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INCC-M desacelera para 0,21% em fevereiro, ante 0,32% em janeiro, diz FGV/Ibre

INCC-M desacelera para 0,21% em fevereiro, ante 0,32% em janeiro, diz FGV/Ibre

Inflação da construção

Indicador acumula alta de 0,53% no ano e de 8,76% em 12 meses; índice de materiais, equipamentos e serviços avançou 0,32% em fevereiro

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,21 % em fevereiro, porcentual inferior ao apurado no mês anterior, quando o índice variou +0,32%. Com isso, o INCC-M acumula alta de 0,53% no ano e de 8,76% em 12 meses.

Em fevereiro de 2022, o índice tinha subido 0,48% no mês e acumulava alta de 13,04% em 12 meses.

A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de -0,12% em janeiro para 0,32% em fevereiro. Já o índice referente à Mão de Obra variou 0,10% em fevereiro, ante 0,77% em janeiro.

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a taxa correspondente a Materiais e Equipamentos variou 0,16% em fevereiro, após queda de 0,26% no mês anterior. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de -0,55% para -0,06%.

A variação relativa a Serviços passou de 0,53% em janeiro para 1,10% em fevereiro. Neste grupo, foi destacado o avanço da taxa do item projetos, que passou de 0,18% para 1,87%.

Apenas a capital de Belo Horizonte apresentou decréscimo em sua taxa de variação. Em contrapartida, seis capitais apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.

INFOMONEY

https://www.infomoney.com.br/economia/incc-m-desacelera-para-021-em-fevereiro-ante-032-em-janeiro-diz-fgv-ibre/

INCC-M desacelera para 0,21% em fevereiro, ante 0,32% em janeiro, diz FGV/Ibre

Analistas do mercado elevam para 5,89% estimativa de inflação em 2023

Previsão dos investidores supera o teto da meta definido pelo CMN para este ano, que é de até 4,75%. Essa foi a décima alta seguida no indicador.

Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Os economistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação deste ano de 5,79% para 5,89%. Foi a décima alta consecutiva do indicador.

 

A informação consta do relatório “Focus”, divulgado nesta quarta-feira (22) pelo Banco Central. Foram ouvidas mais de 100 instituições financeiras na semana passada sobre as projeções para a economia.

Para este ano, a meta central de inflação foi fixada em 3,25% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.

 

Se confirmado, esse será o terceiro ano seguido de estouro da meta de inflação, ou seja, no qual o IPCA fica acima do teto fixado pelo sistema de metas. Em 2022, a inflação somou 5,79%.

Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra das pessoas, principalmente das que recebem salários menores. Isso, porque os preços dos produtos aumentam sem que o salário acompanhe esse crescimento.

 

Para 2024, a projeção de inflação do mercado financeiro subiu de 4% para 4,02% na semana passada. Foi a quinta elevação seguida da previsão.

 

A meta de inflação do próximo ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3% e será considerada cumprida se oscilar entre 1,5% e 4,5%.

Produto Interno Bruto

 

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2023, o mercado financeiro elevou sua previsão de 0,76% para 0,80%.

 

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. O indicador serve para medir a evolução da economia.

 

Já para 2024, a previsão de crescimento permaneceu estável em 1,5%.

Taxa de juros

 

O mercado financeiro manteve a expectativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, estável em 12,75% ao ano para o fim de 2023.

 

Com isso, o mercado financeiro segue estimando queda dos juros neste ano.

Para o fim de 2024, a projeção do mercado para o juro básico da economia ficou estável em 10% ao ano.

Outras estimativas

 

Veja abaixo outras estimativas do mercado financeiro, segundo o BC:

 

  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio para o fim de 2023 permaneceu em R$ 5,25. Para o fim de 2024, recuou de R$ 5,30 para R$ 5,29.
  • Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção avançou de US$ 57,2 bilhões para US$ 57,9 bilhões de superávit em 2023. Para 2024, a expectativa para o saldo positivo subiu de US$ 56,5 bilhões para US$ 56,8 bilhões.
  • Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano permaneceu em US$ 80 bilhões de ingresso. Para 2024, a estimativa de ingresso continuou também em US$ 80 bilhões.

