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Carteira imobiliária da Caixa cresce 40,6% e tem saldo de R$ 164,6 bilhões

Carteira imobiliária da Caixa cresce 40,6% e tem saldo de R$ 164,6 bilhões

A carteira imobiliária da Caixa Econômica Federal encerrou o mês de março com saldo de R$ 164,6 bilhões, o que representa crescimento de 40,6% em relação ao mesmo mês de 2011, como mostra o balanço de ações do banco oficial relativas ao primeiro trimestre, divulgado hoje (10).

As operações com recursos do sistema brasileiro de poupança e empréstimo (SBPE) somaram R$ 85 bilhões, enquanto as linhas de financiamento com dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) usaram R$ 79,4 bilhões. Houve evoluções de 37,7% e de 44,3% respectivamente.

Os contratos feitos de janeiro a março, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, somaram R$ 10,8 bilhões, dos quais R$ 5,9 bilhões com recursos do FGTS, R$ 1,5 bilhão de subsídios e R$ 3,4 bilhões em arrendamentos residenciais e repasses. No acumulado de 12 meses, as contratações de 601,7 mil moradias do programa de habitação somam R$ 42,9 bilhões.

Principal agente financeiro das políticas públicas de governo, a Caixa investiu, no primeiro trimestre, R$ 80,9 milhões em operações de microcrédito. A maioria em contratações do Programa Crescer, lançado em agosto do ano passado para incentivar a geração de trabalho e renda para empreendedores formais e informais com faturamento anual até R$ 120 mil.

O balanço mostra, também, que a Caixa liberou 71 milhões de benefícios sociais de janeiro a março, no total de R$ 38,4 bilhões, sendo R$ 15 bilhões em saques do FGTS, R$ 18,8 bilhões em benefícios previdenciários, seguro desemprego, PIS e abono salarial, mais R$ 4,4 bilhões referentes a 37,2 milhões de benefícios da Bolsa Família.

O banco comemora, ainda, a expansão de 10,4% no número de clientes, em relação a março do ano passado. O balanço trimestral revela que a Caixa soma, 60,5 milhões de correntistas e poupadores, e ampliou para 19,8 milhões o número de contas-correntes, o que dá expansão de 16,9% nos últimos 12 meses. Só no primeiro trimestre foram abertas 501 mil contas.

Carteira imobiliária da Caixa cresce 40,6% e tem saldo de R$ 164,6 bilhões

Um milhão: 21,7% dos gregos estão desempregados

A taxa de desemprego na Grécia subiu para o novo recorde de 21,7% em fevereiro, em relação ao dado revisado de 21,3% em março, informou a Elstat, a agência de estatísticas do país.
A taxa de fevereiro, que é ajustada sazonalmente, é a mais alta desde que o indicador começou a ser verificado, em 2004. O número total de desempregados no país atingiu 1,07 milhão de trabalhadores.
Quase 60% dos jovens
Os jovens continuam sendo os mais prejudicados pela profunda recessão grega, com 53,8% das pessoas entre 15 e 24 anos sem trabalho em fevereiro, um forte aumento em comparação com a taxa de 40,3% registrada no mesmo mês do ano passado. Entre as mulheres a taxa de desemprego ficou em 25,7%, de 18,8% na mesma comparação.
Indústria em baixa
A produção industrial da Grécia caiu 8,5% em março, ante março do ano passado, depois de recuar 8,3% no ano em fevereiro, segundo dados da Elstat.
A produção de eletricidade diminuiu 8,9%, enquanto a do setor de manufatura declinou 8,8% e a de mineração caiu 7,9%. As medidas de austeridade introduzidas como parte do pacote de ajuda internacional oferecido ao país estão tendo um pesado impacto sobre a economia grega.
Carteira imobiliária da Caixa cresce 40,6% e tem saldo de R$ 164,6 bilhões

FMI alerta sobre alta de crédito hipotecário na América Latina

O crédito hipotecário tem crescido a uma taxa real de 14% em média na América Latina desde 2003, com o Brasil à frente, o que é motivo de preocupação para as autoridades, segundo um artigo divulgado nesta quinta-feira por três especialistas do Fundo Monetário Internacional (FMI).

A alta do crédito e o aumento significativo dos preços das moradias “pode gerar instabilidade financeira” como a bolha imobiliária que desencadeou a crise dos Estados Unidos a partir de 2007, segundo esses especialistas, que publicaram seu estudo no blog “Diálogo a Fundo”, do organismo.

Em linhas gerais, Luis Cubeddu, Camilo Tovar e Evridki Tsounta calculam que o crédito hipotecário representa menos de 20% do fluxo de empréstimos bancários na região, cerca de 7% em média do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo os analistas, estas são porcentagens ainda manejáveis, mas os dados do mercado imobiliário na região são difíceis de ser coletados pela falta de cifras sistemáticas. Apenas Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai possuem dados atualizados e ainda assim, limitados a zonas urbanas.

Carteira imobiliária da Caixa cresce 40,6% e tem saldo de R$ 164,6 bilhões

Lançamentos de imóveis caem 36% no Grande ABC

O número de lançamentos de imóveis na região no primeiro trimestre deste ano caiu 36% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira pela ACIGABC (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC). Foram 1.023 unidades lançadas neste ano contra 1.589 em 2011.

Em contrapartida, o número de vendas teve crescimento de 26,4% nos três primeiros meses do ano. Foram 1.427 unidades vendidas no período, enquanto no ano passado foram 1.129.

