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Dólar cai e fecha a R$ 5,27, menor nível em 17 meses; Ibovespa bate 12º recorde seguido

Dólar cai e fecha a R$ 5,27, menor nível em 17 meses; Ibovespa bate 12º recorde seguido

O dólar fechou em queda de 0,64% nesta terça-feira (11), cotado a R$ 5,2727 — menor nível desde 6 de junho de 2024, quando encerrou em R$ 5,2498. Já o Ibovespa avançou 1,60%, aos 157.749 pontos, alcançando seu 12º recorde consecutivo.

Investidores reagiram com otimismo à ata do Copom e ao IPCA de outubro, que ficou abaixo do esperado. Com isso, cresceram as apostas em cortes de juros em 2026 e a procura por ativos brasileiros, impulsionando o Ibovespa e derrubando o dólar. No exterior, o foco foi o possível fim do shutdown nos EUA — fator que elevou o apetite por risco e favoreceu mercados emergentes.

▶️ A ata do Copom reforçou que o Banco Central está mais confiante de que a taxa Selic em 15% ao ano é suficiente para controlar a inflação. O texto aponta que os juros devem permanecer nesse patamar por um período prolongado, mas o mercado projeta cortes em 2026.

Segundo o documento, a inflação recente tem se mostrado mais favorável, refletindo o câmbio valorizado e a queda nas commodities e nos alimentos. Ainda assim, a demanda aquecida e o mercado de trabalho resiliente seguem pressionando os preços, ponderou o Copom.

▶️ O IBGE informou que o IPCA de outubro subiu 0,09%, desaceleração de 0,39 ponto percentual frente a setembro, quando avançou 0,48%. Foi a menor taxa para outubro em 27 anos, o que levou a inflação acumulada a 3,73% no ano e 4,68% em 12 meses.

▶️ Nos Estados Unidos, a paralisação do governo (shutdown), que já dura 42 dias, pode estar perto do fim. O Senado aprovou uma medida provisória de financiamento, com apoio de democratas centristas, para tentar encerrar o impasse.

🔎 “Shutdown” significa paralisação. Nos EUA, o termo é usado para descrever quando o governo federal suspende parte de suas atividades por falta de aprovação, pelo Congresso, do orçamento anual ou de um financiamento provisório para os gastos públicos.

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -1,19%;
  • Acumulado do mês: -1,99%;
  • Acumulado do ano: -14,68%.

📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: +2,39%;
  • Acumulado do mês: +5,49%;
  • Acumulado do ano: +31,15%.

Ata da Copom

O Banco Central informou nesta terça-feira (11) que o cenário para a economia tem se desenrolado conforme o esperado, e que já tem uma “maior convicção” de que a taxa de juros atual é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta.

As avaliações constam na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, ocorrida na semana passada, quando a taxa básica de juros foi mantida estável em 15% ao ano – o maior nível em quase 20 anos. Foi a terceira manutenção seguida do juro neste patamar.

“Endossando o cenário esperado do Comitê até aqui, há uma moderação gradual da atividade em curso, certa diminuição da inflação corrente e alguma redução nas expectativas de inflação”, informou o Banco Central.

Não há, porém, uma indicação de quando a taxa Selic pode começar a ser reduzida. O mercado financeiro projeta o início do ciclo de corte dos juros básicos da economia a partir de janeiro de 2026.

“Mantém-se a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista [juro alto] por um período bastante prolongado”, informou. E acrescentou:

“O Comitê seguirá vigilante e não hesitará em retomar o ciclo de alta se julgar apropriado. Reafirmou-se o firme compromisso com o mandato do Banco Central de levar a inflação à meta”, acrescentou a autoridade monetária.

Inflação de outubro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, ficou em 0,09% em outubro, segundo dados divulgados pelo IBGE.

O resultado veio abaixo da expectativa do mercado, que previa um aumento entre 0,10% e 0,16% nos preços.

  • ➡️ O dado representa uma desaceleração de 0,39 ponto percentual em relação à taxa de 0,48% observada em setembro.
  • ➡️ No acumulado do ano, o indicador soma alta de 3,73%, e em 12 meses, a variação ficou em 4,68%, abaixo dos 5,17% registrados no período anterior.
  • ➡️ Em outubro de 2024, o IPCA havia avançado 0,56%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, três tiveram variação negativa no mês: Artigos de residência (-0,34%), Habitação (-0,30%) e Comunicação (-0,16%). Entre os grupos com alta, os resultados variaram de 0,01% em Alimentação e bebidas a 0,51% em Vestuário.

A queda de 0,30% em Habitação foi influenciada principalmente pela redução de 2,39% na energia elétrica residencial, que exerceu o maior impacto negativo no índice do mês (-0,10 p.p.)