G1

https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/02/22/analistas-do-mercado-elevam-para-589percent-estimativa-de-inflacao-em-2023.ghtml

INCC-M desacelera para 0,21% em fevereiro, ante 0,32% em janeiro, diz FGV/Ibre

Gasolina pode subir R$ 0,69 e álcool R$ 0,24 com o retorno dos impostos federais, diz associação

Parte desse aumento, contudo, pode ser compensada caso a Petrobras reduza o preço dos combustíveis nas suas refinarias. Lula e presidente da estatal têm reunião nesta sexta.

Por Jéssica Sant’Ana, g1 — Brasília

O retorno da cobrança dos impostos federais sobre a gasolina e o álcool a partir de 1º de março deve impactar o preço desses combustíveis ao consumidor final.

 

O governo Lula prorrogou somente até 28 de fevereiro a desoneração (redução a zero) dos impostos federais que incidem sobre a gasolina, o álcool, querosene de aviação e gás natural veicular. Até o momento, o governo não sinalizou nova prorrogação.

 

Segundo cálculos da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o aumento esperado nos postos é de:

 

  • R$ 0,6869 por litro no caso da gasolina;
  • R$ 0,2418 por litro no caso do álcool.

 

Parte desse aumento, contudo, pode ser compensada caso a Petrobras reduza o preço dos combustíveis nas suas refinarias.

 

Dados da Abicom mostram que a Petrobras tem vendido a gasolina em suas refinarias com um preço 8% maior em relação aos preços praticados no mercado internacional.

 

A empresa privada Acelen, dona da refinaria de Mataripe (BA), reduziu recentemente o preço da gasolina em R$ 0,2959 por litro.

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, tem reunião nesta sexta-feira (24) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. O encontro deveria ter acontecido na tarde desta quinta, mas foi remarcado.

Demais combustíveis

 

No caso do diesel, do gás de cozinha, do gás natural e do biodiesel, os impostos federais ficam zerados até 31 de dezembro de 2023.

 

A isenção de impostos federais, nos prazos propostos pelo governo, vale também para a importação desses produtos.

 

A desoneração foi feita via medida provisória. Com isso, já está em vigor, mas ainda precisa ser analisada pelo Congresso.

 

Nesta quinta-feira (23), o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, confirmou que o Fisco conta com a reoneração da gasolina e do álcool a partir de março.

 

Conforme o blog da Ana Flor, a equipe econômica quer a retomada da cobrança para aumentar a arrecadação e diminuir o déficit de mais de R$ 200 bilhões previsto para este ano.

Já ala política do governo teme impacto na popularidade do presidente Lula e na inflação.

G1

https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/02/24/gasolina-pode-subir-r-069-e-alcool-r-024-com-o-retorno-dos-impostos-federais-diz-associacao.ghtml

INCC-M desacelera para 0,21% em fevereiro, ante 0,32% em janeiro, diz FGV/Ibre

IPCA-15: prévia da inflação fica em 0,76% em fevereiro

Indicador acelerou na comparação com janeiro, quando ficou em 0,55%, puxado, principalmente, pelo grupo de educação.

Por g1 — Rio de Janeiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – considerado a prévia da inflação oficial do país – ficou em 0,76% em fevereiro, informou nesta sexta-feira (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

 

O índice acelerou na comparação com janeiro, quando ficou em 0,55%. Já o indicador acumulado em 12 meses desacelerou de 5,87% para 5,63%. Em fevereiro de 2022, o IPCA-15 foi de 0,99%.

 

De acordo com o IBGE, dentre os nove grupo de produtos e serviços pesquisados para composição do indicador, oito tiveram alta na comparação com janeiro. A exceção ficou por conta do grupo de vestuário, único a apresentar deflação no mês.

 

O maior impacto sobre a prévia da inflação, no entanto, partiu do grupo de educação, que teve alta de 6,41% em relação a janeiro, respondendo por 0,36 ponto percentual (p.p) do índice de fevereiro.

 

INCC-M desacelera para 0,21% em fevereiro, ante 0,32% em janeiro, diz FGV/Ibre

Dinheiro para a guerra acabaria com a fome no mundo por três anos

Enquanto Lula declara “guerra contra a fome”, apoiadores da Ucrânia ignoram a catástrofe alimentar em países africanos, ao produzir mais miséria com a guerra

por Cézar Xavier

Os US$ 120 bilhões em entrega de armas e ajuda financeira para a guerra na Ucrânia equivalem a três vezes mais do que a ONU estima ser necessário para acabar com a fome no mundo a cada ano. Desses, menos de 5% são recursos destinados a ajuda humanitária na Ucrânia, pois o resto é tudo destinado a armamentos e salários para manter a disposição do governo Zelensky para a guerra.

