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MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

Tramitam atualmente no Ministério Público do Trabalho (MPT) de Londrina 627 investigações estão em andamento. A maior parte trata do descumprimento da legislação relativa ao ambiente de trabalho, que traz riscos à saúde e à segurança do trabalhador, sujeito a acidentes e doenças profissionais.

Outras investigações dizem respeito a excesso na jornada de trabalho, falta de registro em carteira, salários e benefícios trabalhistas, discriminação, fraudes na administração pública, infrações sindicais, trabalho infantil, entre outros.

O Ministério Público do Trabalho de Londrina foi instalado em 2005 e atende 81 municípios, entre eles Apucarana, Arapongas, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Rolândia e Porecatu.

Na época, foram enviados para Londrina pouco mais de 300 procedimentos que estavam em andamento em Curitiba. Com a nova unidade, a demanda aumentou. Só em 2011, foram instauradas 504 novas investigações, firmados 77 termos de ajustamento de conduta com empresas que cometeram irregularidades, realizadas 420 audiências e ajuizadas 55 novas ações na Justiça do Trabalho.

Atuação

O MPT destaca sua atuação em Londrina em dois setores, com vistas no ambiente de trabalho e na saúde do trabalhador: em marmorarias e em empresas que fabricam ou reaproveitam baterias com a manipulação de chumbo. O órgão afirma ter atuado de maneira efetiva também em relação ao cumprimento da Lei da Cota Aprendizagem, que determina que médias e grandes empresas contratem de 5% a 15% de aprendizes. No total, foram abertas 150 investigações.

Nova sede

O MPT inaugura hoje sua sede própria, em Londrina, localizada na Rua Dom João VI. Estarão presentes o Procurador-Geral do MPT em âmbito nacional, Luís Camargo, o chefe do MPT no Paraná, Ricardo Bruel da Silveira, procuradores, juízes e autoridades locais e regionais.

A nova sede é um imóvel próprio da União, que já foi usado pelo Departamento do Café, segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho do Paraná. A União repassou o imóvel para o MPT em 2009. O trabalho de readequação do prédio começou em 2010 e e foi concluído em 2011.
 
MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Punição tem relação com interrupção da programação, mas não teria ligação com suposta ”censura” a Dilma Rousseff

A TV do governo do Estado, a É-Paraná, foi multada em R$ 1.881,44 pelo Ministério das Comunicações, segundo publicação em Diário Oficial da União, na edição de ontem. Portaria número 17 do Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica do governo federal resolveu pela punição após análise da programação da emissora no dia 13 de outubro de 2011. De acordo com o Ministério das Comunicações, houve interrupção da programação sem aviso prévio, o que contraria a norma das TVs estatais.

 
Coincidentemente, o dia 13 de outubro do ano passado foi a ocasião em que a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), visitou Curitiba para anúncio de recursos para a obra do metrô da capital paranaense. Durante a solenidade, os discursos do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), e do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foram transmitidos na íntegra, mas as falas do ministro das Cidades, Mario Negromonte, e da presidente Dilma, não. No caso de Dilma, o trecho final do discurso chegou a ser transmitido. A emissora, na ocasião, alegou falhas técnicas no sinal de transmissão, tendo que substituir emergencialmente a solenidade por outra programação.

 
Por meio de nota oficial, a emissora informou que vai recorrer da multa e esclarece que o ministério aponta supostas falhas ocorridas durante a madrugada (das 2h03 às 4h26) daquele dia, e não durante a solenidade.

 
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério das Comunicações informou ontem à FOLHA que a multa aplicada à É-Paraná de fato não tem relação com o evento do qual Dilma participou, porque a TV não tinha a obrigação de transmitir o evento, e que a punição ocorreu porque a emissora ficou sem programação durante mais de duas horas naquele dia. A denúncia de censura e o pedido de investigação protocolado no ministério pelo diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) em Curitiba foram arquivados.
MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

Ministério aplica multa contra TV do governo do PR

Punição tem relação com interrupção da programação, mas não teria ligação com suposta ”censura” a Dilma Rousseff

A TV do governo do Estado, a É-Paraná, foi multada em R$ 1.881,44 pelo Ministério das Comunicações, segundo publicação em Diário Oficial da União, na edição de ontem. Portaria número 17 do Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica do governo federal resolveu pela punição após análise da programação da emissora no dia 13 de outubro de 2011. De acordo com o Ministério das Comunicações, houve interrupção da programação sem aviso prévio, o que contraria a norma das TVs estatais.

