansão de 2,65% para este ano e de 0,5% em 2023, contra um crescimento de 4,6% em 2021.
  • Despesa adicional com juros da dívida pública: em doze meses até maio, as despesas do governo com juros da dívida atingiram R$ 500 bilhões pela primeira vez desde 2016. A expectativa de economistas é de que essa despesa deve bater recorde em 2022.
  • Aplicações em renda fixa, como no Tesouro Direto e em debêntures, passam a render mais: em junho, o total de investidores ativos do Tesouro Direto, programa de oferta de títulos públicos pela internet para pessoas físicas, atingiu o recorde de dois milhões. E, em agosto, as vendas de papeis continuaram elevadas.

G1

https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/09/21/bc-pode-encerrar-nesta-quarta-em-reuniao-do-copom-maior-ciclo-de-alta-dos-juros-em-23-anos-preve-mercado-financeiro.ghtml

Lula pode vencer no 1º turno com “voto envergonhado”, diz Felipe Nunes

Como a inflação afeta os preços dos produtos cotidianos?

Preços dispararam pelo mundo com o fim dos confinamentos pela Covid e o início da guerra na Ucrânia.

Por France Presse

Os preços dispararam com o fim dos confinamentos pela Covid e o início da guerra na Ucrânia e, segundo o FMI, a inflação mundial alcançará 8,3% este ano.

Como os lares serão afetados?

Combustível

Desde o início da guerra, os preços do petróleo dispararam já que a Rússia é seu terceiro produtor mundial. O barril de Brent, do Mar do Norte, beirou os US$ 140 antes de voltar para os US$ 100. No fechamento de segunda-feira, o valor do barril deste petróleo de referência fechou em alta de US$ 92.

A valorização da gasolina provocou o encarecimento da gasolina, superando os dois euros por litro em março na França, Alemanha e Reino Unido, e cinco dólares o galão (3,78 litros) nos Estados Unidos em meados de junho, um ritmo que desacelerou nas últimas semanas.

O mesmo aconteceu com o óleo e o gás: a energia é de longe o principal componente da inflação na zona euro, com um aumento do 38,% interanual em agosto, segundo cifras do Eurostat publicadas nesta sexta-feira.

Isto repercute em toda a economia, ao aumentar os custos de produção das empresas. A situação é tão crítica que algumas fábricas fecharam para evitar despesas muitos altas.

Massas, feijão e tortilhas

A Ucrânia é considerada o “celeiro da Europa” e sua invasão fez disparar os preços dos cereais, levando o trigo a níveis recordes em março.

As massas também ficaram mais caras. Em maio, a Allianz estimou um aumento em 19% do produto na zona do Euro nos últimos 18 meses.

No Canadá, grande exportador de trigo, o pacote de 500 gramas de massa subiu 60 centavos em um ano, chegando a 3,16 dólares canadenses (US$ 2,39), segundo números oficiais.

Na Tailândia, o popular macarrão instantâneo teve o preço congelado pelo governo depois de subir em agosto pela primeira vez em 14 anos, passando de 1 baht (0,03 dólar) a 7 bahts.

Derivada do milho, o quilo da tortilha, alimento básico no México, aumentou em média 2,79 pesos (US$ 0,15) entre janeiro e meados de setembro, segundo dados oficiais. É um dos produtos que mais influenciam na inflação do país.

No Brasil, o feijão carioca chegou a custar em agosto 22,67% a mais do que um anos antes, segundo o Índice Nacional de Preços.

Carne

Com a alta dos grãos, ficou mais caro alimentar o gado e, assim, o preço da carne também subiu.

A carne suína, a mais consumida na China, registrou um aumento de 22% ao ano em agosto. A agência Xinhua anunciou na sexta que as autoridades recorreram a suas reservas estratégicas deste alimento pela segunda vez este ano para estabilizar o preço.

Na Argentina, a carne moída, popular por seus preços tradicionalmente baixos, aumentou 76,7% no índice anual. O país sofre uma das piores taxas de inflação do mundo, de 56,4% nos primeiros oito meses do ano.

Na Europa, o preço das aves aumentou especialmente por causa da gripe aviária. Em agosto, o preço por 100 quilos de frango teve um aumento anual de 33%, segundo dados da Comissão Europeia.

Cerveja

A inflação também também chegou ao ‘happy hour’: a cerveja foi afetada pela alta da cevada, do trigo e também do alumínio das latas e vidro das garrafas. Estas bebidas ficaram “70% mais caras que antes da guerra” na Ucrânia, segundo a associação ‘Cervejeiros da Europa’.

A holandesa Heineken indicou um aumentou médio de 8,9% no primeiro semestre. Segundo estimativas da Bloomberg, a belgo-brasileira AB InBev (Corona, Budweiser, Quilmes…) aumentou suas marcas em 8%.

No Reino Unido, o preço da cerveja superou as quatro libras esterlinas, o nível mais alto desde 1987, segundo sua agência nacional de estatística.

Jornais

O papel também ficou mais caro. Sua fabricação requer muita energia e seu preço aumentou com a retomada da atividade após os confinamentos.

Jornais franceses como o Le Figaro, L’Humanité e Le Point encareceram em algumas dezenas de centavos de euro desde janeiro. No Reino Unido, publicações como The Sun, The Times e The Sunday Mail também anunciaram aumentos.

Outras optaram por reduzir sua paginação. Em todo o mundo, os preços dos jornais subiram cerca de 6,5% em julho, segundo o Eurostat.G1https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/09/20/como-a-inflacao-afeta-os-precos-dos-produtos-cotidianos.ghtml