O recuo reflete a troca da bandeira tarifária vermelha patamar 2, vigente em setembro, pela vermelha patamar 1, que reduziu a cobrança extra na conta de luz de R$ 7,87 para R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.

Paralisação do governo americano no 42º dia

A paralisação do governo dos Estados Unidos chegou ao 42º dia, com expectativa de encerramento nos próximos dias. Na segunda-feira, o Senado aprovou uma proposta de financiamento temporário, elaborada no domingo, com apoio de oito democratas que se juntaram aos republicanos.

O texto agora segue para votação na Câmara dos Representantes, prevista para as 16h (horário de Brasília).

O presidente Donald Trump declarou apoio à medida, aumentando as chances de que o projeto seja sancionado e ponha fim ao impasse.

“Temos apoio suficiente de democratas e vamos reabrir o nosso país”, disse ele a jornalistas na segunda-feira.

A proposta prevê o funcionamento do governo até 30 de janeiro de 2026, além de garantir o pagamento retroativo a funcionários como os controladores de tráfego aéreo, que foram criticados por Trump por se ausentarem do trabalho durante o período sem remuneração.

A paralisação já provoca impactos em diversos serviços, incluindo o cancelamento de mais de mil voos apenas na terça-feira. Programas federais como o de Assistência Nutricional Suplementar (SNAP), também enfrentam instabilidade, após o governo orientar estados a suspenderem pagamentos iniciados no fim de semana.

Bolsas globais

Em Wall Street, os mercados fecharam sem direção única, com investidores preocupados com a valorização excessiva das ações de tecnologia. Ao mesmo tempo, o clima foi de expectativa em torno do fim da paralisação do governo, que já dura mais de 40 dias.

Por lá, dados de emprego da ADP mostraram que, nas últimas quatro semanas até 25 de outubro, empresas privadas cortaram em média 11.250 empregos por semana, o que também contribui para o clima de cautela.

O índice Dow Jones atingiu um novo recorde de fechamento após subir 1,18%, aos 47.927,96 pontos. O S&P 500 avançou 0,22%, aos 6.847,36 pontos, enquanto o Nasdaq caiu 0,25%, aos 23.468,30 pontos, influenciado pela queda de quase 3% nas ações da Nvidia.

Enquanto isso, as bolsas europeias fecharam em alta, dando continuidade ao movimento positivo da véspera. O bom desempenho foi impulsionado por balanços corporativos e dados econômicos locais, além da expectativa de que a paralisação do governo americano esteja próxima do fim.

O índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, subiu 1,15%, encerrando o dia em 9.899,60 pontos e renovando seu recorde de fechamento. O STOXX 600 avançou 1,33%, aos 580,41 pontos.

Em Frankfurt, o DAX teve alta de 0,53%, aos 24.088,06 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, ganhou 1,25%, aos 8.156,23 pontos.

Na Ásia, os mercados fecharam mistos. Na China, investidores realizaram lucros em meio à ausência de novos fatores que impulsionem os negócios. Analistas projetam crescimento de 4,5% para a economia chinesa em 2026, com exportações em queda e o setor imobiliário ainda em desaceleração.

Em Hong Kong, a fabricante de veículos elétricos Xpeng teve forte valorização após anunciar novos modelos de robotáxi com testes previstos para 2026.

O índice Nikkei, de Tóquio, caiu 0,14%, fechando em 50.842 pontos. Em Xangai, o SSEC recuou 0,39%, a 4.002 pontos, e o CSI300 perdeu 0,91%, a 4.652 pontos. Já o KOSPI, de Seul, subiu 0,81%, a 4.106 pontos.

Em Taiwan, o TAIEX caiu 0,30%, a 27.784 pontos, enquanto o índice Straits Times, de Cingapura, avançou 1,20%, a 4.542 pontos.

*Com informações da agência de notícias Reuters.

G1
https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/11/11/dolar-ibovespa.ghtml

Dólar cai e fecha a R$ 5,27, menor nível em 17 meses; Ibovespa bate 12º recorde seguido

IPCA de outubro fica em 0,09% e atinge menor patamar para o mês desde 1998

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em outubro veio abaixo das expectativas do mercado e desacelerou em relação ao mês anterior. Os dados divulgados nesta terça-feira (11/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a inflação oficial fechou o período em 0,09% – menor patamar para outubro desde 1998 e abaixo do resultado de setembro, de 0,48%.

Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 4,68%, enquanto que de janeiro a outubro, o avanço é de 3,73%. A deflação de 0,1% no preço da energia elétrica foi a principal influência negativa no índice do mês, com a energia residencial registrando queda de 2,39% no mesmo período.

O gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, explica que a queda da energia elétrica reflete a mudança na bandeira tarifária vermelha patamar 2, vigente em setembro, para a vermelha patamar 1, com a cobrança adicional de R$ 4,46 para cada 100 kW-horas consumidos, em vez dos R$ 7,87 que eram cobrados em setembro. “No ano, a energia elétrica residencial acumula uma alta de 13,64%, destacando-se como o principal impacto individual com 0,53 ponto percentual”, explica.

Já o grupo de alimentos e bebidas, que também possui um peso relevante no índice geral, interrompeu uma sequência de quedas nos últimos meses e ficou estável em outubro, com uma variação positiva mínima de 0,01%. Apesar disso, é o menor resultado para o mês neste indicador desde 2017. A inflação da alimentação no domicílio caiu 0,16%, com destaque para as quedas de arroz (-2,49%) e leite longa vida (-1,88%).

Aumento de preços

A maior variação positiva no mês foi a do grupo de vestuário, que subiu 0,51%. Isso se explica pela alta de 0,89% de calçados e acessórios e de 0,56% nas roupas femininas. No grupo de despesas pessoais, que variou 0,45%, o subitem empregado doméstico foi destaque em outubro, com elevação de 0,52% e, também, o pacote turístico, que cresceu 1,97%.

Apesar de o vestuário registrar a maior variação, o maior impacto na inflação veio do grupo de saúde e cuidados pessoais, que avançou 0,41% no mês e influenciou em 0,06 ponto percentual no índice de outubro. “Essa alta foi impulsionada pelos artigos de higiene e pessoal com 0,57% e pelo plano de saúde com 0,50%”, destaca o gerente da pesquisa.

Na análise por capitais, a maior variação em outubro foi registrada em Goiânia (0,96%), devido à alta de 6,08% no preço médio da energia elétrica residencial e de 4,78% da gasolina. Por outro lado, a menor variação (-0,15%) foi registrada em São Luís, em função da queda no preço de alimentos, como o arroz (-3,49%), e também da gasolina (-1,24%).

CORREIO BRAZILIENSE
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“Gênero ainda influencia oportunidades, infelizmente”, diz Paulo Octávio

O empresário e presidente do Lide Brasília, Paulo Octávio, afirmou nesta terça-feira (11/11) que, infelizmente, “gênero ainda influencia oportunidades”. Segundo ele, apesar de as mulheres se dedicarem mais aos estudos, ainda há “barreiras injustas e quase intransponíveis” para o acesso a cargos de liderança. Paulo Octávio discursou na abertura do 4º Brasília Summit Lide — Correio Braziliense, realizado no Brasília Palace Hotel.

“Nós acreditamos que liderança não tem gênero, mas que gênero ainda influencia oportunidades, infelizmente. Portanto, promover lideranças femininas não significa excluir ninguém, mas, sim, construir sociedades, instituições mais equilibradas, maduras e inteligentes, além de competitivas”, afirmou o empresário, para acrescentar:

“As mulheres brasileiras têm níveis de escolaridade mais altos do que os homens, em quase todas as faixas etárias. Elas permanecem mais tempo estudando e se qualificando. Estão inovando, empreendendo, gerindo negócios e liderando iniciativas transformadoras. No entanto, existem ainda barreiras injustas e quase intransponíveis”.

Ao discursar, o empresário argumentou, ainda, que falar sobre a inclusão das mulheres no comando de organizações é “questão estratégica” para que as instituições sejam competitivas, humanas e sustentáveis. Ele lembrou que mulheres ocupam menos de 40% dos cargos de liderança e 20% dos cargos executivos.

CORREIO BRASILIENSE

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2025/11/7290276-genero-ainda-influencia-oportunidades-infelizmente-diz-paulo-octavio.html

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Racismo: Mantida justa causa de funcionária que chamou colega de “medusa”

TRT-3 considerou comprovada a prática de ato racista e afirmou que condutas do tipo devem ser fortemente reprimidas.

Da Redação

TRT-3 manteve a dispensa por justa causa de uma funcionária de uma indústria do setor automotivo, demitida após fazer chacota do cabelo de uma colega, chamando-a de “medusa”. A 6ª turma entendeu que ficou comprovada a conduta racista e que o comportamento foi grave o bastante para justificar a penalidade máxima prevista na CLT.

O caso

O processo teve início após a trabalhadora ingressar com reclamação trabalhista buscando a reversão da dispensa por justa causa e o pagamento das verbas rescisórias.

A empresa, por sua vez, afirmou que a demissão ocorreu porque a funcionária, junto a outras colegas, teria feito chacota com o cabelo trançado de uma empregada, chamando-a de “medusa” diante de outras pessoas no local de trabalho, fato presenciado por testemunhas e confirmado em depoimentos.