 
Coincidentemente, o dia 13 de outubro do ano passado foi a ocasião em que a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), visitou Curitiba para anúncio de recursos para a obra do metrô da capital paranaense. Durante a solenidade, os discursos do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), e do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foram transmitidos na íntegra, mas as falas do ministro das Cidades, Mario Negromonte, e da presidente Dilma, não. No caso de Dilma, o trecho final do discurso chegou a ser transmitido. A emissora, na ocasião, alegou falhas técnicas no sinal de transmissão, tendo que substituir emergencialmente a solenidade por outra programação.

 
Por meio de nota oficial, a emissora informou que vai recorrer da multa e esclarece que o ministério aponta supostas falhas ocorridas durante a madrugada (das 2h03 às 4h26) daquele dia, e não durante a solenidade.

 
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério das Comunicações informou ontem à FOLHA que a multa aplicada à É-Paraná de fato não tem relação com o evento do qual Dilma participou, porque a TV não tinha a obrigação de transmitir o evento, e que a punição ocorreu porque a emissora ficou sem programação durante mais de duas horas naquele dia. A denúncia de censura e o pedido de investigação protocolado no ministério pelo diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) em Curitiba foram arquivados.
MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

Otimismo com economia do País bate recorde

O Índice de Expectativa das Famílias brasileiras (IEF) aumentou de 67,2 pontos, em dezembro, para 69 pontos em janeiro, alcançando a taxa mais alta já registrada pelo indicador. Em relação ao apurado em janeiro de 2011, quando o índice ficou em 67,2, também houve crescimento.

A pesquisa mensal é feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação. A escala varia de 0 a 100. Quanto maior o resultado, maior o otimismo das famílias.

Segundo a metodologia utilizada na pesquisa (amostragem probabilística), o brasileiro se manteve otimista em todo o período entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. Entre as questões analisadas estão o momento para adquirir bens de consumo duráveis, a situação financeira da família comparada à de um ano atrás; a situação econômica do Brasil daqui a cinco anos; condições sobre quitação de contas atrasadas no próximo mês e a percepção do responsável pelo domicílio sobre estabilidade no trabalho.

Sobre o comportamento socioeconômico nacional, as famílias brasileiras mantiveram-se mais otimistas na virada do ano. Segundo a pesquisa, 64,9% dos entrevistados têm expectativa de melhores momentos nos próximos 12 meses. Os moradores das regiões Centro-Oeste (84,6%) e Nordeste (68,9%) são os mais otimistas para os próximos 12 meses.

O percentual de famílias que consideram o momento atual favorável à compra de bens de consumo duráveis aumentou de 57,4% em dezembro para 64,4% em janeiro. O índice de pessoas com essa opinião é maior na Região Centro-Oeste (77,5%). Enquanto isso, a avaliação de que não é um bom momento para adquirir esses bens está em queda em todo o país desde o mês de setembro (41,1%), fechando o mês de janeiro com 32,2%. Entretanto, na Região Norte, as expectativas de que a situação não é favorável para a compra (71,7%) são maiores do que as positivas (25%).

Em relação ao grau de endividamento, as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul apresentam maiores índices de famílias com poucas contas a pagar: 86%, 69,4% e 53,9%, respectivamente. Em todo o Brasil, 57,1% das famílias se consideram pouco endividadas. Em janeiro, a dívida média do brasileiro mostrou uma queda em relação a dezembro de 2011 chegando a R$ 4.428,46, o quinto menor valor dos últimos 12 meses.

Quanto à segurança no mercado de trabalho, a Região Norte apresenta o maior índice de expectativas positivas, tanto para o responsável pelo domicílio (96,1%) quanto para os demais membros da família (96,2%). Entretanto, segundo os pesquisadores do Ipea, as expectativas para melhorias profissionais nos próximos seis meses, na Região Norte, são as mais baixas, com apenas 15,3% das famílias confiantes. A margem de erro da pesquisa é 5%.

 

 

MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

Otimismo com economia do País bate recorde

O Índice de Expectativa das Famílias brasileiras (IEF) aumentou de 67,2 pontos, em dezembro, para 69 pontos em janeiro, alcançando a taxa mais alta já registrada pelo indicador. Em relação ao apurado em janeiro de 2011, quando o índice ficou em 67,2, também houve crescimento.

A pesquisa mensal é feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação. A escala varia de 0 a 100. Quanto maior o resultado, maior o otimismo das famílias.