Com US$ 40 bilhões por ano até 2030, a comunidade internacional erradicaria a insegurança alimentar em países como Somália, Burundi, Comores, Sudão do Sul, Síria, Iêmen, África Central, Chade, Congo e Madagáscar, os mais alarmantes, segundo o Índice Global da Fome de 2021. O destaque foi dado pelo colunista do UOL, Jamil Chade.

Mas não é só isso. Este fluxo de dinheiro é ainda 20 vezes maior do que é preciso para alimentar, durante um ano, os mais pobres espalhados por todos os continentes, segundo a ONU. É mais de duas vezes o volume de recursos pedidos para que, em 2023, se resgatem 230 milhões de pessoas em 69 países que vivem graves problemas naturais e de conflitos armados, como o Haiti.

Só nos últimos dias, o Japão anunciou mais US$ 5,5 bilhões para a Ucrânia, enquanto o presidente dos EUA, Joe Biden, colocou mais US$ 500 milhões sobre a mesa. Enquanto isso, os governos europeus se mobilizam para criar um consórcio para abastecer a Ucrânia com munição em 2023. Até países pobres do leste europeu contribuem com o que não podem para a guerra. A Estônia, por exemplo, mandou o equivalente de 1% de seu PIB para os ucranianos, contra 0,07% da França e 0,4% dos EUA.

O reposicionamento da Europa e aliados da Otan, ao enviar armas ainda mais avançadas para os campos ucranianos, favorece a possibilidade de países aliados da Rússia, como a China, começarem a gastar recursos também no conflito. Fora os que já colaboram de forma clandestina, como a Turquia que é acusada de manter uma fluxo paralelo de armas para a Rússia.

Biden destacou em seu discurso em Varsóvia na quarta-feira o fato de que a aliança ocidental mostrou seu compromisso com os ucranianos ao longo do ano, para a surpresa de analistas internacionais e mesmo do governo de Moscou. De fato, com a fome se alastrando até por países ricos, a inflação descontrolada, as dificuldades com combustíveis, os efeitos ainda sentidos da covid sobre as economias, e o desarranjo global com a guerra, se imaginava que as potencias ocidentais fossem ter prioridades diferentes e estimular a pacificação do conflito.

“Minha guerra é contra a fome”

A Casa Branca intensifica a busca por novos aliados, que possam também contribuir, inclusive na América do Sul, como no caso do Brasil. Mas a recente turnê do chanceler alemão Olaf Scholz pelo continente terminou sem resultados diante da recusa dos governos da região em se envolver na guerra.

Em recente viagem aos Estados Unidos, o presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, reforçou a Joe Biden a necessidade de criar um grupo de países que promovam uma nova mesa de negociações para levar o conflito ao fim.

Lula prefere ignorar a franca disposição dos países ricos ocidentais de intensificar o conflito, e mantém a retórica de busca pela paz. Ainda antes de assumir o governo, o brasileiro já dizia que sua guerra era contra a fome, ao ser questionado sobre um eventual apoio à Ucrânia.

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Galuzin, afirmou nesta quinta-feira (23) que o governo de Vladimir Putin está “analisando” as sugestões de Lula para encerrar a guerra. A aposta do brasileiro é pelo desgaste que o apoio à guerra tem causado principalmente nas populações dos países europeus, além dos próprios russos.

O russo dizer estar atento à possibilidade de mediação, “a fim de encontrar caminhos políticos para evitar a escalada na Ucrânia, corrigindo erros de cálculo no campo da segurança internacional com base no multilateralismo e considerando os interesses de todos os atores”, disse Galuzin à agência russa Tass.

O vice-ministro ainda disse que a Rússia “valoriza a posição equilibrada do Brasil” sobre o conflito, marcada pela “rejeição a medidas coercitivas unilaterais tomadas pelos Estados Unidos e por seus satélites e a recusa de nossos parceiros brasileiros em fornecer armas, equipamentos militares e munição para o regime de Kiev”.