Segundo a sentença, a vítima ficou abalada, chorou e procurou atendimento médico interno, o que reforçou o impacto emocional causado pela situação. O juízo da 6ª vara do Trabalho de Uberlândia/MG concluiu que o comportamento configurou ato discriminatório e manteve a justa causa.

Cunho racista

Em recurso, o desembargador Anemar Pereira Amaral destacou que a demissão atendeu aos requisitos legais da justa causa, como a gravidade da falta, a imediatidade da punição e a quebra da confiança entre as partes.

Com base nas provas, o magistrado concluiu que ficou comprovado que a funcionária proferiu palavras de cunho racista à colega em razão do penteado que ela usava, configurando ato lesivo à honra, nos termos do art. 482, “j”, da CLT.

O relator ressaltou que não houve desproporcionalidade na punição, pois o comportamento rompeu a fidúcia necessária à relação de trabalho e poderia inclusive caracterizar o crime de injúria racial, previsto no art. 2º-A da lei 7.716/89, com redação dada pela lei 14.532/23.

“Os atos de racismo, quer fora ou dentro do ambiente laboral, são repugnantes, devendo ser combatidos”, afirmou o desembargador.

Ele ainda observou que a decisão segue o Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial, lançado em 2024 pelo CNJ, e que a motivação da empresa para a penalidade se sustenta plenamente, uma vez rompida a confiança entre as partes.

Por fim, concluiu que, confirmada a regularidade da dispensa, não há ilicitude capaz de gerar indenização por danos morais. A turma acompanhou o voto de forma unânime, mantendo a sentença da 6ª vara do Trabalho de Uberlândia/MG.

Processo: 0011369-11.2024.5.03.0173
Leia a decisão: https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/11/E0BDAEBCF69081_Documento_d7a6dbe.pdf

MIGALHAS
https://www.migalhas.com.br/quentes/444225/mantida-justa-causa-de-funcionaria-que-chamou-colega-de-medusa

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TST forma lista tríplice apenas com mulheres para vaga de ministra

O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho escolheu nesta terça-feira (11/11), em votação secreta, os nomes da lista tríplice para preenchimento de vaga de ministra destinada à magistratura de carreira, decorrente da aposentadoria do ministro Aloysio Corrêa da Veiga.

Foram escolhidas as desembargadoras Margareth Rodrigues Costa, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA); Maria de Nazaré Medeiros Rocha, do TRT da 8ª Região (PA/AP); e Márcia Regina Leal Campos, do TRT da 1ª Região (RJ).

Em outubro a Presidência do TST recebeu a inscrição de candidatos à vaga— oito desembargadoras e 15 desembargadores de Tribunais Regionais do Trabalho. A lista com os três nomes seguirá para apreciação do presidente da República, a quem cabe a escolha final.

A indicada passará por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal e, se for aprovada, seu nome será submetido ao Plenário do Senado antes da nomeação.

Currículos

Juíza de carreira, Margareth Rodrigues Costa é natural de Salvador. Ela ingressou na magistratura em maio de 1990, e em 2014 foi promovida pelo critério de merecimento a desembargadora do TRT-5. Foi diretora da Escola Judicial do TRT no biênio 2017/2019 e convocada diversas vezes para atuar no TST. Na corte regional, integra a 1ª Turma, a Subseção de Uniformização da Jurisprudência e a Sedi-2.

Maria de Nazaré Medeiros Rocha ingressou na magistratura trabalhista em 1994, como juíza substituta do TRT-8. Ao longo da carreira, exerceu a titularidade das Varas do Trabalho de Laranjal do Jari, Macapá, Breves, Castanhal e, posteriormente, da 7ª Vara do Trabalho de Belém, onde atuou de 2003 até 2022. Desde maio daquele ano, integra o tribunal regional.

Márcia Regina Leal Campos é desembargadora no TRT-1 desde 2023. Sua trajetória teve início em abril de 1990, quando ingressou no tribunal como servidora. Aprovada no concurso público da magistratura, em novembro de 1993 tomou posse no cargo de juíza substituta, quando passou a atuar na capital e em outras comarcas, como São João de Meriti e Duque de Caixas. Em 1998 foi promovida a juíza titular da 33ª Junta de Conciliação e Julgamento (atual Vara do Trabalho) da capital. Em 2019 foi removida a pedido para a 1ª Vara do Trabalho de Teresópolis. Com informações da assessoria de imprensa do TST.

CONJUR
https://www.conjur.com.br/2025-nov-11/tst-forma-lista-triplice-apenas-com-mulheres-para-vaga-de-ministra/