Segundo a metodologia utilizada na pesquisa (amostragem probabilística), o brasileiro se manteve otimista em todo o período entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. Entre as questões analisadas estão o momento para adquirir bens de consumo duráveis, a situação financeira da família comparada à de um ano atrás; a situação econômica do Brasil daqui a cinco anos; condições sobre quitação de contas atrasadas no próximo mês e a percepção do responsável pelo domicílio sobre estabilidade no trabalho.

Sobre o comportamento socioeconômico nacional, as famílias brasileiras mantiveram-se mais otimistas na virada do ano. Segundo a pesquisa, 64,9% dos entrevistados têm expectativa de melhores momentos nos próximos 12 meses. Os moradores das regiões Centro-Oeste (84,6%) e Nordeste (68,9%) são os mais otimistas para os próximos 12 meses.

O percentual de famílias que consideram o momento atual favorável à compra de bens de consumo duráveis aumentou de 57,4% em dezembro para 64,4% em janeiro. O índice de pessoas com essa opinião é maior na Região Centro-Oeste (77,5%). Enquanto isso, a avaliação de que não é um bom momento para adquirir esses bens está em queda em todo o país desde o mês de setembro (41,1%), fechando o mês de janeiro com 32,2%. Entretanto, na Região Norte, as expectativas de que a situação não é favorável para a compra (71,7%) são maiores do que as positivas (25%).

Em relação ao grau de endividamento, as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul apresentam maiores índices de famílias com poucas contas a pagar: 86%, 69,4% e 53,9%, respectivamente. Em todo o Brasil, 57,1% das famílias se consideram pouco endividadas. Em janeiro, a dívida média do brasileiro mostrou uma queda em relação a dezembro de 2011 chegando a R$ 4.428,46, o quinto menor valor dos últimos 12 meses.

Quanto à segurança no mercado de trabalho, a Região Norte apresenta o maior índice de expectativas positivas, tanto para o responsável pelo domicílio (96,1%) quanto para os demais membros da família (96,2%). Entretanto, segundo os pesquisadores do Ipea, as expectativas para melhorias profissionais nos próximos seis meses, na Região Norte, são as mais baixas, com apenas 15,3% das famílias confiantes. A margem de erro da pesquisa é 5%.

 

 

MPT de Londrina dá andamento a 627 investigações

Índice de Confiança da Construção sobe 2,7% em janeiro, diz FGV

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas, avançou 2,7% no mês de janeiro, na comparação com dezembro. O resultado representa uma aceleração em relação ao mês anterior, em que o avanço tinha sido de 0,7%, na comparação com novembro.

Apesar de a confiança ter aumentado nos últimos meses, os índices ainda estão abaixo dos registrados nos mesmos meses do ano anterior. A confiança dos empresários da construção em janeiro deste ano está 8,5% menos do que a registrada no mesmo mês de 2011. Em dezembro do ano passado, o resultado tinha sido ainda pior, quando a confiança ficou 9,7% abaixo da registrada em dezembro de 2010.
 
O indicador medido pela Sondagem da Construção da FGV que apresentou maior variação foi o de expectativas para os próximos meses. Enquanto que em dezembro ele havia avançado 2,2% na comparação com novembro, em janeiro o avanço pulou para 7,6%, na comparação com o último mês de 2011. Mas esse indicador também segue abaixo dos níveis do ano anterior. Na comparação entre meses iguais, o resultado de janeiro de 2012 é 4,6% inferior ao de janeiro de 2011. Ainda assim, situação essa melhor que o de dezembro de 2011, quando a expectativa dos empresários ficou 7,3% abaixo da registrada em dezembro de 2010.
 
O Índice da Situação Atual, segundo a sondagem, é o único indicador que apresentou resultados negativos em janeiro. Na comparação com dezembro, o índice recuou 2,7%, enquanto que na comparação com janeiro de 2011 o recuo foi de 12,9%.
 
Os grupos que puxaram a confiança da construção foram de preparação do terreno, com avanço de 6,2% em janeiro, na comparação com dezembro, aluguel de equipamentos de construção e demolição com operador, cuja alta foi de 10,4% na mesma comparação, e construção de edifícios e obras civis (+ 3,6%). Na contramão estão obras de infraestrutura para engenharia elétrica e telecomunicações (recuo de 3,3%), obras de instalações (-3,9%) e obras de acabamento (-2,3%).