Galuzin ainda mencionou o fato do Ocidente estar pressionando governos como o brasileiro para entrar na guerra, e sua resistência expressa nas propostas de Lula. “Ao mesmo tempo, podemos ver como Washington está pressionando o Brasil. Essa postura soberana merece respeito”, emendou Galuzin.

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2023/02/23/dinheiro-para-guerra-acabaria-com-a-fome-no-mundo-por-tres-anos/

INCC-M desacelera para 0,21% em fevereiro, ante 0,32% em janeiro, diz FGV/Ibre

Pesquisa sugere que discurso armamentista foi “tiro no pé” do bolsonarismo

Maioria dos brasileiros diz que “facilitar a posse de armas” não aumentará a segurança no Brasil. Os que defendem o “libera geral” em relação às armas são apenas 37%.

por André Cintra

Em novembro de 2022, mesmo após quase quatro anos do governo de Jair Bolsonaro (PL), a maioria da população brasileira rejeitava o “libera geral” em relação à posse de armas. O razoável crescimento do número de eleitores que se declaravam “de direita” não foi suficiente para implodir a resistência às teses armamentistas defendidas pelo bolsonarismo.

É o que revela a pesquisa nacional “Panorama Político 2023”, realizada pelo Instituto DataSenado. O levantamento entrevistou 2.007 eleitores, por telefone, de 8 a 26 de novembro, logo após as eleições presidenciais, nas quais Bolsonaro foi derrotado, no segundo turno, por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os resultados da sondagem só começaram a ser divulgados pelo Senado na semana passada.

Conforme a pesquisa, na reta final do último governo – marcado por pautas conservadoras –, mais brasileiros se posicionavam diante da polarização político-ideológica do País. Em 11 meses – de dezembro de 2021 a novembro de 2022 –, o percentual de eleitores que se consideram de direita passou, expressivamente, de 21% para 31%. Os eleitores de esquerda também cresceram, mas em ritmo menor – de 11% para 17%.

“A coleta de dados foi realizada em um contexto pós-eleitoral, em que o campo se iniciou sete dias após a conclusão do segundo turno das eleições gerais de 2022. Deve-se considerar, assim, o potencial impacto desse momento singular na opinião das pessoas e nos resultados desta pesquisa”, explica o DataSenado.

As mudanças de preferência e posicionamento do eleitorado se refletem parcialmente em temas ligados à segurança. Em direção inversa ao que pregavam os bolsonaristas, nada menos que 85% dos brasileiros concordam com o monitoramento de ações policiais por meio de câmeras em seus uniformes. Em compensação, 72% defendem um retrocesso como a redução da maioridade penal.

Porém, é do discurso pró-armas que Bolsonaro mais está na contramão da opinião majoritária dos brasileiros. A maioria – 60% dos entrevistados – diz que “facilitar a posse de armas” não aumentará a segurança no Brasil. A rejeição já foi maior – era de 69% em dezembro de 2021. Os que defendem o “libera geral” em relação às armas são 37%.

Aqui pode estar uma chave para entender como a bandeira armamentista foi um verdadeiro “tiro no pé” do bolsonarismo. Conforme o DataSenado, 66% dos que se declaram à direita querem armas mais acessíveis à população.

Os eleitores de direita formam o único grupo onde essa tendência próxima ao ideário bolsonarista é dominante. “Por outro lado, 85% dos que se posicionam à esquerda são contrários, assim como 70% dos posicionados ao centro e 71% dos que não se enquadram nessas posições políticas”, detalha o DataSenado.

Outros dados da pesquisa reforçam esse descolamento entre a opinião geral e a campanha bolsonarista: 60% dos brasileiros acreditam que facilitar a posse de armas levará ao aumento da violência doméstica. Nesse segmento, 86% dizem ter notado um aumento da violência doméstica e familiar contra a mulher nos últimos 12 meses.

Os recortes de gênero e raça da sondagem também mostram que fatias do eleitorado mais hostis a Bolsonaro têm resistência maior à flexibilização da posse de armas. A desaprovação é maior entre os pretos (68%) e os pardos (64%) do que entre os brancos (54%). Da mesma maneira, 71% das mulheres condenam essa proposta de Bolsonaro, contra apenas 49% dos homens.

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2023/02/24/pesquisa-sugere-que-discurso-armamentista-foi-tiro-no-pe-do-bolsonarismo/