Ainda de acordo com a associação, a maior parte dos imóveis lançados é de dois e três dormitórios. Santo André foi o município que teve mais apartamento novos, com 48% do total. Na lista de vendas quem lidera o ranking é São Bernardo, com 51,8%. (Com informações de Soraia Abreu Pedroso)

Carteira imobiliária da Caixa cresce 40,6% e tem saldo de R$ 164,6 bilhões

Curar doenças, só se der lucro

“Sabe-se que pelo menos um bilhão de pessoas no mundo – uma em cada seis – sofrem de uma ou mais doenças negligenciadas, principalmente tropicais, e entre elas a principal é a malária”
 
Recentemente participei da conferência internacional “Universidades públicas como atores para o desenvolvimento social e econômico: prioridades em pesquisa, políticas e práticas em propriedade intelectual, doenças negligenciadas e acesso a medicamentos”. O convite para este importante evento, que ocorreu na Faculdade de Saúde Pública da USP, me foi feito pelas Universidades Aliadas para Medicamentos Essenciais (UAEM) e pelo Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário (Cepedisa).
Ao participar da conferência, mais aprendi do que contribuí. Dentro dela, me coube abordar o cenário político e legislativo brasileiro. Sabe-se que o parlamento pode ter importância nas definições das políticas públicas nas áreas aludidas pela conferência, mas o nosso parlamento não faz esse debate, ou o faz de maneira pobre, portanto pouco havia a falar sobre o tema que me foi proposto. Por ter mais a aprender é que aceitei o convite.
Mas o que são doenças negligenciadas?
Doenças negligenciadas são aquelas que, apesar de acometerem, em alguns casos, milhões de pessoas no mundo, não são atrativas em termos econômicos para os laboratórios fabricantes de medicamentos. Na sua maioria, são doenças tropicais infecciosas que afetam principalmente pessoas pobres que vivem em países ou regiões pobres. Por não darem lucro, os laboratórios fabricantes de medicamentos não investem em pesquisas. Assim, as drogas usadas para o tratamento dessas doenças são antigas e muitas vezes inadequadas e ineficazes.
Doenças negligenciadas também são aquelas que não despertam o interesse – ou despertam um interesse insuficiente – dos governos em seu combate.
Exemplo de doenças consideradas negligenciadas: malária, doença de Chagas, leishmaniose e doença do sono.
Sabe-se que pelo menos um bilhão de pessoas no mundo – uma em cada seis – sofrem de uma ou mais doenças negligenciadas, principalmente tropicais, e entre elas a principal é a malária.
A cada ano, no mundo, surgem de 350 a 500 milhões de novos casos de malária – 1,5 milhão morrem por conta da doença. Quase três mil crianças morrem por dia de malária na África. Ela é a principal causa, no mundo, de morbidade e mortalidade causada por parasita.
No Brasil, temos cerca de 300 mil casos por ano.
A doença de Chagas, endêmica na América Latina, tem cerca de oito milhões de casos com mais de 14 mil mortes por ano.
A leishmaniose infecta cerca de 12 milhões de pessoas em 88 países, incluindo o Brasil, e causa mais de 50 mil mortes anuais.
Por ora limitada ao território africano temos a doença do sono, que é endêmica em 36 países e tem de 50 a 70 mil novos casos anualmente. O número de mortes é de cerca de 50 mil por ano – a doença pode demorar até seis anos para levar à morte.
A ONG Médicos Sem fronteira (MSF) fez uma pesquisa no primeiro semestre de 2001 abrangendo as 20 empresas farmacêuticas de maior faturamento bruto em todo o mundo. A pesquisa indicou que o investimento em pesquisa do setor privado no campo das doenças negligenciadas era mínimo e que nos cinco anos anteriores nenhuma das empresas pesquisadas havia lançado no mercado uma droga para qualquer das moléstias incluídas no estudo.
Como disse acima, as doenças infecciosas tropicais são exemplos de doenças negligenciadas. Do total de 1.393 novas drogas aprovadas entre 1975 e 1999, apenas 1% (13 drogas) eram especificamente indicadas para doenças tropicais.
Ainda segundo a ONG Médicos Sem Fronteiras: “Ao longo dos últimos 25 anos apenas 15 novas drogas foram indicadas para doenças tropicais e tuberculose. Essas doenças afetam primordialmente as populações pobres e respondem por 12% da carga global de doenças. Em comparação, 179 novas drogas foram desenvolvidas para doenças cardiovasculares, que representam 1% da carga total de doenças”.
Gasta-se mais em pesquisas sobre impotência sexual, calvície e obesidade do que sobre doenças negligenciadas. São doentes esquecidos pelos governos e doenças ignoradas pelos fabricantes de remédios. Os donos e sócios de laboratórios negligenciam a vida, mas não negligenciam o lucro.
Carteira imobiliária da Caixa cresce 40,6% e tem saldo de R$ 164,6 bilhões

Prefeitura de Curitiba lança app para preços

Já está em operação o Touch Economia, desenvolvido pelo Instituto Curitiba de Informática (ICI). Trata-se de um aplicativo (app) para dispositivos móveis (da Apple e da Google) que permite ao cidadão curitibano a consulta do menor preço de um determinado produto ou de uma lista de compras de supermercado.

Os preços são os válidos no momento da consulta, e quando o aplicativo cita um determinado supermercado inclui qual loja da rede possui o menor preço. A pesquisa é feita diariamente pela Secretaria Municipal do Abastecimento (Smab), que criou e mantém, desde 1993, o projeto Disque Economia.

O aplicativo por ser o grande fator de economia nas compras, principalmente porque a captação de preços é feita mediante pesquisa presencial, e não de maneira automática com informações disponíveis na internet. A diferença de preços pode chegar a 40% entre um mercado e outro, inclusive dentro da mesma rede de supermercados.

O funcionamento é muito simples: o aplicativo é um comparador de preços, em que o cidadão pode verificar qual mercado oferece o melhor custo.